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No quarto episódio de Estados do Tempo, Pedro Chamusca, pós-doutorado no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro, modera uma conversa com Ivo Oliveira, professor da Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho, e com Luís Tarroso Gomes, advogado e mestre em Planeamento Regional e Urbano. A discussão centra-se na qualidade da informação sobre a ferrovia e a mobilidade verde, num contexto marcado pela ausência de um debate público consistente sobre o tema na região do Minho. Os participantes salientam esta lacuna, associada à passividade perante decisões políticas com um forte impacto territorial, e analisam as opções de estruturação da rede ferroviária e as consequências de um planeamento com efeitos duradouros na vida da sociedade civil. O episódio evidencia, assim, as falhas de reflexão estratégica no planeamento da região do Minho e a necessidade de um debate mais informado e participado.
In the fourth episode of Estados do Tempo, Pedro Chamusca, postdoctoral researcher at the Department of Social, Political and Territorial Sciences at the University of Aveiro, moderates a conversation with Ivo Oliveira, professor at the School of Architecture, Art and Design at the University of Minho, and Luís Tarroso Gomes, lawyer and master in Regional and Urban Planning. The discussion focuses on the quality of information about the railway and green mobility, in a context marked by the absence of a consistent public debate on the subject in the Minho region. The participants highlight this gap, associated with passivity in the face of political decisions with a strong territorial impact, and analyse the options for structuring the railway network and the consequences of planning with lasting effects on the life of civil society. The episode thus highlights the lack of strategic reflection in the planning of the Minho region and the need for a more informed and participatory debate.
Ficha Técnica:
Data de gravação: 15 de outubro de 2025
Duração: 43 minutos
Convidados: Ivo Oliveira e Luís Tarroso Gomes
Moderação: Pedro Chamusca
Produção: Raquel Batista e Pedro Portela
Gravação: Luís Pinto
Apresentação, edição e pós-produção: Pedro Portela
Colaboração na edição: Inês Mendes
Credits:
Recording date: 15 October 2025
Duration: 43 minutes
Guests: Ivo Oliveira and Luís Tarroso Gomes
Moderator: Pedro Chamusca
Production: Raquel Batista and Pedro Portela
Recording: Luís Pinto
Presentation, editing and post-production: Pedro Portela
Editing collaboration: Inês Mendes
Recebemos desta vez Rosa Cabecinhas e Isabel Macedo, coordenadoras do Migra Media Acts (“Migrações, média e ativismos em língua portuguesa: descolonizar paisagensmediáticas e imaginar futuros alternativos”), recentemente classificado pela FCT como “Excelente. O projeto teve como principal objetivo analisar conteúdos mediáticos em língua portuguesa, procurando compreender como se desenvolvem os processos de descolonização das paisagens mediáticas e de que modo diferentes atores sociais — como ativistas, associações e coletivos artísticos —contribuem para esses processos. Uma conversa que aborda os principais objetivos, etapas e resultados deste trabalho que cruzou a investigaçãoacadémica, a produção artística e valiosos contributos junto do público escolar. Uma missão que ainda trará mais publicações e que gerou, entretanto, dois documentários- “Somos carne, somos ventre, somos nação” e “Sempre em nós”- disponíveis aqui: https://www.youtube.com/@migramediaacts .
Mais informações em https://www.migra.ics.uminho.pt/en/
Durante quatro anos, o projeto bYou propôs-se mapear, conhecer e problematizar as experiências das crianças e jovens com os media. A primeira das publicações que vamos abordar vem, exatamente no seguimento disto: “Crianças, Jovens e Media: Vidas(Des)Ligadas? Atas do Congresso bYou”.
Mais recentemente, foi lançado o “O Mundo na Escola. Como Dinamizar Meios de Comunicação Escolares”, com contributo de vários especialistas e profissionais da comunicação, uma obra que “parte do reconhecimento dos meios de comunicação escolares como espaços privilegiadospara dar voz a crianças e jovens e promover a literacia mediática em contexto educativo”, de acordo com os editores.
Deixamos aqui também a ligação para o documentário "Media Escolares: vozes em ação" , referido neste episódio:https://www.youtube.com/watch?v=KiVJ3N1sAoE
Em estúdio temos Sara Pereira e Daniel Brandão, responsáveis pelo projeto bYou e editores destas duas publicações.
Neste terceiro episódio do Estados do Tempo, Luís António Santos, professor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho,modera uma conversa com Isabel Estrada Carvalhais, professora e investigadora da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, sobre questões contemporâneas relacionadas com os populismos e os seus efeitos na qualidade da informação. Partindo da sua experiência enquanto ex-eurodeputada (2019–2024), Isabel Estrada Carvalhais reflete sobre a banalização do conceito de populismo e os riscos associados a esta diluição para o debate público. Trata-se de uma conversa que procura problematizar a forma como este conceito contestado pode e deve ser discutido numa sociedadeque se pretende cada vez mais informada.
In this third episode of Estados do Tempo, Luís António Santos, professor at the Institute of Social Sciences of the University of Minho, moderates a conversation with Isabel Estrada Carvalhais, professor and researcher at the School of Economics, Management and Political Science of the University of Minho, on contemporary issues related to populism and its effects on the quality of information. Drawing on her experience as a Member of the European Parliament (2019–2024), Isabel Estrada Carvalhais reflects on the trivialisation of the concept of populism and the risks associated with this dilution for public debate. This is a conversation that seeks to problematise how this contested concept can and should be discussed in a society that aims to be increasingly informed.
Ficha técnica:
Data de gravação: 21 de novembro de 2025
Duração: 33 minutos
Convidada: IsabelEstrada Carvalhais
Moderação: Luís António Santos
Produção: Raquel Batista e Pedro Portela
Gravação,apresentação e pós-produção: Pedro Portela
Colaboração: Luís Pinto
Credits
Recording date: 21 November 2025
Duration: 33 minutes
Guest:Isabel Estrada Carvalhais
Moderator: Luís António Santos
Production: Raquel Batista and Pedro Portela
Recording,presentation and post-production: Pedro Portela
Collaboration: Luís Pinto
João Sarmento, docente e investigador, geógrafo, trabalha nas áreas da Geografia Cultural, Estudos Pós-Coloniais, Estudos de Turismo, Estudos Urbanos e Pensamento Geográfico.
"Costa Abaixo" é um projeto que sai, literalmente, da estrada da investigação pura e dura. Vamos falar de uma viagem em várias etapas, que começa de uma forma casual. O objetivo passou a ser percorrer a costa portuguesa, mas a deambulação passou para lá da fronteira, com novas rotas a serem traçadas à medida da curiosidade e do interesse geográfico. A Geografia, afinal, é uma disciplina que também se faz caminhando.
Mais sobre o projeto: https://sites.google.com/view/costa-abaixo/home
Escutam-se neste epísódio faixas do disco "Seven Days Walking" , de Ludovico Einaudi (Decca, 2019)
Neste segundo episódio do Estados do Tempo, o investigador Luís M. Loureiro modera uma conversa com Hernâni Zão Oliveira, professor e investigador da Universidade de Évora, sobre os desafios da comunicação em saúde num tempo marcado pela desinformação e pela sobrecarga informativa. A partir da sua experiência enquanto investigador e comunicador, Hernâni Zão Oliveira reflete sobre o papel da literacia em saúde e da literacia mediática em saúde na construção de uma cidadania informada e na promoção da confiança entre profissionais de saúde, media e público. Uma conversa que cruza saúde, cultura e responsabilidade social, com foco na urgência de comunicar melhor para cuidar melhor.
In this second episode of Estados do Tempo, researcher Luís M. Loureiro moderates a conversation with Hernâni Zão Oliveira, professor and researcher at the University of Évora, about the challenges of health communication in a time marked by misinformation and information overload. Drawing on his experience as a researcher and communicator, Hernâni Zão Oliveira reflects on the role of health literacy and media literacy in health in building an informed citizenry and promoting trust between health professionals, the media and the public. A conversation that crosses health, culture and social responsibility, focusing on the urgency of communicating better to care better.
Ficha técnica:
Apresentação, Edição e Pós-produção: Pedro Portela / Communitas
Curadoria: Tiago Estêvão / BIP
Moderação: Luís M. Loureiro / BIP
Convidado: Hernâni Zão Oliveira / Universidade de Évora
Credits:
Presentation, Editing and Post-production: Pedro Portela / Communitas
Curator: Tiago Estêvão / BIP
Moderator: Luís M. Loureiro / BIP
Guest: Hernâni Zão Oliveira / University of Évora
Conversa com as autoras do livro "A Praça de Braga: Desvelar o Lugar", o quarto volume de Notas do Quotidiano, da Passeio, abordando também os outros trabalhos nesta série.
Esta obra, que ocupou cerca de dois anos com um trabalho imersivo, evidencia "os muitos sentidos de lugar que se produzem na Praça de Braga. Lugar de memória, liminar, imaginário, de convivialidade. Lugar de emergência da multiculturalidade e de sensualidade comum."
Mais info. em https://www.cecs.uminho.pt/nova-publicacao-passeio-notas-do-quotidiano-4-a-praca-de-braga-desvelar-o-lugar/
Nicoletta Mandolini é investigadora nas áreas de Estudos Culturais e de Media. O seu principal interesse de investigação é o estudo das representações de violência e de outras formas de discriminação baseadas no género.
Anteriormente, trabalhou como investigadora na KU Leuven (Bélgica). Possui um doutoramento pela University College Cork (Irlanda), centrado na análise da representação jornalística e literária do femicídio no contexto italiano, que resultou na publicação da monografia “Representations of Lethal Gender-Based Violence in Italy between Journalism and Literature: Femminicidio Narratives”(Routledge 2021).
É membro do grupo de investigação CASILAC Violence, Conflict and Gender (University College Cork), que coliderou de 2016 a 2019, e é membro fundador do grupo de investigação sobre banda desenhada italiana SnIF – Studying’n’Investigating Fumetti. É co-leader do WGAS – Working Group Autorias, Investigadoras e Editoras de Cómic, no âmbito do projeto Cost Action sobre banda desenhada ibero-americana iCOnMICs. Está também na equipa de investigação do projeto Horizon Europe CONCILIARE – Confidently Changing Colonial Heritage.
Investigadora contratada no CECS – Universidade do Minho, coordena os trabalhos de um novo projeto, GENTEEL- Graphic Novels Against Gender Violence, selecionadono Concurso Projetos Exploratórios em Todos os Domínios Científicos, lançado em 2023 pela FCT. A proposta desta equipa passa por testar a adoção de novelas gráficas como textos a serem recomendados ou utilizados para estimular a consciencialização da discriminação e violência baseadas no género, nas escolas secundárias do Norte de Portugal.
Estados do Tempo é um podcast criado pelas plataformas Communitas e Barómetro para a Qualidade da Informação . Neste episódio inaugural , Luís M. Loureiro modera uma conversa com os investigadores Inês Mendes e Tiago Estêvão, recém-doutorados e membros da equipa do Barómetro para a Qualidade da Informação (BIP). A partir das suas investigações, refletimos sobre os modos como o tempo e o medo se entrelaçam com a produção e receção da informação, e o que isso nos diz sobre a qualidade do jornalismo contemporâneo. Uma conversa que cruza o slow journalism com o estudo do medo nas narrativas mediáticas.
Episode 1 — Why information is a basic necessity
Estados do Tempo is a podcast created by the Communitas and Barómetro para a Qualidade da Informação platforms. In this inaugural episode, Luís M. Loureiro moderates a conversation with researchers Inês Mendes and Tiago Estêvão, recent PhD graduates and members of the Barometer for Information Quality (BIP) team. Based on their research, we reflect on the ways in which time and fear are intertwined with the production and reception of information, and what this tells us about the quality of contemporary journalism. A conversation that crosses slow journalism with the study of fearin media narratives.
Créditos | Credits:
Apresentação | Presentation,Edição e Pós-Produção | Editing and Post-production: Pedro Portela / Communitas
Gravação | Recording: Luís Pinto / CECS
Curador | Curator: Tiago Estêvão / BIP
Moderador | Moderator: Luís M. Loureiro / BIP
Convidados | Guests: Inês Mendes and Tiago Estêvão / Investigadores do CECS |CECS researchers
Interviews: students participating in Summer on Campus | Entrevistas: estudantes participantes do
Verão no Campus
Episode 1 — Why information is abasic necessity
In this inaugural episode of the Estados do Tempo podcast,Luís M. Loureiro moderates a conversation with researchers Inês Mendes andTiago Estêvão, recent PhD graduates and members of the Barometer forInformation Quality (BIP) team. Based on their research, we reflect on the waysin which time and fear are intertwined with the production and reception ofinformation, and what this tells us about the quality of contemporaryjournalism. A conversation that crosses slow journalism with the study of fearin media narratives.
Credits:
Presentation,Editing and Post-production: Pedro Portela / Communitas
Recording: Luís Pinto / CECS
Curator: Tiago Estêvão / BIP
Moderator: Luís M. Loureiro / BIP
Guests: Inês Mendes and Tiago Estêvão /CECS researchers
Interviews: students participating inSummer on Campus
Páginas Contadas é o novo podcast mensal do CECS, onde vamos poder ouvir os responsáveis pelas publicações deste centro de investigação.
Nesta primeira sessão, conversamos com Renata Flaiban e Fabiano Assis, que com Sumaya Mattar fazem a edição temática da edição 12(2) da Revista Lusófona de Estudos Culturais, com o tema "Educação, Arte e Comunidade". O presente número pretende realçar projetos e práticas que, em contextos educativos formais e não formais, priorizem o sentido de comunidade e pertencimento com e através das artes.
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