
Sign up to save your podcasts
Or


A convidada do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (26) é a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves. À jornalista Lívia Veiga, ela disse que defende manter a cota dos 15% para mulheres na política. “Precisamos ter uma política pública que dê conta de garantir que as mulheres tenham possibilidade de ser liderança. Não só nos partidos, sendo candidatas, precisamos que as mulheres estejam em todos os lugares de poder: sejam as presidentes das empresas, sejam diretoras executivas, que elas tenham espaços em todos os lugares”, pontuou.
O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (19) é o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), Paulo Alencar Porto Lima. À jornalista Natalie Machado ele falou sobre a expectativa do segmento pelo marco regulatório. “É uma expectativa muito positiva para o setor, para ter mais concorrência [...] Há um acordo com a ANTT [Agência Nacional de Transportes Terrestres] de até novembro ser publicado”, afirmou.
Porto Lima fez comentários sobre os aplicativos de viagens de ônibus. “Essas empresas não são empresas de ônibus, são aplicativos que vieram para o Brasil, bons aplicativos de market place, mas não são empresas de ônibus. O passageiro tem que saber que ao adquirir essas passagens que não vão viajar por elas, vão viajar por empresas que elas contrataram. Você não sabe quem é o motorista, qual é a empresa [...] Isso é uma preocupação porque nós cumprimos todas as regulações da agência, serviço regular é uma categoria, serviço de fretamento é outra”, disse. “Eles querem fazer esse serviço sem cumprir as regras, é uma falsa narrativa de quanto mais transporte melhor. E não é assim, tem que ter uma régua de qualidade. Transportamos vidas e não mercadorias”, acrescentou.
Para Porto Lima, o caráter de essencialidade dos transportes diferencia o segmento de outras atividades econômicas. “Ela exige universalidade, é um bem social pela Constituição e tem esse papel social de transporte, não pode ser ‘quanto mais melhor’, até porque se não houver regras os empresários vão ficar só nos bons mercados e não vão atender os outros mercados de baixa demanda. O setor todo é operado por uma rede de compensação, então, tem que haver regras bem definidas”, explicou. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h30 desta terça-feira (10) é o presidente da CPI das Pirâmides Financeiras, o deputado Aureo Ribeiro
Sobre o “Faraó dos Bitcoins” Ribeiro disse que Glaidson Acácio, suspeito de crimes contra o sistema financeiro que teriam lesado mais de 300 mil pessoas e movimentado mais de R$ 38 bilhões, tinha uma empresa registrada no Simples Nacional, sistema de tributação simplificada votado a microempresas. “Podem faturar até R$ 4,8 milhões. E passou bilhões por essa conta bancária", afirmou.
Sobre Ronaldinho Gaúcho, o parlamentar afirmou que ele usou a sua imagem anunciando uma pirâmide financeira, garantindo o rendimento de 2% ao dia. “Na quebra de sigilo do COAF do Sr. Ronaldo mostrou movimentação atípica no período. Então a gente não tem dúvida que ele praticou ali um crime lesando milhares de pessoas”. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O convidado do JR Entrevista que vai ao ar às 19h45 desta quinta-feira (3) é o relator da CPI das ONGs,o senador Márcio Bittar. Ao jornalista Thiago Nolasco, o parlamentar disse que atualmente “81% do bioma amazônico não nos pertence mais. [...] Quem manda nela são interesses externos ao interesse nacional”. Segundo Bittar, a Grã-Bretanha cria um novo colonialismo. “E de forma mais sutil, por meio de patrocínio de OMGs”, afirmou. “É uma guerra econômica e a preocupação não é com o meio ambiente”, disse. Segundo o senador, a Alemanha joga mais CO2 na atmosfera que o Brasil.
Bittar diz ainda que “o desafio da CPI é mostrar que a Amazônia não é direita nem esquerda, não é Lula e nem Bolsonaro [...]. É fazer com que brasileiro perceba que perdemos a soberania nacional”, disse o senador.
Sobre o marco temporal de demarcação de terras indígenas, cuja aplicação foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Márcio Bittar disse: “Mais uma vez o Supremo está legislando. Chegamos a 14% do território nacional com terras indígenas. Se você for ver a vida deles, a maior parte deles, os que não estão nas ONGs, se sentem enganados. A gente cansa de ouvir pedidos de socorro”, disse. O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, afirmou ao JR Entrevista que o Congresso Nacional é o "ambiente legítimo" para a discussão da regulação das plataformas digitais e as chamadas big techs, grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado da produção de conteúdo no meio digital. Enquanto a União Europeia e países como Nova Zelândia e Canadá avançam no debate sobre a regulamentação dos conteúdos compartilhados de empresas de comunicação nas redes sociais, no Brasil, a discussão estacionou no PL das Fake News.
O programa vai ao ar às 19h30 desta sexta-feira (29) na Record News, no Portal R7, no PlayPlus e nas redes sociais.
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, é o convidado do JR Entrevista desta quinta-feira (21). Ao jornalista Yuri Achcar, ele fala das big techs e do projeto de lei que atribui à Anatel a regulação das plataformas digitais. Baigorri comenta também que as big techs têm resistido a combater a pirataria online. O presidente da Anatel fala também sobre a questão das Fake News. Segundo ele, não cabe à Anatel identificar o que é notícia falsa. “Isso é uma questão muito subjetiva. Nossa atuação é muito mais na infraestrutura de telecomunicações no sentido de garantir que as redes de telecomunicações não estejam sendo utilizadas para descumprir a lei ou disseminar mentiras”, esclarece.
O presidente da Anatel fala também da proposta de um marco regulatório para a Inteligência Artificial “De um lado temos que ter um marco regulatório que dê segurança para que essa tecnologia que tem grandes potenciais não seja utilizada para fins negativos do ponto de vista social. [...] É importante que a inteligência artificial seja usada com base em princípios éticos e com base nos valores da sociedade, por exemplo, no caso do Brasil, da sociedade brasileira.
O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
From the publisher's feed