Poder Entrevista

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Poder Entrevista episodes

  • Criança veste a cor que os pais querem e acabou, diz Damares

    A ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves, do Republicanos, falou em entrevista ao Poder360 sobre seus planos como pré-candidata ao Senado do Distrito Federal. Em referência à frase de que “meninos usam azul e meninas usam rosa”, dita em janeiro de 2019, criticou o que chamou de “patrulhamento” da esquerda.

    • “Minha candidatura é para valer, não tem volta”, diz Damares

    “A família tem autonomia na educação dos seus filhos. A criança veste a cor que o pai e a mãe quiser e acabou, porque estava havendo um patrulhamento no Brasil de que menina não podia vestir mais rosa nem menino podia vestir azul no Brasil. Não era eu que estava impondo. É que não estavam querendo deixar”, disse.

    32 min
  • Governo é o maior responsável pela subida dos preços, diz Pochmann

    Marcio Pochmann, 60 anos, ex-presidente do Ipea e do Instituto Lula, avalia que o governo federal é o principal responsável pela inflação elevada na medida em que não exerce poder sobre os “preços controlados”.

    Na visão do economista, a equipe econômica de Jair Bolsonaro (PL) “jogou fora” mecanismos para conter o aumento acelerado dos preços. Deu como exemplo o uso de estoques reguladores e o estabelecimento de preços mínimos. “Ou seja, um arsenal de políticas anti-inflacionárias deixaram de ser utilizadas”, afirmou. E o resultado: “Basicamente sobra para o Banco Central o instrumento do juro”.

    A autoridade monetária elevou na 4ª feira (15.jun) a taxa básica de juros, a Selic, para 13,25% ao ano na tentativa de atingir a meta da inflação do próximo ano. Para 2022, a meta, de inflação a 3,5%, já está fora de alcance. O IPCA acumula avanço de 11,73% em 12 meses.

    34 min
  • Com Lula, auxílio iria a R$ 1.000, critica Fábio Faria

    O ministro Fábio Faria (Comunicações) afirmou na 4ª feira (15.jun.2022) que, se Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estivesse presidindo o Brasil durante a pandemia, o governo do PT pagaria um auxílio emergencial de R$ 1.000 aos mais pobres. Deu a declaração em tom de crítica.

    • Leia a íntegra da entrevista de Fábio Faria ao Poder360 (106 KB)

    Faria disse que o petista concederia o benefício de R$ 1.000 sem se preocupar com eventuais impactos no dólar e na inflação. Para o ministro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) teve responsabilidade fiscal e não adotou medidas populistas.

    “Acredito que, se Lula fosse presidente, ele ia ‘fazer’ R$ 1.000. Não tenho dúvida, na minha opinião. Por quê? Ele não estava se preocupando se o dólar ia para R$ 10, R$ 12 nem se a inflação iria aumentar. Ele pegaria um eleitor sempre mais à esquerda. O presidente [Bolsonaro] foi contra isso”, disse em entrevista ao Poder360.

    43 min
  • Governo não deve apoiar pautas desgastante neste ano, diz líder

    O líder do Governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), disse ao Poder360 na 2ª feira (13.jun.2022) que o governo não deve gastar tempo ou energia no resto do ano com projetos que sejam complexos ou que tragam desgaste para a administração de Jair Bolsonaro.

    “O tempo é curto esse ano. Lógico, vai ter o momento do foco eleitoral, o Brasil inteiro vai estar voltado a isso. Então eu acho que a gente não deve gastar tempo nem energia com pautas que sejam mais complexas ou de difícil tramitação ou que tragam maior desgaste ao governo”, declarou em entrevista exclusiva.

    O senador justifica a ideia dizendo que esses temas com tramitação mais difícil no Congresso devem ser deixados para um eventual 2º mandato de Bolsonaro, no qual ele acredita. Isso porque com a reeleição do presidente, a quantidade do apoio no Congresso eleito também seria maior que a atual.

    33 min
  • Transição energética não é eliminar fóssil, diz Fernando Zancan

    A transição energética não pode eliminar por completo as fontes fósseis e substituí-las pelas renováveis. Essa é a avaliação de Fernando Luiz Zancan, presidente da ABCM (Associação Brasileira de Carvão Mineral). Segundo ele, o foco deve ser a descarbonização do setor, com a adoção de tecnologias que zerem as emissões líquidas de CO2.

    Segundo dados mais recentes do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), as usinas a carvão mineral representam só 1,7% de toda a capacidade instalada do setor elétrico no Brasil. O percentual corresponde a uma potência total de 3 GW. Para se ter uma ideia dos números, as usinas hidrelétricas, principal fonte no país, têm 108,9 GW, que equivalem a 62% da capacidade instalada.

    A pequena participação da geração carbonífera, porém, é importante para determinadas regiões do país, principalmente no Sul. No entanto, como o Brasil, assim como outros países, precisa cumprir as metas para anular a emissão de gases de efeito estufa, é grande a pressão, de diversos setores, para a gradual extinção de fontes mais poluentes, como o carvão.

    Zancan afirma, porém, que a defesa pela completa substituição das fontes fósseis pelas renováveis é um equívoco do ponto de vista técnico porque usinas térmicas, movidas a carvão e a gás natural, por exemplo, são as responsáveis por manter a chamada confiabilidade do setor elétrico, uma vez que as fontes eólica e solar são intermitentes, ou seja, incapazes de fornecer energia a qualquer momento do dia.

    “E a energia térmica a carvão mineral é importante no momento em que há necessidade de preservar reservatórios. O ONS fala que só o Complexo Jorge Lacerda [em Santa Catarina], que tem 857 MW de potência ‘segura’ 5,1% dos reservatórios. Isso fica claro em momentos de crise hídrica, quando as térmicas entram para manter a água nos reservatórios“, disse Zancan.

    32 min
  • Não esperamos muitos casos de varíola dos macacos, diz secretário

    O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, pediu à população que fique atenta aos sintomas da varíola dos macacos. Mas projetou que o Brasil não terá muitos casos da doença. A declaração foi realizada em entrevista ao Poder360 na 6ª feira (10.jun.2022).

    “A nossa expectativa é que não tenhamos muitos casos aqui no país. Mas depende muito dessa vigilância pessoal, de você evitar ter contatos com pessoas que possam ter sintomas”, disse Medeiros.

    20 min
  • Isaac Sidney: Inflação é “inimigo” nº 1, mas PIB crescerá 1,5%

    O presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Isaac Sidney, 50 anos, disse que a inflação é o “principal inimigo” do Brasil, mas que o país deverá crescer 1,5% em 2022.

    Ele afirmou que a alta do índice de preços é mais preocupante no Brasil e disse que o BC (Banco Central) não conseguirá segurar os preços sozinho. Para ele, a alta da taxa básica, a Selic, está próxima do “teto”. Declarou que há problemas estruturais que pressionam o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o crédito. Segundo Isaac Sidney é fundamental fazer uma reforma tributária.

    O Poder360 entrevistou o presidente da Febraban em 27 de maio de 2022 por videoconferência.

    49 min
  • Ceciliano diz que sua candidatura ao Senado é irreversível

    O presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), André Ceciliano (PT), disse em entrevista ao Poder360, que há um acordo e sua candidatura ao Senado em outubro é “irreversível”.

    Ceciliano protagoniza uma das principais disputas na aliança nacional entre PT e PSB. O deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) também se coloca como pré-candidato ao mesmo cargo. Só um deles estará na chapa em que Marcelo Freixo(PSB) concorrerá ao governo do Estado.

    Inicialmente, o presidente da Alerj deu a seguinte declaração sobre o assunto à reportagem: “Na política não existe essa questão de irreversível, existem os compromissos assumidos”.

    Depois, na mesma entrevista, foi mais taxativo: “Está muito claro para nós. Essa minha candidatura é irreversível, logicamente. Agora, na política tem uma dinâmica grande”.

    41 min
  • Frota diz que vai votar em qualquer um contra Bolsonaro

    O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) não foge de polêmicas. Novo no ninho tucano, diz que não acredita que o seu partido, ou qualquer outro, consiga fazer vingar uma candidatura de 3ª via.

    “Eu não acredito na 3ª via, ela não existe. Simone Tebet[pré-candidata do MDB]continua com 2%. Colocaram na cabeça dela que ela pode ser presidente. Tem todo o direito de tentar, mas não acredito“, disse em entrevista ao Poder360.

    50 min
  • Jornalismo não deu resposta à internet, diz Janio de Freitas

    O jornalista Janio de Freitas, 89 anos, é responsável por uma das maiores revelações de impacto da história da mídia brasileira. Divulgou em 1987 que construtoras haviam combinado previamente o resultado da licitação para a obra da ferrovia Norte-Sul.

    A 1ª reportagem da série faz 35 anos nesta 6ª feira (13.mai.2022). Freitas é colunista da Folha desde 1980. Escreve na edição de domingo do jornal. Completará 90 anos daqui a menos de 1 mês, em 9 de junho.

    O jornalista disse em entrevista ao Poder360 gravada em 10 de maio que a reportagem marcou a Folha e o jornalismo. Tornou-se referência de investigação de crimes na administração pública.

    55 min

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