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O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PTB-SP) afirma que todo o orçamento público deveria ser impositivo. E definido pelo Congresso.
Para ele, essa é a única opção para lidar com as emendas de relator, também chamadas de “orçamento secreto“, termo que critica.
Segundo ele, a criação dessas emendas é consequência de um hábito de diversos governos que mandavam peças orçamentárias com previsões irreais de receitas.
“É uma forma de ter algum controle sobre a execução orçamentária para que ela efetivamente seja feita. Não adianta o Congresso colocar a obra tal no local tal, porque o governo infla a receita para poder aprovar a despesa correspondente e é obrigado a contingenciar“, disse em entrevista ao Poder360.
O senador licenciado Carlos Fávaro (PSD-MT) afirmou que o agronegócio teve um “salto de possibilidades” durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista ao Poder360, disse que o setor “merece” um novo governo petista para voltar a crescer no país. “Eu tenho certeza que o Brasil precisa e o agronegócio merece de novo o Lula presidente para fazer crescer, gerar oportunidade e riqueza nesse país”, disse o senador licenciado desde junho.
A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) pretende aprovar a “dosimetria” das multas por infração à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entre dezembro e janeiro. É uma das etapas que faltam para aplicação das punições previstas na legislação.
“Julgando que aquilo foi realmente uma infração, os diretores vão usando essa regra para aplicar uma dose exata para aquela sanção”, afirmou o diretor-presidente da autarquia, Waldemar Gonçalves Ortunho Júnior, em entrevista ao Poder360.
A regra tem a intenção de garantir a proporcionalidade das penalidades, de acordo com o porte da empresa e o tipo de infração. Nesse momento, está nas mãos do diretor relator para elaboração do parecer. Depois, a diretoria colegiada da ANPD deve submetê-la a consulta pública.
O deputado Alexandre Padilha (PT-SP) disse nesta 4ª feira (3.ago.2022) que a limitação da alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, transportes e telecomunicações criou “mais um conflito federativo”.
O STF (Supremo Tribunal Federal) permitiu que alguns Estados suspendessem o pagamento de dívidas com a União por causa da limitação na cobrança do imposto.
Padilha também disse que a limitação da alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, transportes e telecomunicações criou “mais um conflito federativo”.
O STF (Supremo Tribunal Federal) permitiu que alguns Estados suspendessem o pagamento de dívidas com a União por causa da limitação na cobrança do imposto.
Padilha afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) adotou uma medida estrutural para combater um problema conjuntural, da alta nos combustíveis. Segundo ele, o próximo governo terá de lidar com as consequências fiscais desse tipo de decisão. A suspensão de pagamentos, por exemplo, reduz receitas da União.
Luis Paulo Rosenberg, 78 anos, sócio fundador da Rosenberg Partners, afirma que o Brasil vive um paradoxo com o governo de Jair Bolsonaro (PL).
O economista avalia o trabalho do presidente como “péssimo” e o do ministro da Economia, Paulo Guedes, como “excepcional”. Diz que o “descalabro” de mandatário ofusca os avanços econômicos da própria gestão.
Para Rosenberg, o ministro “toma porrada de tudo quanto é lado como se o Brasil estivesse às vésperas do descalabro”.
O motivo, segundo ele, são os comportamentos do presidente, seja na parte de questionar o Supremo Tribunal Federal, com a lisura das eleições e o “descaso” no meio ambiente.
O mês de agosto será de esforço concentrado para os lobistas em Brasília. A meta é votar a regulamentação da profissão, que está na Câmara, e terminar a coleta de assinaturas para montar a frente parlamentar da categoria.
O roteiro é da presidente da Abrig (Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais), Carolina Venuto. “Como boa lobista, eu trabalho como se fosse acontecer amanhã. Nossa perspectiva é [a regulamentação] ser votada na 1ª semana de agosto“, disse em entrevista ao Poder360.
A escassez de semicondutores deve continuar em 2023 e 2024. “Tem quem mencione até 2026”, afirma o diretor-geral da Thales no Brasil, Luciano Macaferri, em entrevista ao Poder360.
A Thales é uma multinacional francesa que atua nos segmentos de defesa, segurança, identidade, transporte terrestre e aeroespacial. No Brasil, fornece serviços de cibersegurança e tecnologia para satélites, além de fabricar chips de celular e cartões bancários.
"É um cenário mais realista porque em 2020 e 2021 ainda não tínhamos ideia do tamanho da escassez, da diferença entre oferta e demanda. Hoje, o mercado já entendeu um pouco mais. Muitos países estão fazendo investimentos pesados. O próprio Brasil está discutindo um Plano Nacional”, declarou.
O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, disse em entrevista ao Poder360 que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu um ministério ao ex-governador do Ceará Camilo Santana (PT) para afastá-lo da aliança com o PDT no Estado.
Publicamente, líderes locais do PT dizem que a relação estremeceu com a escolha pelo PDT do ex-prefeito de Fortaleza (CE) Roberto Cláudio para disputar o governo estadual. Queriam que a atual governadora, Izolda Cela (PDT) –mais próxima dos petistas e, portanto, mais propensa a abrir palanque para Lula–, disputasse a reeleição.
O presidente da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) do Rio, Antonio Queiroz, 64 anos, disse que, seja qual for, o próximo governo terá que criar capacidade de consumo para incentivar o crescimento sustentável e uma melhora da renda da população.
Na visão dele, esse consumo não pode ser impulsionado por meios artificiais, comprometendo as contas públicas.
O executivo afirmou em entrevista ao Poder360 que o próximo presidente da República pode melhorar o consumo por meio do “crédito consciente”. Citou que o Brasil tem um grande gargalo no setor.
O deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) foi um dos primeiros a tomar conhecimento do assassinato do militante petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu, no último domingo (10.jul.2022). No dia anterior, esteve na cidade.
Para ele, a motivação do assassinato foi política. Mais do que isso: ele atribui ao discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL) a responsabilidade pelo crime, cometido pelo policial penal Jorge Guaranho, que é bolsonarista.
“O cultivo ao ódio, à violência, é característico do presidente, por isso classifico ele como grande responsável, foi ele que engatilhou o assassinato do Marcelo Arruda, não tenho dúvida disso e espero que as pessoas percebam“, disse, em entrevista ao Poder360.
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