Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Safra 2021/22 está estimada em 271,2 milhões de toneladas e atinge novo recorde

    Os agricultores irão colher a maior safra já registrada na série histórica brasileira. A produção de grãos na safra 2021/22 está estimada em 271,2 milhões de toneladas, como aponta o 12º Levantamento divulgado na quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O volume representa um acréscimo de quase 14,5 milhões de toneladas quando comparado ao ciclo anterior, como destaca o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro.

    Principal produto cultivado a soja teve desenvolvimento marcado pela  altas temperaturas em importantes regiões produtoras. Diante desse cenário a colheita para o grão no país está estimada em 125,6 milhões de toneladas. No caso do milho, houve uma recuperação na produção total com a colheita estimada em 113,2 milhões de toneladas. Enquanto na primeira safra houve uma certa instabilidade em 24,9 milhões de toneladas, a segunda safra foi marcada por uma retomada na produção sendo estimada em 86,1 milhões de toneladas.

    Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo que tem produção estimada em 9,4 milhões de toneladas, mesmo com a cultura ainda em desenvolvimento a expectativa é que o volume a ser produzido nesta temporada seja recorde.

    Apesar da quebra registrada na atual temporada principalmente nas culturas de primeira safra, o diretor de Oleaginosas Fibras e Frutas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sávio Pereira ressalta a boa rentabilidade para os agricultores.

    Nesta edição a companhia apresenta um mapeamento de áreas cultivadas com Todas as informações sobre a safra de grãos 2021/22 estão disponíveis no levantamento completo publicado no site da Conab em www.conab.gov.br

    4 min
  • Boletim Agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: São previstas chuvas significativas no Norte do AM e Sul de RR que podem superar 60 mm. No TO, AC e em grande parte da região Nordeste, não são previstas quedas de chuvas. Em parte de Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), o tempo seguirá instável com acumulados que poderão ultrapassar 10 mm. Nessas áreas, as condições serão favoráveis principalmente para as lavouras de feijão e milho 3ª safra em enchimento de grãos, mas a diminuição de água se manterá em lavouras no interior da região. No extremo Sul baiano, são previstas pancadas isoladas, com valores abaixo de 20 mm.

    CO: A predominância de uma massa de ar seco continuará impedindo a formação de nuvens de chuva na região. Apesar do elevado risco de incêndios, o tempo seco será favorável para a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª safra e do trigo. No Sudoeste do MS, a umidade no solo será suficiente para as lavouras ainda em enchimento de grãos.

    SE: A massa de ar seco prevalecerá, por isso não há previsão de chuva em grande parte da região. Entretanto, no Sudeste de SP, devido à presença de áreas de instabilidade que se deslocam em direção ao estado, há a possibilidade de ocorrência de até 60 mm de chuvas, contribuindo para a elevação do armazenamento de água no solo. No geral, as condições continuarão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª safra, do trigo, da cana-de-açúcar e do café.

    S: A previsão é de bons volumes de chuva nos três estados. O tempo instável provocará acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 mm no Nordeste do PR e Norte de SC. As condições serão favoráveis para a colheita do milho 2ª safra. No extremo Sul do RS, os acumulados poderão chegar a 40 mm. Em toda a região, os cultivos de inverno serão beneficiados pelo acúmulo de umidade no solo.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias 05 a 12/09/2022.

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

    4 min
  • Consulta pública vai colher sugestões sobre o Irriga+Brasil

    Foi aberta consulta pública com objetivo de colher sugestões e promover o diálogo entre a administração pública e o cidadão sobre o documento executivo do Programa Nacional de Agricultura Irrigada (Irriga+Brasil). As propostas devem estar  tecnicamente fundamentadas, e  deverão ser encaminhadas até o dia 22 de setembro. O objetivo é permitir a ampla divulgação da proposta do Irriga+Brasil, de forma a possibilitar a manifestação de órgãos, entidades representativas, pessoas físicas e jurídicas interessadas no tema.

    O coordenador-geral de Irrigação e Drenagem do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Frederico Cintra, destacou a importância  do programa.

    O documento foi resultado de um processo participativo de elaboração, que levou em conta publicações oficiais disponíveis sobre a agricultura irrigada brasileira, publicadas na última década, bem como de informações fornecidas por associações de irrigantes, pelos Polos de Agricultura Irrigada, por representantes de universidades e pela Câmara Temática de Agricultura Sustentável e Irrigação (CTASI/Mapa).

    De acordo com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), das 20 maiores commodities brasileiras, dez fazem uso de irrigação (arroz, café, tomate, cana, trigo, soja, milho, laranja, feijão e outros legumes). Além desses, outros alimentos que compõem a dieta básica brasileira, como legumes, verduras e frutas, são produzidos quase em sua totalidade (cerca de 90%) com utilização de irrigação.

    O Irriga+Brasil é um programa nacional que tem como meta a expansão dos sistemas irrigados em bases sustentáveis. O objetivo geral é promover o aumento da produção de alimentos, fibras e bioenergia no Brasil, por meio da irrigação, aliada a práticas conservacionistas de solo e água, em áreas já antropizadas (quando as características originais foram alteradas), com vistas à intensificação sustentável da agropecuária brasileira.

    Para participar da pesquisa acesso o site do Mapa: www.agricultura.gov.br

    >> Acesse aqui para participar.

    4 min
  • Safra de grãos 2022/23 pode chegar a 380 milhões de toneladas

    De acordo com as Perspectivas para a Agropecuária Safra 2022/23, divulgada nesta quarta-feira (24) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as primeiras projeções para a produção total de grãos apontam para uma colheita de 308 milhões de toneladas. O resultado é impulsionado, principalmente, pelo bom desempenho dos mercados de milho, soja, arroz, feijão e algodão.

    O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, reforçou o protagonismo do país na produção mundial de alimentos.

    De acordo com os números, que apresentam as principais variáveis de mercado e as tendências para as culturas, a produção total destes cinco principais produtos cultivados no país, e que correspondem a mais de 90% da produção brasileira de grãos, está estimada em 294,3 milhões de toneladas.

    O estudo traz pela primeira vez dados para a pecuária. Para o próximo ano safra, os produtores de carnes, principalmente de aves e suínos, se deparam com o desafio de gerenciar os custos de produção, diante de preços de milho em patamares mais altos. Neste cenário de custos elevados, a tendência é de uma menor margem de rentabilidade para o setor.

    Os abates de aves projetados para 2023 também tendem a apresentar crescimento estimado em 6,29 bilhões de frangos, enquanto as exportações devem apresentar uma ligeira queda, podendo chegar a 4,5 milhões de toneladas. Essa combinação de fatores resulta em um provável aumento da oferta interna elevando a disponibilidade per capita acima dos 51 kg/hab/ano.

    3 min
  • Ministro da Agricultura defende a não restrição de fertilizantes

    Ao participar da abertura do 9º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, nesta terça-feira (23), em São Paulo, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, defendeu que o comércio de fertilizantes não seja restringido ou sofra sanções em razão de conflitos internacionais, principalmente pelo conflito envolvendo Rússia e Ucrânia

    O ministro destacou que a falta desses insumos, fundamentais para lavouras, afetam diretamente a produção de alimentos.

    O evento foi promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).

    Marcos Montes lembrou que, desde o início do conflito, o Brasil tem defendido em fóruns internacionais, como nas Nações Unidas, o livre comércio dos fertilizantes e que os produtos sejam excluídos de sanções aplicadas por grandes potências.

    No último sábado, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, pediu a retirada de barreiras às exportações de fertilizantes da Rússia, um dos principais fornecedores mundiais. Apesar do conflito, o fluxo de entregas de fertilizantes aos produtores rurais brasileiros foi mantido, atendendo a demanda da safra atual.

    O ministro destacou ainda o Plano Nacional de Fertilizantes, que tem como objetivo a adoção de medidas a médio e longo prazo para redução da dependência externa pelos insumos, fortalecimento das políticas de incremento da competitividade da produção e distribuição de fertilizantes no país de forma sustentável. O Brasil é responsável, atualmente, por cerca de 10% do consumo global de fertilizantes, ocupando a quarta posição, atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos. Porém, mais de 80% dos fertilizantes são provenientes do mercado externo, como da Rússia, China e do Canadá.

    4 min
  • Boletim Agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: As chuvas poderão superar 80 mm no Extremo-Norte do PA e Oeste do AP. No Norte de RR e faixa Oeste do AM, são previstos volumes de 20 a 60 mm. No TO, RO, Sul do PA e em grande parte da região Nordeste, não são previstas quedas de chuvas. Na costa Leste e em parte de SE, AL e BA (SEALBA), o tempo seguirá instável com chuvas que poderão ultrapassar 10 mm. No Nordeste da BA, a disponibilidade de água no solo continuará abaixo do ideal para o enchimento de grãos do feijão e do milho 3ª safra, principalmente nas áreas mais distantes do litoral. No Extremo-Sul baiano, são previstas pancadas isoladas, com valores abaixo de 30 mm.

    CO: A predominância de uma massa de ar seco durante a semana impedirá a formação de nuvens de chuva na região. O tempo seco continuará favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho 2ª safra. No Sudoeste do MS, a umidade no solo será suficiente para as lavouras de trigo ainda em enchimento de grãos.

    SE: A massa de ar seco prevalecerá e não há previsão de quedas de chuva na maior parte da região. Apenas no ES e no Nordeste de MG, são previstos baixos volumes de chuva que não deverão ultrapassar 30 mm. A ausência de precipitações reduzirá a umidade do solo em parte de SP, onde o trigo encontra-se em estágios reprodutivos. Nas demais áreas da região, o tempo seco continuará beneficiando a qualidade das fibras do algodão, a secagem natural do milho 2ª, além da maturação e da colheita da cana-de-açúcar e do café.

    S: O tempo seguirá instável, com previsão de acumulados acima de 30 mm no Extremo-Sul do RS, principalmente no final de semana. Nas demais áreas da região, os cultivos de inverno serão beneficiados com a estabilidade do tempo e o acúmulo de umidade no solo. Há previsão de geadas de intensidade fraca no dia 23/8, na região da Campanha Gaúcha e áreas Serranas de SC.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias  22  a 29/08/2022.

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    4 min
  • Feiras internacionais são oportunidades de negócios para empresas do agro

    A participação do Brasil em feiras internacionais representa uma importante oportunidade para a realização de negócios e abertura de novas fronteiras para a indústria de alimentos, bebidas e outros produtos do agronegócio brasileiro. No primeiro semestre deste ano, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  coordenou o Pavilhão Brasil em 7 feiras internacionais nos países do Reino Unido, Alemanha, África do Sul, Irã, Coreia do Sul, Tailândia e Canadá, onde participaram um total de 70 empresas brasileiras.

    De acordo com o Departamento de Promoção Comercial e Investimentos da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura,  as empresas participantes fizeram 1.106 contatos comerciais durante a missão no exterior. O montante financeiro gerado pelos negócios concretizados durante as feiras organizadas pelo Ministério da Agricultura foi de  US$ 2,4.

    A expectativa de geração de negócios para os próximos 12 meses, decorrentes dos contatos realizados durante os eventos, é estimada em 80 milhões de dólares.

    O Ministério da Agricultura organiza o Pavilhão Brasil em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Apex-Brasil. Algumas feiras, como a Saitex e Biofach,  são direcionadas à participação de cooperativas e empresas de pequeno porte, que planejam se inserir no mercado internacional.

    A Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura pretende participar ainda  neste segundo semestre de mais outras oito feiras internacionais, para você produtor que tem interesse em expor seu produto, segue as datas e locais das próximas feiras que acontecem neste ano:

    A WorldFood Istanbul 2022, na Turquia nos dias 1° a 4 de setembro.

    A Food and Hotel Asia 2022, em Singapura nos dias 5 a 8 de setembro.

    A Expoalimentaria 2022, em Lima (Peru) nos dias 21 a 23 de setembro.

    A Biofach America 2022 será na Filadélfia, nos Estados Unidos, nos dias 29 de setembro a 1° de outubro.

    A  Agrofuturo 2022 de 26 a 28 de outubro, em Bogotá, Colômbia.

    A SIAL Índia, em Nova Deli nos dias 1° a 3 de dezembro.

    A Food África 2022, nos dias 5 a 7 de dezembro, em Cairo no Egito.

    E por fim a Abu Dhabi International Food Exhibition 2022, que ocorrerá nos dias 06 a 08 de dezembro, nos Emirados Árabes.

    Desde que sejam para a promoção exclusiva de produtos brasileiros, as empresas produtoras de alimentos e bebidas, comerciais exportadoras, tradings, entidades setoriais e cooperativas, interessadas em participar destes eventos podem fazer contato com a Coordenação-Geral de Promoção Comercial do Ministério da Agricultura pelo e-mail: [email protected] ou pelo telefone: (61) 3218-2425. Também podem acessar o calendário de feiras pelo site do ministério em www.agricultura.gov.br

    Os Ministérios da Agricultura e de Relações Exteriores são responsáveis pelos custos de contratação do espaço na feira, montagem do estande, apoio de recepcionistas bilíngues e confecção do catálogo do Pavilhão Brasil.

    4 min
  • Mapa e Apex lançam estudo sobre mercado de mação na Colômbia

    Apresentar os principais requisitos de acesso a mercado para maçãs frescas (SH6 080810), na Colômbia, de forma sucinta e direta. Esse é o objetivo do estudo de Acesso de Mercado: “Maçãs na Colômbia”, desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ApexBrasil e adidos agrícolas brasileiros.

    Segundo a publicação, a importação de maçãs está em crescimento no mercado colombiano, com um crescimento médio anual de 4,5% entre 2017 e 2021, apesar de queda registrada em 2019. Dentre os principais exportadores do produto para aquele país, estão Chile, Estados Unidos, França e Itália. Em 2021, o Brasil deu início à participação no mercado de maçãs da Colômbia, exportando US$ 871,7 mil, equivalente a 1,3 tonelada.

    O autor da publicação, é o adido agrícola em Bogotá, Marcus Vinicius que explicou que o estudo visa auxiliar os exportadores brasileiros de maçã no acesso ao mercado colombiano, oferecendo informações como preços praticados, exigências fitossanitárias para ingresso do produto, custo de frete, principais centros de consumo e compradores.

    Além de trazer informações sobre exportação, o estudo mostra dados sobre o quadro regulatório, com instituições relevantes de fitossanidade; perfil tarifário, principais regulamentos e normas, logística, comercialização, promoção, possíveis contatos com distribuidores e importadores, dentre outros destaques.

    O documento faz parte de uma série de estudos sobre mercado. Foram selecionados 18 mercados para a elaboração de estudos de novos mercados abertos, que serão lançados ao longo de 2022, com oportunidades de exportação em países como Arábia Saudita, China, Colômbia, Egito, México e Tailândia.

    3 min
  • Certificação voluntária irá abrir mais mercados para algodão brasileiro, diz ministro

    O  avanço do programa de certificação voluntária dentro do setor algodoeiro foi o destaque feito pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, nesta terça-feira (16), na abertura da 13º edição do Congresso Brasileiro do Algodão, em Salvador.

    A certificação voluntária permite, por meio da emissão do certificado oficial de conformidade, a agregação de valor ao produto brasileiro no mercado externo. Dentro do país, a certificação voluntária propicia ao setor produtivo ressaltar características de qualidade dos produtos, com mais informação ao consumidor.

    Na safra 2021/2022, o Mapa e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) desenvolveram projeto-piloto para certificação de conformidade oficial do algodão brasileiro, que envolveu capacitação de inspetores de unidades de beneficiamento de algodão, verificação das facas das prensas, uso de lacres invioláveis nas malas de algodão e padronização na recepção de amostras laboratoriais.

    O Mapa concedeu reconhecimento às primeiras unidades de beneficiamento, um laboratório e um centro de referência. O ministro ressaltou a importância dos certificados para qualificação do setor, principalmente ao mercado asiático.

    Nos últimos anos, o Brasil aparece entre os cinco maiores produtores mundiais de algodão, junto com China, Índia, EUA e Paquistão. A meta é tornar o país o maior exportador mundial da fibra até 2030, conforme a Abrapa.

    3 min
  • Mercados atacadistas apontam nova queda de preço das hortaliças

    Mais uma vez é observada uma tendência de preços mais baixos em várias hortaliças comercializadas no mercado atacadista brasileiro. Segundo o 8º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta terça-feira (16) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, produtos como a batata, a cenoura, o tomate e a alface tiveram novas reduções de valores. Já com relação às frutas, foi observado um viés de alta para a banana, a maçã, o mamão e a melancia. O diretor de Informações Agropecuárias e Políticas Agrícolas da Conab, Sergio De Zen, comentou o cenário atual de preços no atacado e sua relação com as variações climáticas no país. 

    Com exceção da cebola, que apresentou um pequeno viés de alta, as hortaliças mais comercializadas nas Ceasas apresentaram redução de preços.

    Sobre uma possível recuperação no fluxo de exportações de frutas, o superintendente de Estudos de Mercado e Gestão da Oferta da Conab, Allan Silveira, esclareceu o potencial  do mercado nesse período de pós-pandemia.

    Mais informações sobre a comercialização de hortifrutis nos principais mercados atacadistas do país podem ser encontradas no 8º Boletim Prohort de 2022, divulgado no site da Companhia, em www.conab.gov.br

    4 min

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