
Sign up to save your podcasts
Or


Olá. A Palavra de Deus Fala com Você! Sou Pastor Odair Braun, Pastor Sinodal do Sínodo Paranapanema com sede em Curitiba e 1º Vice Presidente da IECLB.
A palavra das Senhas Diárias de hoje, no Antigo Testamento, é de Ageu 2.4. Ali lemos: “Coragem, toda a gente deste país! Trabalhem todos, pois eu, o Senhor Todo poderoso, estou com vocês”. Estamos diante de uma palavra forte e marcante, muito atual para os tempos que experimentamos. Essa palavra forte e marcante tem como prioridade animar e fortalecer o povo de Deus que na caminhada, muitas vezes, enfrenta percalços e dificuldades, desanimando e ficando abatido, quase sem esperança e coragem para seguir adiante.
O livro de Ageu, especialmente o segundo capítulo, tem como foco principal a preparação do povo para a adoração a Deus. Neste sentido, Ageu 2.4 deixa evidente que Deus caminha junto com o povo em todas as situações e realidades.
Olhando para os desafios que enfrentamos como povo de Deus a caminho da terra prometida, na qual haverá trabalho, paz e justiça, vida digna para todas as pessoas, percebemos que precisamos de muita coragem e trabalho, de motivação e ousadia. As dificuldades são muita e são enormes, especialmente as causadas pela pandemia assim como as oriundas dos embates políticos e ideológicos comuns dos tempos atuais que geram medo, incerteza e fragilidade. As polarizações vividas acabam rompendo ou impedindo a boa comunicação, acabam rompendo e impedindo o diálogo e a comunhão que são fundamentais para haver respeito e harmonia. Precisamos de coragem, ousadia, amor e compromisso, precisamos de muito trabalho para colocar sinais corajosos que fazem a diferença em meio a sociedade. E, a diferença precisa ser construída a partir da Palavra de Deus que motiva, inspira, desafia e convida ao respeito e diálogo com aquele que pensa de modo diverso do meu pensar. Seguir por este caminho é seguir com coragem e trabalhar com alegria e determinação.
Podemos proceder deste modo, pois não estamos sozinhos na jornada. Ageu 2.4 afirma: .... pois eu, o Senhor Todo poderoso estou com vocês. Nossa força e inspiração veem dele, nosso Deus. Igualmente importante é lembrar-se da palavra das Senhas Diárias de hoje, no Novo Testamento em 1 Co 3.9 onde lemos: “Nós somos companheiros de trabalho no serviço de Deus”. Que posamos deixar o Espírito Santo de Deus agir em nós, colocando-nos, com alegria e disposição, a serviço, para que, onde Deus nos mandar e colocar, para que possamos dar bom testemunho, fazendo-o com alegria e confiança.
Oração: Bondoso Deus! Somos gratos pelo dia de vida que recebemos de Tuas mãos. Somos gratos por Teu imenso amor por nós. Guia os nossos passos. Conduz a nossa vida. Fortalece-nos para servir com alegria e gratidão. Concede-nos bom ânimo. Abençoa-nos. Amém.
P. Odair Braun
Olá, a Palavra de Deus fala com você. Eu sou Aislan Greuel, pastor na Comunidade do Redentor em Curitiba. Quero compartilhar contigo um dos versículos previstos nas Senhas Diárias, escolho o do Novo Testamento, em Lucas 4.22: “Todos começaram a elogiar Jesus, admirados com a sua maneira agradável e simpática de falar, e diziam: Ele não é o filho de José?”
Jesus nos Evangelhos nos é apresentado como o Salvador. Mais do que um bom mestre ou uma pessoa correta, mais do que alguém diferente do que foi visto até aquele dia, mas Jesus, é Senhor e Salvador.
Jesus após o Batismo em Lucas 3, vai retornar para Nazaré, lugar onde havia sido criado e ali ensinava as pessoas. Aliás, mesmo que Jesus era duro com seu discurso em vários momentos, ele nunca foi desrespeitoso. No versículo que nós lemos, as pessoas se impressionavam com a maneira agradável e simpática que Jesus falava. Mas essa simpatia e amor, nunca eram de forma a legitimar ou ignorar os erros dos que ouviam, inclusive em Mateus 7 é dito: “Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei.”.
Uma fala que sempre ouvi desde a infância foi: “mais vale uma verdade que tem gosto amargo, do que uma doce mentira que nos alegra”. Ao lermos a Palavra de Deus, nós somos sim lembrados do amor, cuidado e direção que Deus nos dá e isso, é incrível. Mas ao mesmo tempo, somos confrontados com nosso pecado e com quem nós realmente somos. No discurso de Jesus sempre é colocada a realidade: “arrependei-vos pois do Reino de Deus está próximo”. Um discurso que pode parecer duro, mas é bíblico, real e transformador.
Olhando um pouco para nós, ser direto e decidido, não é desculpa para sermos agressivos na nossa forma de falar. Mesmo as mais duras verdades podem ser ditas com amor, cuidado e carinho. A agressividade só gera distanciamento e barreiras, mas o amor, esse derruba barreiras e ajuda as pessoas na sua caminhada de mudança de vida. Jesus sempre foi claro e direto, mas nunca sem amor.
Meu clamor é que nosso anúncio do Evangelho, que é feito em Palavras e ações, seja claro e direto, mas sempre regados com o amor. A verdade dita com amargura fere a outra pessoa; a mentira doce gera ilusão. Mas a verdade, mesmo que seja dura, dita em amor, é transformadora. Que Deus nos ajude, amém!
A palavra de Deus fala com você! Sou Roana Clara Gums, pastora da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil na Comunidade Concórdia em São José dos Pinhais.
Em Mateus 16.18 lemos: “Jesus disse para Pedro: Você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha igreja, e nem a morte poderá vencê-la”.
Neste versículo Jesus aponta Pedro como a pedra de edificação sobre a qual ele irá edificar a Igreja. O motivo de tal afirmação está na resposta que Pedro dá a pergunta que Jesus fez anteriormente (quem vocês dizem que eu sou?) A resposta imediata de Pedro é também uma confissão de fé: o Senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo.
É sobre esta sólida confissão de fé que Jesus deseja edificar a sua Igreja. Nesta edificação a fé é a sustentação, Cristo é o construtor e cada um e cada uma de nós, membros desta igreja, somos como pedras vivas (1 Pedro 2.5) que compõe esta comunhão. A edificação da igreja de Cristo não se vincula a nenhuma pessoa individualmente, mas na fé que nos une.
O poder de liderança de Pedro não o faz melhor nem pior do que os outros discípulos e discípulas. Em sua tarefa também demonstra sua humanidade. Este mesmo Pedro, aqui chamado de pedra de edificação e que contribuiu tanto para a edificação da igreja de Cristo, em outros momentos teve o constrangimento de se tornar pedra de tropeço, pois por meio de suas ações veio a fazer o mal à outras pessoas. Aqui reside a ambiguidade do ser humano, justo e pecador. Ao lado dela há sempre a possibilidade do perdão e do recomeço.
Por isso, nossa fé não está em pessoas, mas sim no nosso único Deus, que exerce seu poder com toda autoridade, mas também com amor e bondade, chamando-nos a deixar de ser pedra de tropeço para nos tornar pedras vivas e edificantes.
Que em nossas palavras, atos e forma de viver sejamos pedra que edifica e constrói, não pedra que faz tropeçar o irmão e a irmã. Que vivamos no mesmo Espírito do Senhor Jesus em humildade, amor, serviço. Amém.
A palavra de Deus fala com você.
Sou a Pastora Vera Maria Immich, atuo na Comunidade e Pastoral da Consolação, CELC-UP, Curitiba, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
O Salmo 106 é um Salmo de sabedoria que relata a rebeldia do povo, apesar da bondade incansável de Deus. Aguça a curta memória de bênçãos recebidas e, aparentemente, esquecidas e convida a louvar o bom Deus, enaltecer seu nome e reconhecer sua providência.
O versículo 6 é uma confissão de fé em Deus e de fraqueza perante o pecado: “Nós temos sido maus e perversos; pecamos como os nossos antepassados pecaram”. Evidencia uma penitência comunitária e intergeracional? Os pais pecaram e eles também? Se o pecado que os angustia também ocorreu com seus pais não quer dizer que os juízos dos ancestrais recaíram sobre eles e podem recair sobre nós?
Quer dizer que pela condição humana nossos ancestrais pecaram, se desviaram de Deus; assim também nós pecamos e nos desviamos de Deus. Pelo seu amor e sua graça somos salvos e perdoados sempre e quando nos arrependemos e reparamos nossos erros, reconduzindo nossas vidas pela sua misericórdia transformadora.
Paulo quando escreve a Tito e o lembra do amor de Jesus por nós diz: “Jesus se deu a si mesmo por nós, a fim de nos livrar de toda a maldade de nos purificar, fazendo de nós um povo que pertence somente a ele e que se dedica a fazer o bem.” (Tito 2.14)
O sacrifício de Jesus teve uma intencionalidade. De nos salvar e de nos fazer seu povo amado. Livrar-nos de toda a maldade e de nos purificar, para que desta forma pertençamos a ele e façamos o bem. Somos amados sem limites e sem pré-condições. Salvos por um amor que não merecemos e que nunca entenderemos. Aceitar este amor e viver este amor neste mundo, respondendo com gestos de amor e bondade, de justiça e compromisso em cuidar de todo ser que respira e toda a criação, conforme Gênesis 1.27-29. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus com a grande e bela incumbência de cuidar de tudo que Deus criou, desde as matas, as aves dos céus, os peixes do mar, os repteis, animais selvagens e domésticos. E viu Deus que tudo era bom. Para que continue bom recebemos a atribuição de fazer o bem neste mundo.
Oremos:
Querido e eterno Deus, renova-nos na fé que vem de ti e na esperança que nos movimenta neste mundo como teus instrumento do amor real, da busca pela justiça a todas as pessoas e alegria de sermos teu povo amado. Abençoa este dia e esta semana. Em nome de Jesus, amém.
Olá, a Palavra de Deus fala com você. Sou Jefferson Schmidt, pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, atuando na Paróquia Luterana das Araucárias, com sede em Irati.
Você já se sentiu injustiçada? O versículo bíblico para nossa meditação é Lucas 18.7: “Será, então, que Deus não vai fazer justiça a favor do seu próprio povo, que grita por socorro dia e noite?” Prezados e prezadas ouvintes, esse versículo faz parte da parábola “a viúva e o juiz”. Aqui Jesus nos conta que uma viúva buscava insistentemente o juiz para que este julgasse seu caso contra seu adversário. Na parábola o juiz diz não temer a Deus e tampouco respeitar as pessoas, mas para se ver livre da insistência da viúva, sentencia a favor dela.
Jesus conclui a parábola afirmando que Deus julgará a favor do seu povo e que isso irá acontecer bem depressa, mas questiona se haverá ainda fé na terra quando o Filho do Homem vier. Logo, para Jesus a justiça divina está ligada a fé. A pessoa com fé não seria capaz da injustiça, não agiria de má fé, mas pela fé seria capaz de ser justa.
Talvez, a maioria de nós já se sentiu injustiçado. Talvez, quiséssemos que a causa fosse julgada a favor de nós e contra nosso adversário, assim como o desejou a viúva. Como seres humanos somos falhos em nosso julgamento, por isso, ouvimos que o julgamento cabe exclusivamente a Deus. É diante Dele que cada pessoa será julgada pelo que fez ou deixou de fazer.
Verdade é que a natureza humana exige que ajam leis e que a partir delas, pessoas capacitadas e esclarecidas em relação aos fatos ocorridos sejam capazes de julgar, condenando ou absolvendo a pessoa. Mesmo assim, muitas pessoas acabam injustamente condenadas e também absolvidas. Isso mostra mais uma vez que a justiça humana é falha.
Somos rápidos em julgar e apontar para o outro. Passamos grande parte do nosso tempo julgando. Julgamos o outro pelo que faz e deixa de fazer. Pela aparência, pelo que diz, pelo que come. E claro, como humanos falhos que somos, julgamos sempre em nosso favor. Que Deus nos permita olhar com mais amor ao outro, sem julgar, apontar ou condenar. Deus é que fará isso.
Oremos: Deus da justiça, gratos te somos pelo teu imenso amor, que nos permite viver na liberdade que nos dás para amar, construir um reino de justiça e paz. Que possamos viver inspirados na tua justiça para que no dia do juízo final possamos chegar diante de ti, sem medo de sermos julgados e condenados. Amém.
Olá, A Palavra de Deus fala com você! Me chamo Henrique Arnold, sou pastor da IECLB , atuando no Sínodo Paranapanema, na Paróquia Trindade que atende as comunidades de Guarapuava, Pitanga e Santa Maria do Oeste.
No dia de hoje queremos meditar na Palavra de Deus que no livro de Atos 5.29 relata o seguinte: “Nós devemos obedecer a Deus e não às pessoas”.
Estimado irmão, estimada irmã! A palavra bíblica de hoje nos leva a refletirmos sobre uma interessante e importante palavra: Obediência. Normalmente, nós não gostamos de cumprir ordens, ou de obedecer alguém. Sempre queremos ser autossuficientes, mandar em nós mesmos, em nós mesmas, e ditar a direção da nossa própria vida. Porém, sabemos que isso não é bem assim. Para vivermos em sociedade de maneira pacífica e “civilizada” precisamos colaborar mutuamente e seguir determinadas ordens; precisamos ser obedientes à nossa constituição democrática brasileira. Se temos dificuldades de compreender e viver isso, também teremos dificuldades em obedecer à vontade de Deus e seguir no caminho da fé. A bíblia nos orienta a obedecermos à Deus. Mas o que seria obedecer à Deus? Obedecer à Deus nada mais é do que olhar para o mandamento de Cristo que nos diz: “Amem uns aos outros assim como eu os amei” (Jo15.12). A obediência a Deus me leva a olhar para as pessoas com amor. Através do amor Deus nos chama para servirmos no seu Reino. Cada um e cada uma de nós recebe uma oferta gloriosa e graciosa da parte de Deus: a de trabalharmos na sua vinha, de servirmos em seu Reino. Se nos dermos por satisfeitos apenas em cantar “aleluia” ou de dizer “amém”, sem mexer um dedo para obedecer e para agir no campo de trabalho que o povo de Deus tem nesta terra, não poderemos ver os sinais da salvação de Deus. No dia de hoje reflita: “Como eu estou obedecendo à Deus?; Como eu estou contribuindo para o anúncio do seu reino aqui neste mundo?”. Que O Senhor nos guarde de uma fé sem frutos, e de uma espiritualidade sem obediência!
Oremos: Deus Salvador. Confessamos que, muitas vezes, também nós temos dito “sim, eu vou” e depois não fomos. Temos dito “amém” ao final do Pai Nosso, e não temos perdoado nossos devedores. Perdoa-nos, Senhor. Faze a nossa vida combinar com nossas orações e com nossas promessas. Dá-nos fé, dá-nos vontade de trabalhar em tua seara, e que assim, possamos ser obedientes a ti. Amém.
Olá, a Palavra de Deus fala com você. Eu sou Jorge Schieferdecker pastor na Paróquia Bom Pastor de Curitiba. O tema da nossa reflexão de hoje é: e o futuro? O futuro pertence a Deus.
Certa vez Jesus tinha muitas pessoas em sua volta e, então ele aproveitou a oportunidade para ensinar. Esta lição está registrada no evangelho de Mateus capítulo 6, versículo 25: ...Não andeis preocupados quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber....
Jesus orienta seus ouvintes a não se preocuparem de como vão poder sobreviver, como vão garantir as condições básicas da vida como vestimentas e alimentação. Jesus usa o exemplo dos pássaros e das flores que vivem de maneira simples e mesmo assim mostram a beleza em suas existências. A singeleza das aves e das flores contrasta com a complexidade da existência humana.
Quando a pessoa se antecipa, pela sua capacidade de pensar e imaginar, e visualiza seu futuro sem poder agir, então se coloca em uma situação de pré-ocupação. Imaginar o futuro sem poder agir sobre ele não faz bem para as pessoas. Jesus está propondo que a pessoa se ocupe com as coisas do presente, com o aqui e agora, nisto cabe a ação humana. Por exemplo: Ocupe-se com sua saúde física e espiritual e você influenciará positivamente seu futuro; ocupe-se hoje em poupar recursos financeiros e você estará favorecendo bem-estar futuro. Ocupe-se com o que realmente está ao seu alcance, esta é amaneira vais salutar de viver. O aqui e o agora é graça de Deus.
O futuro pertence a Deus, está uma verdade inquestionável. O que tem importância de fato são as ações presentes. Jesus ensina que o presente é graça divina a ser compartilhada com as pessoas que você ama e vivida produtivamente, colaborando para o bem-estar daqueles que estão sob a sua influência. Jesus está dizendo que é absolutamente desnecessário se pré-ocupar. Quando chegar a hora certa, então, Deus lhe dará as condições para agir. E, por fim, Jesus faz um convite para que, no lugar da preocupação, deixemo-nos guiar pela esperança, como está escrito na carta aos hebreus: “Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas.” (Hebreus 10.23). Amém.
Olá, eu sou Veridiane de Souza Ministra Candidata da Paróquia Cristo Salvador de Curitiba e a Palavra de Deus fala com você hoje através de Filipenses 1.9 – o apóstolo Paulo escreve: o que eu peço a Deus é que o amor de vocês cresça cada vez mais e que tenham sabedoria e um entendimento completo.
Podemos perceber como Paulo olha para a Igreja cristã cheio de alegria e de gratidão e deseja que nela cresça sem limites o amor das pessoas que ali comungam. Intercede pela comunidade a Deus com o desejo de que tenham entendimento e sabedoria porque sabe o que acontece quando o desentendimento se instala.
Queridos irmãos e irmãs na fé!
Como nós ficamos quando nos encontramos no meio de desentendimentos e conflitos familiares, e, ou ainda, quando existem desentendimentos na grande família que é a comunidade na qual nós participamos?
Quais os sentimentos que afloram em nós? Com certeza são muitos, como raiva, tristeza, stress, irritação. Porque nós sempre queremos que nossa comunidade seja somente de entendimento, de engajamento por parte de todas as pessoas, de alegria e comunhão. Mas sabemos que onde muitas pessoas se encontram em algum momento acontecerão discórdias/desentendimentos. Porque todos nós somos diferentes.
Paulo sabe a destruição que desentendimentos podem fazer em uma comunidade e, por isso intercede pedindo a Deus para que tenham sabedoria e entendimento. A sabedoria para poderem analisar o desentendimento e encontrar soluções. O entendimento proporciona a possibilidade da verdadeira comunhão em Jesus Cristo novamente e o amor traz o perdão para as partes envolvidas. Por isso nós precisamos de de muito amor em nossa vida.
E este é o meu desejo e minha intercessão a Deus por vocês e a cada comunidade da Igreja de Jesus Cristo, para que em meio a desentendimentos possam ter sabedoria para encontrar soluções conjuntas para o entendimento. E de forma conjunta continuar no serviço do amor, servindo com alegria e gratidão a Deus, no reconhecimento e partilha da comunhão que temos em Jesus Cristo e nos colocamos a disposição de servir com todas as Igrejas Cristãs que proclamam Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador. Amém.
Olá, meu nome é Nilton Giese, sou pastor da IECLB na
O Salmista nos mostra um modo de orar que agrada a Deus. Responde-me, quando achares por bem, responde-me no tempo favorável.
A nossa oração nunca deveria apressar a Deus. Da mesma forma, uma oração que joga todos os nossos problemas no colo de Deus também não agrada a Deus. É claro que podemos confiar nossas dificuldades a Deus, mas é isso não significa que devemos cruzar os braços e esperar que Deus sempre resolva tudo por nós. A oração da pessoa que agrada a Deus é aquela que coloca as suas dificuldades diante do Deus, mas continua lutando porque ela sabe que no tempo favorável, no tempo que Deus considerar oportuno, Deus vai atuar através do nosso esforço.
Colocar nossa vontade sob a vontade de Deus é muito importante. Você já deve ter percebido que nos caminhos mais difíceis de nossa vida, geralmente estamos sozinhos. Os momentos de decepção, de perda e de sacrifício por uma causa são solitários. E mesmo angustiados e desorientados não temos tempo para ficar parados e nem de olhar ou voltar atrás. Precisamos ir em frente.
Jesus Cristo nos ensinou que devemos colocar o nosso caminho sob a vontade e a luz do olhar de Deus. Se você pedir alguma coisa em nome de Jesus, Deus te ouvirá. Mas não esperes que Deus faça o que você mesmo pode fazer. Ore constantemente a Deus – em nome de Jesus – mas termine sempre suas orações com essas palavras: Ó Deus, responde-me quando achares por bem, pois me amas muito. Salva-me como prometeste. Amém.
Olá! A Palavra de Deus fala com você. Sou Pastor Rudolf von Sinner, professor na Pontifícia Universidade Católica do Paraná em Curitiba. A palavra de hoje é da Primeira Carta de João, capítulo 3, versículo 2, onde lemos: “Meus amigos, agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser.”
Queridas irmãs, queridos irmãos,
Um tempo atrás, fui convidado para celebrar um casamento. Me pediram falar sobre aquela famosa palavra de Josué (24,15): “eu e a minha família serviremos a Deus, o SENHOR”. Josué diz isto diante do povo ao se despedir, dizendo que o povo precisa decidir a quem quer servir – ao SENHOR Deus ou a outros deuses. Esta opção é justamente a opção mais importante para nos dar luz, nos dar norte no caminho. Como bem diz o Catecismo Menor de Lutero: “Devemos temer e amar a Deus e confiar nele acima de tudo.”
Minha ênfase na reflexão daquela vez, no entanto, foi outra. Como tinha muitas pessoas migrantes, falei naquele casamento que é frequente uma das duas posturas que seguem. Ou ficam muito norteadas no passado – dizendo que aqui está tudo ruim, antes foi tudo muito melhor, então se derretem em saudade – ou ficam agarradas no sonho do futuro – aqui está tudo melhor, e antes era tudo um horror. Nas duas opções não conseguem pôr-se a caminho no presente e a aceitar que o caminho de vida é um caminho pelo deserto: um caminho sofrido, mas com promessa e acompanhamento de Deus. Não somente pessoas migrantes, também muitas outras só olham para trás – como o povo de Deus no deserto se lembrava da farta comida no Egito – ou só olham para frente, na modalidade sonho, como se a nova terra por vir de fato só apresentasse leite e mel.
Quem só vive na lembrança, muitas vezes exacerbada, do passado, ou só vive nos sonhos do futuro, tende a perder o bonde do presente. No deserto, Deus providenciava o Maná para o povo comer. Mas não era para estocar, pois Deus ia dar novo alimento a cada dia. Cada dia se deve confiar em Deus. E, no entanto, o povo estocou. E apodreceu o estoque. O futuro vem, sim, a terra prometida – mas ela pode demorar ou vir de outra forma de como tinha sido esperadad.
Também a carta de João fala de um futuro incerto. “não sabemos o que vamos ser”. Mas afirma que “somos filhos de Deus”. Esta é a promessa na qual podemos confiar. O caminho pode nos conduzir por muitos lugares inesperados e desconhecidos. Mas Deus não nos abandona: Deus nos acompanha.
Que tenham, nesta confiança, todas e todos um mui abençoado dia!
Amém.
From the publisher's feed