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Um outro estilo parental é aquele mais inclinado à negligência. E é incrível como as pessoas acham que essa atitude está muito distante delas quando na verdade está ali por detrás de várias das nossas decisões. Vamos também abordar nesse episódio as consequências de uma criação ambivalente.
A Permissividade é um estilo parental em que há muita gentileza porém falta de firmeza. E se fizermos uma análise mais profunda, a falta de limites provoca na criança uma sensação de abandono. Ou seja, este estilo parental também não se enquadra no conceito de Apego Seguro.
Neste episódios abordamos um pouco sobre como o estilo parental autoritário desequilibra a balança da responsabilidade social em detrimento a responsabilidade pessoal ou individual.
E como fica a fusão emocional em casos que a mãe também trabalha fora? O quanto isso pode interferir na relação com a criança?
Até quando uma ótima conexão do nosso filho com o nosso parceiro é saudável? Existe um limite que denuncia se está conexão entre eles revela alguma falta nossa como mãe?
Muitas vezes recebo perguntas como: "é certo ou errado uma criança querer o peito o tempo todo?" ou "pode uma criança toda noite querer ir para o quarto dos pais?". Porém, a resposta não é tão simples como um "certo ou errado". Fazem-se necessárias outras perguntas para entendermos se estamos sendo intencionais ou não, no que diz respeito a atender as necessidades dos nossos filhos.
Quando uma criança só consegue dormir na cama dos pais, ou quando quer o tempo todo mamar, será que há algo de errado com ela? O que precisa ser observado primeiramente? Iremos perceber que como sempre as respostas que estamos acostumados a ouvir a vida inteira não necessariamente traduzem a realidade por trás de cada comportamento da criança.
Quais são os fatores que influenciam em uma criança demonstrar segurança ou a falta dela? Queremos que nossos filhos sejam confiantes e independentes, mas o quanto que a nossa postura pode contribuir com isso?
Todas as mães precisam compreender que existe uma ligação muito profunda entre os seus sentimentos e os sentimentos dos filhos. Portanto, tudo que eu como mãe sinto, de alguma forma é percebida pelo meu filho. Portanto, não adianta negar essa percepção deles pois fazendo isso estamos desorganizando a leitura que nossos filhos fazem de nós e do ambiente que os cerca, dificultando ainda mais a nossa conexão com eles.
Como que o instinto do amor, quando não correspondido, dá lugar ao instinto de sobrevivência? E como isso impacta no nosso maternar mesmo sem a gente perceber?
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