Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

Peças Raras - Você em sintonia com o rádio

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Peças Raras - Você em sintonia com o rádio episodes

  • #44 - O rádio na semana santa

    Em abril de 1958, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, com patrocínio de Melhoral, produziu uma das mais épicas radiofonizações de todos os tempos. 

    "A história de Nosso Senhor Jesus Cristo" contou com centenas de profissionais e foi criada para ser apresentada em capítulos. Desde então, o radioteatro vem sendo reapresentado com frequência nesta época do ano pela emissora. 

    Nesta edição, você acompanha um dos capítulos e também a adaptação moderna do formato, com Eli Corrêa narrando uma parte da história.   O podcast Peças Raras está também no blog de mesmo nome e em agregadores de áudio como Spotify, Deezer, Google Podcasts, Castbox, entre outros.

    25 min
  • #43 - O Pulo do Gato, com José Paulo de Andrade

    Hoje, o programa "O Pulo do Gato" completa 47 anos sob o comando do jornalista José Paulo de Andrade.


    A atração da Rádio Bandeirantes, sintonizada em São Paulo pelo AM 840 ou FM 90,9 (www.radiobandeirantes.com.br), é recordista de permanência no ar no rádio brasileiro com suas características: mesma emissora, mesmo horário e mesmo apresentador. O programa foi ao ar pela primeira vez no dia 2 de abril de 1973.

    Nesta edição, ouça uma entrevista com Hélio Ribeiro, que revela como foi criado o programa, inicialmente com o nome de Antecipação; acompanhe a conversa de Zé Paulo com a apresentador Dione Forti; o dia em que a Bandeirantes entrou em rede com a CBN; e ainda trecho de Zé Paulo narrando futebol no início de carreira.


    Muitos brasileiros mantêm uma relação de amor e ódio com o gato mais famoso do rádio. Há inúmeros relatos de gente que cresceu ouvindo o programa e que, quando criança, irritava-se com o miado prolongado da vinheta das manhãs da Rádio Bandeirantes. Afinal, aquele era o sinal de que tinham de deixar a cama quentinha e ir para a escola. Algum tempo depois, até para lembrar de familiares queridos, há quem - mesmo sem precisar - acorde às 5h30min. apenas para ouvir Zé Paulo no ar.

    “O Pulo do Gato” vai ao ar de segunda a sábado, das 5h30 às 7h, pela Rádio Bandeirantes AM 840 e FM 90,9.

    32 min
  • #42 Bastidores do podcast da Fundação Grupo Volkswagen

    O podcast já estava em alta antes do momento pelo qual todos nós estamos passando. Mas,  na atual circunstância, a questão humanitária também tem sido repensada.

    É nesse contexto que nós, da produtora Peças Raras, iniciamos uma nova jornada na podosfera. Além dos episódios de cidadania e educação do Instituto Claro, a partir de abril, entra no ar o “Vida em Movimento – o podcast da Fundação Grupo Volkswagen”.

    O primeiro episódio foi gravado em 11 de março, quando ainda tivemos a oportunidade de reunir os participantes no estúdio da Play it Again, em São Paulo. O produtor e repórter Daniel Grecco acompanhou tudo de perto e traz os bastidores dessa gravação. Ele ouviu os apresentadores do podcast, Marcelo Abud e Renata Pifer, e os integrantes da primeira mesa: Daniela de Avilez, Vitor Neia, ambos pela Fundação Grupo Volkswagen, e o convidado, diretor executivo da Prattein Consultoria, Fabio Ribas Jr. 

    No áudio, você ainda acompanha o teaser e conhece a vinheta do podcast.

    Acompanhe no player!

    Para acompanhar os episódios do “Vida em Movimento” fique atento às redes sociais da Fundação Grupo Volkswagen e também ao blog e canais do Peças Raras, como nossa página no Facebook.

    Ah, antecipando para você em primeira mão, o tema do 2º episódio será inclusão de pessoas com deficiência. Uma pergunta para a qual vamos buscar resposta é sobre os benefícios e as dificuldades para que alunos com deficiência estudem em escolas comuns.

    E como você ouviu na reportagem do Daniel Grecco, a ideia é que sua participação contribua para que a conversa fique ainda mais valiosa. Então, se você tem alguma pergunta sobre inclusão de pessoas com deficiência, na educação ou em geral, envie para o e-mail [email protected]. Ou então envie uma mensagem de voz no Facebook Messenger da Fundação Grupo Volkswagen. Vai ser ótimo te ouvir.



    18 min
  • 5 anos sem Inezita Barroso

    No último dia 4 de março, se estivesse viva, Inezita Barroso faria 95 anos de idade . Já neste dia 8 de março, passam-se exatos 5 anos da morte da artista.

    Em homenagem a Inezita e ao legado deixado por ela, que inclusive representa muito bem uma personalidade da comunicação neste Dia Internacional da Mulher (prova disso é a música bônus colocada no final deste episódio), relembre entrevista com Valdemar Jorge, autor do livro "Inezita com a espada e a viola na mão", da Coleção Aplauso.


    Valdemar Jorge conversou com Marcelo Duarte e Silvania Alves, em 2013, no programa "Você é Curioso?", da Rádio Bandeirantes. Confira no player!

    Sobre Inezita:

    Inezita, ou Inês Madalena Aranha de Lima, começou a cantar e estudar violão aos sete anos. Aos 11 iniciou seu aprendizado de piano. Estreou profissionalmente em 1950, na Rádio Bandeirantes. Na década de 50 ganhou prêmios de melhor cantora do rádio e fez sucesso com "Moda da Pinga" e "Lampião de Gás", além de atuar nos filmes "Destino em Apuros", "Mulher de Verdade", "É Proibido Beijar" e "O Craque". A partir de 1954 passou a apresentar-se na TV Record, em programas folclóricos, tema ao qual se dedicou definitivamente e que a consagraria. Em 1955 atuou no filme "Carnaval em Lá Maior" e lançou o seu primeiro LP, "Inezita Barroso", pela Copacabana, que incluía "Banzo", "Funeral dum Rei Nagô" e "Viola Quebrada". Desde os anos 80 ela comanda o programa "Viola, Minha Viola", na TV Cultura de São Paulo. E desde 1990 faz a apresentação e a direção musical e folclórica do programa "Estrela da Manhã", da Rádio Cultura AM, de São Paulo. Professora de folclore, com mais de 70 discos gravados, produziu documentários e programas de televisão, viajando por todo o mundo com seu repertório folclórico, ou "de raiz", como prefere chamá-lo, para realçar o caráter original, as raízes da musicalidade popular brasileira.

    33 min
  • #41 Paulo Freire, Nathercinha, a casa e o mundo lá fora

    Durante o mês de março, o Museu da República, no Rio de Janeiro, será palco para a versão teatral do livro “A Casa e o Mundo lá fora: cartas de Paulo Freire para Nathercinha”. Para saber detalhes, acesse a página do Coletivo Em La Barca Jornadas Teatrais no Facebook.

    A obra, em que a prima de segundo grau do saudoso educador compartilha algumas das correspondências trocadas entre eles durante a década de 1960, foi destaque em dezembro no podcast Livro Aberto, realizado pela produtora Peças Raras. Para conhecer essa história, basta clicar neste link ou buscar pelo canal do “Instituto Claro” no Spotify e outros agregadores de áudio.

    A apresentação teatral "A casa e o mundo lá fora: cartas de Paulo Freire para Nathercinha" fica em cartaz no Museu da República, de 6 a 29 de Março, sexta e sábado às 19h e domingo às 17h, no Espaço Educativo do Museu. As apresentações são gratuitas com contribuição voluntária. O espaço tem lotação para 40 pessoas. Agendamentos de grupos podem ser feitos pelo e-mail [email protected].

    Aqui, compartilho um episódio que foi produzido em 2013, quando o atual “Instituto Claro” se chamava “NET Educação”. No áudio, Paulo Freire, a partir de entrevista ao Museu da Pessoa, conta fatos da infância dele que foram cruciais para o pensamento que formulou a respeito da educação.

    O educador Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921, na cidade do Recife. Com 10 anos de idade, com as dificuldades da família em função das consequências da Crise de 29, muda-se para a cidade de Jaboatão. Só não passa fome porque a região era farta em árvores frutíferas.

    As privações e experiências de discriminação que vive na infância são determinantes para a formação do educador e de sua Pedagogia do Oprimido. A escolarização vem tardiamente para Freire. É só aos 16 anos de idade que consegue ingressar no colégio. Costumava dizer que, durante o tempo em que não esteve na escola, educou-se no mundo. É este Paulo Freire, que antecede ao educador conhecido internacionalmente por seu método de alfabetização de adultos. No áudio, você acompanha os pensamentos do eterno professor, que defende ser fundamental cada um saber com o que sonha e contra o que sonha.

    LINKS:

    - Neste endereço do Youtube, você tem acesso à entrevista na íntegra, concedida por Paulo Freire ao Museu da Pessoa: https://www.youtube.com/watch?v=KRfSfieGpCU

    - A transcrição da entrevista está no site do Museu da Pessoa:

    https://www.museudapessoa.org/pt/conteudo/historia/a-esperanca-de-uma-sociedade-mais-bonita-4619

    Créditos:

    As músicas utilizadas nesta reportagem, por ordem de entrada no áudio, são:

    Sol de Primavera (Ronaldo Bastos , Beto Guedes), com Beto Guedes, Sementes do Amanhã, de e com Gonzaguinha e Guerreiro Menino (Gonzaguinha), com Fagner.

    19 min
  • O Rádio e as marchinhas de outros carnavais

    Em 04 de fevereiro de 2009, na Rádio USP FM (93,7 MHz em São Paulo), participei de um programa chamado Visita Vip. Na ocasião, fui entrevistado pelo apresentador Lupercio Tomaz.

    Desta edição especial, em que destacamos marchinhas de carnaval, destaco um bloco com músicas que quase todos conhecemos, mas executadas em suas versões originais, além de outras verdadeiras raridades.

    Você vai ouvir:

    - Chopp da Brahma: um dos primeiros jingles (músicas publicitárias) a tocar no rádio no Brasil. A composição de Ary Barroso e Bastos Tigre é interpretada por Orlando Silva e a gravação, de 1935. A letra fala da então novidade, o já tradicional Chopp da Brahma agora também era distribuído em garrafa.

    - Balancê, com Carmem Miranda, de 1937: versão original da música que se tornaria conhecida na voz de Gal Costa para o carnaval de 1980. A composição é de Braguinha (João de Barro) e Alberto Ribeiro.

    - Qui nem Jiló, de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga, na interpretação de Marlene, uma das mais importantes vencedoras do concurso Rainha do Rádio. Essa versão do início da década de 1950 foi ao ar pela Rádio Nacional do Rio de janeiro, dentro do programa “Gente que Brilha”, da Bombril.

    - Marcha do Peru, interpretada por Silvio Santos, que era conhecido pelo apelido de “peru falante”, no ano de 1959. O áudio é do programa “Galera do Nelson”, apresentado pela Rádio Nacional de São Paulo, por Nelson de Oliveira.

    - Coração Corintiano, também com Silvio Santos.

    Ao ouvir as primeiras peças raras desta edição (com Carmem Miranda, Marlene e Orlando Silva) e depois a “Marcha do Peru”, de 1959, você percebe uma nítida queda de qualidade nos programas de rádio que tentavam manter os artistas cantando ao vivo. Isto porque a verba publicitária estava bastante reduzida naquele final dos anos 1950, por causa da concorrência com a televisão.

    Outro áudio que demonstra esta dificuldade em se manter um programa de auditório no rádio é o registro do lançamento da música “Maracangalha”, de Dorival Caymmi, no programa “Carnaval Eletroradiobras”, que, aliás, já estimulava as pessoas a ouvirem os lançamentos do carnaval na Rádio Record, mas com a possibilidade de ver a mesma atração na tela da emissora que à época estava sob a direção da família Machado de Carvalho.

    Depois da música, ouça um comercial de rádio, meio improvisado, parodiando Maracangalha. Essa raridade foi apresentada por Milton Parron, no programa Memória, da Rádio Bandeirantes.

    Ouça também neste link um podcast com Rosa Maria Araújo e Luisa Toller sobre as antigas marchinhas de carnaval. 



    33 min
  • 1 ano sem Boechat: relembre um diálogo improvável com Sarney

    Em um momento em que a imprensa brasileira volta a sofrer intensos ataques, trazemos uma peça rara criada em 18 de junho de 2009. Trata-se de um diálogo editado por mim e (im)provável entre o jornalista Ricardo Boechat e o então presidente do senado, José Sarney. 

    A peça foi desenvolvida para o podcast Bermuda Folgada, que era transmitido também pela Rádio Malaveia, de Belo Horizonte, em uma éoca em que se falava de "denuncismo da imprensa". Acompanhe nossa homenagem a Ricardo Boechat com essa edição que criamos e que demonstra a incrível oratória do jornalista.

    14 min
  • São Luiz do Paraitinga e Benito Campos: um carnaval de cultura

    O que São Luiz do Paraitinga tem?

    Foi para responder a esta pergunta e entender o valor cultural do carnaval que há 5 anos produzi um podcast para o antigo NET Educação (atualmente o canal de áudios do Instituto Claro).

    A matéria resultante da visita à cidade que fica a 170 km da capital paulista está aqui, neste link. 

    À época conversei com o carnavalesco e artista plástico, Benito Campos, criador de blocos importantes do carnaval luizense, como o Juca Teles. É esta entrevista exclusiva que você confere nesta edição. 

    “CIDADE DAS MIL FESTAS”

    A 170 quilômetros da capital paulista, a estância turística de São Luiz do Paraitinga é reconhecida como patrimônio cultural brasileiro pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Além de ser a cidade paulista com o maior número de imóveis tombados (cerca de 400), tem preservadas suas seculares tradições imateriais.

    No carnaval, São Luiz se transforma na Capital das marchinhas. Tem sido assim desde 1980, quando a folia de Momo foi retomada, depois de décadas sem festa. Fantasias de chita (tecido de algodão com estampas de cores fortes), bonecos, máscaras e cartolas desfilam ao som de marchinhas de carnaval próprias. Juca Teles e Barbosa, personagens famosos da cidade, ressurgem em blocos que mantêm a memória viva de moradores e visitantes da cidade.

    14 min
  • #37 Fernando Meirelles respira outros ares + Renê de Paula Jr. e Ailin Aleixo

    No final de 2017, entrevistei Fernando Meirelles. Naquele momento, o cineasta estava entre uma filmagem e outra do filme “Dois Papas” (Netflix). Juntamente com o fotógrafo e roteirista Paulo Toledo Sene, fui recebido na sede da produtora O2, na Zona Oeste de São Paulo. Lá, conversamos sobre os novos ares que Meirelles têm respirado.

    O bate-papo, que gira em torno da consciência ambiental e do quanto esse momento da vida pessoal influi nas escolhas e na obra do diretor, foi publicado originalmente – em versão editada de 8 minutos – no canal de podcasts do Instituto Claro. Aqui você confere a conversa na íntegra, neste primeiro episódio das nossas “peças raras” de 2020.

    Depois da entrevista com Meirelles, em nossa seção “Pod Escutar”, eu destaco o trabalho do podcaster Renê de Paula Jr., que gravou um depoimento exclusivo para nós. Os áudios sobre uma visão mais humana em relação à evolução tecnológica estão presentes em podcasts como o “Roda & Avisa”, um dos primeiros criados no Brasil, e no diário “Radinho de Pilha”. Todos os conteúdos de Renê de Paula Jr. estão reunidos neste canal do Spotify.

    Antes de encerrar, você acompanha uma chamada de Ailin Aleixo, que defende que “o que a gente come molda o mundo”. A entrevista com a jornalista de gastronomia e influenciadora digital está neste endereço.

    Segundo Aleixo, “Não dá para falar de aquecimento global e de mudança climática sem falar sobre alimentação. A gente realmente precisa ter, cada vez mais, acesso a informação do que envolve produzir alimento para podermos fazer escolhas mais sensatas”.

    Boa escuta! Você vai perceber que há muito em comum entre Fernando Meirelles, Renê de Paula Jr. e Ailin Aleixo.

    Siga na sintonia e escreva ou mande mensagem de voz para nosso canal pelo [email protected] ou na página do Peças Raras no Facebook. 

    46 min
  • Homenagem a Muíbo César Cury

    Muíbo César Cury faria 09 anos de idade neste dia 15 de janeiro de 2020. 

    A carreira artística de Muíbo César Cury começou de forma precoce.

    Em 1946, aos 17 anos de idade, em Duartina, interior de São Paulo, cidade natal dele, já comandava a locução no serviço de alto falante da quermesse local. Por essa época também começou a compor músicas, tendo em Teddy Vieira um de seus mais importantes parceiros. É da dupla a moda de viola João de Barro, que ficou conhecida na voz de Sérgio Reis e de outros tantos artistas sertanejos. A composição conta mais de 70 gravações.

    A primeira emissora de rádio em que trabalhou foi a Rádio Clube de Marília. Muíbo havia sido descoberto por Omar Cardoso ainda em Duartina. Convidado para ir à Marília fazer um teste, não hesitou. Mas foi apenas dois anos depois que foi chamado para o elenco da emissora.

    Em São Paulo, começou no radioteatro da extinta América. Logo em seguida, em 1953, transferiu-se para a Rádio Bandeirantes, emissora em que permaneceu na ativa até sua morte em 26 de dezembro de 2009. Em paralelo, a partir de 1999, foi contratado pela Rádio Cultura AM de São Paulo para comandar o Raízes do Brasil, das 5 às 7 da manhã.

    Na tradicional rádio do bairro do Morumbi, Muíbo fez de tudo. No início dos anos 1970, ao lado de Ronaldo Batista, dividiu a narração do programa líder de audiência da época, o Patrulha Bandeirantes.

    Muíbo substituiu Barroso da dupla Barreto e Barroso, após 18 anos da morte deste. Em 1º de setembro de 1987, Barreto e Barroso entraram no ar no lugar da dupla Tonico & Tinoco na condução de programa destinado à música sertaneja de raiz transmitido pela Bandeirantes. Na emissora, o saudoso comunicador também se destacou como apresentador de auditório e como locutor noticiarista (1ª Hora e Jornal em 3 Tempos). Na década de 1960, comandou o programa Varig, Dona da Noite. Foi o dono do horário da meia-noite às 4 da manhã por um longo período.

    16 min

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O podcast Peças Raras foi criado em 2006 pelo professor e radialista Marcelo Abud.

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