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O HHV-6 foi descrito em 1986 associado a doenças linfoproliferativas. Inicialmente chamado de vírus B-linfotrópico humano, foi reclassificado para a família dos herpes. Capaz de se replicar em linfócitos, este vírus DNA é capaz de impactar a nossa imunidade.
Na grande maioria das pessoas a infecção ocorre nos primeiros dois anos de vida e classicamente esta associado ao exantema súbito (roseola infantum) e raramente precisamos nos preocupar.
Há porém algumas situações de gravidade associada ao HHV-6, como encefalite, epilepsia mesangial temporal, hepatite fulminante e infecções graves em transplantados.
Na dermatologia pode estar relacionado a Gianotti-Crosti e DRESS. Além de estar relacionado com síndrome da fadiga crônica. Neste episódio os professores @professor_francesconi e @omarlupi vão conversar sobre este vírus, sempre no estilo pele digital
Nesta série do Pele Digital, os Professores Omar Lupi e Fabio Francesconi entrevistam personalidades e médicos. O tema você já deve saber qual é...
COVID-19
Acompanhem esta série com episódios às quintas-feiras
Espero que gostem
Pela visão ecológica temos a clássica a frase: os mais fortes sobreviverão… Essa porém, é uma tradução errônea para o português de uma frase clássica da teoria evolucionária Darwiniana. Para quem não lembra, a expressão original é "Survival of the fittest”, que numa tradução mais adequada seria algo como a sobrevivência do melhor adaptado. E parasitismo tem tudo a ver com adaptação e não infestação ou infecção como sugestionado por muito cursos de microbiologia e parasitologia ministrados nas diversas faculdades de medicina do Brasil. Existem sim parasitas nocivos e deletérios para os hospedeiros, mas parasitismo é muito mais.
Muitos parasitas são na verdade fundamentais para a sobrevivência do seu hospedeiro. Por esse motivo, neste episódio os professores da Comunidade Infecciosa Fabio Francesconi e Omar Lupi sugerem que você reveja o seu olhar na relação entre os diversos organismos vivos. Vamos focar nas relações e não nas espécies e gêneros.
Se por um lado temos uma infinidade de organismos com potencial de parasitismo (aproximadamente 50% de todas as espécies) são apenas 06 os tipos de relações de parasitismo. É o que chamamos de visão evolucional do parasitismo. É um prisma que nos permite qualificar as relações, que independente de qual seja a espécie de parasita e das respostas para uma determinada pressão biológica teremos um número de soluções limitadas. E independe mesmo. Podemos aplicar esse conceito em diferentes ramos da ciência: biologia marinha, botânica, agronomia, medicina veterinária e claro, na medicina
No fim as respostas serão as mesmas
O conceito que explica essas semelhança é a da evolução convergente, que ocorre quando linhagens diferentes, não relacionadas, adquirem traços biológicos semelhantes, 2 muitas vezes iguais. Tudo isso desencadeado por processos seletivos semelhantes, apesar dos diferentes contextos. Uma outra forma de definir é a evolução paralela, que fenótipos semelhantes decorrem de restrições genéticas ou de desenvolvimento
De forma alternativa pode ser uma assinatura adaptativa, independente de qual configuração genética foi alcançada. Se você deseja saber sobre mais sobre o assunto e conhecer os picos adaptativos de Wright, que definem e limitam as diferentes estratégias parasitárias que nos trouxe até os dias de hoje…
Se você está preparado para abandonar a frase os mais fortes que sobreviverão, fique conosco, no Pele Digital cast, venha para a comunidade Infecciosa (exclusiva para médicos) e compartilhe este episódio com os seus amigos
Nesta série do Pele Digital, os Professores Omar Lupi e Fabio Francesconi entrevistam personalidades e médicos. O tema você já deve saber qual é...
COVID-19
Acompanhem esta série com episódios às quintas-feiras
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Estudos mostram que o Herpes já convive com nossos antepassados há pelo menos 6 milhões de anos. Admite-se que mais de 90% dos adultos são portadores do vírus do Herpes Simples (HSV-1 ou 2) e muitos nem sabem disto.
No novo episódio do #Peledigitalcast, Omar Lupi (@omarlupi) e Fábio Francesconi (@professor_francesconi) desvendam a origem do herpes e explicam de onde vem o vírus mais comum a afetar a espécie humana. Confira este e outros episódios selecionados.
Nesta série do Pele Digital, os Professores Omar Lupi e Fabio Francesconi entrevistam personalidades e médicos. O tema você já deve saber qual é...
COVID-19
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A COVID mostra mais uma das suas faces inesperadas. A mucormicose, popularmente conhecida como “fungo negro” está atingindo a Índia, onde já foram registrados mais de 9 mil casos de infectados, e, em menor escala, o Brasil onde já afetou 29 pacientes.
Vamos conhecer, nesse Pele Digital Cast, quais sãos os fatores de risco para a Mucormicose na Infecção da COVID com o @professor_francesconi é @omarlupi só no @pele.digital
Os doutores Fábio Francesconi e Omar Lupi esclarecem sobre os principais processos de recombinação do material genético bacteriano e respondem dúvidas quanto a transferência de material genético entre as bactérias e como elas podem nos prejudicar e beneficiar.
Em mais uma #tercainfecciosa, os doutores Fábio Francesconi e Omar Lupi falam sobre Os Efeitos Colaterias das Vacinas de Covid. Reações como dor, vermelhidão ou inchaço local podem ser a prova de que seu sistema imunológico está funcionando como deveria– embora as vacinas sejam muito eficazes mesmo sem efeitos colaterais. Veja quais os efeitos colaterais mais comuns das vacinas contra a Covid-19, como você pode manejá-los, e por que você não deve usá-los como desculpa para não se vacinar. #covid19 #vacinacovid #peledigital
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Dermatologia comentada pelos dermatologistas e professores Fabio Francesconi e Omar Lupi. Participe deste bate papo dermatológico descontraído e ao mesmo tempo muito rico de conteúdo

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