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A presidente-executiva e co-fundadora da organização não governamental Todos pela Educação, Priscila Cruz, avalia que a gestão da educação no governo Bolsonaro é a “pior da história”. Para ela, o 1º mandato do governo na área educacional foi marcado por pautas ideológicas e sucessão de “ministros ruins”no comando da pasta.
“Essa foi a pior gestão da história do país […] Tivemos uma sequência de ministros que um foi sendo pior que o anterior. Então tivemos ministros muito ruins. Equipes lá dentro do Ministério da Educação absolutamente pautados pela guerra ideológica e pela guerra cultural”.
A diretora-presidente da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), Verônica Sánchez, disse, em entrevista ao Poder360, estar otimista com os volumes dos principais reservatórios do país. De acordo com ela, são resultados do plano de contingência adotado pela autarquia de dezembro de 2021 a abril de 2022.
“A média no início da seca em 2021 estava em 20%, 25%. Neste ano, começamos com todos acima de 70%”, disse Sánchez.
Daniel Couri, diretor-executivo da IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado disse que o teto de gastos se tornou o “elo mais fraco” em momentos de fragilidade do orçamento. Segundo o analista, a regra constitucional perdeu credibilidade e deve ser revista pelos principais candidatos à Presidência em 2023.
Couri assumiu a diretoria-executiva da instituição em abril de 2022 depois que Felipe Salto foi nomeado secretário de Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo.
Ela criticou a gestão da Funai (Fundação Nacional do Índio) sob o governo do Presidente Jair Bolsonaro (PL). A ativista afirmou que o órgão atende “exclusivamente” aos interesses do governo.
“Nada se compara ao que foi o governo do PT com o governo Bolsonaro, que é uma destruição total, uma tragédia. Não tem comparação”, disse Sonia durante entrevista ao Poder360.
A agenda das privatizações foi uma das promessas mais incisivas do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). Apesar disso, o governo federal não conseguiu vender nenhuma estatal de controle direto da União.
Ele afirmou que o movimento de desestatização em curso no Brasil é uma violência que se pratica contra o patrimônio público. Segundo falou ao Poder360, “não há nenhuma justificativa econômica real” para a privatização se concretizar.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vai precisar da colaboração de outras instituições para atender às demandas da sociedade. A avaliação é do novo presidente da agência, Carlos Manuel Baigorri, em entrevista ao Poder360.
Baigorri afirma que o arcabouço legal que sustenta a atuação da agência não acompanhou as transformações tecnológicas do setor de telecomunicações.
“A Anatel nesse momento precisa fazer parcerias, precisa conversar e dialogar com a Esplanada, com outros ministérios, com o Comitê Gestor da Internet, com a Ancine [Agência Nacional do Cinema]. Creio que esse é o maior desafio que temos: conseguir dar vazão para as demandas do século 21, com a estrutura do século 20”, declarou.
Funcionário de carreira da Anatel, Baigorri tomou posse no início do mês. Na ocasião, chegou a mencionar demandas que chegam à agência para regulação de plataformas, como o caso da suspensão do aplicativo Telegram e do site do blogueiro Allan dos Santos.
Ao Poder360, falou sobre os desafios das fake news em ano eleitoral. “Nós temos um processo eleitoral pela frente. Tem uma discussão muito grande de fake news e a Anatel faz parte desse ecossistema. E nós temos outros problemas. Nos próximos anos, tenho certeza de que a sociedade brasileira vai esperar muito da Anatel.”
O deputado Vinicius Poit (Novo-SP) afirmou ao Poder360 que há um motivo que faz com que propostas para melhorar o ambiente de negócios não avancem na Câmara dos Deputados: faltam na Casa Baixa donos de empresas de pequeno ou grande porte. Poit é autor do projeto Código de Defesa do Empreendedor, que aguarda aprovação em comissões.
No próximo ano haverá 1 empresário a menos: Poit não será mais deputado. Quer ser governador de São Paulo. Foi escolhido pré-candidato do partido. Mas Poit disse que sua candidatura ao governo paulista ajudará a atrair mais empreendedores a se candidatar à Câmara.
O secretário do Direito da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Maurício Cunha, afirma que o projeto de lei que permite o ensino em casa, o homeschooling, vai exigir supervisão escolar.
“Não é um total isolamento da criança, até porque não seria saudável. Ela precisa ter a socialização. Então ela vai ter a supervisão de uma escola. Vai se submeter a testes e participar de algumas atividades”, diz Cunha.
Críticos da proposta do governo, que foi uma bandeira de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), dizem que a escola é um ambiente onde as crianças podem revelar possíveis abusos que estejam sofrendo em casa. O projeto está em discussão no Congresso Nacional.
Pré-candidato ao Governo de São Paulo pelo PDT, Elvis Cezar disse que o Governo de João Doria (PSDB) falhou ao não ouvir o povo e a base do partido. Em entrevista ao Poder360, o ex-prefeito de Santana do Parnaíba afirmou que há “quase uma reprovação unânime” da gestão atual, agora comandada por Rodrigo Garcia (PSDB).
Elvis Cezar foi filiado do PSDB por 19 anos. Em 2022, passou a integrar o PDT. Doria deixou o Governo de São Paulo em março para ser pré-candidato à Presidência da República. O ex-governador retirou seu nome à corrida ao Planalto na 2ª feira (23.mai.2022).
“A falha é a seguinte: todo o distanciamento de ouvir o povo, de ver quais são as suas maiores dores, as suas maiores necessidades. O Estado falhou neste governo. Este Governo foi o principal desagregador da conexão de um partido com a sua população e assim o resultado foi esse: catastrófico”, disse.
Fabiano Guimarães diz que o chefe do Executivo transformou a comunicação com surdos. Afirmou que Bolsonaro foi o 1º presidente a ter comunicação direta com a população surda.
“O presidente Bolsonaro inaugurou pela 1ª vez na história do [Palácio do] Planalto a comunicação Direta com a população surda. O presidente faz a diferença […]. Foi o único que colocou no 2º escalão de poder uma pessoa surda como secretária de uma subpasta da pessoa com deficiência no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos“, afirmou Guimarães.
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