Neste episódio especial, abordamos a violência contra a mulher a partir de uma perspectiva muitas vezes invisibilizada: a letalidade do Estado e seus impactos indiretos. A partir de relatos, mostramos como, quando o Estado mata, quem fica, em sua maioria, são mulheres, especialmente mães, que carregam o luto, o trauma e o abandono institucional.
Os relatos de Débora Maria da Silva, do Movimento Mães de Maio, revelam essa realidade e a luta por memória, justiça e reparação. O episódio também discute os avanços recentes no Senado, como o reconhecimento do vicaricídio e o projeto que equipara a misoginia ao racismo.
Entre relatos e análise, refletimos sobre a urgência de enfrentar a violência contra a mulher em todas as suas formas, inclusive quando parte do próprio Estado.