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Este episódio traz informações para prevenção da febre aftosa
Este episódio traz a história do controle e erradicação da febre aftosa no país.
Em live em comemoração ao Dia Nacional da Agricultura Irrigada, a ser celebrado no dia 15 de junho, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, destacou a importância da irrigação na agricultura como inovação tecnológica para garantir a segurança alimentar e promover a sustentabilidade.
O evento virtual, organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), tem como objetivo promover uma postura crítica e ativa em relação à importância da agricultura irrigada para a sustentabilidade na produção de alimentos e para o desenvolvimento da segurança alimentar no Brasil.
O presidente da CNA, João Martins, ressaltou a irrigação como uma alternativa tecnológica para a atividade agrícola.
A irrigação é uma técnica utilizada para suprir as demandas hídricas dos cultivos de forma artificial, visando o pleno desenvolvimento. Essa técnica faz parte de um conjunto de outras práticas usadas para garantir a produção econômica de determinada cultura, com o adequado manejo dos recursos naturais, acompanhada de tecnologias como a de plantio direto, as de conservação de água e solo, a de manejo integrado de pragas, entre outras.
O Brasil é o 6° país no ranking de países com maiores áreas irrigadas no mundo e um dos poucos países do mundo com capacidade de triplicar a área irrigada. China, Índia e Estados Unidos ocupam as primeiras colocações.
O Ministério da Agricultura é um dos condutores da Política Nacional de Irrigação e trabalha para o aumento de áreas irrigadas trazendo resiliência ao produtor rural com a conservação da água e do solo. Até o ano de 2050, o mundo irá demandar o aumento de alimentos na base de 60% e de água, em 40%, segundo a FAO.
Nesse episódio do projeto de Podcast da Divisão de Febre Aftosa, o médico veterinário e ponto focal do PNEFA na SFA-SP, Gabriel Torres, conversa com a médica veterinária, diretora do Departamento de Capacitação e Educação em Saúde Única da Coordenadoria de Defesa Agropecuária de São Paulo (CDA-SP), Maria Carolina Guido, sobre o papel da educação e comunicação em saúde animal no novo modelo de vigilância para febre aftosa.
O governo federal publicou nesta quarta-feira (22) o Decreto Nº 11.099, que regulamenta o art. 10-A da Lei no 1.283, de 1950, que instituiu o Selo Arte, e a Lei nº 13.860, de 2019, que trata da elaboração e comercialização de queijos artesanais. Além de criar o selo Queijo Artesanal, o objetivo do novo decreto é esclarecer as competências de fiscalização, regulamentar a ampla comercialização nacional dos produtos e garantir a prestação de informações adequadas aos consumidores, em especial sobre saúde e segurança dos produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma artesanal.
Com a mudança, os queijos artesanais elaborados por métodos tradicionais, com vinculação e valorização territorial, regional ou cultural serão identificados por selo único com a indicação Queijo Artesanal.
A coordenadora geral de Produção Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcella Teixeira, explicou sobre o novo decreto que regulamenta os queijos.
Entre os benefícios da regulamentação está o estímulo à formalização de mais produtores no Brasil. Um produtor de queijo canastra, por exemplo, que já tem o Selo Arte poderá receber o selo do Queijo Artesanal, ou seja, ele pode escolher usar os dois ou usar só um. Isso porque é um queijo com vinculação com o território, produzido por uma região específica. No caso de alguns queijos temperados, que podem ser produzidos independente da região, eles estão aptos para receber o Selo Arte, mas não podem receber o selo de Queijo Artesanal.
O Selo Arte é um certificado que assegura que o produto alimentício de origem animal foi elaborado de forma artesanal, com receita e processo que apresentem características próprias, tradicionais, regionais ou culturais. Ele pode ser concedido a produtos lácteos, cárneos, pescados e seus derivados e produtos de abelhas. Já o Selo Queijo Artesanal é um certificado que assegura que os queijos artesanais foram elaborados por métodos tradicionais com vinculação e valorização territorial, regional ou cultural.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou a publicação “Indicações Geográficas do Rio Grande do Sul: registradas até março de 2021”. A publicação traz um compilado de artigos escritos por diversos autores, representando as instituições parceiras deste trabalho e, também, os produtores vinculados às indicações geográficas.
Dividido em sete capítulos, o livro aborda descrição, características e as histórias de cada produto registrado. A lista das IGs gaúchas é extensa, vai desde doces até vinhos e espumantes. Hoje, 14 IGs já foram registradas e apenas duas não são listadas no livro, devido à data que foram reconhecidas, são elas: Mel de melato de bracatinga, no Planalto Planalto Sul Brasileiro, e chocolate de Gramado. No caso do mel de bracatinga, o status dessa IG é interestadual, pois fica em algumas regiões do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná.
A pesquisadora em Tecnologia e Ciências Agrícolas, e servidora do Mapa, Edna Maria Ferronatto, é a idealizadora da publicação, explica como foi a ideia de criação do livro. A chegada de um registro de IG para uma região traz benefícios não só para o produtor, que está ligado diretamente com o saber-fazer, mas também para a economia do território em que ela se encontra. Trazendo, por exemplo, mais turistas, gerando mais empregos, trabalhando para beneficiar a gastronomia regional e promovendo o desenvolvimento rural.
A coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Débora Santiago, destaca o papel do Ministério nesse processo.
O marco legal das Indicações Geográficas no Brasil é a Lei da Propriedade Industrial (nº 9.279/1996), que regula os direitos e obrigações sobre propriedade industrial e intelectual no Brasil. Atualmente, sua regulamentação segue a Portaria INPI/PR nº 04/2022, que estabelece as condições para o registro das IGs. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI é a instituição que concede o registro legal de IG no país.
O inverno no Hemisfério Sul começa no dia 21 de junho de 2022 (terça-feira), às 06h14 e termina no dia 22 de setembro às 22h04 (Horário de Brasília). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste ano, a ação do fenômeno La Niña deve persistir durante todo o inverno, com tendência de potencializar as chuvas nas regiões Norte e Nordeste e reduzir a possibilidade de chuvas mais intensas no Sul e no Sudeste.
A estação é normalmente marcada pelo período menos chuvoso das regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto os maiores volumes de chuva concentram-se sobre o noroeste da Região Norte, leste do Nordeste e parte da Região Sul do Brasil.
Além de uma menor incidência de radiação solar, a estação caracteriza-se também, pelas incursões de massas de ar frio, vindas do sul do continente, que provocam queda acentuada da temperatura do ar, resultando em valores médios inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Esta diminuição de temperatura, pode ocasionar:
I) Formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado do Mato Grosso do Sul;
II) Queda de neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul;
III) Episódios de friagem nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Acre e no sul do Amazonas.
Durante a estação, em função das inversões térmicas no período da manhã, são comuns as formações de nevoeiros e/ou névoa úmida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com redução de visibilidade, impactando especialmente em estradas e aeroportos.
Com a redução das chuvas em grande parte do país nesta época do ano, tem-se a diminuição da umidade relativa do ar, que consequentemente, favorece o aumento da incidência de queimadas e incêndios florestais, bem como aumento de doenças respiratórias.
Como será o inverno em 2022 no Brasil:
Região Norte
Para a Região Norte, a previsão climática do Inmet indica maior probabilidade que as chuvas ocorram acima da média climatológica, principalmente sobre a faixa norte da região. Em áreas do sul do Pará e do Tocantins, existe uma tendência de chuvas próximas e abaixo da média.
A temperatura do ar nos próximos meses deverá permanecer acima da média em grande parte da região. Ressalta-se que, as condições de falta de chuvas no sul da Amazônia, muito comuns nos meses de julho a setembro, aliadas a alta temperatura e baixa umidade relativa do ar, favorecem a incidência de queimadas e incêndios florestais. Por outro lado, isto não descarta a ocorrência de eventuais episódios de friagens nesta região, devido à passagem de massas de ar frio mais continentais.
N-NE: São previstos acumulados de chuva entre 20 e 50 mm no Norte do AM, PA e AP, podendo ser maior que 50 mm em algumas áreas, como no Extremo Norte de RR (80 mm). Em TO, RO e Centro Sul da região Norte, os acumulados serão inferiores a 10 mm. Na região Nordeste, não são previstos volumes de chuva em praticamente toda a região, exceto na costa Leste, com acumulados entre 10 e 40 mm, podendo superar os 50 mm de forma isolada na PB, PE e AL. Entre Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), os volumes serão menores que 10 mm, reduzindo a umidade no solo principalmente nas áreas mais distantes do litoral, mas suficiente para os cultivos de 3ª safra.
CO: O predomínio de uma massa de ar seco na região impedirá a formação de nuvens de chuva e a ocorrência de acumulados significativos, com exceção do Sul do MS, onde podem ocorrer chuvas em pontos isolados. O armazenamento de água no solo será suficiente para o algodão e o milho 2ª safra em estágios reprodutivos, além do trigo em desenvolvimento no MS. O clima seco favorecerá a maturação e a colheita do algodão e do milho 2ª safra, mas ainda causará restrições nas lavouras em estágios reprodutivos em GO.
SE: A ausência de nuvens de chuva e de acumulados significativos deve-se pelo predomínio de uma massa de ar seco em praticamente todos os estados, com exceção de áreas do Sudoeste de SP e do litoral da região, onde podem ocorrer chuvas em pontos isolados nos primeiros dias dessa semana. Esse cenário manterá a diminuição de água para o milho 2ª safra em enchimento de grãos, principalmente em MG, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa. Por outro lado, o tempo seco continuará favorecendo a maturação e a colheita da cana de açúcar e do café. S: A ocorrência de sistemas frontais potencializará a formação de áreas de instabilidade em grande parte do RS, Planalto e Litoral Sul de SC, com acumulados entre 20 e 70 mm, podendo superar 80 mm em áreas do extremo Sul do RS. Nas demais áreas da região, os acumulados serão inferiores a 10 mm, não descartando a ocorrência de chuvas pontuais e tempestades entre SC e PR. Essa previsão favorecerá a manutenção do armazenamento de água no solo, beneficiando o milho 2ª safra no PR, mas pode reduzir o progresso da semeadura dos cultivos de inverno, principalmente no RS.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 20 a 27/06/2022.
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Com o objetivo de auxiliar na obtenção de financiamento para o desenvolvimento da atividade pesqueira e aquicultura, uma comitiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou uma série de reuniões com representantes do setor e também do sistema financeiro nos quatro principais polos de produção pesqueira do Brasil.
O secretário de Pesca e Aquicultura, Jairo Gund, explicou que a iniciativa surgiu da necessidade do setor para conseguir crédito específico.
Segundo o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, o setor de aquicultura e pesca está crescendo bastante e precisa ser mais conhecido pelo sistema financeiro.
Para o Plano Safra 2022/23, a ideia é ampliar o apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura e pesca no país.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta terça-feira (14), uma consulta pública para colher contribuições, opiniões, informações, bem como as pretensões do setor aquícola e pesqueiro para criação do Plano Nacional de Fomento à Pesca e à Aquicultura, A consulta foi publicada no Diário Oficial da União. Os interessados no tema terão até 3 de julho de 2022 para apresentar sugestões.
N-NE: São previstos acumulados de chuva superiores a 70 mm em RR, no Norte do AM e do AP. No Noroeste do AM, de RO e no Meio Norte do PA, os volumes devem ficar entre 20 e 50 mm. Nas demais áreas da região N-NE, as quedas de chuva serão inferiores a 10 mm, exceto no Norte do MA, litoral de AL e PE, onde poderá ocorrer 30 mm de chuvas. Entre Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), o armazenamento de água no solo será suficiente para o desenvolvimento do feijão e do milho 3ª safra, principalmente nas áreas mais próximas ao litoral.
CO: A predominância de uma massa de ar seco durante a semana não irá favorecer a formação de nuvens de chuva em praticamente toda a região, exceto em áreas pontuais de MS, onde poderão ocorrer volumes de chuva de até 20 mm. Essas chuvas beneficiarão o algodão e o milho 2ª safra, em estágios reprodutivos, e o trigo em desenvolvimento. Nas demais áreas, persistirá a restrição de água nas lavouras de milho 2ª safra, em enchimento de grãos, e de trigo sequeiro. No entanto, o clima seco favorecerá a maturação e o início da colheita das lavouras de milho e algodão.
SE: A formação de nuvens de chuva será impedida pela predominância de uma massa de ar seco, que cobre praticamente toda a região. Essa previsão manterá a restrição de água ao milho 2ª safra em enchimento de grãos, principalmente em MG, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa. Por outro lado, o tempo seco continuará favorecendo a maturação e a colheita da cana-deaçúcar e do café.
S: A passagem de uma frente fria irá contribuir com áreas de instabilidade no RS. Os acumulados previstos ficarão entre 20 e 60 mm no RS, enquanto no Oeste PR e em SC, os volumes deverão ser inferiores a 20 mm. Essa previsão favorecerá a manutenção do armazenamento de água no solo elevado, beneficiando o milho 2ª safra no PR, mas pode reduzir o progresso da semeadura dos cultivos de inverno nos três estados. A atuação de uma massa de ar frio favorecerá a formação de geada nas regiões serranas, principalmente no dia 14/06. Uma nova massa de ar frio está prevista para o dia 19/06, acarretando queda nas temperaturas mínimas.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 13 a 20/06/2022.
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
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