PodCália

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By GigolaMusic
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PodCália episodes

  • GringoCália # 51 - Dig Out Your Soul: A Ousadia Final do Oasis (part. Dado Doria)
    Lançado em 2008, Dig Out Your Soul é o sétimo e último álbum do Oasis. 


    Marcando o fim de uma era, o disco chegou às lojas em um momento de turbulência interna, mas trouxe consigo uma energia renovada e uma abordagem mais experimental, distanciando-se um pouco do som clássico do Britpop que consagrou a banda nos anos 1990.


    Apesar de não ter alcançado o mesmo sucesso comercial, Dig Out Your Soul foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, sendo considerado um dos trabalhos mais maduros e ousados da banda, trazendo a influência de rock eletrônico, misturado a psicodelia e guitarras espaciais. 


    Infelizmente, o álbum também marcou o fim de uma era: em 2009, durante a turnê, após uma briga entre os irmãos Gallagher, o Oasis anunciou sua separação.


    Dig Out Your Soul é, portanto, um testamento da capacidade do Oasis de se reinventar, mesmo após décadas de sucesso. É um disco que combina o espírito rebelde do rock 'n' roll com uma profundidade emocional e experimental, deixando um legado que continua a ressoar entre os fãs.
     
    Para muitos, é um adeus digno de uma das maiores bandas da história do rock.
    Talvez a maior definição do disco, seja a primeiro verso da faixa "Bag It Up" que abre o disco:


    "Gold and silver and sunshine is rising up
    Pour yourself another cup of Lady Grey
    Take my hand in the meantime, when you've had enough
    You'll find me on the end of a runway, babe"
    1 hr 12 min
  • GringoCália # 50 – R.E.M: Green (part. de Gui Martins)
    Hoje é dia de falar de “Green” o sexto álbum do R.E.M.

    Apesar de ter sido lançado em 1988, o disco antecipou a estética dos anos 90, já que incorpora instrumentos do folk ao som da banda.

    Nesse trabalho, Michael Stipe compõem canções delicadas e sensíveis, através de metáforas e ironias, passando por temáticas políticas, pessoais e de cunho sensível.

    Green foi um sucesso tanto comercial quanto crítico, solidificando o R.E.M. como uma das bandas mais importantes da época e abrindo caminho para os clássicos que viriam depois. É um disco que encapsula um momento crucial na evolução da banda, marcando um equilíbrio entre inovação e fidelidade às suas raízes alternativas.
    1 hr 4 min
  • PodCália # 124 - Clara Crocodilo
    São Paulo, 31 de dezembro de 1999. 

    Falta pouco, pouco, muito pouco mesmo para o ano 2000 e você, ouvinte incauto, que no aconchego de seu lar, rodeado de seus familiares, desafortunadamente colocou este disco na vitrola, você que, agora, aguarda ansiosamente o espocar da champanha e o retinir das taças, você, inimigo mortal da angústia e do desespero, esteja preparado... o pesadelo começou. 
    Sim, eu sei, você vai dizer que é sua imaginação, que você andou lendo muito gibi ultimamente, mas então por que suas mãos tremeram, tremeram, tremeram tanto, quando você acendeu aquele cigarro... e por que você ficou tão pálido de repente? 

    Será tudo isto fruto da sua imaginação? 
    Não, meu amigo, vá ao banheiro agora, antes que seja tarde demais, porque neste mero disco que você comprou num sebo, esteve aprisionado por mais de 20 anos, o perigoso marginal, o delinquente, o facínora, o inimigo público número 1, Clara Crocodilo...
    51 min
  • GringoCália # 49 - Painkiller, o disco que salvou o Judas Priest (part. de Marcelo Dedois)
    Depois de lançar uma sequência de 3 álbuns inconsistentes e que ficaram bem longe de agradar o seu público, o Judas Priest terminou a década de 80 correndo o risco de acabar....  

    A “salvação” veio no dia 3 de setembro de 1990, quando a banda lançou “Painkiller,” o disco que marcaria para sempre a história do heavy metal.  

    O decimo segundo trabalho do Judas Priest voltou a apresentar o estilo que os consagrou no começo de carreira, com um desenvolvimento “mais rápido” e pesado – deixando a aventura dos GLAM para trás -   e sendo na opinião de muitas pessoas o marco inicial para o estilo ‘speed metal’.

    O álbum foi sucesso de crítica e agradou muito aos fãs, sendo indicado ao “Grammy de Melhor Performance de Metal,” vendendo mais de 2 milhões de cópias pelo mundo.
    Painkiller salvou a carreira do Judas Priest.

    Porém, infelizmente não conseguiu evitar a saída de Rob Halford deixou após a turnê.
    1 hr 2 min
  • PodCália - #123 – Chico César: Aos Vivos
    “Na verdade, eu não tinha que vestir as músicas, eu tinha que despir as músicas. Era pensar como aquelas músicas funcionariam voz e violão, como eu ia ter o ritmo percutido, os contrapontos, as linhas de baixos e resolver ao vivo”  

    Foi com essa linha de pensamento, que “Aos Vivos” o primeiro álbum de Chico César foi gravado em 1994 em São Paulo na Sala Guiomar Novaes.

    Lançado em 1995, o disco misturou as origens de “Catolé do Rocha” à efervescência da cena pop urbana paulistana, alcançada dessa forma fama nacional.

    O repertório, de acordo com o próprio Chico, relembra as histórias e fala sobre “buscar a modernidade onde, aparentemente, ela não está, mas onde sempre esteve.”
    1 hr 32 min
  • GringoCália # 48 - Paramore – This is Why (part. Dado Doria)
    Como é bom revisitar bandas e artistas os quais não gostávamos no passado e nos dar o direito de mudar de opinião.

    Foi assim que Paramore se tornou o assunto deste episódio.
     
    Se outrora a banda não parecia conversar  – e não por culpa deles -  com nossa geração, “This Is Why,” lançado em 2023, rompeu qualquer barreira etária.  
     
    Com fortes influencias da new wave dos anos 80, o sexto trabalho do grupo traz 10 faixas de muita personalidade, que falam sobre a ansiedade dos tempos digitais. Essa temática consegue dialogar tanto com tanto com os “antigos novos fãs” quanto com os “novos velhos”

    This is Why além de nos conquistar, ainda abriu a porta para que pudéssemos conhecer e admirar toda a obra do Paramore.
    1 hr 3 min
  • Mandando a Letra # 3 – Roberto Carlos: O Calhambeque
    Artista: Roberto Carlos 
    Disco: O Calhambeque (EP)

    Essa é umas das muitas histórias que acontecem comigo
    Primeiro foi Suzy, quando eu tinha lambreta
    Depois comprei um carro, parei na contra-mão
    Tudo isso sem contar o tremendo tapa que eu levei
    Com a história do Splish Splash
    Mas essa história também é interessante Mandei meu Cadillac pro mecânico outro dia
    Pois há muito tempo um conserto ele pedia
    E como vou viver sem um carango pra correr?
    Meu Cadillac, bi-bi
    Quero consertar meu Cadillac Com muita paciência o rapaz me ofereceu
    Um carro todo velho que por lá apareceu
    Enquanto o Cadillac consertava, eu usava
    O Calhambeque, bi-bi
    Quero buzinar o Calhambeque Saí da oficina um pouquinho desolado
    Confesso que estava até um pouco envergonhado
    Olhando para o lado com cara de malvado
    O Calhambeque, bi-bi
    Buzinei assim o Calhambeque E logo uma garota fez sinal para eu parar
    E no meu Calhambeque fez questão de passear
    Não sei o que pensei, mas eu não acreditei
    Que o Calhambeque, bi-bi
    O broto quis andar no Calhambeque E muitos outros brotos que encontrei pelo caminho
    Falavam: Que estouro, que beleza de carrinho
    E fui me acostumando e do carango fui gostando
    E o Calhambeque, bi-bi
    Quero conservar o Calhambeque Mas o Cadillac finalmente ficou pronto
    Lavado, consertado, bem pintado, um encanto
    Mas o meu coração, na hora exata de trocar
    Aha ha!
    O Calhambeque, bi-bi
    Meu coração ficou com o Calhambeque Bem! Vocês me desculpem, mas agora eu vou-me embora
    Existem mil garotas querendo passear comigo
    É, mas é por causa desse Calhambeque, mora? Bye! Bye! Bye!
    28 min
  • GringoCália # 47 – The Stooges 1969 (part. de Sâmmyr Muradi do podcast: Bota o Disco Aí)
    The Stooges foi uma daquelas bandas de passagem meteórica, mas que marcaram o nome na história da música.

    O álbum homônimo – e de estreia -  lançado em 1969, é considerado um dos pilares do rock alternativo e proto-punk.
    Produzido por John Cale, do Velvet Underground, o álbum apresenta uma sonoridade crua e minimalista que capturava a inquietação e o espírito subversivo da época, apresentando riffs simples, mas impactantes, misturados com a atitude provocadora de Iggy Pop, criando uma estética que influenciaria o punk rock nos anos seguintes.

    E para homenagear esse belo trabalho, o PodCália de hoje lança um episódio nesse estilo: simples, direto e cheio de atitude, sem que nenhum de nosso ouvintes precise se transformar em um cachorro!

    47 min
  • GringoCália #46 - Pink Floyd: The Final Cut – A Requiem for the Post-War Dream. (part. de Caverna)
    The Final Cut, do Pink Floyd  é considerado um dos trabalhos mais introspectivos e politizados da banda.

    Essencialmente um projeto concebido por Roger Waters, o álbum aborda temas como a guerra, a perda e a alienação, funcionando como uma espécie de extensão temática de The Wall. Ele reflete as frustrações de Waters com a política da época, especialmente em relação ao conflito das Malvinas e ao legado da Segunda Guerra Mundial.

    Lançado em 1983, o disco é sombrio e melancólico, com arranjos orquestrais marcantes e letras profundamente emotivas, apesar  das tensões internas na banda que estavam em seu ápice, com David Gilmour contribuindo minimamente para a composição.

    The Final Cut marca a despedida de Waters da banda e permanece um testemunho poderoso das habilidades narrativas e emocionais da trajetória da banda.

    1 hr 5 min

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Sejam bem vindos ao Podcália, um podcast preparado com muito carinho por dois amigos aficionados por música. Aqui, Daniel e Gigolas expressam seus sentimentos pela música com muito amor, espírito…