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Os inéditos títulos de Carlos Alcaraz e Elena Rybakina no Australian Open são o tema desta semana do Podcast TenisBrasil. Os jornalistas Alexandre Cossenza e Otávio Maia são os convidados do editor José Nilton Dalcim e falam sobre a importante reafirmação do espanhol e da volta por cima da cazaque, trazendo os pontos altos e os destaques negativos do primeiro Grand Slam da temporada.
A grande campanha de Novak Djokovic, as polêmicas sobre tratamento de cãibras e a sugestão inesperada de o Australian Open aumentar os sets dos jogos femininos também são debatidos. Os entrevistados viram com normalidade o retorno de Bia Haddad, acreditam que João Fonseca irá adquirir o ritmo desejado aos poucos e esperam muitas alegrias dos duplistas, principalmente com Luisa Stefani.
O que mais falta para o tenista brasileiro conseguir despontar nas faixas mais nobres do circuito profissional é a insistência. Thomaz Bellucci diz no Podcast TenisBrasil desta semana que são necessários três a quatro temporadas de peregrinação e aprendizado nos torneios menores e que vê muita gente indisposta a isso.
O ex-número 21 do mundo também fala dos desafios que aguardam João Fonseca em 2026, da fase complicada de Bia Haddad e da importante orientação aos juvenis, que geralmente encaram uma fase de frustrações mais constantes quando migram para o profissional.
Bellucci diz ainda que já se acha preparado para ser técnico de um jogador de nível mais avançado, embora seu foco esteja todo no trabalho atual com Pedro Boscardin e Bruno Kuzuhara.
A recente revelação de João Fonseca sobre a condição de "coluna retificada" levou o Podcast TenisBrasil a um longo e interessante bate papo com o fisiatra e ortopedista Gilbert Bang, com extenso currículo no trabalho com tenistas e atual orientador de Beatriz Haddad Maia.
Bang explica como é o desenvolvimento natural da coluna, os desvios que podem surgir e qual é o problema de Fonseca. Ele conta que, nas crises agudas, o prazo de recuperação leva de três a seis semanas, mas não vê o caso como um dificultador para a carreira do jovem carioca desde que haja o correto processo de recuperação e tratamento.
O especialista alerta ainda sobre o eventual excesso de carga de treinamento, principalmente para crianças e adolescentes.
Graças à dedicação de uma vida toda, Hélio da Silva Ferreira já reuniu quase 3 mil raquetes em sua incrível coleção, iniciada há cerca de 50 anos. Além de variedade, existem também notáveis raridades, como modelos do final do século 19, quando o tênis moderno se iniciou na Inglaterra.
No primeiro Podcast TenisBrasil de 2026, Helinho conta ao editor José Nilton Dalcim detalhes do seu dedicado trabalho e espera enfim abrir um espaço para visitação pública em julho. Ele, sempre junto da esposa, também é ativo jogador do circuito internacional de seniores e exímio construtor de quadras de saibro.
No último Podcast TenisBrasil desta temporada, o editor José Nilton Dalcim é entrevistado por Toninho Gulin e fala de suas expectativas para o próximo ano, com destaque, é claro, para João Fonseca. O carioca de 19 anos viverá desafios, com defesa de pontos e favoritismo, e com isso buscará afirmação.
Dalcim também acredita que o Australian Open seja o melhor momento de alguém quebrar a hegemonia de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner nos Grand Slam, devido às incertezas do espanhol e a pressão natural sobre o italiano. E ressalta os candidatos ao sucesso agora e ao longo da temporada.
O calendário feminino parece novamente propenso a divisão de forças e com isso abre espaço para a nova geração brilhar, enquanto Luisa Stefani é a principal promessa de grandes conquistas brasileiras na opinião do editor.
Apesar das mudanças que podem enfrentar, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner ainda devem impor sua maior capacidade técnica e atlética sobre o circuito masculino na próxima temporada. Esta é a avaliação de Patrícia Medrado e Paulo Cleto, os convidados do Podcast TenisBrasil.
Em conversa com o editor José Nilton Dalcim, eles se preocupam com a saída de Juan Carlos Ferrero e a possível ausência de Darren Cahill, mas ainda consideram difícil que os demais top 10 façam frente. Medrado e Cleto também falam de João Fonseca e acham importante que o carioca seja consistente ao longo do próximo ano.
Esta temporada marcou novamente alternância entre as campeãs de Grand Slam, ainda que tenham mantido Aryna Sabalenka no topo do ranking. Para Patrícia Medrado e Paulo Cleto, os convidados do Podcast TenisBrasil desta semana, essa tendência deveria seguir em 2026, porque todas estão procurando aperfeiçoamento.
Os dois analistas falam também da expectativa de recuperação de Beatriz Haddad Maia, que deve retornar com menor pressão, e se dizem animados com a nova geração do tênis feminino brasileiro, com Ana Candiotto, Victoria Barros e Naná Silva.
Sylvio Bastos e Juan Pablo Etchecoin, dois treinadores muito próximos ao time de João Fonseca, analisam no Podcast TenisBrasil desta semana como foi a tão aguardada exibição de Miami contra o número 1 do mundo Carlos Alcaraz.
Na conversa com o editor José Nilton Dalcim, Bastos fala da evolução do carioca e da questão física, enquanto Etchecoin, que treinou João entre os 7 e 12 anos, destaca as metas e ambições de Guilherme Teixeira e Franco Davin, um especialista em análise de dados.
Os dois entrevistados concordam que Fonseca terá desafios diferentes para 2026: a defesa de pontos, o peso da expectativa e o estudo de seu estilo a ser feito pelos adversários.
Modalidade de raquete que é um tremendo sucesso nos Estados Unidos, já com mais de 50 milhões de praticantes, o pickleball dá seus primeiros e firmes passos no Brasil. Presidente da Federação Paulista, a advogada Fernanda Jubran conta ao Podcast TenisBrasil que o trabalho de expansão e amadurecimento tem sido feito sem pressa e com base sólida.
Isso inclui um trabalho social nas periferias e escolas, a formação de professores, prospecção de talentos adolescentes e abertura de espaço público em São Paulo, com quadras e aulas gratuitas. A modalidade já tem calendário permanente e atinge todas as idades, incluindo a categoria profissional.
Na busca por recuperação no ombro direito, que o afastou das quadras desde agosto, o catarinense Karue Sell é o entrevistado do Podcast TenisBrasil desta semana. Ele faz uma análise do vai e vem de sua temporada, em que jogou seu primeiro ATP, e diz que segue motivado a treinar e encarar o circuito, mesmo aos 32 anos.
Sell, no entanto, diz que existe uma lacuna maior no ranking depois que a ATP diminuiu a pontuação dos challengers e, com isso, criou novos obstáculos para a progressão dos jogadores que estão mais atrás da classificação. “Hoje, um top 70 se mantém nessa faixa com pouco mais de 20 vitórias na temporada”, exemplifica.
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