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O tênis italiano coloca mais um nome no top 100 nesta segunda-feira com o título de Luciano Darderi, de 21 anos, em Córdoba. Para explicar como a Itália deu a volta por cima e, no curtíssimo prazo de 20 anos, transformou completamente o quadro do tênis masculino, o Podcast TenisBrasil desta semana de Carnaval convidou César Kist, que é hoje o responsável pelos programas de desenvolvimento do tênis na América do Sul perante a Federação Internacional.
Kist conta ao editor José Nilton Dalcim como a Itália enxergou a importância do trabalho de base, criou uma centena de centros regionais e outros quatro centros de excelência, além de trazer mudanças inteligentes no sistema de treinamento. "Eles enxergaram que a formação dos golpes do tenista precisa acontecer até os 12 anos", conta Kist, destacando também o envolvimento das escolas com os esportes de raquete.
Mesmo com a dispensa inesprada de Thiago Wild, o tênis brasileiro foi ao piso sintético coberto da Suécia e ganhou três das quatro partidas. Com isso, disputará pela primeira vez desde 2015 o título da Copa Davis, embora é claro terá adversários muito mais gabaritados na fase de grupos, marcada para setembro.
Capitão da Davis por 18 anos, Paulo Cleto conversa com o editor José Nilton Dalcim sobre o desempenho brasileiro na Suécia, aposta todas suas fichas no trabalho experiente e determinado do capitão Jaime Oncins e diz que o Brasil tem tudo para formar um grande time de Copa Davis com o amadurecimento de seus jogadores, a maioria ainda muito jovens.
Cleto também acha que é preciso diálogo entre Oncins e Wild para que o número 1 nacional tenha comprometimento com o grupo, já que poderá ser peça fundamental na fase de grupos da competição.
O editor José Nilton Dalcim recebe os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia para a análise completa do que aconteceu nos torneios masculino e feminino deste Australian Open, encerrado com os títulos de Jannik Sinner e Aryna Sabalenka.
Sinner vai embalar? Sabalenka novamente subiu de patamar? A mesa redonda discute também os reflexos do torneio para Novak Djokovic, as surpresas adolescentes da chave feminina e a questão que envolve a diversidade de bolas no circuito profissional.
Os convidados também mostram diferentes pontos de vista sobre a campanha um tanto decepcionante de Beatriz Haddad Maia em Melbourne e como ela irá reagir nos próximos torneios.
Atual campeã de duplas mistas, ao lado de Rafael Matos, a paulistana Luisa Stefani está de volta ao Australian Open. Em entrevista ao Podcast TenisBrasil, ela conta como é a sensação de retornar a Melbourne e fala o que aconteceu em Brisbane, onde sentiu o joelho e ficou de fora da chave.
Já recuperada, a jogadora de 26 anos estreia um time renovado, com novo técnico e o apoio de Bruno Soares, além de também experimentar uma troca de parceira, jogando agora com a experiente Demi Schuurs.
Ela ainda revela que recebeu um convite da organização para defender o título de duplas mistas ao lado do gaúcho Rafael Matos.
Por fim, o editor José Nilton Dalcim alerta como tem sido diferente jogar neste Australian Open conforme o horário da partida e o desgaste da bola, que parece ficar muito mais lenta com a passagem dos games.
Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no circuito? Acesse http://tenisbrasil.com.br e veja diariamente todas as notícias do tênis nacional e internacional.
O primeiro Podcast TenisBrasil em 2024 traz um bate-papo com Duda Matos, o treinador de Thiago Wild. Ele avaliou a ótima temporada do paranaense no ano passado, contou quais foram os focos principais da pré-temporada e destaca o trabalho psicólogo feito, o que estimula a confiança de seu pupilo.
Duda evitou fazer projeções, mas admite que o top 50 é uma meta para esta temporada. “Thiago pensa grande”, destacou. Sobre a polêmica das bolas, o treinador revelou que o próprio Wild sofreu com isso em 2023 e é plenamente favorável a mudanças.
Mais importante torneio da América do Sul, o Rio Open comemora simultaneamente seus 10 anos e
sua 10ª edição em 2024. Sempre à procura de nomes de peso para trazer ao saibro carioca, o torneio também vive um dilema: a dificuldade de crescimento dentro da limitação de espaço que o charmoso Jockey Club proporciona.
Neste último Podcast TenisBrasil de 2024, o jornalista Felipe Priante conversa com o vice-diretor do torneio Thomaz Costa, que fala dos estudos de expansão, do investimento em tecnologia e do sonho ainda adiado de voltar a fazer uma versão feminina do torneio, certamente em outra data e
quem sabe em outro local.
A Maria Esther Bueno Cup é uma justa e sempre bem-vinda homenagem à nossa maior tenista de todos os tempos. E outra vez foi uma justa seletiva para apontar um convite entre os nomes da nova geração nacional para a chave principal do Rio Open.
Gustavo Heide, de 21 anos, não perdeu nas cinco partidas e jogará o ATP 500. Ele conta que viveu um ano de mudanças, indo treinar no Rio, e que não esperava tanta evolução ao longo da temporada. Já Gilbert Klier, de 23 anos, entrará no quali do Rio Open. Ele conta à jornalista Lia Benthien que pensou em abandonar a carreira durante o período de suspensão por doping, mas encarou o retorno do zero e, em seis meses, deu um belo salto.
O editor José Nilton Dalcim fala também do progresso visível de Rafael Nadal em seu programa de treinamento para o retorno de janeiro e da expectativa gerada pela volta de vários campeões de Grand Slam no próximo Australian Open.
Ex-profissional e hoje comentarista de TV, o gaúcho André Ghem avalia a temporada 2024 no Podcast TenisBrasil desta semana. Para o gaúcho, há chance de vermos um 2024 mais equilibrado, já que Novak Djokovic mostrou que é possível fazer um calendário enxuto e ao mesmo tempo muito vitorioso, enquanto Jannik Sinner ficou mais musculoso e a parceria de Holger Rune com Boris Becker tende a dar bons frutos.
Ghem acha que Alcaraz talvez precise encarar a experiência de cair no ranking e se confessou surpreso com a quantidade de ações extra-quadra que os melhores do mundo são obrigados a fazer, dividindo a atenção com o treino e o jogo em si.
O editor José Nilton Dalcim também fala da grande conquista de Laura Pigossi, "um exemplo para os tenistas brasileiros", e de como ficam as vagas brasileiras no Australian Open.
Uma das principais profissionais brasileiras da história e hoje comentarista dos canais ESPN, Teliana Pereira fala ao Podcast TenisBrasil desta semana. Ao jornalista Renan Justi, ela avalia a temporada 2023, dando grande destaque a Iga Swiatek, e diz o que espera do próximo ano.
O editor José Nilton Dalcim também comenta a grande conquista italiana na Copa Davis, que dá exemplos ao circuito, mas critica a Federação Internacional por um sistema sem sentido de países convidados para a fase mundial da competição, já tanto desprestigiada.
O editor José Nilton Dalcim dá números incríveis de Novak Djokovic ao se encerrar mais uma temporada espetacular do tenista sérvio, e elabora um calendário de marcas e recordes que o número 1 do mundo poderá obter ao longo de 2024, já que ele demonstra estar em total forma física e com o apetite de sempre por vitórias e títulos.
Dalcim assinala também que a medalha de ouro dos Jogos de Paris deverá ser a grande meta de Djokovic. Até hoje, o único tenista que conseguiu troféus de Grand Slam e Finals junto ao ouro olímpico foi Andre Agassi.
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