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No programa de hoje, o secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fernando Schwanke, fala sobre os planos para 2021, com o objetivo de fortalecer as políticas públicas para agricultura familiar.
No programa de hoje o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo fala dos desafios para 2021, com destaque na complementação do programa Pronasolos, revisão do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), ações de inovação e conectividade, e novos produtos em agrometeorologia.
A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicou na sexta-feira (15) Portaria nº 9, que suspende temporariamente a pesca de arrasto (redes) por embarcações motorizadas nas 12 milhas náuticas da faixa marítima da zona costeira do Rio Grande do Sul.
A suspensão entra em vigor em dois dias e valerá até o início da implementação do Plano para a Retomada Sustentável da Atividade de Pesca de Arrasto na Costa do Rio Grande do Sul. A estimativa é que o plano seja apresentado nas próximas semanas.
O plano vai trazer ações para tornar a pesca de arrasto na região mais sustentável, com alterações nas instalações e redes utilizadas para que permitam o escape de espécies marinhas que não são o alvo da pesca, mas que acabam sendo capturadas. Essas ações serão transformadas em normas posteriormente.
A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicou na sexta-feira (15) Portaria nº 9, que suspende temporariamente a pesca de arrasto (redes) por embarcações motorizadas nas 12 milhas náuticas da faixa marítima da zona costeira do Rio Grande do Sul.
No programa de hoje o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Guilherme Leal, fala sobre as expectativas para 2021 na maior secretaria do Mapa. Com destaque para o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde (OIE) para mudança de status de alguns estados de Livre de Febre Aftosa com Vacinação para Livre sem vacinação, avanço no Programa de Auto Controle para todas as áreas reguladas pela Defesa Agropecuária e o início do Programa de Erradicação da Peste Suína Clássica no Norte e Nordeste.
A partir de 1º de fevereiro, entra em vigor a Instrução Normativa nº 1 que traz as normas técnicas para produção integrada de folhosas, inflorescência e condimentais. A instrução foi publicada no dia 13 de janeiro no Diário Oficial da União.
Os objetivos são promover a produção sustentável de alimentos, diminuição do custo de produção, evitando o uso desnecessário de insumos e com a aplicação mais eficiente de recursos naturais. O regulamento é resultado de uma parceria com a área produtiva, Embrapa Hortaliças e órgãos públicos e da iniciativa privada.
A coordenadora de Produção Integrada da Cadeia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Rosilene Souto, explica a publicação que traz normas para 32 espécies que são consumidas com muita frequência e crua. Entre elas estão, a acelga, agrião, aipo, alcachofra, alecrim e alface.
A adesão à produção integrada é voluntária. Se o produtor aderir ao sistema, precisa cumprir todas as normas, como uso racional de insumos e capacitação técnica da equipe, ter um responsável técnico e obter uma certificação do produto concedida por uma entidade credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Rosilene Souto, destaca que a norma visa conscientizar e capacitar trabalhadores e produtores, o manejo, reponsabilidade, segurança do trabalho, rastreabilidade da produção e certificação.
Atualmente, o Brasil conta com 72 culturas com as normas técnicas aprovadas e publicadas pelo Mapa para produção integrada.
Ao comprar produtos com o selo “Brasil Certificado Agricultura Qualidade”, o consumidor tem a garantia de estar levando um produto seguro e de qualidade, respeitando todas as regras sanitárias e ambientais.
No programa de hoje o Diretor-geral do Serviço Florestal, Valdir Collato, fala sobre os desafios da pasta para 2021, como a implementação do Código Florestal, análise do Cadastro Ambiental Rural juntamente com o Inventário Florestal, confira.
Apesar da pandemia de COVID-19 e seus respectivos impactos na economia global, com a adoção de medidas de prevenção em diversos países, as exportações dos Cafés do Brasil no ano de 2020 atingiram o maior volume de sua história, com o equivalente a 44,5 milhões de sacas de café de 60kg, somados cafés verde, solúvel e torrado & moído, o que representou um aumento de 9,4% em relação às exportações brasileiras de café em 2019.
Os números e demais dados da performance das exportações dos Cafés do Brasil constam do Relatório mensal dezembro 2020, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), que está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.
Do total dos Cafés do Brasil exportados em 2020, os cafés industrializados foram responsáveis pelo volume equivalente a 4,1 milhões de sacas, um aumento de 2,3% em relação a 2019. As exportações de café verde atingiram 40,4 milhões de sacas, um crescimento de 10,2% em relação a 2019.
O diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Silvio Farnese, destaca o bom posicionamento do Brasil no mercado internacional.
Dentre as exportações de café verde o arábica foi responsável pela venda ao exterior de 35,5 milhões de sacas, volume que representou uma alta de 8,4% em relação a 2019 e o recorde histórico anual para exportações dessa variedade. O café da espécie conilon teve 4,9 milhões de sacas exportadas no ano, o que representou um aumento de 24,3% em relação ao ano passado, além de também ser o maior volume já registrado em um ano nas exportações dessa espécie.
No programa de hoje o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jorge Seif Júnior fala sobre os desafios da pasta para 2021, como o Recadastramento Nacional dos Pescadores, a Sessão dos terminais Pesqueiros Público e a Instrução Normativa 10/2014 que vai regulamentar a atividade de pesca embarcada.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta quarta-feira (27) do painel virtual Destravando a Inovação para transformar Sistemas Alimentares, promovido pelo Fórum Econômico Mundial. A ministra citou as ações adotadas pelo Brasil nos últimos anos para tornar a agricultura mais digital e destacou a inovação como fundamental para adequar a agropecuária à realidade global.
Tereza Cristina ressaltou que o Ministério da Agricultura trabalha com cinco eixos estratégicos: sustentabilidade, inovação aberta, bioeconomia, agregação de valor e agricultura digital.
Ela também falou sobre os investimentos em startups ligadas ao agro. Houve um salto grande nos últimos anos no país, passando de US$ 4 milhões, em 2013, para US$ 200 milhões, em 2019.
A ministra ressaltou que uma das prioridades do Ministério é expandir a conectividade no campo, como forma de permitir a inclusão dos mais de 4,5 milhões de pequenos produtores, fixação dos jovens no meio rural e melhoria da renda das mulheres do campo, responsáveis pela gestão de cerca de 20% dos estabelecimentos rurais do país.
O Fórum Econômico Mundial reúne os principais líderes empresariais e políticos, assim como intelectuais e jornalistas selecionados para discutir as questões mais urgentes enfrentadas mundialmente, incluindo saúde e meio-ambiente.
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