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O último Podcast TenisBrasil desta longa temporada é um amplo e saboroso bate-papo com o treinador Sylvio Bastos, também comentarista da ESPN.
Ele e o editor José Nilton Dalcim falam sobre o calendário reduzido de Carlos Alcaraz, da ansiedade que pode atacar Novak Djokovic e do que se pode esperar de Casper Ruud e Holger Rune para a temporada 2023.
Sylvio revela sua decepção com o potencial ainda não pleno de Stefanos Tsitsipas e coloca as dúvidas que pairam sobre nomes tão importantes como Rafael Nadal e Alexander Zverev, o polêmico Nick Kyrgios e as esperanças italianas Jannik Sinner e Lorenzo Musetti.
O capitão brasileiro da Copa Davis, Jaime Oncins, faz avaliação da temporada 2022 em entrevista ao editor José Nilton Dalcim e diz ao Podcast TenisBrasil que a renovação do tênis masculino está em andamento, mas que é preciso paciência porque o processo é lento.
Para Oncins, Thiago Monteiro deu um passo adiante, com atuações mais consistentes; Felipe Meligeni e Matheus Pucinelli estão adquirindo experiência e precisam amadurecer; e Gustavo Heide e João Fonseca estão em bom caminho para a renovação, como aconteceu com Rafael Matos, hoje em grande momento.
O experiente capitão, que já foi top 40 de simples, lembra que o parâmetro habitualmente feito em cima de Gustavo Kuerten é um tanto irreal, porque ele foi um fora de série. E acha que o sucesso de Beatriz Haddad Maia serve de grande incentivo para todo mundo.
Oncins irá contribuir agora com uma parceria direta com a CBT e usar a estrutura da academia MontVerde, lá na Flórida, para focar na transição dos juvenis. Junto com os treinadores, haverá período de treinamento e disputa de torneios no verão americano. "Estou empolgado", garante.
A Confederação Brasileira de Tênis não tem do que reclamar. A temporada 2022 foi cheia de sucesso para o país, com conquistas e façanhas das meninas, dos juvenis, dos cadeirantes e do beach tennis. Em entrevista ao editor José Nilton Dalcim, o presidente da entidade, Rafael Westrupp, faz um balanço e não esconde seu entusiasmo pelo grande momento.
Entre os temas discutidos, Westrupp explicou o investimento em torneios de base profissionais e que isso tem sido importante nas finanças da CBT, revelando que a situação econômica é tão positiva que permite se planejar investimentos e gastos com os tenistas e as equipes competitivas. E falou da interação com os centros de treinamento espalhados pelo país.
Apesar de o tênis juvenil ter conquistado a Davis Júnior e revelado João Fonseca, Dalcim cobrou da CBT um calendário mais robusto para aumentar a quantidade de tenistas em quadra.
Westrupp explicou ainda como estão as parcerias com três promotores de Grand Slam, que abriram portas para os juvenis brasileiros, do acordo firmado com Jaime Oncins e do projeto olímpico para 2024.
Beatriz Haddad Maia encerrou a temporada como top 15 tanto em simples quanto nas duplas, venceu dois torneios de WTA na grama, foi à final de Toronto depois de ganhar da número 1 do mundo e chegou ao vice de duplas no Australian Open, o que a levou ao WTA Finals.
No Podcast TenisBrasil desta semana, a paulistana de 26 anos acha que a maturidade foi a principal marca de sua evolução. "Gosto de competir, gosto da pressão", afirma ela ao repórter Felipe Priante, dizendo que sabe lidar de forma positiva mesmo nos momentos delicados de um jogo.
Ela será novamente cabeça de chave no Australian Open e Bia diz que isso é mérito por seus resultados, mas também muito bom para evitar uma top 30 nas duas primeiras rodadas.
Depois de fazer cerca de 120 jogos em simples e duplas em 2022, disputar o WTA Finals foi "a cereja do bolo" e Bia é taxativa: "há espaço para melhorar em tudo".
Os jornalistas especializados Otávio Maia e Alexandre Cossenza louvaram a grande conquista de Novak Djokovic no ATP Finals de 2022, que resgatou de vez uma temporada atípica, mas consideram que o espanhol Rafael Nadal foi de fato o melhor tenista da temporada.
Em bate papo com o editor José Nilton Dalcim, Maia considera que o peso dos dois Slam erguidos, com consequente recorde absoluto, é maior do que qualquer outra façanha na temporada, enquanto Cossenza avalia as superações incríveis do canhoto espanhol.
A análise fala também do crescimento de Casper Ruud, da expectativa sobre Carlos Alcaraz e do que a novíssima geração será capaz de alcançar em 2023. Por fim, Dalcim pediu aos convidados para palpitarem quem vai ganhar os Grand Slam na próxima temporada e quem terminará o ano na ponta do ranking.
Muito mais do que o histórico título na chamada Copa Davis Junior, que equivale ao Mundial de 16 anos, o capitão brasileiro Rodrigo Ferreiro vê muita qualidade tanto técnica quanto emocional no grupo que dirigiu com sucesso no saibro de Antalya, na Turquia.
Ferreiro acompanha a garotada há cinco anos e considera a faixa dos 16 anos como a mais relevante para distinguir os que têm real oportunidade no circuito profissional. Ele detalhe a campanha de João Fonseca, Pedro Rodrigues e Gustavo Almeida na competição e faz uma análise individual de cada tenista. E não esconde admiração por Fonseca.
O editor José Nilton Dalcim também destaca no Podcast TenisBrasil desta semana a grande vitória brasileira no saibro argentino e o desafio que será enfrentar a Alemanha fora de casa, em abril, com o sonho de se atingir a fase final da Billie Jean King Cup.
A final histórica do WTA 1000 de Guadalajara com duas brasileiras, a classificação de Beatriz Haddad Maia para o Finals de Fort Worth e a recuperação acelerada de Luisa Stefani fizeram o fim de semana muito especial para o tênis nacional.
Bia se fixa no top 15 de simples e duplas, façanha inédita no tênis brasileiro, e se torna uma das poucas com atuação de alto nível nas duas especialidades no circuito internacional. Stefani, por sua vez, vai ao 55º e nem vai mais precisar do ranking protegido.
Mas a semana também foi curiosa para o tênis masculino, com títulos no domingo para três dignos representantes da novíssima geração. O editor José Nilton Dalcim destaca Holger Rune entre eles, com um estilo tático e técnico cada vez mais parecido com o de Carlos Alcaraz.
Por fim, Wilson Leite conta como venceu o future do Rio e diz que ainda tem sonhos, mesmo aos 30 anos.
O tênis masculino brasileiro está necessitando mais do nunca de renovação. Por isso, o Podcast TenisBrasil desta semana foi conferir a participação do carioca João Fonseca na etapa do Rio de Janeiro do circuito Mens Dove Care, organizado pela CBT.
Agora com 16 anos, João conta à jornalista Daniela Giuntini como tem sido suas experiências nos maiores torneios juvenis do calendário, mesmo jogando uma categoria acima.
Ele também fala sobre como pretende encarar sua carreira profissional e a meta não poderia ser maior e mais ousada: João quer o número 1 do mundo. Dono de um tênis agressivo, ele adoraria ganhar Wimbledon.
Os tempos duros da pandemia foram mais um grande desafio para Daniel Dutra da Silva. Para tentar manter a carreira profissional, ele foi dar até aulas particulares. O esforço compensou. Dois anos depois, ele saltou do nível future para o quali do US Open, tendo mostrado evolução nos torneios challengers ao longo desta temporada.
Em entrevista ao jornalista Felipe Priante durante o Campeonato Internacional de Tênis, torneio challenger disputado na Sociedade Hípica de Campinas, Danielzinho explica como alcançou o mais alto estágio técnico de sua longa carreira e, aos 34 anos, mostra vitalidade para seguir em frente com novas metas.
O Podcast TenisBrasil desta semana também fala dos destaques do fim de semana. O editor José Nilton Dalcim avalia o momento de Novak Djokovic, a recuperação do tênis norte-americano e a volta de Barbora Krejcikova aos títulos de peso no circuito feminino.
O mineiro André Sá é uma das seis atrações do Brasília Champions, torneio oficial da ATP que reúne neste final de semana estrelas como David Ferrer, Tommy Haas e David Nalbandian na Arena BRB, em Brasília (DF).
Entrevistado no Podcast TenisBrasil desta semana, o mineiro que jogou até os 40 anos dá sua visão sobre o atual circuito de duplas, fala de como escolher o parceiro certo e acha que as duplas estão ganhando espaço cada vez maior.
Ele também relembra as aposentadorias de Roger Federer e Serena Williams e se diz admirado com a nova geração masculina, especialmente Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, que tendem a "elevar o tênis a outro nível".
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