Pensamento e Diferença

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By Bruno CarrascoScienceSocial Sciences
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Pensamento e Diferença episodes

  • Sartre e a liberdade existencial

    Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi filósofo, escritor e crítico francês, um dos mais importantes representantes do existencialismo. Segundo ele, "a existência precede a essência", pois o ser humano não se define antes de existir, mas primeiramente existe para depois se tornar algo. Por não ter uma determinação prévia, as pessoas são livres para fazer escolhas a todo momento e responsáveis pelas escolhas que fizerem.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ABRÃO, Bernadette. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
    FOULQUIÉ, Paul. O Existencialismo. São Paulo: DIFEL, 1975.
    PENHA, João da. O que é Existencialismo. São Paulo: Brasiliense, 2014.
    SARTRE, Jean-Paul. O Existencialismo é um Humanismo. Petrópolis: Vozes, 2014.

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    2022.

    6 min
  • Nietzsche e a transvaloração dos valores

    Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi filósofo, filólogo e poeta, um grande crítico da tradição filosófica, da moral e da metafísica, evidenciando seus pressupostos, apontando suas características decadentes e propondo uma transvaloração dos valores.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ABRÃO, Bernadette. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
    GIACOIA JUNIOR, Oswaldo. Nietzsche. São Paulo: Publifolha, 2000.
    MACHADO, Roberto. Nietzsche e a Verdade. 3 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2017.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
    MARTON, Scarlett. Nietzsche: a transvaloração dos valores. São Paulo: Moderna, 1993.

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    8 min
  • Karl Marx e o materialismo histórico

    Karl Marx (1818-1883) foi filósofo, economista, historiador e sociólogo alemão, que elaborou um estudo da história a partir das relações de trabalho, de produção material da vida. Segundo ele, a consciência é resultado das condições materiais de trabalho e produção, e a economia é o motor da história.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ARANHA, Maria L.; MARTINS, Maria H. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
    COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

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    12 min
  • Ceticismo e a suspensão do juízo (epoché)

    Ceticismo é uma vertente de filosofia que parte do pressuposto que nenhum conhecimento é totalmente seguro e que qualquer argumento pode ser contestado. Seus seguidores propunham adotar a suspensão do juízo ("epoché", em grego), se abstendo de qualquer julgamento, já que a busca de uma verdade plena e única seria inútil. 

    Como as coisas poderiam ser conhecidas apenas por suas aparências, entendiam que desfrutando o imediato captado pelos sentidos as pessoas poderiam viver felizes e em paz. A impossibilidade do conhecimento e da obtenção de uma verdade absoluta sobre as coisas poderia ser tranquilizada por meio da vivência do imediato, se orientando apenas por suposições, sem buscar uma verdade única.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ARANHA, Maria L.; MARTINS, Maria H. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
    COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

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    #ceticismo #filosofia #epoche

    6 min
  • Protágoras e o homem como medida

    Protágoras é considerado o primeiro sofista da Grécia Antiga. Segundo ele, o modo como cada coisa se apresenta para mim, assim ela é para mim, tal como ela se apresenta para você, assim ela é para você. Ele nega a ideia de um critério absoluto para distinguir a verdade da falsidade, o critério para a diferenciação torna-se o homem, a partir de suas próprias medidas.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ARANHA, Maria L.; MARTINS, Maria H. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
    COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

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    #sofistas #filosofia #filosofiaantiga

    5 min
  • Sofistas e a relatividade da verdade

    Os sofistas foram filósofos e professores que viajavam de cidade em cidade oferecendo aulas para desenvolver estratégias de argumentação. Entendiam que os valores não eram “naturais”, mas resultado das convenções humanas, que variam a cada agrupamento de pessoas. Deste modo, negavam a existência de uma única verdade. Segundo eles só existem opiniões, boas ou más, melhores ou piores, úteis ou prejudiciais, mas jamais falsas ou verdadeiras.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências bibliográficas:

    ARANHA, Maria L.; MARTINS, Maria H. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
    COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. 

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    #sofistas #filosofia #filosofiaantiga

    5 min
  • Transitoriedade e Permanência em Heráclito e Parmênides

    Os pensadores Heráclito e Parmênides, da Grécia Antiga, trazem uma das primeiras grandes contradições da filosofia, sobre como conhecemos os seres e o mundo. Heráclito entende a partir da mudança, do não-ser, da experiência sensível e transformação, enquanto que Parmênides defende a permanência, o ser, o teórico e a identidade, perspectivas distintas que ainda persistem em nosso tempo.

    *Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.

    Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências:

    ARANHA, Maria L.; MARTINS, Maria H. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.
    COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013.
    MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

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    2022.

    10 min
  • Produção de saberes em Psicologia

    Michel Foucault constata que há uma condição histórica para a produção de saberes, entendendo que estes são sempre produzidos num certo tempo de acordo com condições específicas deste tempo, os saberes e a ciência é produzida no mundo, em relação com este mundo, com a cultura, os valores, a economia e a política.

    *Fragmento do minicurso 'Problematizando a Psicologia', realizado em fevereiro de 2022.

    Referências:

    CASTRO, Edgardo. Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2014.
    FOUCAULT, Michel. Doença Mental e Psicologia. Rio de Janeiro: Tempo Universitário, 2000.
    FOUCAULT, Michel. História da Loucura: na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2017.
    GUARESCHI; HÜNING; FERREIRA [et al.]. Foucault e a Psicologia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014.
    MACHADO, Roberto. Foucault, a Ciência e o Saber. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

    Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta filosófico existencial, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, em psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico. 

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    4 min
  • A verdade está no corpo - Nietzsche

    Para Nietzsche, não são os ideais ou o pensamento que valoram, mas o corpo. Sua filosofia opera uma inversão ao platonismo, que deixava o corpo e os sentidos de lado em detrimento dos ideais e essências. Diferente desta perspectiva, ele destaca a importância do corpo e dos sentidos para uma reavaliação dos valores e afirmação da vida.

    "Por trás dos teus pensamentos e sentimentos, irmão, há um poderoso soberano, um sábio desconhecido - ele se chama Si-mesmo. Em teu corpo habita ele, teu corpo é ele. Há mais razão em teu corpo do que em tua melhor sabedoria." (Nietzsche, em 'Assim falou Zaratustra')

    *Fragmento do grupo de estudos em História da Filosofia, sobre o tema 'Nietzsche e a crise dos valores', realizado em outubro de 2021.

    Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

    Referências:

    MACHADO, Roberto. Nietzsche e a Verdade. 3 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2017.
    MARTON, Scarlett. Nietzsche: a transvaloração dos valores. São Paulo: Moderna, 1993.

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    2021.

    5 min
  • Por que problematizar a Psicologia?

    Problematizar a psicologia consiste em colocar em questão seus saberes e práticas, como as avaliações, as testagens, os diagnósticos e os perfis de personalidade, que classificam a experiência humana por meio de medições estatísticas e padrões de normalidade.

    O filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) destaca as condições de existência e de produção dos saberes em psicologia, desnaturalizando suas verdades e o olhar positivista que tende ao ajustamento a um modelo de sociedade, questionando sua suposta objetividade e neutralidade.

    *Fragmento do minicurso 'Problematizando a Psicologia', realizado em fevereiro de 2022.

    Referências:

    CASTRO, Edgardo. Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2014.
    FOUCAULT, Michel. Doença Mental e Psicologia. Rio de Janeiro: Tempo Universitário, 2000.
    FOUCAULT, Michel. História da Loucura: na Idade Clássica. São Paulo: Perspectiva, 2017.
    GUARESCHI; HÜNING; FERREIRA [et al.]. Foucault e a Psicologia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014.
    MACHADO, Roberto. Foucault, a Ciência e o Saber. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

    Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta filosófico existencial, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, em psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.

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    2022.

    11 min

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Questões e temas que atravessam a existência contemporânea, como a relação entre tecnologia e vida, a sociedade de desempenho, a normalização e a diferença, passeando por ensaios para experimentar conceitos, tensionar certezas e abrir outras possibilidades de pensar a vida.