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Problemas e doenças relacionadas com a saúde mental exigem soluções personalizadas a cada caso específico. Daí que soluções pronto a vestir ou as histórias baseadas no querer vender um produto (ao invés do conhecimento científico), partilhadas por influencers, possam acrescentar riscos. Tal como, por exemplo, a falta de transparência das ferramentas de Inteligência Artificial sobre as fontes de informação em que fundamentam os seus conselhos. Numa conversa com Pedro Morgado, investigador no ICVS e professor na Escola de Medicina da UMinho, falamos das dificuldades na comunicação sobre saúde mental e sobre como esta área cruza as ciências da saúde, as ciências biológicas e as ciências sociais.
Ficha Técnica:
Convidado: Pedro Morgado / ICVS
Moderação: Rita Araújo / BIP
Apresentador: Luís Pinto / CECS
Apoio técnico, gravação, edição e pós-produção: Pedro Gaspar / CamUM
Produção: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
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Mental health issues and disorders require solutions tailored to each specific case. This is why off-the-shelf solutions or stories designed to sell a product (rather than based on scientific knowledge), shared by influencers, can pose additional risks. Similarly, for example, the lack of transparency regarding the sources of information on which Artificial Intelligence tools base their advice. In a conversation with Pedro Morgado, a researcher at ICVS and lecturer at the UMinho School of Medicine, we discussed the difficulties in communicating about mental health and how this field intersects with the health sciences, biological sciences and social sciences.
Credits:
Guest: Pedro Morgado / ICVS
Moderator: Rita Araújo / BIP
Presenter: Luís Pinto / CECS
Technical support, recording, editing and post-production: Pedro Gaspar / CamUM
Production: Inês Mendes / Communitas; BIP
Curated by: Tiago Estêvão / BIP
Ece Canli partilha o seu percurso até Portugal e as transformações que moldaram a sua prática artística e académica. Entre design, performance e experimentação, a voz emerge como instrumento musical, dispositivo político e espaço relacional. A conversa percorre modos de investigar através da criação e projeta futuros possíveis, incluindo um projeto a desenvolver em contexto prisional, onde arte e investigação se cruzam como prática situada e transformadora.
Ficha Técnica
Entrevista: Rui Travasso (Passeio)
Apoio técnico e registo: Rui Travasso (Passeio)
Curadoria: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Apresentação, edição e pós-produção: Rui Travasso (Passeio)
Revisão Técnica: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Produção: Passeio- Plataforma de Arte e Cultura Urbana
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Ece Canli shares her journey to Portugal and the transformations that shaped her artistic and academic practice. Between design, performance, and experimentation, the voice emerges as a musical instrument, a political device, and a relational space. The conversation explores ways of investigating through creation and projects possible futures, including a project to be developed in a prison context, where art and research intersect as a situated and transformative practice.
Credits
Interview: Rui Travasso (Passeio)
Technical support and recording: Rui Travasso (Passeio)
Curator: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Presentation, editing, and post-production: Rui Travasso (Passeio)
Technical Review: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Production: Passeio - Platform for Urban Art and Culture
Catarina Santos, jornalista da Rádio Renascença, é a convidada do sétimo episódio do podcast Estados do Tempo. São dela alguns dos melhores trabalhos jornalísticos, feitos em Portugal, sobre as crises de refugiados causadas pelos grandes conflitos geopolíticos. A qualidade do atual jornalismo sobre os conflitos globais e o facto de, durante décadas, o noticiário internacional ter sido relegado para plano secundário nas prioridades informativas dos média portugueses são os grandes temas da conversa, moderada pelo também jornalista e membro da equipa do BIP - Barómetro para a Qualidade da Informação da Universidade do Minho, Luís Miguel Loureiro.
Ficha Técnica:
Entrevista/Moderação: Luís M Loureiro / BIP
Apoio técnico e pós-produção: Pedro Gaspar (CamUM)
Apresentação: Luís Pinto (CECS)
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
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Catarina Santos, a journalist at Rádio Renascença, is the guest on the seventh episode of the *Estados do Tempo* podcast. She is the author of some of the finest journalistic work produced in Portugal on the refugee crises caused by major geopolitical conflicts. The quality of current journalism on global conflicts and the fact that, for decades, international news has been relegated to the background in the Portuguese media’s news priorities are the main topics of the conversation, moderated by Luís Miguel Loureiro, also a journalist and member of the BIP team – Barometer for the Quality of Information at the University of Minho.
Credits:
Interview/Moderator: Luís M Loureiro / BIP
Technical support and post-production: Pedro Gaspar (CamUM)
Presentation: Luís Pinto (CECS)
Curated by: Tiago Estêvão / BIP
Neste sétimo episódio, recebemos Alessandra Nardini, que defendeu recentemente a sua tese de doutoramento- “O videoclipe e a experiência estética audiovisual: narrativas de resistência e Ativismos em países de língua portuguesa”. Uma investigação sobre as transformações culturais e sociais impulsionadas pelos avanços tecnológicos, com ênfase na influência que esses avanços exercem sobre as produções culturais e formas de expressão artística. A autora afirma que, “ao articular criação estética, intervenção política e circulação digital, o videoclipe constitui-se como um espaço estratégico. Para além de sua função promocional no campo musical, (o videoclipe) emerge como ferramenta crítica, capaz de mobilizar afetos, questionar estruturas e tensionar memórias coletivas”.
A tese está disponível aqui: https://repositorium.uminho.pt/entities/publication/5dddf017-35b0-454b-9040-61ee5922b06d
A IA levanta questões fundamentais sobre a natureza da cognição, da decisão e da responsabilidade, que envolvem considerações éticas, epistemológicas e ontológicas de grande relevância, especialmente na área da comunicação e do jornalismo. Como garantir a transparência, a equidade e a responsabilidade na automação da informação? De que maneira a regulação pode acompanhar a inovação sem sufocar a criatividade e a pluralidade? Que competências e valores devem cultivar os profissionais da comunicação para liderar uma transição ética e sustentável rumo ao futuro digital?
Os artigos reunidos no volume 47 da Comunicação e Sociedade, concluem os editores Alberto Sá e Luís Miguel Pedrero, pretendem oferecer contribuições que problematizam criticamente o papel da IA nos ecossistemas comunicativos contemporâneos, abordando temas como a produção automatizada de conteúdos jornalísticos, os mecanismos de vigilância algorítmica, as interações com agentes conversacionais, os desafios da regulação e da transparência, ou mesmo as formas emergentes de resistência e apropriação crítica da IA por parte das comunidades. Estas são as questões que trazem Alberto Sá a esta edição do Páginas Contadas.
Mais informação sobre o volume aqui em destaque : https://www.cecs.uminho.pt/publicacao/comunicacao-e-inteligencia-artificial/
E se a objetividade também fosse feita de intuição?
O que acontece quando quem investiga também cria?
A Arte da Ciência e a Ciência da Arte reúne investigadores da academia portuguesa que conciliam docência, investigação e prática artística. Em cinco conversas, exploram-se processos criativos, dúvidas, descobertas e as zonas de encontro entre arte e ciência — questionando fronteiras e revelando o lado humano da produção de conhecimento.
Uma série da Passeio — Plataforma de Arte e Cultura Urbana, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade.
Neste primeiro episódio, Pedro Alves da Veiga percorre um trajeto que atravessa o mundo corporativo, a prática musical, a arte visual generativa e a academia. No centro da conversa surge a a/r/cografia — uma metodologia que funde artista, investigador e professor num mesmo gesto reflexivo. Entre prática e pensamento, defende-se a criação como forma legítima de produzir conhecimento, afirmando a arte não como ilustração da ciência, mas como investigação em si mesma.
Ficha Técnica
Entrevista: Rui Travasso (Passeio)
Apoio técnico e registo: Rui Travasso (Passeio)
Curadoria: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Apresentação, edição e pós-produção: Rui Travasso (Passeio)
Revisão Técnica: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Produção: Passeio- Plataforma de Arte e Cultura Urbana
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What if objectivity were also made of intuition?
What happens when those who investigate also create?
The Art of Science and the Science of Art brings together researchers from the Portuguese academy who combine teaching, research, and artistic practice. In five conversations, they explore creative processes, doubts, discoveries, and the meeting points between art and science — questioning boundaries and revealing the human side of knowledge production.
A series from Passeio – Platform for Art and Urban Culture, from the Center for Communication and Society Studies.
In this first episode, Pedro Alves da Veiga explores a path that crosses the corporate world, musical practice, generative visual art, and academia. At the heart of the conversation is a/r/cography — a methodology that unites artist, researcher, and teacher in a single reflective gesture. Between practice and thought, creation is defended as a legitimate way to produce knowledge, affirming art not as an illustration of science, but as research in itself.
Credits
Interview: Rui Travasso (Passeio)
Technical support and recording: Rui Travasso (Passeio)
Curator: Helena Pires & Zara Pinto-Coelho (Passeio)
Presentation, editing, and post-production: Rui Travasso (Passeio)
Technical Review: Helena Pires, Zara Pinto-Coelho & Luís Pinto (Passeio)
Production: Passeio - Platform for Urban Art and Culture
As interseções entre a literacia mediática, a qualidade da informação e a desinformação, são o foco deste episódio do Estados do Tempo. Devemos atribuir à literacia mediática, uma propriedade dos públicos, o peso de uma vacina contra a desinformação? Neste episódio, Pedro Moura, investigador colaborador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, fala-nos de literacia mediática, da importância de encontrar o equilíbrio entre ouvir e desafiar os públicos, e sobre a escuta enquanto forma de participação.
Ficha Técnica:
Convidado: Pedro Moura / CECS
Moderação: Elton Pinheiro / CECS
Apresentador: Luís Pinto / CECS
Apoio técnico, gravação, edição e pós-produção: Pedro Gaspar / CamUM
Produção: Inês Mendes / Communitas
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
The intersections between media literacy, information quality and misinformation are the focus of this episode of Estados do Tempo. Should we attribute to media literacy, a property of the public, the weight of a vaccine against misinformation? In this episode, Pedro Moura, a research fellow at the Centre for Communication and Society Studies, talks to us about media literacy, the importance of finding a balance between listening to and challenging audiences, and listening as a form of participation.
Credits:
Guest: Pedro Moura / CECS
Moderator: Elton Pinheiro / CECS
Presenter: Luís Pinto / CECS
Technical support, recording, editing and post-production: Pedro Gaspar / CamUM
Production: Inês Mendes / Communitas
Curator: Tiago Estêvão / BIP
Elsa Costa e Silva é professora associada da Universidade do Minho e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS). Coordena o Observatório de Políticas de Comunicação, Cultura e Ciência do CECS (PolObs). É professora adjunta da Unidade Operacional da Universidade das Nações Unidas sobre Governação Eletrónica Orientada para as Políticas.
Os seus interesses de investigação centram-se na Regulação e Política dos Meios de Comunicação Social e na Comunicação Científica. Trabalhou como especialista para o Observatório Europeu do Audiovisual (EAO). Publicou em revistas de renome na área dos meios de comunicação social e da comunicação.
Está connosco a propósito do EurOmo, um consórcio financiado pela Comissão Europeia, que agrega instituições de ensino superior e centros de investigação com a missão de monitorizar a transparência dos meios de comunicação social na Europa,analisando também a propriedade e o controlo dos meios de comunicação social.
Este projeto desenvolveu um instrumento de monitorização dos riscos que se colocam à transparência da propriedade dos media na Europa. Neste âmbito, foi construída uma base de dados pesquisável com os donos dos meios de comunicação mais influentes na Europa.Desenvolveu ainda indicadores de risco, de acordo com as dimensões analisadas (económica, gestão, propriedade, políticas públicas e relações), de modo a tornar esta informação mais visível e operacional.
A equipa do CECS - Joaquim Fidalgo, Luís Santos e Luís Loureiro, com Elsa Costa e Silva como Investigadora Principal- participou na fase piloto (1), que desenvolveu a metodologia, e na de 2025(2) , que atualizou os dados.
Mais informações em https://media-ownership.eu/
Sabia que há "brinquedos mortos" e "brinquedos vivos"? E que os algoritmos e a inteligência artificial também estão a entrar no mundo da publicidade a brinquedos? No episódio 5, o Estados do Tempo convida Luísa Magalhães, uma das principais especialistas nacionais em publicidade infantil, para falar do que temos e do que deveríamos exigir, da informação publicitária sobre artigos de consumo para as crianças.
Did you know that there are “dead toys” and “living toys”? And that algorithms and artificial intelligence are also entering the world of toy advertising? In episode 5, Estados do Tempo invites Luísa Magalhães, one of Portugal's leading experts on children's advertising, to talk about what we have and what we should demand from advertising information about consumer goods for children.
Ficha Técnica :
Entrevista: Luís M. Loureiro (BIP)
Apoio técnico e registo: Pedro Gaspar (CamUM)
Curadoria: Tiago Estêvão (BIP)
Apresentação, edição e pós-produção: Pedro Portela
Produção: BIP - Barómetro para a Qualidade da Informação
Credits:
Interview: Luís M. Loureiro (BIP)
Technical support and recording: Pedro Gaspar (CamUM)
Curator: Tiago Estêvão (BIP)
Presentation, editing, and post-production: Pedro Portela
Production: BIP - Barometer for Information Quality
Pedro Chamusca, colaborador do CECS e investigador integrado no CEGOT( Centro de Estudos do Ordenamento do território (Un. Porto e Coimbra), doutorou-se na Universidade do Porto. É docente de Geografia na Universidade do Minho e na Universidade do Porto e coordena/participa em vários projetos de aplicação do conhecimento, em domínios associados ao planeamento estratégico, ordenamento do território, cooperação territorial, desenvolvimento e urbanismo comercial. É o autor de “Desenvolvimento e Realidades Territoriais em Portugal”, que propõe uma leitura integrada do território português, combinando múltiplas perspetivas disciplinares para desvendar as transformações, dinâmicas e características do país. Partindo de uma análise das grandes transições históricas — da Revolução de 1974 à integração europeia — analisam-se as transformações demográficas, económicas e institucionais, como o envelhecimento populacional, a terciarização da economia e a crescente concentração de população nos espaços metropolitanos. Um dos capítulos da obra conta com as participações dos especialistas Jorge Carvalho Arroteia,Célia Ferreira, Inês Gusman, Monique Borges , Carlos Gonçalves, João Marques , João Vicente, Pedro Guimarães e Daniel Paiva.
Mais informações sobre o livro : https://www.cecs.uminho.pt/publicacao/desenvolvimento-e-realidades-territoriais-em-portugal/
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