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O convidado do JR Entrevista que foi ao ar às 19h45 desta quinta-feira (14) é o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP). À jornalista Natalie Machado, o parlamentar disse que trabalha pela prorrogação do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). “ Ele vence em 31 de dezembro. [...] O Congresso está aí encerrando o final de ano. Nós temos poucos dias e é importante que esse tema seja prioritário. Porque senão nós vamos virar o ano, o setor pode perder esse benefício, e perdendo esse benefício, o que vai impactar na vida das pessoas? Nós podemos ter limitação de investimentos. Investimentos programados podem ser suspensos, podem ser interrompidos. E com isso a gente vai ter, sim, um efeito na geração de emprego e renda para a população,” alertou. O deputado afirmou que o setor portuário é fundamental para o país na captação de investimentos, na geração de emprego e renda. “Toda a riqueza do Brasil, o nosso Produto Interno Bruto, 1/3 passa pelo porto de Santos. Então, é um setor fundamental para o país. Avançar na competitividade, avançar na melhora da economia," disse. O projeto tramita na comissão de finanças e tributação da Câmara. Sobre a reforma tributária, Barbosa diz que é totalmente a favor. “O Brasil precisa de uma reforma tributária. [...] Quem quer empreender no Brasil sofre. A quantidade de impostos que tem que ser emitidas, de sobreposição de impostos, é absurdo. É para inviabilizar, é para desestimular qualquer tipo de empreendedor," afirma. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (7) é o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello. O magistrado atuou na Corte entre 1990 e 2021 e presidiu o STF entre 2001 e 2003. Ao jornalista Alessandro Saturno ele disse que a decisão do STF de responsabilizar veículos de comunicação pelas falas de entrevistados pode inibir a liberdade de imprensa. “O jornal não pode, a priori, saber o teor do que vai ser versado numa entrevista [...] É uma censura prévia. Eu acredito que é pior porque cria embaraço à comunicação, inibe a comunicação que interessa aos brasileiros em geral”, opinou. “O ofendido que busque a Justiça para a responsabilizar a quem direito. Agora, a priori, cogitar de responsabilidade da Imprensa, a meu ver, é um retrocesso não se coaduna com um estado democrático direito”, acrescentou.
Sobre a indicação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para a vaga deixada no STF pela ministra aposentada Rosa Weber, Marco Aurélio disse que Dino tem história e angariou experiência nos três Poderes. “Ele esteve na magistratura, virou as costas à magistratura, sem direito a aposentadoria à época, para ingressar na política. Agora ele deixa a política e volta com essa experiência angariada porque atuou nos três Poderes. Ele volta à magistratura que, perceba, acima de tudo, a envergadura da cadeira. A cadeira é vitalícia”, disse o ministro aposentado.”Que se atue com equidistância, com absoluta independência. É isso que eu aguardo porque o cargo é de importância maior. Nós temos no Supremo as 11 cadeiras mais importantes da República”, acrescentou.
O ministro comentou também o veto à continuidade da desoneração da folha de pagamento. ”É preocupante. E desde que eu me conheço há esse problema de equilíbrio entre despesas públicas e receita. Nós não podemos no afã de ter receita maior, chegar a uma oneração que prejudica os brasileiros em geral. Creio que o afastamento dos encargos, principalmente encargos sociais, deve ser feito de forma setorizada consideradas as empresas, considerados os segmentos do desenvolvimento nacional.
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O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (30) é o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Júnior. À jornalista Lívia Veiga, ele afirmou que “os grandes bancos querem fugir da concorrência”, que hoje, segundo ele, é ampla no mercado. A Abrasel junto a outras 17 entidades lançou a campanha Parcelo Sim, em defesa do parcelamento sem juros. “Você tem um conjunto de empresas concorrendo, oferecendo crédito, oferecendo condições para os prestadores de serviços. E os bancos querem fugir dessa concorrência limitando acima de três parcelas, só se parcela com juros direto com os bancos e, obviamente, isso é terrível, porque nós temos hoje 75% das vendas do comércio concentradas no parcelamento sem juros.” Segundo Solmucci, o parcelado sem juros é o meio de pagamento que tem a preferência do brasileiro tanto para vender quanto para comprar. Ele afirma que a modalidade é responsável por mais da metade de tudo que se faz em vendas no país. “Estamos aí sofrendo uma ameaça, né? Os grandes bancos querem restringir esse produto e isso é muito grave. A gente tem lutado para dar transparência à sociedade desse problema que pode vir a acontecer. E a gente está trabalhando para que não aconteça. Então a motivação é justamente essa: tentar evitar que se chegue a esse ponto dessa mudança,” disse. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
A convidado do JR Entrevista, que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (16), é a diretora da Penitenciária Federal em Brasília (PFBRA), Amanda Teixeira. À jornalista Natalie Machado, ela falou sobre o funcionamento do sistema penitenciário federal e sobre como é feita a determinação de quais detentos são transferidos. "O preso que está conosco é um preso que ou liderou essa facção em seu estado, ou se envolveu em uma situação, num evento de fuga, de rebelião, ou ele pode ter uma necessidade de estar conosco por questão de segurança pessoal" explicou.
A diretora falou ainda sobre Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), e detentos de outras facções que estão na penitenciária: "Várias facções criminosas estão no sistema penitenciário federal. Não é apenas o PCC. Facções criminosas como o Comando Vermelho, facções que têm articulação internacional, como no caso da máfia italiana. Então, a gente tem vários e vários presos de altíssima periculosidade."
Como primeira mulher a assumir a direção de uma penitenciária federal no Brasil, Teixeira falou sobre a posição de comando no combate ao crime organizado no país. "Eu sei o quão competentes são as minhas colegas, eu conheço muitas policiais de várias forças e o espaço da segurança pública é um espaço muito difícil para muitas mulheres. Então, estar na direção de uma penitenciária federal, num espaço de gestão, é um motivo de orgulho", esclareceu.
Ressocialização e importância da educação
Sobre a ressocialização, a diretora explicou que pela lei de execução penal, o estado precisa dar todas as garantias legais com relação às assistências do preso. "O preso é quem tem que dizer se ele pode ser ressocializado. O preso do sistema penitenciário federal não é diferente. Ele tem que ter todas as garantias na penitenciária federal", afirmou.
Segundo Teixeira, os detentos não devem perder os direitos, como o da educação: "Todas as pessoas têm direito. São políticas públicas diferentes. E a sociedade precisa estar preparada para fazer esse debate. A pessoa que está presa não perde os seus direitos. Ela precisa continuar mantendo os seus direitos. O único direito que ela perde é a liberdade. Ela só perde o direito de ir e vir."
A superlotação dos presídios também foi abordado pela diretora, que apontou que há um projeto para que medidas alternativas sejam aplicadas. "Da década de 90 para cá a gente passou de 90 mil presos para 720 mil pessoas presas. Em que pese a gente estar caminhando nacionalmente para temas como aplicação de medidas alternativas à prisão, ainda assim há um grande encarceramento. Tem reduzido, mas muito pouquinho ainda. É um tema que nos preocupa", finalizou.
O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (16) é o diretor de cooperação internacional da Polícia Federal e vice-presidente das américas na Interpol, o
delegado Valdecy Urquiza. À jornalista Renata Varandas ele disse que a candidatura brasileira ao posto de secretário-geral da Interpol, é inédita. "Em 100 anos de existência da organização, somente cinco países, sendo quatro da Europa e um da América do Norte, estiveram à frente dessa posição. Uma posição tradicionalmente ocupada pelo mesmo bloco de países”, contabilizou. “E o que nós pretendemos é demonstrar que há sim em outras regiões do globo pessoas com conhecimento técnico em condições de ocupar uma posição tão relevante", acrescentou.
Urquiza explica que a Interpol é um organismo internacional que surgiu pela vontade dos países – em 1923 – de cooperar em segurança pública. “Então, as polícias de todo o mundo são a base da organização. Ela não existe de forma independente", esclareceu.
Segundo o delegado, no caso do Brasil, coube à Polícia Federal atuar como representante da organização no Brasil. “E hoje a Polícia Federal mantém um escritório central nacional da Interpol onde policiais federais atuam nas atividades relacionadas à Interpol. E esse é mais ou menos o modelo que ocorre em todo o mundo", afirmou.
"Hoje você precisa da adoção de diversos instrumentos distintos de cooperação internacional. Falamos muito de Interpol, mas ele é um de vários instrumentos. Então a Polícia Federal, por exemplo, possui representações em vários países. Com a presença física de policiais federais que atuam defendendo os interesses de investigações do Brasil".
Lista de Difusão Vermelha da Interpol
Urquiza explica que a difusão vermelha consiste em um banco de dados que pertence à Interpol. “E essa lista contém dados de pessoas que são procuradas pelo cometimento de crimes em um dos 195 países membros. Então, o primeiro requisito é que a pessoa tenha contra si uma ordem de prisão emitida por um juiz competente num dos países membros", explicou. "São 19 bancos de dados hoje operados pela Interpol. A organização nasceu da sua necessidade de compartilhar informações de foragidos internacionais. Mas o crime evoluiu, as polícias evoluíram, e outros bancos de dados foram sendo desenvolvidos. Então, por exemplo, um dos bancos que é muito utilizado pelas polícias de todo o mundo - especialmente pela Polícia Federal – é a difusão amarela. Que tem por objetivo localizar pessoas desaparecidas".
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O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h30 desta sexta-feira (11) é o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. Ao jornalista Yuri Achcar, ele disse que o número de clientes do BRB aumentou de 650 mil há quatro anos para 7,5 milhões em 2023. “A gente tem clientes em 93% do território nacional. Um processo de nacionalização em que a gente cresce a carteira de crédito, cresce a presença pelo país, oferece soluções de um banco completo. Com seguros, investimentos e com um detalhe especial: foco na habitação e foco no papel social do BRB", afirmou.
Segundo Costa, nos últimos anos, o BRB deixou de ser um banco que atuava estritamente no Distrito Federal e começou a crescer pelo país inteiro. Como resultado desse crescimento, o BRB já é o sexto maior banco brasileiro em financiamentos imobiliários. Atualmente, o banco tem 55% de participação no mercado de financiamentos imobiliários.”Também já somos o segundo maior financiador na Paraíba e o quarto maior financiador em Goiás”, comemora Costa. "Esse processo de mudança de crédito imobiliário, que também aconteceu em outros produtos e em outras linhas de negócio, envolve treinamento do nosso time, envolve revisão de todos os processos, simplificação, ou seja, redução da burocracia na concessão e também taxa de juros diferenciadas", explica.
Costa comenta também que além dos desafios de um banco tradicional, o BRB tem um viés social. “As nossas taxas de juros são mais baixas, em média, que as taxas de juros dos concorrentes. A gente atua trazendo elementos de eficiência para a gestão do governo do Distrito Federal. Então, por meio da gestão do sistema de mobilidade do transporte público, a gente completou 4 anos sob gestão do BRB na semana passada. A gente eliminou aquelas filas, melhorou o atendimento, reformou e ampliou os pontos de atendimento", enumerou. "
Paulo Henrique Costa também falou do crédito rural. "O crédito rural é uma das linhas de crédito que mais nos orgulha. Porque permite uma inserção do BRB também fora do ambiente urbano. A gente sabe a importância do setor do agro para toda a economia brasileira e a gente está inserido numa região do país, no Centro-Oeste, que de fato é o celeiro de grãos do nosso país e acho que a gente pode dizer até do mundo".
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O convidado do JR Entrevista, que vai ao ar às 19h30 desta terça-feira (7), é o perito criminal federal, Jesus Antonio Velho. Ao jornalista Yuri Achcar ele disse que o 8 de Janeiro foi um dos maiores desafios da história da perícia federal. “8 de Janeiro representa hoje o maior caso de atuação concomitante de peritos federais da história, foram mais de 50 peritos que atuaram já no primeiro momento, nas primeiras horas de investigação”, afirma. “Então, no início da noite os peritos chegaram ali na sede dos Três Poderes e começaram a perícia de local, tentando caracterizar os danos ocorridos ali nos prédios e também vestígios que permitissem identificar as pessoas envolvidas naquele processo”, acrescenta. O perito disse ainda que as imagens são fundamentais para entender as circunstâncias. “Elas mostram detalhes de atuação e permitem a individualização de comportamento daquelas pessoas que participaram naquele dia”, explica.
Velho diz ainda que a perícia do 8 de Janeiro ainda não acabou, e uma equipe está integralmente dedicada a terminar o quanto antes. “O volume de trabalho é um volume nunca visto antes na história”, afirma. “A quantidade de celulares apreendidos trouxe uma demanda gigante para os laboratórios de informática do Instituto Nacional de Criminalística”, relata. “Alguns são identificados rapidamente e outros demoram até meses para fazer a quebra de senha. A partir do momento que acesso a esses dados, todos os dados dos celulares são extraídos, indexados e existem ferramentas de busca. Por exemplo, quero pesquisar ali a palavra cocaína, existem ferramentas que buscam em todos os arquivos, inclusive fotos, essas informações”, conta.
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O convidado do JR Entrevista, que vai ao ar às 19h30 desta terça-feira (7), é o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ao jornalista Yuri Achcar, ele disse que o modelo de privatização das distribuidoras de eletricidade no Brasil foi feito, em alguns casos, de forma "muito atabalhoada, de forma muito rápida, e os contratos foram feitos de forma muito frouxa e inadequada com a distribuidora". Silveira afirma não ser contra a participação da iniciativa privada em alguns setores, "mas o setor elétrico brasileiro é um setor muito estratégico", conclui.
A convidada do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (2) é a senadora Zenaide Maia (PSD-RN). Ao jornalista Yuri Achcar, ela disse que pretende aprovar o projeto que inclui a síndrome de Tourette no rol de deficiências para dar aos portadores acesso a direitos como profissional de apoio escolar e acompanhante ou atendente pessoal em, por exemplo, situações de internação em hospital. A senadora afirma que quer aprovar o projeto na comissão de direitos humanos até novembro. “Não só vou relatar a favor, como vou fazer parte, lutar, falar sobre isso e dar esse direito às pessoas que estão com essa patologia que, muitas vezes, antes da ciência descobrir, eram retiradas das salas de aula como pessoas rebeldes”, afirmou. “Hoje a ciência nos deu a oportunidade de mostrar que é possível fazer tratamentos, acompanhar essas pessoas e dar um vida digna a elas”, acrescentou.
O Estatuto da Pessoa com Deficiência prevê que a avaliação da deficiência deve considerar fatores como os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais; e a limitação no desempenho de atividades, e restrições na participação social.
A senadora comentou possíveis obstáculos para a aprovação da lei. “Claro que tem sempre [parlamentares] contra, né , mas a patologia existe, os pacientes existem, os brasileiros estão aí e estão clamando por isso. Então, cabe ao Congresso Nacional fazer essa lei”, afirmou. “Não é impacto financeiro, temos que olhar o lado humano”, acrescentou. Zenaide disse ainda que vai cobrar a sanção presidencial tão logo o Congresso aprove o projeto.
Reforma Tributária
Para a senadora, a reforma tributária não traz justiça. “Essa reforma tributária não faz o que deve fazer: a justiça tributária. Quem ganha mais paga mais e quem ganha menos paga menos; quem lucra menos paga menos e quem lucra mais paga mais. O Brasil é um dos únicos países do mundo que não cobra impostos sobre lucros e dividendos”, diz a senadora.
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O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h30 desta terça-feira (31) é o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Carvalho. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, Carvalho disse que ao longo desse ano, a CGU tem estruturado uma nova política de combate à corrupção. “A gente tem feito várias operações, muitas vezes em parceria com a Polícia Federal, ao longo deste ano [...] O presidente Lula, quando me convidou, disse: ‘Olha, não pode acontecer coisa errada no meu governo e você tem que ajudar no combate a esses possíveis malfeitos que podem aparecer’”, revelou.
O ministro também fez críticas ao antigo governo. “Conseguimos, nos últimos 4 anos, regredir até em matéria de vacinação no país que a gente considerava consolidado como exemplo para o mundo”, afirmou. “A gente chegou no limite de ter uma carteira de vacinação do principal mandatário da República fraudada – isso já está comprovado. Há discussão de ‘mandou fraudar, quem mandou fraudar’, mas foi fraudado, não só a dele como o [documento] da filha”, acrescentou. Segundo Carvalho, a delação premiada de Mauro Cid, se deve às investigações sobre a suposta fraude no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Se abriu uma investigação sobre o cartão de vacina. Apuramos e chegamos a diagnosticar um possível esquema de fraude e mandamos para a Polícia Federal que a partir dali iniciou a investigação e chegou ao ex-ajudante de ordens, Mauro Cid. [...] Se hoje você tem uma delação premiada do Mauro Cid, que podem surgir denúncias muito graves em relação ao governo anterior, isso se deve à investigação iniciada no caso do cartão de vacina”, afirmou. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
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