PodCália

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By GigolaMusic
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PodCália episodes

  • PodCália #29 - As 4 estações da Legião Urbana (part. João Dimas)
    Há tempos, há mais de 30 anos, a Legião Urbana lançava seu álbum "As Quatros Estações", celebrando a chegada de novos ares pós ditadura e alertando sobre os momentos de terror vividos, para que as futuras gerações pudessem entender que é só o amor que conhece o que é verdade. Talvez tenha uma galera que não ouviu atentamente aos recados dados por esses anjos, e estamos nós aqui, ouvindo as mesmas músicas com aquele sentimento de que pouca coisa de fato mudou. Deixo aqui o meu conselho: ouça as Quatro Estações, com o coração e ouvidos abertos e atentos.

    *Texto de João Dimas, nosso convidado da semana no PodCália.

    📌 Minutagem:

    [18:48] Faixa 1 - Há Tempos
    [24:07] Faixa 2 - Pais e Filhos
    [30:26] Faixa 3 - Feedback Song For A Dying Friend
    [35:00] Faixa 4 - Quando o Sol Bater Na Janela do Teu Quarto
    [38:20] Faixa 5 - Eu Era Um Lobisomem Juvenil
    [41:13] Faixa 6 - 1965 (Duas Tribos)
    [46:09] Faixa 7 - Monte Castelo
    [48:00] Faixa 8 - Maurício
    [50:19] Faixa 9 - Meninos e Meninas
    [53:00] Faixa 10 - Sete Cidades
    [54:35] Faixa 11 - Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar
    [56:10] Fim do faixa a faixa (Indicações)

    📌 Links do episódio:

    • Relatos sobre o show da Legião Urbana no Estádio Mané Garrincha, em 1988, em trecho do Documentário "Rock Brasília - Era de Ouro" (2011): https://www.youtube.com/watch?v=2WR0kYImhdc

    • Participação da Legião Urbana no Programa Livre, em maio de 1994, cantando "1965 (Duas Tribos)" e falando sobre a ditadura militar: https://www.youtube.com/watch?v=X_CVzIYGJTk
    1 hr
  • PodCália #28 - Pra ficar tudo joia rara, Caetano Veloso (part. de João Camillo)
    Genialidade não é um atributo qualquer. Se destinado sem a devida autoridade, corre-se o risco de se tornar algo banal, comum e frequente. Caetano Emanuel Viana Teles Veloso é um gênio. Naquilo que faz, há mais de cinco décadas, poucos(as) brasileiros(as) fizeram com tamanha excelência. Falar de Caetano é falar não só de música: é política, é sociedade, é religião, é cultura e contracultura. É o Brasil tocado. É falar sobre alguém que, quando canta, é bom de se ouvir. Em 1977, quando voltou de uma viagem a Nigéria – na companhia de Gilberto Gil, com “g” de... bem, você já deve saber –, o baiano de Santo Amaro entregou ao público um apanhado de nove faixas, em 35min do mais puro suco de Caetano Veloso. Se você habitou este país em algum período dos últimos 45 anos, é improvável que “Bicho” não tenha integrado a trilha sonora da sua trajetória. Um disco em que se fala tupi, mas também iorubá. Um disco de tigresas, leões e borboletas: Caetano é o próprio desenho da capa que desenhou, voando como uma seta, completamente solta, dentro da fauna musical brasileira. No primeiro episódio deste ano, o PodCália abre a temporada de 2022 com esse artista que fala sobre nós. Rafael, Marcão, Dimas, Beatriz, Alessandro, Leonardo, Moraes, Chris, Ludmila, Leonardo, João, Gigola, Daniel. Gente com “g”, espelho da vida, doce mistério.

    *Texto de João Camilo, nosso convidado da semana no PodCália.

    📌 Minutagem:

    [10:37] Faixa 1 - Odara
    [17:11] Faixa 2 - Two Naira Fifty Kobo
    [20:17] Faixa 3 - Gente
    [25:44] Faixa 4 - Olha o Menino
    [32:14] Faixa 5 - Um Índio
    [38:07] Faixa 6 - A Grande Borboleta
    [41:08] Faixa 7 - Tigresa
    [47:37] Faixa 8 - O Leãozinho
    [50:42] Faixa 9 - Alguém Cantando
    [55:40] Fim do faixa a faixa (Indicações)

    📌 Links do episódio:

    • Artigo de Caetano Veloso no Jornal do Brasil, em maio de 1977: https://news.google.com/newspapers?id=Jb9NAAAAIBAJ&sjid=cwwEAAAAIBAJ&hl=pt-BR&pg=5301%2C4345923

    • Apresentação da música "Samba Feminista", composta por Daniel Kirjner, como parte do show "De pai para filho: um encontro de gerações": https://www.youtube.com/watch?v=MlaEZx9FUeA
    1 hr 2 min
  • PodCália #27 - Se chorei ou se sorri, o importante é que o PodCália eu ouvi (part. de Leo Palma)
    Se existe um artista que tem o poder de provocar sentimentos nostálgicos nas pessoas, esse artista com certeza é Roberto Carlos. O Roberto foi o rei da Jovem Guarda, quando nossos avós/pais se reuniam na frente da televisão – a novidade da época – para dançar em ritmo de aventura. Ele também foi moderno… passou por soul, funk e jazz nos anos 70, deixou seus cabelos crescerem, começou a fumar cachimbo e influenciou toda uma geração! Nos anos 80, o Robertão conquistou o coração de todos, com o romantismo em seus versos e em suas interpretações. Também escreveu e trocou letras com os maiores. Nos anos 90, ele mostrou que eram possíveis parcerias inusitadas com o sertanejo, música religiosa e com a música regional. Nos anos 2000, ele mostrou que todo rei é humano como a gente: superou as perdas de esposa, mãe e filho… e continuou em frente, graças à música.

    Faça chuva ou faça sol, fim de ano, ele sempre esteve lá. Aliás, fim de ano é época de Roberto... não só pelo seu especial na TV aberta, mas pela nostalgia da família reunida, pela união das pessoas que a gente não vê há muito tempo, pela saudade daqueles que já se foram... No último episódio do ano Daniel, Gigola e o convidado Léo Palma vivem emoções e sorriem, enquanto analisam esse maravilhoso trabalho de 1971 que até hoje é passado de pai para filho!

    Esse episódio é dedicado à memória de Luiz Palma: Marido, Pai e Amigo.
    1 hr 3 min
  • PodCália #26 - Sepultura é roots! (part. de Ludi)
    O metal é um fenômeno mundial. Em qualquer lugar que houver uma cultura urbana e globalizada, provavelmente também haverá uma cena de metal. Trata-se de um fenômeno que viaja nas arestas do capitalismo e da contracultura e desenvolve tanto um mercado mainstream bilhonário, como também enseja cenas “undergrounds” locais, onde jovens e ex-jovens, que não se encaixam nos valores de suas comunidades, buscam uma subversão artística da própria existência.

    Mas uma das características mais marcantes do metal é sua estética. Mesmo em diferentes lugares, é possível achar bandas com sonoridades parecidas. Os próprios apreciadores do metal recorrem constantemente a fórmulas ao se referirem a suas bandas favoritas: “trash metal", “grind metal", “death metal”, “Industrial" "crossover", etc… Poucas são as bandas que aparecem e conseguem subverter as expectativas do ouvinte treinado, ou conhecedor, de metal. Poucas bandas têm o efeito: “Que porra é essa?”

    Sepultura foi um dos poucos exemplos de músicos que apareceram no contexto da cena metal já consolidada, em plenos anos 1990, e conseguiram surpreender todo mundo. E o diferencial do Sepultura foi justamente o elemento local. O Sepultura não teve medo de ser vaiado ou estigmatizado como “Jungle Metal”. Não teve medo de referenciar seu próprio país, tanto nas temáticas, quanto na estética sonora. Foi e é uma banda necessária, não só para subverter a fórmula musical do "mainstream metal", mas para abrir os ouvidos do mundo aos assuntos e sons da LatinoAmérica.

    Neste episódio, Gigola “Bloody” Gigola, Daniel “Born Stubborn” Kirjner e a convidada Lud “Attitude” Gaudad discutem o disco que transformou um gigante do metal em uma instituição do rock mundial: o Roots!!!
    1 hr 25 min
  • PodCália #25 - Marisa não é só verde, anil e amarelo, é também cor de rosa e carvão (part. de Chris Lima)
    Vozes femininas poderosas, como a de Marisa Monte, são um patrimônio da música brasileira. Falar sobre Marisa é uma viagem no tempo. Me traz paz e certamente um sorriso largo sempre se abrirá em meu rosto. Foi ela quem me fez ter uma relação prazerosa com a música. O pouco que sei cantar, aprendi ouvindo o soar doce da voz de Marisa. Sentir cada tom do seu canto me fascina. Me arrepia, real! Acho que tudo isso que sinto pela Marisa é porque ela transmite verdade em tudo o que cria. Seja na voz, nas composições e até mesmo em todas as produções musicais na qual está envolvida.

    Verde, Anil, Amarelo, Cor de Rosa e Carvão é o meu álbum preferido. É onde enxergo a consolidação de uma cantora popular formidável, que canta um resumo de quase tudo o que até então o Brasil havia colecionado de repertório. Até porque esse álbum não se sujeita a nenhum rótulo, a nenhuma definição estilística. Ela encontrou exatamente a sua turma de músicos e o que ela queria fazer com sua voz. Resultado… um álbum requintado e brilhante.

    Obrigada por existir, Marisa!!!

    *Texto de Chris Lima, nossa convidada da semana no PodCália.
    1 hr 5 min
  • PodCália #24 - A divina comédia dos Mutantes que não andam nada desligados (part. de Moraes)
    Dante Alighieri, em sua "Divina Comédia", dividiu a obra em Inferno, Purgatório e Paraíso - todas formadas por cantos. "Do engenho meu a barca as velas solta / Para correr agora em mar jucundo / E ao despiedoso pego a popa volta". Esse poderia perfeitamente ser um trecho de qualquer música de "A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado", disco d'Os Mutantes de 1970, mas está no Purgatório de Alighieri.

    No terceiro álbum de Rita/Arnaldo/Sérgio, o trio paulistano mistura inferno, purgatório e paraíso ao longo das 11 músicas, todas com um naco de cada uma dessas temáticas. Em meio à ditadura e à jovem guarda, os Mutantes miraram o caos organizado; e o acertaram. "A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado" é daqueles álbuns coesos, experimentais, em que é possível não entender nada e compreender tudo, simultaneamente.

    Não dá pra dizer que o disco dos Mutantes é dantesco, adjetivo associado a algo terrível, tenebroso. Mas é divino. É engraçado. E te desliga.

    *Texto de Vitor Moraes, nosso convidado da semana no PodCália.

    --
    Link para o documentário feito por alunos do curso de pós-graduação em Jornalismo Digital e Produção Multimídia do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB): https://www.youtube.com/watch?v=i27tytoEZ4g&t=28s
    1 hr 13 min
  • Especial Mês da Consciência Negra #4 - A luz de Djavan (part. de João Camilo)
    “Eu espero que o Brasil e o mundo se deem conta do que eles têm em Djavan”. O ano era 1982 quando o produtor musical americano Ronnie Foster escreveu esta mensagem. A esperança dele não era vã: era Djavan. Que, aos 33 anos, aterrissava em Los Angeles para gravar um disco o qual, quase quatro décadas depois, comprova cada vez mais aquilo que o Brasil e o mundo já se deram conta. Não haveria como aquele alagoano passar despercebido: reluziu que nem riqueza; não coube em si, revelou-se e invadiu corações e ouvidos. Mas não haveria de ser fácil para um preto, pobre e nordestino, sem pai desde os três anos e criado pela mãe preta, nordestina e lavadeira. É por isso que o PodCália encerra o Mês da Consciência Negra com um artista que, como diria um doutor em Sociologia brasiliense, rompeu todas as expectativas. Djavan é, por essência e competência, a própria esfinge que escreveu: fez do seu canto um brado tão fundo que amoleceu o mundo. A simbiose mais perfeita entre a sofisticação e a popularidade na música brasileira presenteou o público com 10 faixas sobre o amor. Quanto querer cabe em seu coração? No dele, cabe o amor pelo samba, pelo soul, pelo jazz, pela África, pelo Nordeste. Um amor continental, regional, carnal, nobre e fraternal: um amor guardião. No episódio de hoje, lapidamos o sonho até gerar o som. E uma coisa a gente pode garantir: djavanear é o que há de bom.

    *Texto de João Camilo, nosso convidado da semana no PodCália.
    1 hr 10 min
  • Especial Mês da Consciência Negra #3 - Racionais e Nada Como um Dia Após o Outro Dia (part. de Leozinho))
    Até no lixão nasce flor. Nunca me esqueço da força dessa visão quando eu era um assistente social recém formado e trabalhava numa ONG que dividia cerca com o lixão da Estrutural, um dos maiores da América Latina. Num carro popular surrado, meu mano mais eu saímos no início da manhã renovando a esperança nos pivas daquela quebrada. Sou mais você, era o que os nossos olhos diziam, e o disco Nada Como Um Dia Após o Outro Dia era o que os nossos ouvidos ouviam. Curioso é pensar que já haviam-se passado cinco anos desde seu lançamento, mas o sentimento ainda era o mesmo. Lançado em 2002, o disco que chegara às pistas com o peso da responsabilidade de superar o Sobrevivendo no Inferno, na verdade, foi, ‘um dia após o outro’, se estabelecendo como mais uma obra-prima. Chegou até mesmo a figurar na Lista dos 100 Maiores Discos da Música Brasileira, elaborado pela revista Rolling Stone – e olha que essa galera nem entende bem de rap. Seus maiores sucessos abordam a quebrada, o crime, o creme, as mina, os trutas, as tretas, a ponte, a guerra, a favela, a paz, a grana, a fé. De formas talvez até confusas, mas leais e intensas, fugindo à cartilha, narrando a crueza, a chinfra, o luxo, a luxúria, a humildade, o drama negro e o desafio da vida. Afrontando gambés, de forma polêmica, esse disco entrou pelo ouvido do gueto, pelo rádio dos boy e tomou sem nóis ver. Vinte anos depois, nóis aqui, ainda escavando esse disco e encontrando suas joias. Entre o Dia Mundial do Hip Hop e o Dia da Consciência Negra, se você entendeu ou se não entendeu o dialeto que atravessa esse texto, senta o dedo no play e vem comigo, negô! Vem comigo, nêga! Faz que nem o sonhador que ainda acredita, senta o dedo no play e liga nóis!

    *Texto de Leonardo Ortegal, nosso convidado da semana no PodCália.
    1 hr 19 min
  • Especial Mês da Consciência Negra #2 - Gilberto Gil e a Refavela (Part. de Alessandro)
    Ter sido convidado pelo recente Queridaço Daniel a participar de um podcast musical onde, no mês da consciência negra, conversaríamos sobre uma obra antológica do meu maior ídolo na música popular brasileira, em um período tenebroso de ataque à cultura do país, foi de extrema satisfação, alegria, congraçamento, contatos, catarses e até... reencontros, pois em uma determinada altura da gravação, eu e Gigola, lembramos que, na década de 90 do século passado, havíamos nos encontrado aqui na capital da nação.

    Com isso, não deixando nunca de ser grato por essa oportunidade ímpar, quero deixar meu relato sobre o quê e de quem estamos falando. Nada mais, nada menos que Gilberto Passos Gil Moreira, o nosso Gil, o nosso Gilberto Gil, cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical, político, uma das maiores expressões, sem dúvida, do negro, da consciência negra, da música, da Bahia, do Brasil e da verdadeira brasilidade existente em nossa miscigenada formação cultural. Uma das nossas maiores expressões culturais. Um representante no mundo do que é ser Brasil.

    Elencamos dentre sua vasta e riquíssima obra, o álbum ‘’REFAVELA” (1977), álbum este que revoluciona em termos de sonoridade nossa música, tendo Gil bebido da fonte das influências do Afrobeat de Fela Kuti e dando àquela mistura swingada Preta, que como poucos no Planeta Terra têm a capacidade de nos presentear com tal africaneidade. Ainda nos cabe lembrar a insatisfação do mesmo com a mixagem da obra.

    Enfim, diante de tudo isso, quero finalizar esse relato lembrando o que citei no início desse simples texto referente ao ataque que estamos sofrendo com relação à cultura, educação, meio ambiente, ou seja, a tudo nesse país. Como reflexão, sugiro a faixa de nome “JECA TOTAL’’ do álbum “REFAZENDA”(1975), dos famosos álbuns REs de Gil, os dois já aqui citados, mais “REFESTANÇA”(1977) e “REALCE”(1979), onde na letra da canção esse homem que habita o meio rural, poderia ser nosso representante no senado e elevaria o teto salarial do sertão. Hoje, infelizmente, nos deparamos com um “Jeca Tatu” como maior mandatário da nação. Entre os Jecas, nunca a segunda opção.

    Sempre... Gratidão!!!!

    *Texto de Alessandro Henriques, nosso convidado da semana no PodCália.
    54 min
  • Especial Mês da Consciência Negra #1 - AmarElo (Emicida): latente, potente, preto, poesia...(part. de Bia Cruz)
    Falar sobre o Emicida com certeza é falar sobre amor, respeito, paz, coragem e acima de tudo, sobre luta, sobre sangue no zóio, sobre viver enquanto te querem morto. Demorei um pouco mais do que eu gostaria para conhecê-lo, mas cheguei e cá estou. AmarElo é um de seus experimentos sociais e eu afirmaria que é uma obra de arte sim! Pra mim, o disco é o acalento da alma e o tirar a casquinha da ferida ao mesmo tempo, é um soco no estômago e um abraço e é assim que eu me sinto. Me sinto abraçada após mais muitos dias de luta (e que luta!). Não quero que Emicida carregue esse peso, mas ele e suas músicas salvam vidas (a música salva!) e todo esse conjunto salvou a minha nesse período de pandemia, que talvez tenha sido o mais difícil de toda minha existência. Por isso, com lágrimas nos olhos enquanto escrevo esse texto e mesmo sabendo que é muito clichê, eu só queria dizer: “MUITO OBRIGADA, LEANDRO”!

    Com amor e com [re]existência,

    Bia Cruz - convidada do episódio
    1 hr 8 min

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Sejam bem vindos ao Podcália, um podcast preparado com muito carinho por dois amigos aficionados por música. Aqui, Daniel e Gigolas expressam seus sentimentos pela música com muito amor, espírito…