Quando desconfortáveis, brigamos com a dor acreditando que isso fará ela desaparecer. E se eu aceita-lá e, não só, também amá-la? Amar o desconforto não significa provocar desconforto para sentir-se bem, mas acolher os fatos como são.
Quando nos apresentamos contamos a história do que fazemos, daquilo que gostamos, falamos nosso nome, citamos alguma ou outra característica baseada no ambiente e pessoas interessadas na resposta. Mas quem somos de fato?
Como uma vida ativa impacta no nosso relacionamento conosco e com o mundo? Nossa reflexão de hoje trata sobre manter-se em movimento e como isso contribui com nossa postura na nossa vida.
Nossa reflexão de hoje é sobre o autoconhecimento como um processo dinâmico construtivo. Criando uma maneira de nos vermos como fruto das nossas escolhas e ações do cotidiano.
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Aqui, nós (todos os "eu"), conversamos sobre aquelas coisas que estão posicionadas tão especificamente na nossa vida de forma que não as vemos. Até mesmo quando nosso foco é dirigido a elas, parecem…
ser invisíveis. Então chamamos esse momento/espaço de Ponto Cego. São detalhes! Mas são detalhes importantes que fundamentam uma vida cada vez mais plena e menos plana.