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Com Missão Científica volta para mais uma temporada.
Desta vez, vamos conversar sobre o Ciclo de EncontrosCulturas, Artes, Comunidades e Participação, iniciado em março deste ano e que se centra no Pentágono Cultural estabelecido entre os municípios de Barcelos, Braga, Guimarães, Famalicão e Viana do Castelo.
O objetivo desta dinamização é garantir espaços de protagonismo das comunidades no ambiente de aprendizagem da universidade, nomeadamente no contexto da linha de investigação em cultura, artes e comunidades do CECS, que parte do entendimento de que as práticasde trabalho com as comunidades e os agentes que as implementam desempenham um papel fundamental na produção de conhecimento, tanto no contexto académicoquanto na sociedade em geral. As propostas visam promover a troca de saberes, o intercâmbio de metodologias de trabalho e a identificação de sinergias para a construção de novas e diversas propostas que envolvam, de forma conjunta e horizontal, comunidades e universidade.
Tendo já realizado quatro ações e aproximando-se da fase final, que se realiza na Universidade do Minho em janeiro de 2027, o Ciclo de Encontros Culturas, Artes, Comunidades e Participação chega-nos agora através de Micaela Altamirano e Manuel Gama.
Mais informações:
https://www.cecs.uminho.pt/ciclo-de-encontros-culturas-artes-comunidades-e-participacao/
https://www.cecs.uminho.pt/ciclo-de-encontros-culturas-artes-comunidades-e-participacao-3a-sessao/
https://www.cecs.uminho.pt/ciclo-de-encontros-culturas-artes-comunidades-e-participacao-2a-sessao/
https://www.cecs.uminho.pt/ciclo-de-encontros-culturas-artes-comunidades-e-participacao-4a-sessao/
O que mudou nas Ciências da Comunicação em Portugal — e que desafios enfrenta hoje quem as investiga? No episódio que assinala os 25 anos do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), Madalena Oliveira conversa com Cristina Ponte, Pedro Jerónimo e Marisa Mourão sobre a afirmação desta área e a sua importância para compreender uma sociedade cada vez mais mediada pela comunicação.
A partir de três percursos e gerações, a conversa passa pela desinformação, pela inteligência artificial e pela necessidade de aproximar a investigação dos públicos. Há também espaço para discutir as condições em que a ciência se faz: o financiamento, a precariedade e a pressão para publicar. Entre conquistas e inquietações, este episódio questiona que investigação queremos fazer — e para quem.
Ficha técnica
Moderação: Madalena Oliveira
Convidados: Cristina Ponte, PedroJerónimo, Marisa Mourão
Gravação, Edição e Pós-produção: Pedro Gaspar
Curadoria: Tiago estevão
Produção:Luís Loureiro
Apresentação: Luís Pinto
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What has changed in Communication Studies in Portugal — and what challenges do researchers in this field face today? In the episode marking the 25th anniversary of the Centre for Communication and Society Studies (CECS), Madalena Oliveira talks to Cristina Ponte, Pedro Jerónimo and Marisa Mourão about the field’s emergence and its importance in understanding a society increasingly shaped by communication.
Drawing on three different career paths and generations, the conversation touches on disinformation, artificial intelligence and the need to bring research closer to the public. There is also scope to discuss the conditions under which science is conducted: funding, job insecurity and the pressure to publish. Amidst achievements and concerns, this episode asks what kind of research we want to carry out — and for whom.
Credits
Moderator: Madalena Oliveira
Guests: Cristina Ponte, Pedro Jerónimo, Marisa Mourão
Recording, Editing and Post-production: Pedro Gaspar
Curated by: Tiago Estevão
Produced by: Luís Loureiro
Presented by: Luís Pinto
Os desafios à qualidade do jornalismo durante a "silly season", a época “ridícula ou pateta”, são o principal tema de conversa entre Tiago Ramalho e Madalena Oliveira neste episódio do Estados do Tempo. Entre as redações mais desocupadas e algum esvaziamento de temas para tratar no verão, fala-se de uma altura do ano com potencial espaço para jornalismo mais aprofundado e com possibilidade de follow-ups, também devido à existência de menos pressão por parte da atualidade.
Ficha técnica
Convidado: Tiago Ramalho / Público; CECS
Moderação: Madalena Oliveira / CECS
Apresentador: Luís Pinto / CECS
Apoio técnico, gravação, edição e pós-produção: Pedro Gaspar / CamUM
Produção: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
Produção do episódio: Communitas
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The challenges to the quality of journalism during the ‘silly season’ are the main topic of discussion between Tiago Ramalho and Madalena Oliveira in this episode of States of Time.
With newsrooms relatively quiet and a dearth of topics to cover during the summer, there is talk of this being a time of year that offers scope for more in-depth journalism and the possibility of follow-ups, partly due to there being less pressure from breaking news.
Credits
Guest: Tiago Ramalho / Público; CECS
Host: Madalena Oliveira / CECS
Technical support, recording, editing and post-production: Pedro Gaspar / CamUM
Production: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curated by: Tiago Estêvão / BIP
Presenter: Luís Pinto / CECS
Episode production: Communitas
O nascimento das democracias modernas é inseparável do aparecimento do jornalismo e do desenvolvimento da comunicação e dos meios que a têm vindo a suportar ao longo dos últimos três séculos. De tal modo que se torna difícil de discernir o que, de facto, nasceu primeiro.
É a partir do paradoxo deste "ovo de Colombo" que se desenvolve a conversa que o Estados do Tempo propõe para o episódio 11. Com o precioso auxílio do antigo jornalista de investigação, hoje professor e investigador da Universidade Lusófona, Rui Pereira, procuramos desatar o difícil nó que ata a qualidade da informação à qualidade da democracia. Por isso, na conversa, fazemos o escrutínio do papel dos média de massas, e da respetiva economia política, nas suas interseções e interações com o capitalismo, o populismo, o crescimento do fascismo, e a desinformação.
FICHA TÉCNICA:
Entrevista: Luís M. Loureiro / BIP CECS
Registo e pós-produção: Pedro Gaspar / CamUM
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP CECS
Apoio à produção: Inês Mendes / BIP + Communitas CECS
Apresentação: Luís Pinto / CECS
Produção do episódio: BIP - Barómetro para a Qualidade da Informação da Universidade do Minho
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The birth of modern democracies is inextricably linked to the emergence of journalism and the development of communication and the media that have underpinned it over the last three centuries. So much so that it becomes difficult to discern which actually came first.
It is from the paradox of this ‘Columbus’s egg’ that the discussion proposed by *Estados do Tempo* for episode 11 unfolds. With the invaluable assistance of Rui Pereira, a former investigative journalist and now a lecturer and researcher at Lusófona University, we seek to untangle the complex knot that links the quality of information to the quality of democracy. Therefore, in this conversation, we scrutinise the role of the mass media – and its political economy – in its intersections and interactions with capitalism, populism, the rise of fascism, and disinformation.
CREDITS:
Interview: Luís M. Loureiro / BIP CECS
Recording and post-production: Pedro Gaspar / CamUM
Curated by: Tiago Estêvão / BIP CECS
Production support: Inês Mendes / BIP + Communitas CECS
Presented by: Luís Pinto / CECS
Episode production: BIP – Barometer for the Quality of Information at the University of Minho
Henrique Portovedo explora o saxofone como extensão do pensamento e como laboratório artístico. Nos seus projetos de aumentação instrumental, o instrumento torna-se mediador entre intérprete, compositor e tecnologia, expandindo possibilidades expressivas e conceptuais. Entre performance e experimentação, o episódio revela como tocar pode ser também uma forma de investigar — e como investigar pode transformar o próprio som.
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Ficha Técnica:
Entrevista: Rui Travasso (Passeio)
Apoio técnico e registo: Rui Travasso (Passeio)
Curadoria: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Apresentação, edição e pós-produção: Rui Travasso (Passeio)
Revisão Técnica: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Produção: Passeio- Plataforma de Arte e Cultura Urbana
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Henrique Portovedo exploresthe saxophone as an extension of thought and as an artistic laboratory. In hisinstrumental augmentation projects, the instrument becomes a mediator betweenperformer, composer, and technology, expanding expressive and conceptual possibilities.Between performance and experimentation, the episode reveals how playing canalso be a form of investigation — and how investigation can transform sounditself.
-------------------Credits:
Interview: Rui Travasso (Passeio)
Technical support andrecording: Rui Travasso (Passeio)
Curator: Helena Pires &Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Presentation, editing, andpost-production: Rui Travasso (Passeio)
Technical Review: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Production: Passeio - Platformfor Urban Art and Culture
Ep.10
O “falhanço” da transição do pós-Guerra Fria, a exposição aos riscos que advém do uso da tecnologia versus o conforto que esta proporciona e um espaço de comunicação pouco regulado, num mundo em que se vão instalando neo-imperialismos, são alguns dos pontos-chave abordados nesta conversa com Sandra Fernandes, Pró-Reitora para a Cooperação Internacional da UMinho. A aposta no diálogo e na cooperação é apontada como fundamental para o entendimento entre Estados.
Convidada: Sandra Fernandes / Pró-Reitora para a Cooperação Internacional | UMinho
Créditos:
Moderação: Luís Santos / CECS
: Luís Pinto / CECS
Apoio técnico, gravação, edição e pós-produção: Pedro Gaspar / CamUM
Produção: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
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Ep. 10
The “failure” of the post-Cold War transition, the risks associated with the use of technology versus the comfort it provides, and a largely unregulated communications landscape in a world where neo-imperialism is taking hold, are some of the key points addressed in this conversation with Sandra Fernandes, Vice-Rector for International Cooperation at UMinho. The commitment to dialogue and cooperation is highlighted as fundamental to understanding between states.
Guest: Sandra Fernandes / Vice-Rector for International Cooperation |UMinho
Credits:
Moderator: Luís Santos / CECS
Presenter: Luís Pinto / CECS
Technical support, recording, editing and post-production: Pedro Gaspar / CamUM
Production: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curator: Tiago Estêvão / BIP
A Arte da Ciência e a Ciência da Arte #4- E se a câmara também pensasse?
Geógrafo de formação e pianista de formação, João Sarmento encontra na fotografia um espaço de diálogo com a sua investigação em Geografia. Neste episódio, território, paisagem e memória tornam-se matéria sensível, e a máquina fotográfica deixa de ser mero instrumento para assumir o papel de co-agente criativo. Entre ciência e imagem, questiona-se quem escolhe, quem vê e quem constrói significado.
Ficha Técnica
Entrevista: Rui Travasso (Passeio)
Apoio técnico e registo: Rui Travasso (Passeio)
Curadoria: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Apresentação, edição e pós-produção: Rui Travasso (Passeio)
Revisão Técnica: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Produção: Passeio- Plataforma de Arte e Cultura Urbana
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The Art of Science and the Science of Art # 4 - What if the camera could also think?
A geographer and pianist by training, João Sarmento finds in photography a space for dialogue with his research in Geography. In this episode, territory, landscape, and memory become sensitive material, and the camera ceases to be a mere instrument to assume the role of a creative co-agent. Between science and image, the question is raised: who chooses, who sees, and who constructs meaning?
Credits
Interview: Rui Travasso (Passeio)
Technical support and recording: Rui Travasso (Passeio)
Curator: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Presentation, editing, and post-production: Rui Travasso (Passeio)
Technical Review: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Production: Passeio - Platform for Urban Art and Culture
Como consumidores, há ainda muitos momentos em que somos confrontados com situações de 'assimetria de informação': situações em que existem diferenças substanciais entre a informação detida por quem presta um dado serviço ou vende um dado produto, e a informação que chega ao consumidor. A investigadora Ana Clara Azevedo de Amorim tem-se vindo a dedicar ao estudo destas assimetrias, e ao modo como a publicidade as pode, ou não, mitigar. Vem ao Estados do Tempo explicar-nos a importância da qualidade da informação publicitária nos mecanismos de proteção ao consumidor.
Convidada: Ana Clara Azevedo de Amorim, professora e investigadora da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Ficha Técnica:
Moderação: Luís M Loureiro / BIP
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
Pós-Produção e Sonoplastia: Pedro Gaspar / CamUM
Apresentação: Luís Pinto / CECS
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As consumers, there are still many occasions when we are faced with situations of ‘information asymmetry’: situations in which there are substantial differences between the information held by those providing a particular service or selling a particular product, and the information that reaches the consumer. Researcher Ana Clara Azevedo de Amorim has been studying these asymmetries and how advertising may, or may not, mitigate them. She joins ‘Estados do Tempo’ to explain the importance of the quality of advertising information in consumer protection mechanisms.
Guest: Ana Clara Azevedo de Amorim, lecturer and researcher at the Faculty of Economics, University of Coimbra
Credits:
Moderator: Luís M Loureiro / BIP
Curator: Tiago Estêvão / BIP
Post-production and Sound Design: Pedro Gaspar / CamUM
Presentation: Luís Pinto / CECS
Edmundo Cordeiro reflete sobre o cinema como exercício contínuo de experimentação e pensamento crítico. Para o convidado, a estética não é apenas categoria teórica, mas dimensão estruturante da experiência cinematográfica. Entre criação e teoria, o episódio explora o cinema como território onde investigar é criar e onde cada gesto artístico é também um gesto conceptual.
Ficha Técnica
Entrevista: Rui Travasso (Passeio)
Apoio técnico e registo: Rui Travasso (Passeio)
Curadoria: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Apresentação, edição e pós-produção: Rui Travasso (Passeio)
Revisão Técnica: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Produção: Passeio- Plataforma de Arte e Cultura Urbana
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Edmundo Cordeiro reflects on cinema as a continuous exercise in experimentation and critical thinking. For the guest, aesthetics is not just a theoretical category, but a structuring dimension of the cinematic experience. Between creation and theory, the episode explores cinema as a territory where investigating is creating and where each artistic gesture is also a conceptual gesture.
Credits
Interview: Rui Travasso (Passeio)
Technical support and recording: Rui Travasso (Passeio)
Curator: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Presentation, editing, and post-production: Rui Travasso (Passeio)
Technical Review: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Production: Passeio - Platform for Urban Art and Culture
Visitamos hoje a Revista Comunicação e Sociedade (49), que nos traz o tema “Marca Território, Comunicação Digital e Cidadania”
Se já não existem dúvidas acerca das profundas transformações que as cidades- e os territórios, de uma forma geral- estão a sofrer, novas questões vão surgindo sobre as políticas públicas, as relações entre habitantes e visitantes, a configuração de espaços urbanos, a sustentabilidade das dinâmicas territoriais, entre muitas outras preocupações.
Na sua chamada de trabalhos, os editores José Gabriel Andrade, Adriano Sampaio e Maria José Caldeira iniciam a contextualização do tema afirmando que as estratégias de marca território assumem-se como instrumentos centrais para atrair turistas, captar investimento e reforçar a presença das cidades no contexto internacional. Simultaneamente, a comunicação digital torna-se um espaço estratégico para o exercício da cidadania, promovendo o debate público, a participação e a construção coletiva de políticas.
Este número da Comunicação e Sociedade convoca para uma reflexão crítica sobre os limites e potencialidades das estratégias comunicacionais urbanas, nomeadamente face às desigualdades estruturais, ao racismo e às violências simbólicas e materiais — incluindo aquelas dirigidas aos povos originários. Pretende-se discutir de que forma estas dinâmicas se entrelaçam com a construção das identidades territoriais e com a promoção da diversidade cultural nas cidades contemporâneas.
Connosco estão os editores Maria José Caldeira, José Gabriel Andrade e Adriano Sampaio.
Mais informações sobre esta edição: https://revistacomsoc.pt/index.php/revistacomsoc/issue/view/467
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