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O experiente e renomado técnico espanhol José Higueras passou por São Paulo, onde é consultor do programa Rede Tênis Brasil, e fez observações importantes sobre o tênis brasileiro e internacional. No bate papo com o editor José Nilton Dalcim, Higueras diz que o juvenil brasileiro tem formação perfeita dos golpes, mas que precisa aprender a competir.
O treinador de Michael Chang, Jim Courier e Roger Federer também falou sobre o tênis masculino atual, a despedida de Rafael Nadal e os novos conceitos táticos. Dalcim também conversou com Leo Azevedo, coordenador do RTB, que fez avaliação positiva do desempenho de sua garotada em 2024, entre eles Naná Silva e Guto Miguel.
Dalcim abre o Podcast TenisBrasil desta semana mostrando os caminhos que os tops 200 brasileiros de momento precisarão percorrer neste primeiro trimestre de 2025, período em que Bia Haddad defende 455 pontos e Thiago Wild, 282. E todos, é claro, de olho em João Fonseca.
O Podcast TenisBrasil desta semana convidou quatro grandes nomes do tênis brasileiro para avaliar diferentes aspectos da sensação carioca João Fonseca. Paulo Cleto e Domingos Venâncio falam do seu potencial técnico, Dácio Campos destaca a postura em quadra e Sylvio Bastos opina sobre a caminhada ideal a ser feita em 2025.
Já o editor José Nilton Dalcim conta que Fonseca já aparece em cotações de apostas para vencer Grand Slam na próxima temporada, com destaque para Roland Garros, onde está entre os 11 principais candidatos! Fonseca irá agora para o challenger de Camberra, mas dificilmente será cabeça de chave no qualificatório do Australian Open. Curiosamente, dois tenistas derrotados por ele no Next Gen podem cruzar de novo seu caminho.
O paranaense João Schiessl, de 20 anos, investiu pesado em sua carreira. Com apoio da família, firmou base na Europa e passou boa parte do calendário fora do país, buscando pontos, experiência e crescimento técnico. Na entrevista ao repórter Felipe Priante, Schiessl conta suas aventuras e traça metas para 2025.
Já o editor José Nilton Dalcim mostra um resumo do desempenho do tênis masculino brasileiro e compara os rankings finais de 2023 e 2024 para ver quem se saiu melhor ao longo da temporada, tanto em simples quanto nas duplas.
E faz uma dura constatação: o Brasil terminou com 57 nomes com pontos na ATP, quase metade da Argentina, sem falar na questão da qualidade. Enquanto o país vizinho tem oito no top 100 e 15 entre os 200 mais bem classificados, o Brasil só aparece com um top 100 e cinco na faixa dos 200 melhores.
O extenso calendário juvenil internacional está praticamente encerrado e o tênis brasileiro encerra o ano com 87 finais disputadas em torneios válidos pela faixa dos 18 anos no ranking da Federação Internacional, com 37 títulos conquistados.
Ao mesmo tempo, Victoria Barros e Gustavo Almeida encerram no top 50 do ranking mundial, com Olívia Carneiro e Guto Miguel figurando entre os 100 primeiros. Destaque ainda para João Pedro Bonini e Victor Lima, ambos de 17 anos e, portanto, ainda com mais um ano entre os juvenis.
O editor José Nilton Dalcim avalia e lista no Podcast TenisBrasil desta semana os principais títulos conquistados pela garotada em 2024 e ainda bate um papo com Naná Silva, a mais jovem figurante do ranking da WTA no momento. Aos 14 anos, ela já coloca como meta seu primeiro título profissional.
Na edição de número 200 do Podcast TenisBrasil, reunimos a redação para analisar como foi a temporada 2024 dos tenistas brasileiros e quais as perspectivas para 2025.
Mário Sérgio Cruz fala sobre o novo integrante do time de Beatriz Haddad Maia, o francês Maxime Tchoutakian, e das promessas da nova geração, enquanto Matheus Dalcim analisa os momentos irregulares de Laura Pigossi e Thiago Monteiro, e Felipe Priante destaca os melhores momentos de Luisa Stefani e Thiago Wild, além da evolução de Orlando Luz nas duplas.
Depois do Leão da Montanha, do Touro Miúra e do Lobo, o tênis masculino ganhou o Leopardo. Essa é a definição que Dácio Campos encontrou para o italiano Jannik Sinner. O ex-profissional e comentarista destaca a serenidade, agilidade e esperteza como atributos do número 1 do mundo.
Em seu bate papo com o editor José Nilton Dalcim, Dácio também falou sobre a despedida definitiva de Rafael Nadal, "o maior competidor de qualquer esporte que já viu", da surpreeendente parceria entre Andy Murray e Novak Djokovic e ainda se mostrou otimista com a temporada 2025 de Bia Haddad Maia e João Fonseca.
Jannik Sinner disparou na reta final da temporada. A partir do US Open, conquistou resultados de peso e isso o deixou em liderança folgada na ponta do ranking.
O técnico e comentarista da ESPN Sylvio Bastos esteve no Finals de Turim e comenta no Podcast TenisBrasil os progressos técnicos e físicos do italiano de 23 anos, acreditando que ele terá concorrência em 2025, mas permanecerá na ponta do ranking.
Bastos e o editor José Nilton Dalcim também falam da oscilação de Carlos Alcaraz, da evolução de Alexander Zverev e da boa surpresa que Taylor Fritz foi nos últimos dois meses. De quebra, Sylvio fala da festa que foi o evento e da despedida emocionante de Carlos Bernardes.
O Finals feminino de Riad terminou com a conquista inédita de Coco Gauff, que derrotou a número 1 Aryna Sabalenka na semifinal e escapou de situações difíceis diante de Qinwen Zheng para levantar mais um título de peso em sua jovem carreira.
Já em Turim, começa o Finals masculino sem Novak Djokovic, e Sylvio Bastos conta com exclusividade para o Podcast TenisBrasil detalhes dos bastidores da mais importante competição da ATP.
Por fim, o editor José Nilton Dalcim esteve em Porto Alegre para acompanhar o tradicional Seniors Internacional e conversa com o promotor Ennio Moreira sobre o universo do circuito de veteranos e como o tênis gaúcho reagiu após as dramáticas enchentes no sul do país.
O brasileiro está sempre cobrando, e com razão, um calendário mais extenso de torneios de tênis no Brasil, o que facilita a vida dos nossos jogadores em muitos sentidos. Mas organizar um evento internacional válido pela ATP ou WTA no país não é uma coisa tão fácil, a começar pelos custos, sempre em dólar.
Para explicar toda a ginástica e a matemática que os promotores brasileiros precisam travar para tocar um calendário, o Podcast TenisBrasil desta semana bate um papo com Ricardo Bernd, um dos mais experientes profissionais da área.
Bernd dá um panorama dos custos envolvidos, explica como funciona a engessada Lei de Incentivo e compara com os tempos áureos da promoção do tênis brasileiro nas décadas de 80 e 90.
Apesar das dificuldades, o calendário nacional terminará com 33 torneios profissionais e US$ 3,4 milhões distribuídos somente em premiações diretas, o que são números expressivos.
O editor José Nilton Dalcim conta no Podcast TenisBrasil desta semana as principais modificações previstas para o tênis na próxima temporada, que começam pela introdução compulsória do juiz eletrônico. Mesmo não obrigado, Wimbledon concordou em aposentar 300 juízes de linha e aderir.
O calendário também sofrerá profundas mudanças, com mais dois eventos de nível 1000 sendo expandidos para 12 dias, ao mesmo tempo que acontecerá diminuição nos torneios de saibro e a chegada da versão feminina de Queen's.
Já a ITF anuncia valorização dos torneios de base, oficializa definitivamente a permissão de instrução aos jogadores e faz mudanças na Copa Davis e BJK Cup no intuito de uma unificação dos formatos.
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