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Medalhista de ouro em simples e duplas nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, o que também lhe deu vaga direta para a Olimpíada de Paris, a paulista Laura Pigossi ainda tem metas para 2023. Ela disputa os WTA 125 sul-americanos em busca de recuperar o top 100 e se garantir no Australian Open.
Em entrevista ao repórter Matheus Dalcim, a tenista afirma no Podcast TenisBrasil que não se sente com 28 anos e diz estar trabalhando para subir mais à rede. "Saber que tenho falhas me motiva", garante, com humildade.
O podcast desta semana também traz análise do editor José Nilton Dalcim sobre o WTA Finals, os classificados para Turim e a confusão da WTA, que acabou confirmando Bia fora do top 10 no ranking final da atual temporada.
O Podcast TenisBrasil desta semana destaca outra semana de sucesso para Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi. O editor José Nilton Dalcim mostra os novos feitos inéditos da canhota de 27 anos, que tem tudo para terminar o ano no top 10 e participar de seus primeiros Jogos Olímpicos, realizando outro sonho.
Pigossi pode igualar Vanessa Menga e se tornar apenas a segunda tenista brasileira a jogar duas Olimpíadas diferentes. Ela ainda briga por pontos neste final de temporada em busca de vaga direta no Australian Open.
O Podcast traz ainda uma série de declarações de Bia, analisando sua temporada, seu novo papel no circuito, do drama no México e de sua incrível força mental.
O segundo Podcast TenisBrasil especial de aniversário reúne nesta semana perguntas, opiniões e dúvidas dos internautas sobre os 25 anos do site, assim como sobre o tênis nacional e internacional.
Dalcim revela as dificuldades ao longo da história de TenisBrasil, responde sobre Goat de cada década, fala sobre as medidas mais necessárias para alavancar o tênis brasileiro e termina com avaliação do futuro aguardado para o tênis masculino e da temporada feminina de 2023.
O Instituto Próxima Geração comemorou seu quinto aniversário nesta semana com mais de 800 crianças e adolescentes atendidos, e Mauro Menezes, ex-profissional que idealizou o projeto, enxerga uma real transformação. "A maioria delas nem sabia o que era tênis, porque não têm tv a cabo, e alcançamos a ruptura de dogmas através do esporte", enfatiza.
Ele conta que muitas crianças chegam ao projeto desnutridas - "tivemos de mudar a ideia do lanche após o treino para um lanche antes do treino porque às vezes elas não comeram nada" - e são acompanhadas muito de perto na parte escolar. "Só o fato de dar essa atenção, já se observa uma melhora", relata.
O IPG se prepara agora para o desafio de abrir novas sedes pelo país. Já lançou a de Recife (PE) e terá uma no interior paulista ainda em 2023, com lançamentos para Salvador (BA) e Vila Velha (ES) previstos para 2024.
Uma das atrações no challenger de Campinas, o cearense Thiago Monteiro é o entrevistado do Podcast TenisBrasil desta semana. Ao repórter Felipe Priante, ele avaliou as frustrações que passou na temporada, deixando escapar importantes vitórias, e explicou o desabafo que fez depois da grande vitória sobre o número 4 do mundo, Casper Ruud, na Copa Davis.
Monteiro espera recuperar o top 100 na série de challengers que irá disputar nas próximas semanas e está motivado a ser campeão pan-americano e garantir lugar nos Jogos Olímpicos de Paris.
O juvenil brasileiro não precisa deixar o país para obter excelência técnica e física. A opinião é de Carlos Omaki, um dos mais renomados treinadores de base do Brasil, que cita João Fonseca como exemplo mais atual e perfeito.
Para o experiente treinador, o juvenil brasileiro no entanto precisa adaptar a cabeça na hora de fazer a transição para o profissional, o que exige ainda mais dedicação e boas orientações. "O técnico brasileiro é visto com um dos mais conservadores no mundo", destaca quanto ao calendário ideal.
Omaki também acha que a ITF precisa com urgência adotar a regra da instrução, como já acontece no circuito da ATP e WTA, já que acredita que as crianças precisam ainda mais de orientação de qualidade do que os profissionais. "A Federação Paulista já autorizou um teste nesse sentido para os torneios amadores deste final de temporada", revela.
O extraordinário esforço de Novak Djokovic para se recuperar diante de Carlos Alcaraz na decisão épica de Cincinnati no último domingo justificou plenamente a condição de 'Goat' (maior de todos os tempos) do sérvio.
Quem diz isso é o ex-profissional, comentarista e treinador Dácio Campos, que avalia os aspectos técnicos, táticos e emocionais da incrível partida de 3h50 com o editor José Nilton Dalcim.
Dácio enaltece a conduta do espanhol dentro e fora da quadra, fala da força mental de Djokovic que vem desde os tempos de infância e só espera que ambos repitam o duelo na final do US Open.
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