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A fenomenologia e o método fenomenológico propõem uma atitude que busca compreender a experiência humana em sua relação com o mundo - espaços, as circunstâncias, as pessoas ou objetos - do modo como esta acontece. Neste vídeo comento um pouco sobre o método fenomenológico, com exemplo.
*Fragmento do grupo de estudos em Fenomenologia, com base no texto 'O que é fenomenologia?', de Antonio Balbino Marçal Lima, da introdução do livro 'Ensaios sobre fenomenologia: Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty'.
Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
O filósofo francês Michel Foucault operou uma avaliação crítica sobre a psicologia, evidenciando sua prática como um exercício de poder e disciplinarização.
*Fragmento do grupo de estudos sobre 'Foucault e a Psicologia', sobre o tema 'Mal-estar na psicologia', a partir do livro 'Introdução a Foucault', de Edgardo Castro.
Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Para Nietzsche, não há uma saúde normal ou universal, mas múltiplas saúdes do corpo. A saúde depende dos impulsos e forças de cada pessoa, é preciso constatar e potencializar a experiência de saúde em nível singular e pessoal. O corpo é o ponto de partida para a avaliação de suas experiências de saúde.
Fragmento da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência. Apresentado no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina. Realizado por: Instituto Mexicano de Acompañamiento Existencial. Días 23, 24 y 25 de Octubre, 2020.
Por Bruno Carrasco, terapeuta e professor, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em psicoterapia fenomenológico existencial, ensino de filosofia e aconselhamento filosófico.
A importância da filosofia para a psicologia, que muitas vezes não se questiona, caminhando para uma prática meramente técnica, encaminhando pessoas a um modelo de vida que serve a exigências do mercado neoliberal, onde a noção de "saúde" por vezes é relacionada a produtividade ou a uma forma de ajustamento.
Será que isso é agir terapeuticamente? Por isso evidencio o questionamento sobre os embasamentos e práticas da psicologia, que ao invés de se ocupar sobre o -Como? ou -O que fazer? sugiro refletir sobre -Por que fazemos o que fazemos? Qual modelo de saúde, de ser humano e mundo que norteia tal atuação?
Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Michel Foucault constatou em suas pesquisas que a loucura só se tornou uma especialidade médica a partir do século XIX, antes disso quem falava da loucura era o próprio louco, o artista ou o filósofo. Na atualidade o louco não fala mais sobre si mesmo, pois foi silenciado pelas práticas psicológicas e psiquiátricas.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Quem determina o que é "normal" e "anormal" em psicologia? Quais os critérios que definem quem é entendido como "normal", seria o mais "adequado" ou "ajustado" a um modelo de vida numa sociedade específica? Se assim for, essa psicologia atua de maneira conservadora, impedindo o surgimento do novo, de outras maneiras de viver, se relacionar e trabalhar.
Referência: BOCK, Ana M.; GONÇALVES, Maria da G.; FURTADO, Odair. (orgs). Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2015.
Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
A grande saúde, segundo Friedrich Nietzsche, consiste no reconhecimento do sofrimento, ao invés de sua evitação ou racionalização, transmutando sua experiência, utilizando a dor como uma potência para novos modos de vida, mais salutares para si.
Fragmento da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta.
Apresentado no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina. Realizado por: Instituto Mexicano de Acompañamiento Existencial. Días 23, 24 y 25 de Octubre, 2020.
Diferenças entre Heráclito e Parmênides, dois importantes filósofos da Grécia Antiga, que conceberam cosmologias opostas: um voltado para a mudança e outro para a permanência, o que desembocou na famosa "teoria das ideias" de Platão.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia.
No livro 'A Fabricação da Loucura', o psiquiatra húngaro Thomas Szasz comenta que o atual entendimento de "doença mental" é resultado de uma construção da psiquiatria moderna, com o intuito de ajustar e controlar pessoas que se diferem de um modo de vida tido por "normal".
Por Bruno Carrasco, professor e terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Reconhecimento e valorização do corpo, dos afetos e da intuição na filosofia de Nietzsche, propondo uma reavaliação da vida a partir da experiência e das vivências, sem negar o sofrimento, possibilitando fazer algo do sofrimento e operando a transmutação dos valores.
Fragmento da palestra/conferencia: Reconhecimento do sofrimento em Nietzsche e expansão da existência, no Primeiro Congresso Latinoamericano de Tanatologia Existencial Online - Morte e Morrer na América Latina.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia.
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