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N-NE: São previstos acumulados de chuva entre 20 e 60 mm no Noroeste do AM e em RR. No TO, RO, Sul do PA e em grande parte da região Nordeste, não são previstos acumulados de chuva significativos. Entre SE, AL e BA (SEALBA), o tempo permanece instável, com acumulados que irão ultrapassar 10 mm entre SE e AL. No Nordeste da BA, a redução da disponibilidade de água no solo pode causar
restrição ao enchimento de grãos de lavouras de feijão e milho 3ª safra, principalmente nas áreas mais distantes do litoral.
CO: O predomínio da massa de ar seco continuará dificultando a formação de chuva em grande parte de GO, Centro e Norte de MT, predominando a baixa umidade relativa do ar. Há previsão de chuva em grande parte de MS, podendo ultrapassar 30 mm, favorecendo as lavouras de trigo em enchimento de grãos. O tempo seco na maior parte da região continuará favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho 2ª safra.
SE: A massa de ar seco prevalecerá e continuará impedindo a ocorrência de chuvas em grande parte de MG, mas há previsão de chuva em SP, podendo ultrapassar 30 mm no Oeste do estado. A chuva amenizará a quantidade de água no solo, favorecendo o trigo em estágios reprodutivos. Nas demais áreas da região, o tempo seco continuará beneficiando a qualidade das fibras do algodão, a secagem natural do milho 2ª, além da maturação e da colheita da cana-de-açúcar e do café.
S: A passagem da frente fria favorecerá a ocorrência de chuvas. Entre o Norte do RS, SC e o Centro-Sul do PR, os acumulados deverão ultrapassar 80 mm. No Centro-Sul do RS e Norte do PR, são previstos de 20 a 30 mm. Em toda a região, os cultivos de inverno serão beneficiados com o acúmulo de umidade no solo. Há previsão de geada de intensidade moderada à forte, principalmente no final de
semana, em grande parte da Região Sul.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 15 a 22/08/2022.
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Auditar protocolos e conhecer a estrutura do sistema de defesa e vigilância agropecuária no setor avícola do Brasil foi o objetivo da missão do Serviço Veterinário Oficial dos Estados Unidos (APHIS/USDA), encerrada na última sexta-feira (12), em São Paulo.
O grupo se disse impressionado com a transparência de informações, as condições de rastreabilidade e com o avanço do sistema de controle integrado em relação à última visita, realizada em 2012. Os Estados Unidos ainda não importam carne de frango ou ovos do Brasil.
O foco da missão era o mercado de aves vivas. Já existe uma negociação para a certificação de pintinhos de um dia e ovos férteis, exigência legal para que o Brasil possa exportar esses produtos aos americanos. O grupo levantou informações, especialmente sobre a vigilância da doença de Newcastle. O último caso no Brasil ocorreu em 2006.
O coordenador-geral de Sanidade Animal do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Caetano Junior, lembrou que o Brasil representa também um diferencial para a genética de aves.
Só em 2022, quase 38 milhões de aves foram abatidas nos Estados Unidos por causa da doença.
Durante duas semanas, os representantes do governo americano, após reunião inicial em Brasília, visitaram São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. Eles visitaram granjas, associações de produtores, serviços veterinários estaduais e superintendências federais de Agricultura. A última foi a SFA-SP, onde ocorreu a reunião final na última sexta-feira, (12).
Os auditores destacaram a facilidade de acesso aos dados, a integração entre instituições estaduais e federais, a capacidade de resposta da Vigilância Agropecuária em eventuais casos de surtos, a biossegurança nos estabelecimentos avícolas, o controle de trânsito animal e as campanhas de comunicação e educação sanitária feitas no país.
O resultado do trabalho será apresentado no relatório final, que será entregue ao Mapa nos próximos meses.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará ao longo do segundo semestre de 2022 vistorias em áreas beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe e Bahia.
Os técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Ministério da Agricultura (Mapa), irão percorrer as lavouras checando os dados declarados pelos profissionais encarregados da comprovação de perdas do Proagro.
O Programa é custeado com recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir o desconto ou a liquidação de custeios agrícolas de financiamento, quando no caso de ocorrência de sinistro na lavoura e na proporção das perdas apuradas, e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.
Durante o trabalho de supervisão, são realizadas visitas aos produtores, agentes financeiros, cooperativas, empresas de assistência técnica dos municípios entre outros agentes de interesse envolvidos no processo de verificação de perdas.
Até o final do ano, pelo menos 250 propriedades serão vistoriadas pelos profissionais, que poderão ainda incluir monitoramentos em outros estados. Em casos de irregularidades identificadas pelos técnicos, as instituições financeiras poderão sofrer punições, por parte do Banco Central ou pelo Ministério Mapa.
As indenizações pagas aos agricultores afetados por sinistros cobertos pelo programa somaram mais de R$ 5,7 bilhões em perdas em 2021.
Com o bom desempenho das lavouras, a atual estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção total de grãos divulgada nesta quinta-feira (11), é de 271,4 milhões de toneladas, acréscimo de 15,9 milhões de toneladas ao colhido em 2020/21..
De acordo com o 11º Levantamento da Safra de Grãos da Conab, os produtores de milho deverão colher na segunda safra do cereal 87,4 milhões de toneladas na temporada 2021/22.
A colheita do milho segunda safra segue avançando e ultrapassa 79% da área plantada, como indica o Progresso de Safra publicado pela estatal nesta semana. Se confirmado, o volume estimado para a segunda safra de milho representa a maior produção registrada na série histórica.
O coordenador geral de oleaginosas, fibras e frutas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sávio Pereira, explicou que o resultado vem em consequência ao controle do número da área plantada no país.
Para o feijão, a segunda safra está praticamente finalizada restando apenas alguns talhões que devem ser colhidos ainda na primeira quinzena de agosto. Mesmo com as oscilações climáticas registradas durante o ciclo, a produção deve alcançar em torno de 1,36 milhão de toneladas.
O diretor presidente da Conab, Guilherme Ribeiro destacou que os trabalhos de colheita estão bastante adiantados e as boas condições climáticas poderão aumentar os números da safra.
Produtos de 1ª safra, as lavouras de soja e arroz têm produção estimada em 124 milhões de toneladas e 10,8 milhões de toneladas, respectivamente.
Mais detalhes sobre as principais culturas cultivadas no país podem ser acessados nos arquivos do 11º Levantamento da Safra de Grãos 2021/2022, disponíveis no site da Companhia em www.conab.gov.br
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, participou nesta quarta-feira (10), em Brasília, do Encontro Nacional do Agro, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), federações estaduais, sindicatos e associações do setor.
No evento, o ministro participou do painel sobre Segurança Alimentar e Sustentabilidade, ao lado do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.
Marcos Montes destacou que o Brasil é uma potência agroambiental, onde a produção agropecuária é feita em alinhamento com a sustentabilidade, além de ser uma das poucas nações com capacidade de atender a demanda mundial, nas próximas décadas, por alimentos. Em apoio e estímulo a essas práticas, Montes citou o Plano Safra, que traz juros mais baixos para linhas de crédito focadas na produção sustentável.
No Encontro Nacional do Agro, a CNA apresentou documento que elenca as prioridades do setor, divididas em segurança alimentar, desenvolvimento econômico, social e sustentável.
A abertura do evento, que reuniu representantes do setor produtivo de todo o país, teve a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do presidente da CNA, João Martins.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicou nesta quarta-feira (10) a Portaria nº 635, que estabelece o Regulamento Técnico que define os requisitos mínimos de identidade e qualidade para amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas, individualizadas ou misturadas.
Entre os requisitos, os produtos devem estar limpos e em bom estado de conservação, isentos de pragas visíveis a olho nu, em qualquer de suas fases evolutivas, isentos de mau cheiro, que impeça a sua utilização e que não estejam mofadas, rançosas ou azedas, germinadas e danificadas.
O atendimento aos requisitos mínimos deve ser observado pelo responsável pelo produto, bem como pelo embalador, detentor ou importador do produto. A norma visa suprir a inexistência de Padrão Oficial de Classificação específico para cada produto abrangido e, assim, viabilizar que esses produtos sejam controlados e oferecidos ao consumidor respeitando um padrão mínimo de qualidade e de condições higiênico-sanitárias.
As amêndoas, castanhas, nozes e frutas secas que não atenderem ao regulamento técnico serão consideradas desconformes e não poderão ser comercializadas, devendo ser repassadas ou destruídas. No caso de importação, se não atenderem aos requisitos estabelecidos na Portaria, somente poderão ser comercializadas após atendidas as exigências determinadas pelo órgão fiscalizador, podendo ainda ser devolvidas para a origem ou destruídas.
Começou na segunda-feira (08) o curso de preparação para adidos que vão exercer a missão de assessoramento em assuntos agrícolas nas representações diplomáticas brasileiras em Angola, Colômbia, Egito, Marrocos e União Europeia.
O adido atua na abertura, manutenção e ampliação de mercados para o agronegócio brasileiro, contribuindo para geração de divisas e empregos no Brasil.
A capacitação, organizada em colaboração entre o Ministério das Relações Exteriores com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está sendo realizada no Instituto Rio Branco (IRBr), e vai ocorrer até sexta-feira (12).
Em 2022, 13 profissionais sêniores, com conhecimento em temas agrícolas, foram finalistas aos postos de adido agrícola.
Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), o número de profissionais na área aumentou com o apoio das embaixadas, graças aos resultados concretos que os adidos trouxeram. O secretário adjunto da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), Fernando Zelner, destacou a importância dos adidos na negociação dos produtos agrícolas brasileiros no comércio exterior.
Desde 2009, mais de 60 servidores do Ministério da Agricultura (Mapa) já cumpriram a função de adido agrícola e mais de 160 integraram as listas tríplices, mostrando assim o interesse crescente pela internacionalização do Ministério.
Durante a abertura do curso, a diretora-geral do Instituto Rio Branco, embaixadora Glivânia Maria de Oliveira, falou sobre a importância da iniciativa para o compartilhamento do conhecimento acumulado pelo Itamaraty no âmbito internacional.
Atualmente, o Ministério da Agricultura… possui 28 adidos agrícolas brasileiros designados junto às representações diplomáticas no exterior, com previsão de ampliação, ainda neste ano, para 29 adidos em 27 postos.
A seleção de 2022 teve por objetivo identificar candidatos aptos a substituir quatro adidos/ cujos mandatos estão se encerrando, além de candidato para a nova adidância agrícola que está sendo criada na Embaixada do Brasil em Luanda, Angola.
Ainda em 2022, espera-se que os cinco novos adidos sejam designados e iniciem suas missões no começo de 2023.
N-NE: São previstos acumulados de chuva que poderão superar 50 mm no Noroeste do AM e RR. Nas demais áreas da região Norte e Nordeste, os volumes de chuva serão inferiores a 20 mm. O tempo segue instável na faixa Leste e não se descarta a ocorrência de pancadas isoladas entre SE, AL e BA (SEALBA). Apesar da redução do armazenamento de água no solo, a umidade será suficiente para os cultivos de feijão e milho 3ª safra na maior parte da região.
CO: O predomínio de uma massa de ar seco não será favorável a formação de nuvens de chuva em grande parte da região. Porém, devido a frente fria, são previstos acumulados de chuva que poderão ultrapassar 60 mm em áreas do MS, além de ventos fortes e descargas elétricas, podendo causar danos pontuais a lavouras de algodão e milho 2ª em maturação e colheita. As lavouras de trigo em enchimento de grãos no MS serão beneficiadas com a recuperação da umidade no solo. O tempo seco continuará favorecendo o amadurecimento e a colheita do algodão e do milho 2ª safra.
SE: Uma massa de ar seco prevalecerá em grande parte da região. Porém, devido a frente fria, são previstos acumulados de chuva que poderão ultrapassar 40 mm em áreas de MG, SP e RJ. Essa previsão amenizará a deficiência de água no solo em áreas de SP, onde o trigo se encontra em estágios reprodutivos. Nas demais áreas da região, o tempo seco continuará beneficiando a qualidade das fibras do algodão e a secagem natural do milho 2ª safra, além da maturação e da colheita da cana-de-açúcar e do café.
S: A formação de uma frente fria no início da semana manterá o tempo instável e são previstos temporais acompanhados de ventos fortes no litoral. Os acumulados de chuva poderão ultrapassar 100 mm no Norte do PR, Leste de SC e Nordeste do RS, favorecendo o acúmulo de umidade no solo necessário para o desenvolvimento do trigo em toda a região. Devido a redução das temperaturas, há previsão de geada, principalmente, na Campanha Gaúcha e regiões Serranas do Sul do país, podendo se estender até o Sul de MG.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 08 a 15/08/2022.
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Durante a cerimônia de inauguração das novas instalações do Núcleo Cooxupé, em Patrocínio (MG), na quarta-feira (3), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, destacou a importância do cooperativismo para a organização dos agricultores familiares. Segundo ele, a Cooperativa é um exemplo da agricultura familiar organizada.
A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) conta com mais de 17 mil cooperados, sendo 97% pequenos produtores que vivem da agricultura familiar. A cooperativa recebe café produzido em mais de 300 municípios de sua área de ação e responde por 18% da safra nacional de café arábica.
Durante o evento, foi assinado o Protocolo de Intenções entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a cooperativa Cooxupé. O objetivo é formalizar as intenções de cooperação para melhor atender o setor cafeeiro nacional, através de prestação de serviços de armazenagem e execução de políticas públicas para o café, nas unidades armazenadoras da Conab.
O Presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, disse que a cooperação com a Cooxupé tem o objetivo de aumentar a capacidade de armazenagem.
O Brasil é o maior produtor e exportador de café, com 53,4 milhões de sacas, e segundo maior consumidor da bebida no mundo. O estado de Minas Gerais lidera o ranking da produção nacional do grão, com 68% da produção do país. Marcos Montes, ressaltou que o café representa bem o sucesso do agro pela organização do setor.
Nesta safra 2021/2022, os recursos financeiros do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) repassados aos 34 agentes financeiros que assinaram contrato com o Mapa totalizam R$ 5,49 bilhões, representando 93% do volume programado para esta safra (R$ 5,9 bilhões).
Com o objetivo de aprimorar dispositivos que normatizavam a Cédula de Produto Rural (CPR), foi sancionada, no dia 20 de julho, a Lei Nº 14.421/2022. Um desses aprimoramentos foi a ampliação do conceito de produto rural, de forma a permitir a captação de recursos tanto para projetos de conservação e preservação ambiental (CPR Verde), quanto para financiar outros elos da cadeia produtiva (fornecedores de insumos e equipamentos e processadores).
O secretário adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Ângelo Mazzillo Júnior, explica como será essa nova lei.
O secretário salienta que a atualização dessas normas deve deixar o agronegócio como alternativa ainda mais sólida e segura para o investidor privado. Destaca-se que a atração de novos investimentos é indispensável para assegurar o contínuo crescimento do setor.
Mazillo afirma que a nova lei vai proporcionar ao produtor mais acesso a recursos financeiros.
A Lei Nº 14.421/2022 ampliou a captação de recursos para toda cadeia do agronegócio, José Ângelo explica que as normas vão além de projetos de conservação e preservação ambiental.
O secretário ressalta ainda que os fornecedores de insumos, equipamentos e processadores serão beneficiados e terão acesso a financiamentos com a emissão da nova CPR.
José Ângelo pontua que as condições do financiamento serão feitas em acordo entre o credor e o tomador de recurso.
A nova lei nº 14.421/2022, também chamada de Lei do Agro 2, veio aprimorar a lei nº 13.986/2020 na melhoria da Cédula de Produto Rural e também foram aprimorados os dispositivos que tratam do registro de garantias e os procedimentos e prazo para o registro dos títulos.
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