Podcast Escritoras Paraenses

Podcast Escritoras Paraenses

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Podcast Escritoras Paraenses episodes

  • 59- Choroso, Adalcinda Camarão
    Este episódio traz o poema "Choroso", publicado na coletânea "À sombra das cerejeiras", em 1989. Choroso tem um tom sugestivo de desejos e desilusão atravessado pela reunião de elementos íntimos que revelam uma alma em agonia.
    2 min
  • 58- Eu não sabia..., Adalcinda Camarão
    Hoje, apresentamos o poema "EU NÃO SABIA..., publicado na Coletânea Às sombras das cerejeiras. Esse poema representa um grito transgressor especialmente por nos remeter à história das mulheres rompendo as barreiras do silenciamento com uma escrita que por muito tempo foi proibida.
    3 min
  • 57- Só, Adalcinda Camarão
    O episódio de hoje traz mais um poema da coletânea À sombra das cerejeiras, publicada em 1989. Notamos nesse poema, assim como em vários dessa coletânea, o verserjar que é alma e vida. Há, em cada verso, uma poesia transplantada em harmonia e beleza, compreendida por todos e todas que sonham, sofrem e amam!
    2 min
  • 54- Em busca, Adalcinda Camarão
    O episódio de hoje traz o texto de abertura da obra À SOMBRA DAS CEREJEIRAS (1989), de Adalcinda Camarão, escrito por ela mesma. Essa obra é composta por 54 textos entre poemas, poema/diálogo e poemas narrativos. Machado Coelho diz que À sombra das cerejeiras é uma obra de sabor campestre e pastoril. Além do texto de abertura, este episódio traz também o primeiro poema do livro: "Em busca".
    7 min
  • 53- Ode à minha ilha, Adalcinda Camarão
    Este episódio traz o poema Ode à minha ilha, publicado na coletânea FOLHAS (1979) da escritora paraense Adalcinda Magno Camarão. É um poema que Adalcinda dedica à Ilha de Marajó, onde nasceu. Além da descrição dos elementos que compõem o local, destaca-se também a memória do passado colonial que deixou suas marcas de dores pelos atos de violência cometidos contra os povos que já habitavam este espaço.
    7 min
  • 52- Voz, Adalcinda Camarão
    Este episódio traz o poema VOZ, da escritora paraense Adalcinda Magno Camarão. O poema faz parte da coletânea FOLHAS (1979) e propõe uma reflexão sobre o nosso mundo; sobre os valores que vêm sendo cultivados em uma época de relações enrijecidas pela absolutização das mercadorias.
    5 min
  • 51- Moço da praia, Adalcinda Camarão
    O episódio desta quarta-feira traz o poema-narrativo intitulado Moço da praia que faz parte da coletânea Caminho do vento, publicada em 1968. Não podemos deixar de notar a semelhança temática desse poema de Adalcinda com o poema Mar Português, de Fernando Pessoa. Fernando compôs os versos: "Por te cruzarmos, quantas mães choraram, quantos filhos em vão rezaram, quantas noivas ficaram por casar...". Adalcinda compôs: "Sou lenço perdido em dedos que alguém cansou de acenar. Já viu coisa mais saudosa que um lenço jogado ao mar?" Se houve uma inspiração pessoana para a composição, não podemos afirmar; o que podemos é notar esse diálogo.
    4 min
  • 50- Doses poéticas com Adalcinda Camarão
    Para o episódio de número 50 de nosso Podcast, trouxemos a leitura de alguns poemas que fazem parte das obras de Adalcinda que foram estudadas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Escritoras Paraenses (GEPEPs) durante os sete primeiros meses do ano de 2021. Trata-se de uma sequência de leituras de poemas realizadas por algumas das integrantes do Grupo. "Apreciem sem moderação".
    7 min

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O Podcast Escritoras Paraenses é uma ação do Grupo de Estudos e Pesquisas Escritoras Paraenses (GEPEPS), vinculado à Faculdade de Letras e Educação (FALED), da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). O podcast tem como objetivo divulgar leituras de produções literárias de autoria feminina do Estado do Pará, sejam poemas ou prosas. Toda semana, uma leitura para você que gosta de literatura escrita por mulheres.