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Embora o embrião seja anterior a 2008, o projeto 'Jogue Tênis nas Escolas' completou oficialmente 14 temporadas de trabalho contínuo na tentativa de ampliar ao máximo a base do esporte. E com sucesso.
O Podcast TenisBrasil conversa nesta semana com Airton Santos, o coordenador nacional do projeto junto à Confederação Brasileira de Tênis, que mostra como funciona o extenso trabalho desenvolvido e quais as metas a curto a médio prazos.
A boa notícia é que os talentos observados têm sido encaminhados para as chamadas "células receptoras", ou seja, clubes e academias parceiros que dão oportunidade de treinamento mais apurado.
Airton também revela a criação de um programa adicional da Federação Internacional de Tênis, voltado para tenistas até 14 anos e focado mais no setor competitivo.
As tenistas brasileiras vivem um grande momento, com larga exposição na mídia desde a medalha de bronze olímpica, passando depois pelo top 10 de Luisa Stefani e agora com a arrancada de Beatriz Haddad Maia.
Mas como aproveitar tudo isso para promover o tênis feminino aqui dentro do país, colocar mais meninas na quadra e abrir os horizontes de uma carreira profissional?
Para discutir isso, o Podcast TenisBrasil desta semana convidou dois grandes especialistas. A ex-profissional, hoje treinadora e membro do Departamento de Capacitação da CBT, a gaúcha Sabrina Giusto, e o treinador de competição, ex-técnico e agora empresário de Laura Pigossi, o paulista Renato Messias.
Giusto diz que as dificuldades de seguir carreira não mudou muito para as meninas brasileiras e Messias mostra a necessidade de um calendário forte. Os dois acham que investir em projetos sociais tem se mostrado um ótimo caminho para descobrir talentos e abrir o leque de oportunidades, mas alertam para o alto custo de uma carreira juvenil.
Convidado desta semana no Podcast TenisBrasil, o comentarista e ex-profissional Dácio Campos analisa junto com o editor José Nilton Dalcim a ascensão do espanhol Carlos Alcaraz à liderança do ranking e o domínio de Iga Swiatek no circuito feminino.
Dácio destaca os diversos predicados do jovem tenista espanhol de 19 anos, tanto na parte técnica quanto no aspecto emocional, mas ainda acha cedo imaginar que ele ocupará o lugar do Big 3, principalmente porque Novak Djokovic ainda pode ser muito competitivo.
Quanto a Swiatek, Dácio a vê acima das demais, porém enxerga limitações técnicas que a polonesa de 21 anos precisará corrigir ao longo do tempo.
Às vésperas do quarto Grand Slam da temporada, o editor José Nilton Dalcim responde a perguntas sobre o US Open no Podcast TenisBrasil desta semana, desde o rol dos favoritos e das possíveis surpresas até como está a velocidade do piso e a questão das bolas diferentes para a chave feminina.
O US Open fica capenga sem Novak Djokovic? Dalcim também dá sua visão sobre a ausência do sérvio e de como isso interfere na parte técnica do campeonato.
Por fim, há a grande expectativa pela despedida de Serena Williams e pelo desempenho de Beatriz Haddad Maia. Lá de Nova York, Bia manda áudio para falar de como está encarando o US Open agora na condição de cabeça 15.
O Podcast TenisBrasil desta semana reúne a ex-profissional Patrícia Medrado, o técnico Paulo Cleto e Leo Azevedo, o Head Coach do RTB, que é um dos apoiadores de Beatriz Haddad Maia, para discutir o grande momento da tenista brasileira.
Os especialistas conversam com o editor José Nilton Dalcim e falam da evolução da canhota de 26 anos e do que ela precisa fazer daqui em diante, já que subiu para um grande patamar ao se tornar 16ª do mundo.
O painel ainda fala sobre a regra que permite aos tenistas conversar durante os jogos com seus treinadores e revela que Luisa Stefani irá retomar sua carreira de simples.
A conquista de Jannik Sinner no último domingo em Umag, reforçada pelo título de uma semana atrás de Lorenzo Musetti, mostram que a Itália é mesmo um grande exemplo a ser seguido. Com um calendário de 40 torneios por ano, deu oportunidade a um grande número de tenistas e achou qualidade.
Esse certamente é o caminho que o Brasil precisa seguir, e com urgência. Esta é a opinião de Mauro Menezes, ex-jogador de Copa Davis e treinador muito experiente. Em entrevista à jornalista Daniela Giuntini durante o IPG Open do Rio, ele diz que sem torneios locais o custo fica gigante para os brasileiros.
Menezes criou o Instituto Próxima Geração há três anos e se emocionou ao ver Fernanda Barbosa, de 15 anos, uma de suas alunas no projeto social, disputar o quali do ITF carioca. "Há três anos, ela não sabia o que era tênis", enfatiza. "O projeto social permite uma transformação gigante".
Uma das estrelas do IPG Open, a fluminense Rebeca Pereira também conta ao Podcast TenisBrasil como está sua lenta e contínua ascensão no circuito profissional e diz que o sonho é disputar um Grand Slam.
A confirmação de Novak Djokovic na Laver Cup, ao lado dos outros três Big 4 do tênis, aumentou especulações de que Roger Federer poderá anunciar a aposentadoria durante o evento marcado para setembro, na arena O2 de Londres.
O editor José Nilton Dalcim conta detalhes dos bastidores do torneio amistoso entre Europa e Mundo, mas não acredita que o suíço dirá adeus ao tênis na Laver Cup.
Outro assunto importante abordado no Podcast TenisBrasil desta semana é a oportunidade mais do que concreta de o espanhol Carlos Alcaraz sair do US Open entre os dois primeiros do ranking. Dalcim mostra números e possibilidades de Rafael Nadal e Alcaraz ultrapassarem Daniil Medvedev na quadra dura norte-americana.
O mais importante torneio do tênis internacional terminou com a confirmação de Novak Djokovic e uma nova campeã de Grand Slam com Elena Rybakina, e assim é o tema principal do Podcast TenisBrasil desta semana.
O editor José Nilton Dalcim e seu convidado, o jornalista Chiquinho Leite Moreira, avaliam as campanhas, falam sobre a expectativa sobre Nick Kyrgios e Carlos Alcaraz e de como o circuito feminino continua aberto.
A chance de Djokovic aparecer no US Open e a saída de Roger Federer e Serena Wiliams do ranking são outros destaques do bate-papo. Chiquinho vê as medidas sanitárias ainda mais duras nos EUA, o que pode complicar o sérvio, e acredita que chegou o fim da linha para as longas e espetaculares carreiras do suíço e da norte-americana.
A nova lista do ranking feminino, a ser divulgada na próxima semana, trará mais uma façanha para a carreira de Beatriz Haddad Maia, como revela o Podcast de TenisBrasil desta segunda-feira.
A canhota de 26 anos aparecerá entre as 25 melhores do mundo tanto em simples quanto nas duplas, façanha jamais alcançada por qualquer outro brasileiro desde a criação dos rankings, na primeira metade dos anos 1970.
Bia será 25ª de simples, imediatamente atrás de Petra Kvitova, e 24ª de duplas, à frente de Luisa Stefani.
O editor José Nilton Dalcim também avalia a participação brasileira nas chaves profissionais de Wimbledon, encerradas nesta segunda-feira, e diz que o destaque foi Rafael Matos. O gaúcho conversou com o repórter Matheus Fonseca em Londres e fala de seu momento e da parceria com o espanhol David Vega.
Com o crescimento de Beatriz Haddad Maia, física, técnica e emocionalmente, a grama se encaixou perfeitamente no estilo da canhota brasileira, e por isso a surpresa de suas conquistas é até relativa. Essa é a opinião de Patrícia Medrado, a entrevistada do Podcast TenisBrasil desta semana.
Uma das mais importantes e experientes tenistas do país, Medrado acredita que as adversárias entrarão com muito respeito para enfrentar Bia em Wimbledon, o torneio que a maioria do circuito enxerga de forma muito especial.
Patrícia fala ainda do processo de desaceleração da grama ao longo das últimas duas décadas, mas explica o que ainda torna o piso tão difícil para os tenistas.
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