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Um calendário de torneios profissionais mais robustos é o caminho ideal para que o tênis brasileiro cresça em quantidade e qualidade no circuito masculino e feminino. A opinião é do presidente da Confederação Brasileira, Rafael Westrupp, que está no cargo desde 2017 e irá dirigir a entidade por mais três temporadas.
Westrupp acredita que o Brasil consiga promover pelo menos 20 semanas de torneios futures e challengers nesta temporada e mostra um número interessante: a disputa de eventos em solo nacional em 2021 permitiu que os jogadores brasileiros subissem 5 mil postos nos dois rankings de simples.
O dirigente também avaliou a disputa da Copa Davis entre Brasil e Alemanha no Parque Olímpico e explicou o motivo de a CBT não assumir o complexo depois dos Jogos de 2016. Aproveitou para fazer uma avaliação de sua gestão, incluindo também beach tennis e o tênis em cadeira de rodas.
O reforço de última hora do time adversário, com a chegada inesperada do número 3 do mundo Alexander Zverev, traz maior dificuldade ao time brasileiro que vai disputar o qualificatório para o Grupo Mundial da Copa Davis neste final de semana, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro.
Mas, se de um lado a Alemanha fica mais forte, do outro sobe muito sua responsabilidade de ganhar o confronto. Essa é a opinião do capitão Jaime Oncins, que mostra confiança no grupo brasileiro e acredita que uma preparação bem feita será essencial para ganhar três dos cinco jogos no saibro e no calor cariocas.
Oncins faz uma análise geral do confronto, convoca o público para motivar o time nacional e relembra o duelo contra a Alemanha de Boris Becker de 30 anos atrás.
O editor José Nilton Dalcim também avalia a grande mudança no ranking masculino com a chegada de Daniil Medvedev ao número 1 e o grande momento de Rafael Nadal.
Principal torneio da América do Sul, o Rio Open mostrou maturidade na sua oitava edição e, apesar do problema com o mau tempo, a experiência adquirida ao longo dos anos ajudou a encerrar o torneio com ótimos resultados de público e financeiros, como conta o diretor do torneio Luiz Fernando Procópio Carvalho ao editor José Nilton Dalcim.
Lui respondeu também a algumas críticas feitas quanto ao problema da lona, das sessões diurna e noturna e da chave de simples com 28 jogadores. E garante que o sonho de o torneio subir para a categoria Masters 1000 continua, ainda que distante.
Para completar, Lui falou sobre como Carlos Alcaraz é visto nos bastidores e acredita em grande futuro para o espanhol. Ele segue agora para dirigir o torneio de Queen's e acredita que a Inglaterra não terá restrições para a Covid-19 quando a temporada de grama chegar, o que viabilizaria a participação de Novak Djokovic.
Maior talento do tênis brasileiro atual, o paranaense Thiago Wild não embalou depois do título no ATP 250 de Santiago de dois anos atrás. Em entrevista ao repórter Felipe Priante durante o Rio Open desta semana, o número 2 do Brasil reconhece que "poderia e deveria" estar num estágio mais evoluído da carreira e que muito disso foi em função de "imaturidade e afobação, mas não por medo, uma euforia que não precisava".
Rogério Dutra Silva anunciou no final da semana passada, quando também completou 38 anos, a sua aposentadoria do circuito profissional, depois de 19 temporadas de muita luta e grandes atuações.
Em conversa com o editor José Nilton Dalcim, Rogerinho conta no Podcast TenisBrasil desta semana por que optou pelo fim da carreira, recordou seus principais momentos e revela o que mais sentirá falta.
Ele deixa aberta a porta para se tornar treinador, dá conselho a quem está iniciando e cita inúmeras pessoas que foram fundamentais na sua trajetória.
A grande conquista de Rafael Nadal, que surpreendeu novamente o circuito do tênis, é o destaque do Podcast de TenisBrasil desta semana. A duplista Luisa Stefani e o treinador e comentarista Paulo Cleto destacam o peso do espanhol para o tênis.
Stefani também fala da campanha espetacular de Bia Haddad e diz se existe chance de as duas formarem dupla em 2022.
Novak Djokovic já está treinando e foi confirmado como cabeça 1 no Australian Open depois de quatro dias angustiantes sob custódia do governo. Mas, mesmo depois de ter seu visto validado por um juiz, ainda existem perguntas a serem respondidas e novas suspeitas de irregularidade pipocam.
O editor José Nilton Dalcim faz um resumo do que aconteceu nas últimas horas no caso que agitou o mundo todo nos últimos dias e mostra quais dúvidas permanecem. O primeiro Grand Slam começa na noite de domingo pelo horário brasileiro.
A entrevista da semana é com Eduardo Frick, gerente de esportes e eventos da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), que entrou de vez na área das promotoras e tem trazido importantes torneios de base para o país. Frick também fala do circuito juvenil e da presença cada vez mais significativa dos atletas na gestão da entidade.
Numa campanha brilhante e inesperada, o canhoto paulista Igor Marcondes se tornou no último domingo apenas o segundo brasileiro a conquistar um título de nível challenger em toda a temporada 2021.
Sem ter vencido futures anteriormente e com um salto de 500 posições no ranking desde janeiro, Igor conta ao Podcast TenisBrasil que não se surpreende com a façanha e diz saber que é preciso continuar investindo em todos os aspectos.
Marcondes fala também de suas origens, a dificuldade que passou com a suspensão de nove meses e de seus objetivos.
A renovação significativa do top 10 do ranking feminino, com aparecimento de países com pouca tradição no tênis, mostra o quão competitiva e imprevisível foi a temporada 2021 das meninas.
A ex-top 50 do mundo Patrícia Medrado destaca o momento de crescimento técnico do circuito feminino, mas alerta que a novíssima geração ainda precisará de um tempo para fixar suas carreiras.
O editor José Nilton Dalcim também fala das surpresas do ano, como o título de Barbora Krejcikova em Roland Garros e a arrancada da estoniana Anett Kontaveit, e avalia o que pode acontecer com Naomi Osaka e Serena Williams em 2022.
Com sua espetacular campanha nos Grand Slam, terá sido a maior temporada da carreira de Novak Djokovic? O editor José Nilton Dalcim convida o técnico e comentarista Paulo Cleto para falar dos destaques masculinos de 2021.
Os dois debatem também sobre as evoluções de Alexander Zverev e Daniil Medvedev, falam da instabilidade e do que aguarda Stefanos Tsitsipas e elegem as decepções da temporada.
Cleto acredita que Carlos Alcaraz tenha mais potencial para grandes feitos do que Jannik Sinner e diz que o circuito sempre sentirá falta de Rafael Nadal e Roger Federer, mas que isso parece inevitável.
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