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Com apenas 20 anos e dois dias, Carlos Alcaraz acrescentou um quarto troféu de Masters 1000 a sua notável coleção, que inclui um Grand Slam e cinco ATP 500. O Podcast TenisBrasil mostra como isso coloca ainda mais molho no circuito masculino, que promete grandes batalhas em Roma. O editor José Nilton Dalcim comenta a questão da disputa pelo número 1 e diz que, apesar do grande momento, não dá ainda para comparar Alcaraz a Rafael Nadal.
Aryna Sabalenka repetiu a façanha de 2021 e novamente ganhou Madri da número 1 vigente e, acima de tudo, mostra que a evolução física e mental deste começo de temporada rende frutos sólidos. A bielorrussa tem expressiva liderança nos números de 2023 e pode entrar de vez na briga pela ponta com Iga Swiatek.
O Podcast desta semana também traz palavras de Beatriz Haddad Maia, nossa nova top 10, e de Matheus Pucinelli, que ganhou seu primeiro challenger em momento de reação na jovem carreira.
Quatro dos nomes mais promissores do tênis masculino brasileiro tiveram uma experiência inédita e muito proveitosa. Durante uma semana, os três garotos campeões mundiais de 16 anos e o local Pedro Boscardin fizeram um treinamento coletivo junto a seus treinadores e o ex-capitão do time nacional da Copa Davis, Paulo Cleto.
Responsável pela transição ao profissional dos números 1 nacionais Cássio Motta, Luiz Mattar e Jaime Oncins ao longo de sua carreira, Cleto conta como foi o trabalho intenso desenvolvido em Florianópolis, que contou com visitas de Guga Kuerten, e avalia o potencial de cada um deles.
Cleto ressalta que, apesar da evidente qualidade da garotada, ainda existe muito trabalho a ser feito e acredita que encontros como esse precisam ser mais frequentes e também abranger o tênis feminino.
A eliminação brasileira no saibro coberto de Stuttgart, onde se sonhava com a vaga no Grupo Mundial da BJK Cup, deixou um gosto amargo. Será que houve pressão exagerada sobre Bia Haddad Maia?
A técnica, comentarista e recordista nacional de vitórias na BJK Cup, a baiana Patrícia Medrado, analisa o que aconteceu em cada partida, destaca a ótima atuação de Laura Pigossi na sexta-feira e elogia a astuta mudança de escalação do capitão alemão Rainer Schuttler.
Ao lado do editor José Nilton Dalcim, Medrado também fala da abertura da temporada do saibro europeu feminino, lá mesmo em Stuttgart, e acredita que existam algumas fortes postulantes aos principais títulos.
Para celebrar a chegada da temporada de saibro, o editor José Nilton Dalcim dedicou o Podcast TenisBrasil desta semana para contar a história aceita e a provável verdade de como surgiu a ideia de criar as quadras de terra batida, o que de qualquer forma certamente aconteceu na França ainda no século 19.
Dalcim também conta que cinco dos oito mais antigos torneios de tênis ainda em atividade também são disputados sobre o saibro, todos eles também surgidos antes da virada para o século 20.
Por fim, destaque para os dois grandes nomes do piso em todos os tempos: Rafael Nadal e Chris Evert, com seus números espetaculares.
Beatriz Haddad Maia e o time do Rede Tenis Brasil se apresentaram nesta terça-feira, em São Paulo, e o Podcast TenisBrasil foi ouvir a número 14 do mundo e seu treinador, Rafael Paciaroni.
O repórter Felipe Priante perguntou ao técnico sobre as críticas recebidas sobre a falta de planos táticos alternativos de sua pupila e Paciaroni explicou o como é o 'padrão Bia'. Ele se diz ainda muito entusiasmado pela naturalidade da canhota em todos os pisos e tem ótima expectativa para o saibro.
Bia, que antes de ir a Stuttgart, Madri e Roma irá ser o pilar do time brasileiro na BJK Cup contra a Alemanha, reforça que a meta principal continua a ser o top 10.
Enquanto os torneios combinados de Miami entram em sua segunda semana, o Podcast TenisBrasil aborda a importância dos projetos sociais para o tênis brasileiro. O editor José Nilton Dalcim bate um papo com Artur Ricardo, que há 12 anos toca um trabalho silencioso e inovador em Pilares, no Rio de Janeiro.
Artur conta que já deu aula para mais de 2 mil pessoas de todas as idades na única quadra que o projeto possui, quase embaixo do viaduto, e que o apoio de lojistas locais já permitiram que ele distribuisse cerca de mil raquetes.
Ele defende a entrada mais forte do tênis nas classes C, D e E e por isso já levou o tênis a menores infratores e a um prostíbulo. E foi muito bem recebido! Agora, o projeto tenta apoio para enviar Marina, de 17 anos, para um centro de tênis na Espanha. Ela é estudante de escola pública e está no projeto desde os 11.
O editor José Nilton Dalcim faz um pente fino sobre os pontos em defesa dos principais líderes do ranking a partir de agora, quando começam os torneios combinados de Miami, e prevê uma intensa disputa, com possível troca frequente de número 1 no masculino.
Com 6.500 pontos em jogo a partir da disputa na Flórida, o sérvio Novak Djokovic tem menor número de pontos a defender (1.880) do que Alcaraz (2.870). A vantagem pequena do espanhol neste momento é de 260 pontos e assim não será nada surpreendente se Djokovic reassumir após Miami, haver briga direta em Monte Carlo, depois um período de defesas críticas para Alcaraz em Barcelona e Madri e por fim novas oportunidades para ambos em Roma e Paris.
Mais atrás, os especialistas Stefanos Tsitsipas e Casper Ruud têm alguma chance de se aproximar dos líderes e a incógnita é Daniil Medvedev, que somou apenas 360 pontos de Miami até Roland Garros e portanto tem uma enorme margem para crescer.
No feminino, Iga Swiatek ainda tem folgados 3.235 pontos de distância para Aryna Sabalenka, mas a polonesa está no período em que tem de repetir uma longa série de títulos. Dalcim diz que Ons Jabeur merece atenção, porque seu estilo é muito apropriado para o saibro e ela pode somar muito em Roland Garros.
O editor José Nilton Dalcim analisa este começo de temporada e se diz decepcionado com os novos nomes do tênis masculino, de quem se esperava mais. Apesar de terem conquistado títulos de menor expressão, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner mostram também fragilidade física. O mesmo acontece com o promissor Sebastian Korda.
Também se esperava muito de Holger Rune e de Felix Auger-Aliassime, que venceram muito pouco até agora. Em compensação, vieram algumas surpresas, como o norte-americano Ben Shelton e o francês Arthur Fils, mas Dalcim alerta que os nomes na faixa dos 25 anos ainda precisam ser bem observados.
O Podcast TenisBrasil desta semana também fala da ausência de Novak Djokovic em Indian Wells e mostra que a trajatória de Beatriz Haddad Maia deve ser dura.
Um dos grandes destaques do Rio Open 2023 foi a despedida de Thomaz Bellucci, o tenista brasileiro de mais alto ranking desde Gustavo Kuerten e dono de quatro ATPs que, aos 35 anos, decidiu se aposentar.
Na entrevista concedida ao jornalista Felipe Priante, o canhoto de Tietê/SP fala do "gosto amargo" pelo fim da carreira, mas que não conseguia mais render fisicamente e que vivia lutando contra contusões. E admite que foi difícil voltar a disputar torneios pequenos, mas que queria tentar de tudo para recuperar o melhor nível.
Bellucci conta que nunca considerou jogar o circuito de duplas, apesar dos conselhos de Marcelo Melo. Sua meta imediata é "conhecer o mundo" sem horários e depois desenvolver um programa de formação de tenistas. "Primeiro tenho de fazer cursos de treinador, me especializar", reconhece, sem descartar virar treinador de um jovem de bom potencial.
Por fim, Bellucci lamentou que talvez só receba a valorização correta depois de se aposentar, diz que lidou mal com críticas e revela histórias do começo da carreira, além de responder perguntas de internautas.
Um dos principais treinadores brasileiros da atualidade, Léo Azevedo fala sobre o seu trabalho com Luisa Stefani, enaltece o grande momento do tênis feminino e cobra um torneio no país.
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