Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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  • Agro brasileiro é boa alternativa para investimentos em títulos verdes, diz ministra

    Ao participar de evento sobre finanças verdes, promovido pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Rede Brasil pelo Pacto Global, nesta sexta-feira (19), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina destacou que o agronegócio brasileiro é uma boa alternativa para investimento privado em títulos verdes.

    O evento virtual reuniu representantes de vários países e de multinacionais.

    Tereza Cristina disse que programas nacionais trabalham na recuperação de milhões de hectares de pastagens ociosas e degradadas para expansão da pecuária, sem necessidade de desmatamento, com a adoção, por exemplo, dos sistemas integrados de lavoura-pecuária-floresta.

    A ministra voltou a reforçar que os produtores rurais devem cumprir uma das mais rigorosas legislações ambientais do mundo, o Código Florestal, que determina a manutenção de reservas legais nas propriedades privadas. Ela ressaltou a necessidade de aproveitar os mercados financeiros e domésticos com muita liquidez e que existem alternativas de investimentos com melhores retornos e menores riscos.

    Um dos destaques da agropecuária nacional é o avanço nos indicadores de sustentabilidade. De 1977 a 2018, a produção de grãos cresceu 425%, enquanto a área plantada aumentou pouco mais de 40%. Outro número citado pela ministra mostra que a pecuária alcançou importantes ganhos de produtividade e eficiência, em um período de 20 anos, ocupando apenas 22% do território nacional e mantendo 66% da vegetação nativa preservada.

    4 min
  • Preços de tomate e batata dão alívio no mercado atacadista

    As condições climáticas influenciaram nos preços de comercialização das hortaliças nos principais mercados atacadistas. Se as chuvas causaram aumento nos preços da alface, para a batata e tomate o reflexo foi contrário, com queda nas cotações em fevereiro. E os valores tendem a se manter em patamares baixos ainda neste mês. A análise é do 3º Boletim Prohort, divulgado nesta quinta-feira (18) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Esse aumento na oferta e a queda nos preços desses produtos não é comum nesta época do ano. Para se ter uma ideia, a redução do tomate na central de Abastecimento de São Paulo chegou a 26%. O diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio De Zen, explica como o clima contribuiu com a diminuição nas cotações do fruto.

    O preço da batata já é uma continuidade da queda iniciada em meados de janeiro deste ano. No Rio de Janeiro, a cotação chegou a cair 56% na média do mês de fevereiro. Tendência que deve se manter também em março. A intensificação da colheita da safra das águas é um dos fatores que explicam o movimento registrado. Mas este não é o único motivo que influencia na redução dos preços, como ressalta a chefe da Divisão Técnica da Central de Abastecimento do Rio de Janeiro, Rozana Moreira.

    Pelas frutas, o destaque fica para a maçã que também teve preços reduzidos, devido à boa safra esperada tanto na variedade fuji quanto na gala. De acordo com a gerente de Estudos do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Fraga, a oferta expressiva pode levar os produtores a buscar novos mercados como alternativa.

    Além dos dados de comercialização de fevereiro, a Conab divulgou nesta terça um balanço da movimentação registrada em 2020 do setor hortifrutigranjeiro no país. Foram mais de 16 milhões de toneladas de produtos escoados, que geraram um ganho de 42 bilhões de reais para a economia brasileira. Mas o ano marcado pelo enfrentamento ao coronavírus também impactou no quantitativo comercializado de frutas e hortaliças.

    4 min
  • Correção - Garantia safra autoriza pagamento para mais de 13 mil agricultores familiares

    A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quinta-feira (18) a portaria Nº 13 que determina o pagamento do Garantia-Safra para mais de 13 mil agricultores familiares.

    Neste mês, receberão o pagamento agricultores de Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. O montante em recurso autorizado para esses agricultores chegará, aproximadamente, a R$11,5 milhões.

    Diante do cenário imposto em relação a pandemia da Covid-19, a Secretaria de Política Agrícola decidiu antecipar, de forma excepcional, o pagamento do Programa Garantia-Safra na safra 2019/2020. Conforme publicado na Portaria Nº 15, de 14 de abril de 2020, esse pagamento será realizado integralmente em parcela única de R $850.

    O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que moram em regiões sistematicamente sujeitos à perda de safra, por razão de estiagem ou enchentes. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até 1 salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%. O benefício Garantia-Safra é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

    Com o lançamento do serviço “Solicitar Requerimento de Defesa após Bloqueio do Benefício Garantia-Safra”, na plataforma Gov.br, os agricultores aderidos ao Garantia-Safra que tiveram a concessão do benefício bloqueado nos municípios que tiveram autorização do pagamento no mês de março/2021 devem cumprir com as orientações dispostas na Portaria Nº 25, de 08 de julho de 2020 para regularização do benefício.

    Caso o benefício esteja bloqueado, o agricultor deve acessar o seu perfil no Sistema de Gerenciamento do Garantia-Safra neste link e verificar o motivo do bloqueio através da notificação que consta na inscrição. O agricultor deverá realizar a consulta no prazo de 30 dias, contados do ato de publicação da Portaria que autoriza o pagamento do benefício. Após esse prazo, o agricultor é considerado automaticamente notificado, podendo se manifestar quanto ao bloqueio do benefício até o dia 19/05/2021, solicitando o requerimento de defesa neste link.

    A relação dos agricultores que tiveram o benefício bloqueado, de forma cautelar, será encaminhada pelas Coordenações Estaduais aos gestores municipais.

    4 min
  • Garantia safra autoriza pagamento para mais de 13 mil agricultores familiares

    A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quinta-feira (18) a portaria Nº 13 que determina o pagamento do Garantia-Safra para mais de 13 mil agricultores familiares.

    Neste mês, receberão o pagamento agricultores de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe. O montante em recurso autorizado para esses agricultores chegará, aproximadamente, a R$11,5 milhões.

    Diante do cenário imposto em relação a pandemia da Covid-19, a Secretaria de Política Agrícola decidiu antecipar, de forma excepcional, o pagamento do Programa Garantia-Safra na safra 2019/2020. Conforme publicado na Portaria Nº 15, de 14 de abril de 2020, esse pagamento será realizado integralmente em parcela única de R $850.

    O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que moram em regiões sistematicamente sujeitos à perda de safra, por razão de estiagem ou enchentes. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até 1 salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%. O benefício Garantia-Safra é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

    Com o lançamento do serviço “Solicitar Requerimento de Defesa após Bloqueio do Benefício Garantia-Safra”, na plataforma Gov.br, os agricultores aderidos ao Garantia-Safra que tiveram a concessão do benefício bloqueado nos municípios que tiveram autorização do pagamento no mês de março/2021 devem cumprir com as orientações dispostas na Portaria Nº 25, de 08 de julho de 2020 para regularização do benefício.

    Caso o benefício esteja bloqueado, o agricultor deve acessar o seu perfil no Sistema de Gerenciamento do Garantia-Safra neste link e verificar o motivo do bloqueio através da notificação que consta na inscrição. O agricultor deverá realizar a consulta no prazo de 30 dias, contados do ato de publicação da Portaria que autoriza o pagamento do benefício. Após esse prazo, o agricultor é considerado automaticamente notificado, podendo se manifestar quanto ao bloqueio do benefício até o dia 19/05/2021, solicitando o requerimento de defesa neste link.

    A relação dos agricultores que tiveram o benefício bloqueado, de forma cautelar, será encaminhada pelas Coordenações Estaduais aos gestores municipais.

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  • Boletim Agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: os maiores acumulados de chuva estão previstos para o norte do TO. Nas demais regiões entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), os volumes previstos são menores, favorecendo as culturas em desenvolvimento, maturação e colheita. Já no centro-sul e centro-norte da BA, a previsão é de pouca ou nenhuma queda de chuva, o que aumentará o déficit de água no solo.

    CO: as chuvas deverão se concentrar no MT, parte de GO e do MS, em volumes menores do que na última semana, favorecendo a colheita da soja, e a semeadura e desenvolvimento do milho 2ª safra.

    SE-S: previsão de pouca chuva, porém, em volumes suficientes para a manutenção da umidade no solo. Essa condição beneficia a soja e o milho 1ª safra em enchimento de grãos, maturação e colheita. Assim como, a semeadura e o desenvolvimento do milho 2ª safra em MG, SP e no PR.

    A Previsão Agrometeorológica são para os dias 15 a 22/03/2021

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    3 min
  • Monitor Seguro Rural será retomado a partir de abril

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta terça-feira (16) o cronograma de reuniões virtuais do projeto Monitor do Seguro Rural para o ano de 2021. O evento, que em 2020 contou com mais de 1.400 participantes, tem como objetivo avaliar e propor aperfeiçoamentos aos produtos e serviços de seguro rural ofertados pelas seguradoras no âmbito do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

    O Monitor do Seguro Rural é um evento virtual aberto ao público e pensado para os agricultores, que tem a oportunidade de conhecer os produtos e tirar suas dúvidas durante a transmissão. Para participar das videoconferências, basta acompanhar o site do projeto em: www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/monitor-do-seguro-rural onde serão divulgados os convites para a participação.

    O trabalho é coordenado pelo Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa e conta com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associações, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e instituições financeiras.

    O diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política de Riscos, Pedro Loyola, explicou que o monitor é uma oportunidade para os usuários dos seguros construírem soluções em conjunto com as seguradoras e o apoio do Mapa.//S

    O cronograma de eventos por videoconferência do Monitor, que começou em julho do ano passado e se estende até final de 2022, tem a finalidade de identificar e propor melhorias nos serviços de seguro para mais de 60 atividades entre grãos, frutas, olerícolas, pecuária, florestas, aquícola, café e outras culturas.

    Os produtores e demais interessados podem acessar a plataforma do evento de um computador e até do smartphone ou assistirem depois as gravações, que ficam disponíveis num link de fácil acesso.

    Mais informações sobre o Monitor pelo e-mail: [email protected]

    4 min
  • Produção de grãos tem supersafra e deve chegar a 272,3 milhões de toneladas

    Mais uma supersafra brasileira de grãos se consolida no campo. Com um volume estimado de 272,3 milhões de toneladas e um crescimento total na produção de 6% em relação à temporada anterior, a colheita ganha impulso e deve ter um acréscimo de 4 milhões de toneladas em relação ao que foi estimado no mês passado. A informação é do 6º levantamento de grãos 2020/2021 divulgado nesta quinta-feira (11), pela Companhia Nacional de Abastecimento, (Conab).

    O principal fator que contribuiu para a elevação foi o crescimento na área de plantio do milho segunda safra e também na produção da soja. O gerente de avaliação de safras da Conab, Maurício Lopes, dá os detalhes e aponta os principais números do estudo.

    A crescente demanda por alimentos (no mercado interno) também traz reflexos na agricultura, como explica o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese.

    Tratando das projeções atuais em relação ao mercado internacional, o destaque é o algodão em pluma, que está com uma quantidade de exportações 6,45% superior ao mesmo período no ano passado. O superintendente de Gestão da Oferta da Companhia, Allan Silveira, comenta sobre o setor.

    Confira os detalhes sobre o sexto levantamento da safra brasileira de grãos no boletim divulgado no site da Companhia, em www.conab.gov.br

    4 min
  • Brasil tem parecer favorável da OIE para ampliar zonas livres de febre aftosa sem vacinação

    A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina informou que o Brasil recebeu parecer favorável da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para reconhecimento dos estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. O Paraná também recebeu parecer favorável como zona livre de peste suína clássica independente. Em maio, o parecer será avaliado durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE.

    A ministra informou os governadores e secretários de Agricultura dos estados em reunião virtual, na quarta-feira (10), sobre o parecer técnico.

    Em agosto de 2020, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou a Instrução Normativa nº 52, reconhecendo os seis estados como livres de febre aftosa sem vacinação. O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional junto à OIE.

    Tereza Cristina disse que torce para que em maio tenha o resultado definitivo com o reconhecimento internacional dos seis estados brasileiros como livres de febre aftosa sem vacinação.

    Para realizar a transição de status sanitário, os estados e regiões atenderam requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.

    O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

    4 min
  • Brasil e Argentina solucionam pendências do comércio de produtos agropecuários

    A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina e o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina, Luis Basterra, se reuniram nesta terça-feira (9) para avaliar as medidas e estreitar o comércio e a cooperação entre os dois países.

    Após intenso trabalho, iniciado em 2020, Brasil e Argentina solucionaram 49 temas pendentes na relação bilateral agropecuária, de um total de 54 itens.

    Os temas incluem abertura e reabertura de mercado de diversos produtos, como farinhas, cárneos (bovino, suíno e de aves), lácteos, grãos, pet food e frutas. A ministra Tereza Cristina destacou a autorização para importação de camarões inteiros e limpos da Argentina (chamados langostinos) e a resolução de pendências sanitárias para exportação de uva e maçã brasileiras.

    O ministro Basterra lembrou que algumas dessas pendências já duravam mais de dez anos entre e foram solucionadas graças à celeridade e credibilidade das equipes.

    Os ministros estimam que o fluxo comercial de produtos agropecuários deve se intensificar. Atualmente, a Argentina é o 16º destino das exportações brasileiras, somando US$ 1,17 bilhão, o que representa mais de 1% das vendas externas do agronegócio. Os principais itens são soja, café não torrado, frutas, nozes não oleaginosas, frescas e secas. A maior parte das importações do Brasil tem origem argentina. Em 2020, as compras somaram US$ 3,18 bilhões o que corresponde a um quarto do total das importações do país.

    Os governos continuarão se debruçando para a solução de mais cinco temas. Entre eles, o controle integrado da fronteira para agilizar o trânsito de mercadorias perecíveis.

    4 min

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