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Uma carreira acelerada costuma ser explicada por competência e esforço. Bruno Sena acrescenta duas variáveis menos confortáveis: tempo e sorte.
Neste episódio do Product Guru’s, Paulo Chiodi conversa com Bruno Sena sobre carreira, liderança e o medo de ficar obsoleto em um mercado transformado pela inteligência artificial.
Formado em Ciência da Computação, Bruno começou a carreira em tecnologia, migrou para uma estrutura de Recursos Humanos no Itaú e voltou à sala de aula para fazer um MBA na Columbia Business School. Hoje, lidera produtos relacionados a talentos, seleção e planejamento de pessoas.
A conversa passa pela importância das bases técnicas, pelo risco de se especializar apenas na ferramenta da vez e pelas competências que a IA ainda não resolve: pensamento crítico, julgamento e comunicação.
Bruno também explica por que não acredita em um método único de liderança, como adapta sua atuação a pessoas com perfis diferentes e o que aprendeu ao tomar decisões que afetam processos com até 200 mil candidatos.
Neste episódio:
Conecte-se com Bruno Sena: https://www.linkedin.com/in/brunosena4/
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Bora fazer parte do futuro do maior banco da América Latina? As inscrições para o Programa Trainee Itaú 2027 já estão abertas!
Nesta edição, o programa passa a contar com uma jornada de desenvolvimento de 18meses, estruturada em seis trilhas de atuação: Crédito, Analytics, Estratégia deNegócios, Finanças, Pessoas, Produtos Digitais e Riscos.
Pré-requisitos:
Inscrições até o dia 1º de setembro, através do site: https://traineeitauunibanco.com.br/
Roletas, moedas, check-ins, ofensivas e barras de progressão apareceram em bancos, marketplaces, aplicativos educacionais e plataformas de apostas. Todos estão disputando o mesmo recurso: a atenção do usuário.
Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Amanda Farias sobre como Duolingo, Shopee, Itaú, iFood e outros produtos aplicam gamificação para estimular progressão, aumentar sessões, converter vendas e criar novos hábitos.
Amanda apresenta um framework que separa a gamificação em três camadas: dinâmicas, mecânicas e componentes. Essa distinção mostra por que copiar uma roleta ou distribuir pontos dificilmente produz uma estratégia consistente.
A conversa também aborda o limite entre engajamento saudável e manipulação, a diferença entre jogo e gamificação e um problema que costuma aparecer depois do primeiro resultado: como manter o usuário interessado quando a novidade perde o efeito?
Neste episódio:
Por que tantos aplicativos adotaram gamificação
O que Duolingo, Itaú e Shopee fazem de maneira diferente
A diferença entre dinâmica, mecânica e componente
Como começar pelo problema de negócio
Por que uma roleta não constitui uma estratégia
Como a gamificação altera tempo de sessão e conversão
Onde o engajamento pode se transformar em manipulação
Por que as mecânicas perdem efeito com o tempo
O que fazer depois que o usuário engaja
Links mencionados
Artigo sobre Duolingo: https://www.productgurus.com.br/p/duolingo-uma-maquina-de-retencao
LinkedIn de Amanda Farias: https://www.linkedin.com/in/amanda-farias-16334b97/
Capítulos:
00:00 Por que todo aplicativo virou um jogo
01:22 A nova corrida pela atenção
05:11 Duolingo, bets e intenções diferentes
08:54 A apresentação de gamificação
11:43 O reCAPTCHA visto como mecânica de jogo
16:58 Gamificação precisa gerar emoção positiva?
20:03 Dinâmicas, mecânicas e componentes
27:31 Como identificar gamificação nos aplicativos
29:07 A estratégia de progressão do Duolingo
35:59 Duolingo versus aplicativos asiáticos
36:20 Como a Shopee aumenta o tempo de sessão
42:58 Engajamento ou manipulação?
47:21 A verdade incômoda sobre gamificação
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Empresas adicionam novas features, etapas e ferramentas de inteligência artificial para parecer que estão avançando. O resultado muitas vezes é um produto mais caro, confuso e difícil de usar.
Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Yasmin Florêncio, PMO Chief of Staff e mentora, sobre a ansiedade que leva empresas e profissionais a correr antes de entender qual problema precisam resolver.
Yasmin explica como reduzir o esforço cognitivo durante o onboarding, por que produtos B2B também precisam ser pensados para a pessoa que usa a ferramenta e como vendas e produto podem investigar um pedido antes de transformá-lo automaticamente em uma nova funcionalidade.
A conversa também passa pela diferença entre crescimento de curto e longo prazo, pela corrida corporativa para adotar inteligência artificial e pelo papel da personalidade na construção de produtos e carreiras menos genéricas.
Neste episódio:
Como identificar etapas desnecessárias no onboarding
Por que o usuário precisa de menos coisas para pensar
Como aplicar os cinco porquês na jornada do produto
Por que B2B também é uma relação entre pessoas
Quando recusar uma nova feature protege o produto
Como separar uma necessidade real do hype competitivo
Por que empresas brasileiras privilegiam resultados imediatos
Como manter personalidade sem prejudicar a experiência
Links e parceiros mencionados:
LinkedIn da Yasmin Florêncio: https://www.linkedin.com/in/yasminfb/
Artigo mencionado no episódio: https://www.linkedin.com/pulse/seu-time-tem-ejacula%25C3%25A7%25C3%25A3o-precoce-yasmin-flor%25C3%25AAncio-bortolotti-vqbyf/?trackingId=5WPR7M0xQMSqTO%2BGrkrWRg%3D%3D
Livro Aperte F5, de Satya Nadella: https://link.amazon/B0jbuJwKE
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Capítulos:
00:00 Por que estamos correndo tanto?
00:30 Da medicina para negócios e relacionamento
03:04 O custo de querer crescer antes da hora
07:36 Como reduzir o esforço no onboarding
13:21 Existe um onboarding ideal?
15:17 Todo produto é feito entre pessoas
19:11 Quando o comercial pede outra feature
24:25 A ansiedade por lançamentos e IA
28:26 Curto prazo no Brasil e longo prazo nos EUA
33:28 A pergunta que todo CEO deveria responder
35:53 Personalidade em produtos e carreiras
38:25 Encerramento
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Empresas estão colocando inteligência artificial em produtos, processos e metas antes de responder uma pergunta básica: o problema realmente precisa de IA?
Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Isabela Chitolina, Staff Product Manager no Mercado Livre e professora de AI Product Builder na PM3, sobre os critérios que deveriam orientar qualquer iniciativa de inteligência artificial.
Isabela explica como avaliar a solução mais simples, calcular o ROI de projetos de IA e considerar o time to market antes de iniciar o desenvolvimento. Ela também conta como ajudou a reduzir um processo de dois meses para duas semanas, sem tratar IA como resposta automática para todas as etapas.
A conversa passa pela falsa confiança nos outputs dos modelos, pelo erro de medir produtividade por consumo de tokens, pela decisão entre build, buy ou partner e pelos casos em que construir um modelo proprietário custa mais do que o valor que ele entrega.
Conecte-se com Isabela Chitolina: https://www.linkedin.com/in/isabela-chitolina/?locale=pt
Newsletter: https://www.productgurus.com.br/
Você também vai entender:
O que significa ser um Product Builder
Como separar um problema real do hype da diretoria
Como calcular o retorno de iniciativas de IA
Por que consumo de tokens não representa produtividade
Quando uma automação simples resolve melhor
Os riscos de confiar cegamente nas respostas da IA
Quando um modelo proprietário pode fazer sentido
Por que a adoção deveria começar nos processos internos
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Capítulos:
00:00 IA nem sempre é a resposta
00:37 O que significa ser um Product Builder
03:59 Síndrome do impostor e aprendizado em IA
07:47 Problema real ou hype da diretoria?
10:01 Os três critérios para construir com IA
13:02 Como calcular o ROI de iniciativas de IA
19:11 O perigo de confiar cegamente nos modelos
22:22 Quando construir um modelo proprietário
27:35 A verdade que os cursos de IA não contam
33:21 Por que a adoção deve começar dentro da empresa
39:24 Encerramento
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#InteligênciaArtificial #ProductManagement #ProdutoDigital
Gerar resultado é parte da carreira. Entender como as decisões realmente são tomadas dentro de uma empresa é a outra parte.
Neste episódio, Pablo Silva volta ao Product Gurus para uma conversa direta sobre carreira, liderança, inteligência artificial e o papel atual do Product Manager.
Pablo explica por que toda empresa funciona como um ambiente diplomático, como a relação com a liderança influencia oportunidades e por que questionar prioridades sem dados pode fazer um profissional parecer reativo, mesmo quando ele está certo.
A conversa também aborda como a IA pode retirar trabalho operacional da rotina dos PMs, devolver tempo para análise e melhorar a qualidade das decisões. Mas isso só acontece quando a tecnologia resolve um problema concreto de custo, receita ou comportamento do usuário.
Ao longo do episódio, discutimos:
• Por que Product Managers ficaram presos no operacional
• Como confrontar prioridades usando dados
• O peso da confiança e da influência na carreira
• Por que sua liderança é uma aliada decisiva para o crescimento
• Como usar IA para ganhar tempo de qualidade
• Quando frameworks, OKRs e processos deixam de ajudar
• Por que empresas adotam ferramentas sem entender seu propósito
• O que realmente diferencia um PM excelente
Um episódio para quem trabalha com Produto e percebeu que conhecer frameworks ajuda, mas não explica por que algumas pessoas crescem e outras continuam apenas acumulando entregas.
Convidado: Pablo Silva
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/souopablosilva/
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Capítulos:
00:00 O papel do PM na era da IA
10:00 Por que Produto ficou tão operacional
16:00 Liderança, prioridades e trade-offs
24:50 Resultado, política e crescimento na carreira
34:50 Como lidar com frustração no trabalho
40:10 Onde a IA realmente gera valor
46:40 Por que empresas copiam frameworks
53:15 A IA pode recuperar a agilidade?
56:05 O que realmente mudou em Produto
Inscreva-se no canal e compartilhe o episódio com alguém que entrega muito, mas ainda não aprendeu a navegar a empresa onde trabalha.
A IA tornou mais rápido escrever código, criar protótipos e lançar funcionalidades. Mas o principal gargalo do desenvolvimento nunca esteve na digitação.
Neste episódio, Raphael Albino discute por que a IA está deslocando o problema para a formulação, a arquitetura, a validação e a tomada de decisão.
A conversa passa por métricas de produtividade, pensamento crítico, fundamentos de engenharia, liderança e as habilidades necessárias para trabalhar com IA sem terceirizar o julgamento.
LinkedIn Rapha: https://www.linkedin.com/in/rapha-albino/
Capítulo:
00:48 Introdução ao Gargalo do Desenvolvimento
03:05 A Visibilidade e a Escrita de Código
04:53 Validação de Hipóteses e Aprendizado
07:39 A Ilusão da Produtividade com IA
09:54 Métricas de Sucesso em Desenvolvimento
12:40 Estruturação do Problema e Pensamento Crítico
15:50 A Importância da Leitura e Aprendizado Contínuo
22:18 A Nova Mentalidade nas Equipes de Produto
27:45 Habilidades Essenciais para o Futuro do Trabalho
Parceiros do episódio:
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Neste episódio do Product Guru’s, Paulo Chiodi conversa com Taynara Franck, coordenadora de produtos no Flamengo e ex-Globo/Globoplay, sobre uma pergunta que quase ninguém responde bem: como desenvolver uma pessoa júnior ou estagiária em Produto sem jogar um manual impossível no colo dela?
A conversa parte de uma experiência concreta: Taynara precisou estruturar o desenvolvimento de um estagiário de Produto em um contexto real, com múltiplas tecnologias, stakeholders, prioridades concorrentes e decisões acontecendo fora da ordem bonita dos livros.
O episódio mostra por que aprender Produto não começa decorando frameworks, discovery, priorização ou Marty Cagan. Começa entendendo contexto, problema, relacionamento, métrica e decisão.
Ao longo da conversa, Taynara explica como ensinou um estagiário a sair da linguagem de curso e começar a raciocinar como alguém de Produto: olhar menos para interface, mais para dor; menos para feature, mais para problema; menos para certeza, mais para decisão responsável.
Também falamos sobre cultura de produto, fábrica de demanda, problemas analíticos versus problemas conceituais, métricas de vaidade, relacionamento com stakeholders e o papel real da liderança no desenvolvimento de pessoas iniciantes.
Se você é Product Manager, Head de Produto, GPM, liderança de tecnologia, pessoa júnior ou alguém tentando entrar em Produto, este episódio ajuda a entender uma coisa desconfortável: muitas vezes o júnior não está perdido por falta de esforço. Está perdido porque ninguém ensinou a ordem certa das coisas.
Assista até o final para entender:
* O que ensinar primeiro para um estagiário de Produto
* Por que Produto “by the book” quebra na vida real
* Como separar problema analítico de problema conceitual
* Quando parar de pesquisar e começar a decidir
* Como dizer “isso não faz sentido” para stakeholders sem virar a pessoa do não
* Qual é o papel da liderança na formação de pessoas juniores
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/taynarafranck/
Capítulo:
01:25 Quem é Taynara Franck
02:55 Como nasceu a série sobre estagiário de Produto
07:11 O que um júnior acha que Produto é
13:01 Quando o júnior começa a pensar como PM
16:20 O que não ensinar cedo demais
21:02 Cultura de Produto ou fábrica de demanda?
23:50 Problemas analíticos vs. problemas conceituais
30:52 Quando parar de pesquisar e começar a decidir
35:00 Métricas de vaidade vs. métricas de decisão
39:40 Como dizer “não” para stakeholders
44:02 PM3, UserGuiding e IA aplicada
45:35 O papel da liderança no desenvolvimento júnior
48:46 Encerramento
Inscreva-se no canal, deixe seu like e comente qual foi o maior erro que você cometeu quando começou em Produto.
Parceiros do episódio:PM3 Cursos — 10% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/HBiSmtUserGuiding — 20% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/Au9oVX
Neste episódio do Product Guru's, Paulo Chiodi conversa com Natália sobre design, experiência do usuário, IA, experimentação e o papel do julgamento humano em produtos digitais.
A conversa passa pela trajetória da Natália em empresas como Dell, ThoughtWorks e Booking.com, pelos aprendizados em projetos no Haiti e em salas de aula nos Estados Unidos, e chega ao debate atual: os processos de design morreram com a chegada da IA?
Natália argumenta que o processo de design não morreu. O que mudou foi a velocidade com que conseguimos gerar soluções. E isso cria um risco: usar IA para acelerar achismo, pular pesquisa, ignorar contexto e terceirizar julgamento.
O episódio também aborda cultura de experimentação na Booking.com, A/B testing, overoptimization, autonomia de times, liderança, affordances, ChatGPT, iFood, taste, curadoria e a diferença entre experiência do usuário e experiência para o usuário.
Linkedin da Natalia: https://www.linkedin.com/in/nataliarsand/
Site da Eixo Design: https://eixo.design/pt/
Capitulos:
00:59 Abertura
01:20 Como Natália entrou em design
08:16 Os processos de design morreram?
12:09 Startup vs empresa grande
15:41 Booking, experimentação e A/B test
20:37 O perigo de otimizar partes e perder o todo
23:29 Design Sprint, protótipo e teste com usuários
28:03 Autonomia, liderança e controle
34:31 Experiência do usuário vs experiência para o usuário
36:55 iFood, ChatGPT e padrões de experiência
42:57 Taste, método e julgamento em design
52:32 PM3 e UserGuiding
55:39 O conselho para quem está começando em design
58:30 Onde encontrar Natália Arsand
1:00:15 Encerramento
Se você trabalha com produto, design, UX, pesquisa, tecnologia ou liderança, este episódio ajuda a entender por que método, pensamento crítico e contato real com usuários ficaram ainda mais importantes na era da IA.
Parceiros do episódio:PM3 Cursos — 10% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/HBiSmt
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Pedrão Oliveira é head de IA e Produtos da @Distrito , consultoria que monitora mais de 35 mil startups no Brasil e América Latina. Ele passa o dia vendendo e entregando projetos de inteligência artificial para grandes corporações. E ele diz que a maioria delas não deveria estar comprando IA agora.Nesse episódio a gente fala sobre o que realmente acontece quando uma empresa resolve implementar IA, por que o ganho de produtividade em código não aparece no resultado final, como a Distrito estrutura o AI Factory para atender enterprise de ponta a ponta, e o que muda nas interfaces de software nos próximos seis meses.Convidado: Pedrão Oliveira | https://www.linkedin.com/in/pedro-oliveira-martins/ | [email protected] Medium: https://poliveiram.medium.com/Distrito: https://www.distrito.me/ | AI Factory News no LinkedInCapítulos:00:00 Pedrão Oliveira e o AI Factory do Distrito04:30 O que muda quando o output é generativo10:00 Engenharia de IA: LLM, ML e por que dados travam tudo16:00 Quem contrata e o que pede20:00 Transformação cognitiva: processo antes de IA26:00 O mito da produtividade de código31:00 A analogia do médico de 195035:00 O que muda até o fim de 2026Parceiros do episódio:PM3 Cursos — 10% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/HBiSmtUserGuiding — 20% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/Au9oVX
Isabella Piratininga, diretora de tecnologia e inovação do iFood, explica como o AILO funciona por dentro, o assistente de IA generativa que permite fazer pedidos em linguagem natural pelo WhatsApp e como o iFood constrói inteligência artificial em escala desde 2018.
Nesse episódio:
- Como o LCM (Large Consumer Model) personaliza pedidos e é 60x mais barato que modelos internacionais
- Por que o AILO foi reescrito do zero no AILO 2.0 e o que mudou no framework de decisão autônoma
- Como o iFood orquestra múltiplos agentes de IA
- Por que 300 deploys em 4 semanas viraram rotina e o que isso muda no trabalho do PM
- O erro que a maioria das empresas comete ao implementar IA (plugar API sem governança de dados)
- Como o iFood controla custo de IA com seleção de modelo por tarefa e dashboard de eficiência
Isabela tem passagem por OLX e BanQlub antes de chegar ao iFood, onde lidera o time de inovação e produtos disruptivos. Ela conta como saiu do design, passou por todas as caixinhas de produto, e hoje reescreve o produto mais inovador do Brasil do zero.
Se você trabalha com produto digital, IA aplicada, ou quer entender como uma empresa de 8 mil pessoas realmente escala inteligência artificial, esse episódio é referência.
🔗 Teste o AILO:
🔗 Conecte com a Isa: https://www.linkedin.com/in/isabellapiratininga/?locale=pt
Capítulos:
00:00 Introdução
01:50 De designer a diretora de produto no iFood
04:41 Aprender errando: o projeto Serendipity na OLX
08:01 Filosofia de liderança da Isa
10:42 Como o iFood construiu cultura de IA desde 2018
17:03 AILO: desafios técnicos de um agente conversacional
20:38 Como garantir que o agente entende a intenção do usuário
23:42 AILO vs app: canibalização ou complementaridade?
28:02 Métricas de sucesso de um produto de IA
31:36 Os agentes do ecossistema iFood: Rose, Chris, Dion
35:17 LCM: o modelo próprio do iFood
39:17 Como escalar IA sem explodir o orçamento
46:19 O que muda no trabalho do PM com IA
52:49 AILO 2.0: o que foi reescrito e por quê
Parceiros do episódio:
PM3: https://productgurus.short.gy/HBiSmt
cupom PRODUCTGURUS: 10% de desconto na maior escola de produto do Brasil
UserGuiding: https://productgurus.short.gy/Au9oVX
cupom PRODUCTGURUS: 20% de desconto na plataforma no-code de onboarding
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