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Três executivos, duas perguntas reais, respostas diretas via WhatsApp.
Nesse primeiro episódio do Zap Zap de Produto, Paulo Chiodi leva perguntas da comunidade para Renata Gagetti, Dani Dweck e Zara, executivas de produto, negócio e tecnologia, e eles respondem sem filtro.
As perguntas desse episódio vieram de quem está na trincheira:
Curto, direto e sem enrolação.
Siga o Product Guru's:🔗 Newsletter: https://www.productgurus.com.br/
Convidados:🔗 Renata Gagetti: https://www.linkedin.com/in/renata-gagetti/🔗 Dani Douek: https://www.linkedin.com/in/danidouek/🔗 Zara: https://www.linkedin.com/in/eusouozara/
O processo de design vai morrer? Jenny Wang, Design Lead da Anthropic, jogou essa bomba numa conferência. A Kakau Fonseca, Design Manager do Nubank, concorda com parte disso, discorda de outra, e no meio do papo vai explicando por que a rigidez de processo é o maior obstáculo de times que poderiam estar entregando muito mais rápido.
Nesse episódio a gente fala sobre o que separa o designer júnior do sênior, como o Nubank chegou em 100 milhões de clientes rodando experimentos em paralelo, por que craft vai ser o diferencial de designers num mundo onde todo mundo usa IA pra criar coisa, e a verdade mais incômoda que qualquer líder de design enfrenta: quem não é visto, não sobe.
O que você vai aprender:
Por que o Duplo Diamante pode ser uma âncora, não uma bússola.
Como o time de Growth do Nubank chegou a 50 experimentos rodando simultaneamente.
A diferença entre intuição e feeling, e qual deles você pode apresentar pra um stakeholder.
O que é craft de design, por que ele está sumindo, e por que vai voltar.
Por que vender o seu trabalho faz parte do trabalho.
🔗 Newsletter Pack Lead: https://www.packlead.com.br/
🔗 LinkedIn da Kakau: https://www.linkedin.com/in/kakaufonseca/
🚨 Recado importante:
Tem gente que passa anos esperando o momento certo para se capacitar. Enquanto isso, os cargos sênior continuam indo para quem já sabe fazer discovery de verdade, que sabe defender uma decisão difícil para stakeholders, que consegue crescer produto sem improvisar.
A PM3 está no oitavo ano formando justamente esse perfil. A campanha de aniversário ainda está aberta, com condições bem acima do que a escola oferece no restante do ano.
Uso do cupom PRODUCTGURUS garante 10% adicional.
A oferta muda no dia 24. Acesse: https://dub.sh/bnawLJq
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Acesse: https://pbck.link/paulo-chiodi
A síndrome do impostor é muito mais comum no mundo de produto do que muita gente imagina.
Neste episódio do Product Guru’s, Paulo Chiodi conversa com Camila (Cami_Product) sobre por que tantos Product Managers sentem que não pertencem ao cargo, mesmo tendo experiência e resultados.
A conversa explora os bastidores da carreira de PM: a falta de formação formal para a área, a pressão constante de stakeholders, o excesso de buzzwords no mercado, e o fato de que o PM muitas vezes precisa ser generalista em um ambiente cheio de especialistas.
Camila compartilha também 8 motivos estruturais que alimentam a síndrome do impostor em produto, além de estratégias práticas para lidar com isso, como criar um roadmap de carreira, documentar conquistas e desenvolver um senso de produto mais forte.
Outro ponto central do episódio é o impacto da IA no papel do Product Manager. Será que as habilidades técnicas vão substituir o PM ou tornar o papel ainda mais estratégico?
Se você trabalha com produto, tecnologia ou quer crescer na carreira de PM, este episódio vai mostrar o que realmente acontece nos bastidores da profissão, longe do que aparece no LinkedIn.
Você vai aprender neste episódio:
Por que 84% dos PMs sofrem síndrome do impostor
Os 8 fatores que explicam essa insegurança na carreira de produto
Como construir um roadmap estratégico para sua carreira
Por que documentar suas entregas pode mudar sua trajetória profissional
O que realmente diferencia PMs seniores no mundo com IA
A verdade pouco falada sobre crescimento na carreira em produto
Se esse episódio fizer sentido para você, compartilhe com outro PM ou profissional de produto que também vive essas dúvidas na carreira.
🔗 Instagram da Cami: @cami_product
🔗 Linkedin da Cami: https://www.linkedin.com/in/camila-hakim-lorenzi/
🚨 Recado importante:
A PM3 está completando oito anos e resolveu comemorar do jeito deles: 6 aulas gratuitas com profissionais de produto do iFood, Nubank e Pipefy. Duas por semana durante março, 40 minutos cada, ao vivo com gravação disponível depois.
Quem fizer checkin em todas as aulas sai com certificado. É gratuito, sem letra miúda. Se depois você quiser se matricular num dos cursos deles, meu cupom PRODUCTGURUS dá condições especiais.
Maratona PM3 (gratuita): https://dub.sh/4fTDuyN
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Produto B2B não é vender para empresa. É vender para múltiplos decisores, com risco financeiro real, pressão por ROI e zero espaço para erro.
Neste episódio do podcast, Paulo Chiodi conversa com Ricardo Kremer, CPTO da Solides, HR Tech com mais de 45 mil clientes e crescimento acelerado, sobre os bastidores de construir, escalar e liderar produto B2B no Brasil.
Você vai entender por que “nunca customize seu produto” pode ser uma das decisões mais estratégicas para quem quer crescer de forma sustentável. Em vez de customização, o caminho é parametrização, identificação de padrões e foco em dor financeira real.
Falamos sobre as principais diferenças entre B2B e B2C, Product-Led Growth (PLG) no contexto B2B, discovery orientado a impacto no negócio, cultura de experimentação com IA e como estruturar times de produto preparados para escalar.
Se você é Product Manager, Founder, Head de Produto, Tech Lead ou atua com SaaS B2B, este episódio vai ajudar você a evitar erros clássicos que travam crescimento.
LinkedIn do Ricardo: https://www.linkedin.com/in/ricardo-kremer/
Principais tópicos do episódio:
• Diferenças reais entre produto B2B e B2C
• Por que customização destrói escalabilidade
• Parametrização como estratégia de produto
• ROI e redução de turnover como proposta de valor
• PLG no B2B: educar antes de vender
• Discovery focado em onde o cliente perde dinheiro
• Como equilibrar experimentação e qualidade em ambientes críticos
• Motor A vs Motor B: execução vs inovação
• O perfil ideal de PM para B2B
• Como fomentar cultura de testes sem comprometer clientes
Capítulos:
00:00 Introdução e contexto da Solides
01:40 Diferenças entre B2B e B2C na prática
06:40 Pressão de stakeholders e pedidos de clientes
07:30 Parametrização vs customização
09:50 PLG no B2B e educação de mercado
13:40 Discovery focado em dor financeira
17:45 Como estruturar e escalar times de produto B2B
21:38 Cultura de experimentação em ambientes críticos
25:40 Motor A vs Motor B e gestão de portfólio
30:10 Conselhos para PMs que querem crescer no B2B
33:30 Encerramento
Recados importantes:
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Neste episódio do Produto Gurus, recebo Nicolas Câmara, co-founder e CTO da Firecrawl, a startup que está construindo a infraestrutura que conecta a web aos agentes de IA.
A Firecrawl nasceu de um pivot radical. O time tinha um chatbot para documentação, com clientes como Snapchat, DoorDash e Coinbase. Crescia, mas de forma linear. Em um fim de semana, decidiram extrair apenas uma parte da tecnologia interna: o motor de ingestão de dados da web. Fizeram deploy antes de embarcar em um voo. Ao pousar, o projeto já tinha mil estrelas no GitHub e clientes pagantes.
Hoje, a Firecrawl transforma sites cheios de HTML, anúncios e scripts em dados limpos e estruturados (Markdown e JSON), prontos para modelos de linguagem. Em vez de a IA “ver” lixo, ela consome informação organizada. É a ponte entre a internet desenhada para humanos e a nova internet usada por agentes.
Falamos sobre open source como estratégia de distribuição, GitHub como canal de aquisição, o que investidores compram quando apostam em infraestrutura de IA, como atender empresas como Shopify e Canva com um time de 22 pessoas e o debate sobre bolha versus fundamentos econômicos da IA.
Se você está construindo um SaaS com IA, levantando capital ou tentando entender onde realmente está o valor na nova stack, este episódio é um mapa estratégico.
Nesse episódio você vai descobrir:
• Como a Firecrawl nasceu de um pivot brutal depois de um produto que “crescia, mas não explodia”.
• O que realmente significa transformar qualquer site em texto limpo e JSON que IA entende de verdade.
• Por que ser 100% open source foi a estratégia que mais acelerou a adoção.
• Como atender Shopify, Canva e milhares de devs com apenas 22 pessoas no time.
• A velocidade insana que eles alcançaram (menos de 1 segundo pra scrapear uma página).
• E o que o Nick acha que todo mundo está subestimando nos próximos 24 meses de IA.
Se você constrói com IA, vende pra devs ou sonha em fazer um SaaS que realmente escala, esse papo é ouro puro.
🔗 Firecrawl: https://www.firecrawl.dev/
🔗 LinkedIn do Nick: https://www.linkedin.com/in/nicolas-silberstein-camara/
🔗 X/Twitter do Nick: x.com/nickscamara_
Capítulos:
00:00 Deploy antes do voo → mil estrelas ao chegar em SF 🔥
01:25 O que é Firecrawl? Ponte entre web e agentes de IA (explicação simples)
02:00 Por que isso importa na era dos LLMs e agentes?
03:05 História do pivot: Mendable não escalava exponencialmente
05:15 Priorização brutal: o que NÃO fazer para focar no core
07:00 Problemas reais de web scraping que Firecrawl resolveu
08:02 Como limpar sites: de HTML bagunçado → Markdown/JSON limpo (economia de tokens)
10:05 Decisão estratégica: por que open source explodiu?
12:00 Monetização open source → Cloud escalável (browsers próprios)
13:26 Atendendo gigantes: Shopify, Canva e exigências enterprise
16:16 Métricas de qualidade: cobertura, precisão, estabilidade e latência
19:03 Fire Engine: velocidade média 2s → meta 1s em breve
21:23 O que YC e investidores compram: fundação da nova internet
23:23 Tese de pitch em 1 frase + dicas para founders
29:09 Go-to-market dev-first: GitHub + docs + experiência insana
31:55 O que todo mundo subestima: superinteligência em 12–24 meses
33:15 Bolha de IA: compute caro hoje, mas vai baratear (aposta otimista)
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Deixa seu like se você também quer que seu produto exploda em 1 dia.
Por que a concentração da produção de chips em Taiwan é um risco geopolítico global? E se a China realmente está fazendo dumping de modelos de IA?
Neste episódio do Product Guru's, Paulo Chiodi conversa com Pedro Teberga, PhD e educador em tecnologia, sobre a infraestrutura por trás da IA, os riscos geopolíticos da concentração de chips em Taiwan e o futuro da indústria de inteligência artificial.
Você vai entender porque olhar apenas para chatbots ignora toda uma cadeia crítica de valor, como a guerra entre EUA e China afeta o mercado e onde está o real valor para startups de nicho.
--- CAPITULOS---
00:00 - Intro: O risco geopolítico de Taiwan
01:34 - Por que não dá pra olhar IA só como chatbot
04:04 - China está fazendo dumping de modelos de IA?
06:35 - A concentração perigosa de chips em Taiwan
10:57 - Energia elétrica: o gargalo invisível da IA
13:12 - Existe uma bolha de IA? Análise crítica
18:13 - Open source vs closed source: quem acelera mais?
19:35 - Quem captura mais valor: quem cria ou quem distribui?
22:30 - SaaS morreu? O dilema das startups de IA
27:12 - IA na educação: o que muda nos currículos
33:13 - Brasil tem chance de competir em IA?
PATROCINADORES:
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SIGA O PEDRO:
• LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/pedroteberga/
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#IA #Taiwan #Geopolitica #InteligenciaArtificial #TechPodcast
Neste episódio, eu recebo Mario Marcoccia, engenheiro e cofundador da Compra Rápida, para uma aula prática sobre checkout e otimização de conversão no e-commerce brasileiro.
A conversa vai do básico que quase ninguém mede até os detalhes que mais derrubam vendas: frete surpresa, fricção de preenchimento, tempo de carregamento, usabilidade, confiança e o equilíbrio delicado entre conversão e segurança contra fraude.
Se você trabalha com produto, growth, e-commerce, CRO, UX ou tecnologia, esse episódio é um mapa direto do que mexer primeiro para reduzir abandono de carrinho e aumentar taxa de conversão sem “quebrar” o checkout.
Takeaways do episódio:
Por que o frete surpresa é o maior ofensor do abandono de carrinho.
Os 3 grupos de fricção que mais derrubam conversão: compreensão, agilidade e comodidade.
Como aplicar teste A/B em checkout com o nível certo de cautela e validação.
IA no checkout na prática: análise de sentimento, checkout agêntico e automação de testes.
Conversão vs fraude: como evitar decisões “8 ou 80”.
O que é checkout headless e por que ajuda performance sem trocar o motor do e-commerce.
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🚨 Recados importantes:
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Capítulos:
00:37 Introdução e o mito da IA no checkout
01:40 Checkout no Brasil é cultural (e tem dinheiro na mesa)
03:16 Quem é Mario Marcoccia e a Compra Rápida
04:15 Por que o abandono de carrinho ainda é tão alto
04:40 O maior fator de abandono: frete surpresa
06:05 Falta de compreensão no checkout mata conversão
07:35 Agilidade, cliques demais e tempo de carregamento
09:15 Cadastro obrigatório e fricção na recompra
10:24 Teste A/B em checkout sem quebrar vendas
11:01 Como filtrar sinal vs ruído nos dados
14:58 Onde a IA entra de verdade no checkout
15:18 IA aplicada a frete, sentimento e conversão
18:09 Personalização, dados e governança
20:13 IA para priorizar o que mexer no checkout
22:20 Conversão vs fraude: o ajuste fino
26:23 O que é checkout headless (sem jargão)
28:11 Onde mais a IA gera retorno no e-commerce
29:36 O que a Compra Rápida faz (sem falar IA)
30:42 Checkout agêntico e compras via WhatsApp
Conecte com o Mario no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/mariomarcoccia/
Site da Compra Rápida: https://comprarapida.co/
Neste episódio do Product Guru’s, eu converso com Luiz Gattaz (iFood) sobre o Faster, a plataforma interna que virou uma das engrenagens mais importantes para analytics, experimentação e crescimento dentro do app.
A gente fala sobre o que quase ninguém explica quando o assunto é plataforma: como ela realmente vira um motor de escala, como muda o comportamento dos times, e por que experimentação só funciona de verdade quando está conectada à audiência, dados e execução.
Se você trabalha com produto, growth, dados ou engenharia, esse episódio é um mapa prático de como empresas grandes constroem loops de crescimento de forma consistente, sem depender de “sorte” ou achismo.
Takeaways do episódio:
- Por que o Faster nasceu (e como ele evoluiu de analytics para uma plataforma completa).
- O erro clássico de usar plataforma de forma “isolada” e perder o valor da integração.
- Como audiências e segmentação viram armas reais para acelerar experimentos e decisões.
- O que muda quando um time aprende a operar em ciclo contínuo de testes e aprendizado.
- O desafio invisível de produto plataforma: ansiedade dos times e pressão por “liberar logo”.
- Quando uma demanda vira capability de plataforma (e quando deve ficar com o time).
- Como conectar backlog, experimentos e métricas com dinheiro de verdade no fim do mês.
- Por que plataformas bem feitas viram parte da estratégia de crescimento da empresa.
Esse episódio também abre o caminho para a parte 2, onde vamos entrar mais fundo no tema de mensageria, CRM e comunicação com usuários dentro do ecossistema do iFood.
/// Recados importantes:
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Crie formulários, dispare e-mails e WhatsApp, segmente leads e automatize fluxos enquanto seu time acompanha tudo no CRM. Acesse: https://pbck.link/paulo-chiodi
Capítulos do episódio:
00:00 Por que o Faster importa
03:00 A dor que levou o iFood a criar uma plataforma própria
06:00 Analytics, experimentação e audiência: como tudo se conecta
13:00 Quem extrai mais valor do Fester
17:00 O Faster como loop de crescimento
21:00 Jornada, eventos e decisões baseadas em dados
35:00 O desafio de escalar plataforma sem virar caos
44:00 Encerramento e gancho pro próximo episódio
Assista até o final se você quer entender como plataformas internas realmente destravam crescimento e por que produto plataforma é um jogo completamente diferente de produto “normal”.
Links e recomendações:
Conecte com Luiz Gattaz no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/luizdgattaz/
Canal do Liam Bolling, ex-PM do Google: @liambolling
Débito técnico virou a explicação padrão para tudo que dá errado em produto. Mas e se o problema não for engenharia?
Neste episódio do Product Gurus, converso com Zara, líder de engenharia com passagem por empresas de alto crescimento, para desmontar uma das narrativas mais repetidas do mercado.
Falamos sobre:
– Por que débito técnico nasce do desalinhamento entre produto e engenharia
– O erro de tratar times como comando e controle
– A diferença entre build to learn e build to earn
– Por que velocidade sem clareza destrói produtos
– Como entregas “vazias” criam times ocupados, não times produtivos
– O papel da intencionalidade, da definição de sucesso e do problem framing
Este episódio é para quem lidera produto, engenharia ou tecnologia e está cansado de repetir frameworks sem resolver problemas reais.
Se você já sentiu que seu time entrega muito e gera pouco impacto, esse papo é pra você.
/// Recado Importante:
Construa uma carreira à prova do futuro, liderando produtos mais inteligentes e eficientes com IA. Acesse: https://go.pm3.com.br/ProductGurus-AI-Specialist
Cupom de 10%: PRODUCTGURUS
Capítulo:
00:00 – A polêmica: débito técnico não é da engenharia
01:40 – Produto e tech brigam por quê?
03:05 – Quando produto e engenharia viram uma coisa só
05:10 – Confiança importa mais que hierarquia
07:00 – Débito técnico nasce do desalinhamento
09:30 – Entregas vazias e times ocupados
11:40 – Build to learn vs build to earn
14:30 – Velocidade sem clareza destrói produtos
17:10 – O erro de tratar desejo como problema
20:00 – IA, hype e apostas de um milhão
23:10 – Produto builder: ajuda ou atrapalha?
26:00 – Fatiar, descartar e priorizar de verdade
29:20 – Por que frameworks não salvam times
32:10 – O maior desafio de liderar engenharia
35:30 – Comunicação é o gargalo invisível
38:00 – Cultura de engenharia não é anarquia
41:20 – Verdade inconveniente: PM precisa entender tech
44:30 – PM de plataforma é raro no Brasil
47:10 – Por que plataforma não é tratada como negócio
48:50 – Encerramento e gancho para o próximo episódio
🎙️ Convidado: https://www.linkedin.com/in/eusouozara/📚 Livro citado no episódio: https://www.amazon.com.br/Gest%C3%A3o-Plataformas-APIs-Estrat%C3%A9gia-discovery-ebook/dp/B0DH13H5Q7🔗 Conecte-se com o Zara na newsletter: https://substack.com/@zarathon
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Neste episódio, Paulo Chiodi explora a dinâmica de poder e autonomia no papel do Product Manager (PM), utilizando a metáfora da marionete para ilustrar como muitos profissionais se sentem presos a decisões externas.
Ele discute a importância da autonomia real e como a responsabilidade sem controle pode levar ao desgaste profissional.
A conversa culmina em reflexões sobre a necessidade de os PMs assumirem a autoria de suas decisões e questionarem quem realmente controla o rumo de seus produtos.
Principais pontos
A autonomia é uma construção política e cognitiva.
Muitos PMs internalizam o papel de marionete.
Responsabilidade sem autonomia gera desgaste.
A senioridade não é apenas sobre frameworks.
Liderança começa com a disposição de assumir riscos.
A metáfora da marionete muda o foco da conversa.
É preciso questionar quem está segurando os fios.
Decisões devem ser tomadas com contexto.
Agradar stakeholders pode limitar a autonomia.
Refletir sobre o controle é essencial para a carreira.
Capítulo
00:00 A Marionete no Mundo do Produto
02:49 Autonomia e Responsabilidade no Papel do PM
05:34 Reflexões sobre Controle e Autoria
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