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O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h30 desta terça-feira (6) é o presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo), Marcelo Freixo. À jornalista Renata Varandas, ele afirmou que o Brasil deve receber 200 mil turistas estrangeiros durante o Carnaval. "Os números são ótimos. A gente tem uma projeção de estudos de dados da Embratur. A arrecadação só no período do Carnaval vai ser de 900 milhões de reais. Então é muito emprego na veia diante disso", declarou. Freixo destacou, ainda, que empresas aéreas estrangeiras vão aumentar o fluxo de viagens ofertadas ao Brasil. "A gente recebeu agora a Air France e a KLM para ampliar voos. Os aeroportos brasileiros melhoraram muito e hoje têm uma qualidade excelente. Então a gente pode receber. A gente está pronto para receber mais voos internacionais. Não falta aeroporto de qualidade para isso", avaliou. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (1º) é o presidente do Sistema Transporte, antiga Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele defendeu a desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia ao afirmar que a medida garantiu que o setor gerasse até 90 mil empregos por ano desde que começou a valer, em 2011. A prorrogação da iniciativa, que terminaria em dezembro de 2023, foi aprovada pelo Legislativo em outubro do ano passado, mas foi vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva integralmente menos de um mês depois. Em dezembro, o Congresso derrubou o veto de Lula, e, no dia 29 do mesmo mês, o ministro da Fazeda, Fernando Haddad, publicou uma medida privisória para, entre outros pontos, retomar o imposto sobre a folha de pagamento gradualmente. "Ela tá vindo desde 2011 e só o transporte tem gerado de 80 mil a 90 mil empregos por ano. Daí a importância que tem. Diferentemente do que diz o ministro [Luiz] Marinho, do Trabalho [e Emprego], não teve benefício nenhum. Não. Boa parte desses empregos são aqueles que eram informais e foram formalizados. Então nós tivemos o ano todinho discutindo reforma tributária, arcabouço fiscal, e o ministro Haddad não se preocupou com a desoneração da folha. E agora, na última hora, ele vem querer alterar o jogo. Então a gente se uniu a outras confederações de empregadores para dar apoio ao Congresso Nacional para manter aquilo que foi discutido, votado e aprovado por dois turnos", declarou. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quarta-feira (31) é o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da presidência da República, Marcos Antonio Amaro dos Santos. À jornalista Renata Varandas, ele comentou as recentes operações da Polícia Federal que têm como alvo a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sob a gestão do hoje deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), à época do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Não tenho condições de dar qualquer informação ou posicionamento a respeito disso. Toda suspeita deve ser esclarecida, esse é o aspecto fundamental", afirmou. O ministro também declarou que confia totalmente na equipe do GSI. "Não há razões para desconfiança. Eu tenho total confiança nas pessoas que trabalham comigo. E temos também a certeza de que, havendo qualquer coisa que não coincida com a nossa maneira de pensar e de trabalhar, nós tomaremos as providências adequadas."
Amaro também destacou a criação de um comitê nacional de cibersegurança. "Foi publicado um decreto [no fim de 2023] que estabeleceu a política nacional de cibersegurança. Esse decreto previa a criação de um comitê nacional de cibersegurança, que já está sendo instalado. Nós já recebemos as indicações para a composição desse comitê. A evolução disso é que seja criada uma entidade, um órgão que regule e fiscalize e controle o setor cibernético, esse grande espaço cibernético do Brasil. Não vai haver sobreposição de atribuições dessa possível agência e das outras que já existem", garantiu. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (18) é o ministro da Casa Civil, Rui Costa. À jornalista Tainá Farfan, ele disse que o veto de R$ 5,6 bilhões nas emendas de comissão estava acordado com o Congresso. "O acordo que fizemos foi a manutenção do conjunto das emendas que existiam em 2023. E no caso de emendas de comissão, essas específicas [...]. Mas nesse caso específico, o acordo girava em torno de R$ 11 bilhões. E nós mantivemos e honramos esse acordo. Na oportunidade da publicação do relatório, o relatório saiu com R$ 17 bilhões. Ou seja, R$ 5, 6 bilhões a mais. Naquela oportunidade nós fizemos contato com representantes da Câmara e do Congresso para avisar que tinha ultrapassado aquele valor que nós tínhamos combinado e que haveria veto."
Rui Costa afirmou também que apenas um terço do total do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é de recursos públicos da União. "Tem uma diferença deste PAC com o dos outros anos, onde o presidente lançou o PAC 1 e o PAC 2. Naquele momento o Brasil tinha um maior volume de recursos públicos disponíveis. Esse ano, como há uma restrição maior de recursos públicos, nós fizemos um PAC aonde boa parte dos recursos virá da iniciativa privada por projetos de concessão pública, de PPP - Parceria Público-Privada - e também de investimento direto de empresas privadas,” explicou.
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O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (18) é o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Oliveira. À jornalista Renata Varandas ele disse que as câmeras corporais representam uma segurança à atividade policial. "Muito mais do que o conhecimento médio, a população média imagina que seja um instrumento de fiscalização do policial. Não. Ela é um instrumento de proteção à atividade policial. Aquilo dá transparência ao serviço público como tem que ser," esclareceu. Para Oliveira, 2023 foi o ano mais difícil da história da PRF. “Por conta de tudo que aconteceu no ano anterior. Então, quando nós chegamos, nós chegamos à direção com uma desconfiança muito grande sobre a conduta da PRF." [...] "Tenho certeza que a gente termina o ano muito maior do que começou," relatou. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (11) é o ministro das Cidades, Jader Filho. À jornalista Renata Varandas, ele disse que o Minha Casa, Minha Vida precisa ser um programa não de um governo, não de um partido. “Mas ele tem que ser um programa de estado,” afirmou. “Antes do retorno do presidente Lula a Brasília, vamos dizer assim à presidência da República, nós ficamos quatro anos sem fazer uma única contratação, por exemplo, para as famílias do faixa 1 que são aquelas famílias que têm dificuldade de ter a sua unidade habitacional. Quer dizer, nós não contratamos nenhuma unidade Habitacional em 4 anos. [...] Se a gente quer de fato fazer esse enfrentamento [do déficit habitacional no Brasil], a gente não pode parar, não pode travar um programa tão importante quanto esse. Ele [o programa Minha Casa, Minha Vida não deveria nunca que ter sido paralisado nos últimos 4 anos,” sentenciou.
Segundo o ministro, o programa está aquecendo o mercado da construção civil no país. As empresas da área de construção civil têm avançado na Bolsa de Valores. O crescimento das ações dessas empresas denota diretamente aquilo que o Minha Casa, Minha Vida vem proporcionando,” afirmou.
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O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h30 desta terça-feira (9) é o autor do projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que geram mais empregos na economia brasileira, senador Efraim Filho (União-PB). Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele disse que em reunião com o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), líderes partidários defenderam a devolução da medida provisória editada pelo governo que reonera os setores contemplados pela desoneração. “"A medida provisória foi encarada como uma afronta ao Congresso Nacional. O ruído ficou muito claro porque ela pareceu ser uma forma de fazer a ‘derrubada da derrubada’ do veto. É o governo querendo impor uma agenda através de medida provisória a qual ele já demonstrou não ter votos para sustentar em plenário,” afirmou. “O encaminhamento que saiu da reunião foi de que o melhor caminho para defender as prerrogativas e consequências do próprio Poder Legislativo seria a devolução da medida provisória," acrescentou.
De acordo com o senador, o governo não perde recursos com a prorrogação da desoneração. “"ninguém perde o que não tem. Por isso não há renúncia de receita nesse caso. Por isso que é tão importante colocar essas premissas iniciais de que argumentos que o governo traz de que isso geraria perda de arrecadação para o governo não se sustenta. Porque o governo já não conta com essa receita atualmente”, esclareceu.
Efraim Filho explicou ainda que a desoneração da folha é uma política pública de enfrentamento ao desemprego. “O que nós queremos é prorrogar uma política pública que tem gerado empregos, oportunidades, dialoga com a vida real das pessoas, tira pais e mães de família da fila do desemprego, jovens que querem uma primeira oportunidade e precisam colocar o pão na mesa de casa. Então esse projeto tem ganho, esse respaldo da sociedade e isso ecoa dentro do parlamento."
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O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (4) é o ministro em exercício da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Capelli. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, o ministro disse que os roubos de celulares deixarão de ser atrativos para bandidos porque, além de bloquear aplicativos bancários, entre outros, o sistema vai inutilizar o aparelho. “Quanto mais gente no projeto, mais a gente protege todo mundo, desestimula esse tipo de delito e desestimula também a receptação. Sem mercado, sem conseguir vender o aparelho e sem ter quem compre, os ladrões, os que pensam em cometer esse tipo de crime vão deixar de cometer. Então é um projeto que protege as pessoas protege do roubo do aparelho”, afirmou.
Capelli comentou também que tem gente que diz que esse é um projeto para o governo monitorar a vida das pessoas. “Gente, sinceramente, não é possível que alguém acredite nisso. [...] As informações que a pessoa coloca são informações básicas: o celular e o CPF. Achar que o governo vai monitorar. Então isso é fake news, é mentira, não caia nisso,” alertou o ministro.
Sobre a redução de 82% de novos registros de armas em 2023, Capelli afirmou que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de assinar um decreto no dia primeiro de janeiro de 2023 acabou com o “liberou geral” de armas no Brasil. “Veja, por que uma pessoa normal, uma pessoa que tem a sua família, quer ter um fuzil em casa? [...] Essa medida se provou correta porque todos os índices relacionados à segurança pública, tiveram redução, então caiu o número de homicídios, caiu o número de feminicídios, caiu o número de latrocínios, roubo seguido de morte, caiu o número de roubo de cargas, o número de roubo de carros… A gente prova que menos armas é menos violência, menos armas é menos morte,” enumerou.
Integração das forças de segurança no Brasil
Para Capelli, o caminho da segurança pública no país é a integração entre as forças policiais. “Não há outra saída para segurança pública no Brasil que não seja a integração que começa desde a guarda municipal, passa pela polícia militar, pela polícia civil, pelas polícias técnicas científicas, cheguem na Polícia Federal, na Polícia Rodoviária Federal, nas polícias penais também”, afirmou. “Então, o segredo da Integração é conquista, é cooperação, veja que passamos o ano de 2023 inteiro reunindo com os secretários de segurança dos estados, com os delegados gerais da Polícia Civil, com os comandantes das polícias militares,” acrescentou.
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O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (28) é o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula. À jornalista Renata Varandas, o ministro disse que o governo brasileiro atua fortemente hoje para abrir mercados para a agricultura, pesca, aquicultura, indústria e comércio. “Nós estamos voltando a ter peso nos mercados internacionais," disse de Paula. Segundo ele, o principal desafio era fazer com o que o pescado brasileiro voltasse a ser fornecido ao mercado europeu. “Não apenas porque esse é o maior mercado consumidor do mundo. Mas também porque é dele o selo de sanidade mais rigoroso. Quando você fornece para a União Europeia, você pode fornecer para o mundo inteiro,” explica.
Sobre os R$ 40 milhões em emendas para Ministério da Pesca e Aquicultura anunciados pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, o ministro cita o trabalho desenvolvido pela pasta junto a parlamentares. “Fizemos, ao longo do ano, um trabalho de captação de recursos, dos nossos deputados federais, dos nossos senadores, das comissões. Quando você fala nos R$ 40 milhões é exatamente uma promessa. Eu fui, no começo do ano, à Comissão de Desenvolvimento Agrário do Senado Federal. O senador Espiridião Amin fez esta proposta e agora no final do ano a comissão aprovou R$ 40 milhões para esta atividade. Veja que só nessa emenda nós já temos mais do que tínhamos." O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (21) é o presidente-executivo da Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (Abraceel), Rodrigo Ferreira. À jornalista Lívia Veiga, ele disse que 96% da energia que o Brasil consome é gerada por fontes renováveis. “O Brasil é um exemplo de transição de geração renovável no mundo, nós temos hidrelétricas de todos os portes, [energia] eólicas, vento, solar, biomassa, termelétricas [...] Temos todos os combustíveis naturais para gerar energia e usamos esses combustíveis na sua plenitude. Noventa e seis por cento da energia no Brasil hoje é renovável, está sendo gerada com fontes renováveis”, afirmou.
Ferreira também explicou como se dará o mercado livre, no qual uma parcela maior de consumidores poderá escolher de quem comprar energia. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
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