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Prosa fantástica e cheia de insights com o amigo PEDRO MARTINS. Vivemos uma crise sem precedentes. Embora as crises no passado tenham impactado a vida humana, como economia, habitação e finanças, essa crise impactou o cerne da existência da raça humana no contexto da economia digitalizada. Este é um ponto de inflexão e a vida nunca mais será a mesma. É difícil imaginar como o mundo pós-pandemia será moldado dadas as incertezas em torno da sobrevivência humana e do bem-estar. A paranoia criada pela pandemia pode levar muito tempo para desaparecer, impactando a propensão das pessoas a gastar, consumir e investir em seu futuro. Mas uma coisa é certa, as pessoas perceberam que hoje em dia, mesmo sem interagir fisicamente com o mundo real, elas ainda podem ser produtivas e criar valor. O mundo dos negócios pós-pandemia será caracterizado por dois paradigmas. Um deles é a hiper conectividade, sendo conectada e visível uma à outra digitalmente, 24 horas por dia. O outro é a criação de um novo comportamento na vida profissional onde as pessoas passam, quando possível flexibilizam, o malabarismo entre a casa e o escritório. Esses aspectos criarão uma mudança duradoura no comportamento organizacional. Qualquer líder capaz de entender e capitalizar esses comportamentos para capacitar suas equipes será um verdadeiro CEO na nova economia digitalizada. Crises geram oportunidades. "É melhor começarmos a nadar ou vamos afundar como uma pedra, uma vez que os tempos estão mudando." Bob Dylan disse estas palavras em 1964.
Prosa fantástica com o meu amigo CEZAR TAURION. Termo corriqueiro ultimamente, a transformação digital está forçando as empresas a mudarem seus modelos de negócios e a se adaptarem à nova realidade de mercado. Contudo, o interessante disso é que não são as empresas que estão conduzindo essa mudança. Em vez disso, essa mudança está sendo impulsionada pelo cliente, pelos consumidores, pelas pessoas comuns. Hoje, os clientes esperam conteúdo relevante em relação ao que estão fazendo a qualquer hora, em qualquer lugar e no formato e no dispositivo de sua escolha. É a jornada do cliente que dita a estratégia. E para acompanhar esse novo tipo de cliente "sempre conectado", as empresas devem adotar a tecnologia para oferecerem uma experiência incomparável. Ainda bem que estrategicamente muitas organizações estão colocando o cliente no centro das atenções e das ações. Ao infinito e além.
E aqui uma prosa fantástica com o amigo PLINIO BATTESINI PEREIRA da DHL. Gratidão por compartilhar seus conhecimentos Plinio. O COVID-19 afetou seriamente as cadeias de abastecimento ao redor do mundo. O lockdown inicial na China, o grande hub da logística mundial, fez com que produtos e insumos dos mais diversos segmentos ficassem a espera de serem carregados ou descarregados nos portos e aeroportos, além dos cancelamentos de viagens. Será que este vírus pode ser o cisne negro que finalmente força muitas empresas, e indústrias inteiras, a repensarem e transformarem seus modelos globais de supply chain? Um fato é inquestionável: a pandemia já expôs as vulnerabilidades de muitas organizações, especialmente aquelas que têm alta dependência da China para suprir suas necessidades de matérias-primas ou produtos acabados. China, a “fábrica do mundo" evidenciou que qualquer grande interrupção coloca em risco as cadeias globais. Paralelamente a isto, o consumidor ao redor do planeta se viu na necessidade de modificar seus hábitos. Segundo Plinio são as pessoas que movem as empresas. Estejamos de mente aberta!
Prosa fantástica com o amigo PAULO TAVARES direto de Campinas, SP A logistica Lean ou Logistica Enxuta, é uma maneira de reconhecer e eliminar atividades desperdiçadas na cadeia de abastecimento, a fim de aumentar o fluxo e a velocidade do produto. Por experiência, tem muita coisa a ser feita nas empresas. IMPORTANTE: Para alcançar a Logistica Lean; as organizações precisam implementar um pensamento mais enxuto. Organizações que incorporam o pensamento LEAN em sua cadeia de suprimentos podem se beneficiar de: – melhoria do atendimento ao cliente, – da redução do impacto ambiental, – redução de desperdícios, – e até mesmo um olhar mais sério para a cidadania através do aprendizado na organização. Vale a pena investir seu tempo para entender um pouco mais sobre este assunto.
Uma prosa com o meu amigo LEONARDO PAIÃO, professor da Unicesumar e profissional da Produtec direto de MARINGÁ, no Paraná. A gestão dos CADASTROS (ou Master Data Management) é o alicerce, a base, que suporta qualquer sistema de gestão empresarial – os famosos ERPs comercializados por grandes players no mercado como SAP, Oracle, Totvs, entre muitos outros. Sua importância deve ser levada em consideração. Contudo, a maioria das empresas ainda desconhece os Padrões, Tecnologias e Procedimentos requeridos, acumulando perdas enquanto os cadastros caminham para o caos. Novas exigências no Comercio Eletrônico (catalogos eletronicos), SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), inventários de estoques e Estratégias de Supply Chain e BI estão tornando este tema mais e mais popular no meio empresarial.
Tema que sempre foi um enorme desafio para as organizações e continuará sendo. Uma prosa com o amigo e professor EDEVALDO VOSGRAU, lá de Paulinia, SP. Na competitividade empresarial, o custo tem enorme relevância. Entretanto, na busca cega por redução de custos (“visão míope” de redução de custos), as empresas têm dificuldades em enxergar custos relacionados à Logística. Custo Logístico, para a maioria da doutrina, é basicamente o somatório dos custos de transporte, armazenagem e manutenção de estoque. Os custos com logística tomando como base o transporte rodoviário chega a quase 13% do PIB no Brasil, enquanto que no EUA este resultado é próximo dos 9%, diferença que para as organizações e seus gestores representa uma fantástica oportunidade, se bem explorada. No Brasil o transporte rodoviário é responsável por 60% da carga transportada. Na Austrália (30%), EUA (28%) e China (19%). É comum e notório que no Brasil navios esperem mais de uma semana para atracar, enquanto o padrão internacional é de menos de 24 horas. Enquanto a produtividade dos guindastes nos portos do Rio e Santos giram em média 10 contêineres/hora, em Buenos Aires é 22 e em Hamburgo, 28. Tudo isso representa custo. Mas como fazer a gestão dos custos nas organizações?
Esta prosa traz uma cotribuição fantástica para aquelas pessoas que querem ouvir de terceirização e para abordar o tema proseei com o grande amigo EDILSON DIAS de São Paulo, Capital. QUAL É O MEU CORE BUSINESS? MEU NEGOCIO PRINCIPAL? MEU FOCO? Existem alguns fatores que são determinantes na decisão de terceirizar (ou não) os diferentes níveis de atividades logísticas nas organizações. De uma forma geral os níveis de terceirização ocorrem no transporte, embalagem, armazenagem, gestão de estoques e projetos de malha de distribuição. Mas quais são os fatores que levam a tais avaliações? Eis alguns: • Custos de transação, • Visão baseada em recursos • Gestão estratégica voltada às competências internas Portanto os fatores determinantes passam a ser: preocupação com ativos, foco estratégico e complexidade da cadeia. Contudo a terceirização pode extrapolar os elementos que mencionei. Terceirização é um casamento. E comprometimento é uma palavra-chave na relação.
Uma prosa muito gostosa com a CRISTIANE BETINE lá de Salto, São Paulo. Para conseguir, e manter, um trabalho que normalmente nós desejamos há que se ter um repertório de habilidades técnicas. Os dentistas precisam saber como tratar uma dor de dente. Contadores precisam ser certificados. Professores precisam ser didáticos. As secretárias precisam digitar mais de 100 palavras por minuto. E por aí vai... Contudo, além das habilidades técnicas necessárias a pergunta que fica é: Para qual dentista você vai? Aquele que é agradável e leva tempo para responder suas perguntas; ou aquele que te trata como um número ou uma produção em série? Qual secretária você retém quando os tempos estão difíceis? Aquele cuja atitude é positiva e otimista, e que está sempre disposta a ajudar; ou aquela que é inflexível e tem dificuldade em admitir erros? Da mesma forma, pense nos contadores. Aquele que tem uma grande ética de trabalho e incentiva seus colegas é aquele que, provavelmente, se destacará em sua posição e organização. E isso vale para todas as funções e profissões. Ao infinito e além!
Prosa fantástica com o RAFAEL DAVINI, brasileiro que vive na Guatemala. O design thinking está transformando a forma como as empresas líderes criam valor. O foco da inovação passou da orientação de um design, antes centrado no produto, para aquele orientado ao cliente, focando as experiências de uso e de consumo, seja através de serviços ou de bens de qualquer natureza. Para um número crescente de profissionais, independentemente das posições que ocupam, o design thinking está no centro do desenvolvimento de uma estratégia eficaz mas que também causa uma mudança organizacional. Empresas como Natura, Totvs, Haqvaianas, Apple, Pepsi, Procter & Gamble, Google tem se alavancado através do uso desta ferramenta e apresentado resultados fantásticos. O design thinking bem explorado torna os produtos mais desejáveis e serviços mais atraentes para os usuários. Ele cria uma experiência diferenciada para o cliente. Ao infinito e além!
Aqui faço uma prosa com o amigo THIAGO CARVALHO diretamente da Alemanha. Se inscreva no canal. A missão EDUCAR PARA TRANSFORMAR está ganhando corpo. Abrace essa causa. O Planejamento Integrado de Negócios (IBP) é um modelo que permite maior precisão de planejamento e desempenho operacional, alinhando funções de planejamento estratégico, finanças, supply chain, vendas, marketing e desenvolvimento de produtos. É esse alinhamento que impulsiona o desempenho corporativo em tempo real, como lucro por ação, margem operacional e capital de giro. As empresas utilizam o IBP para avaliar planos e atividades com base no impacto econômico que cada elemento do plano pode causar. Essas decisões de negócios são auxiliadas pelo desempenho financeiro e operacional atual através de dashboards e relatórios, identificando pontos específicos que requerem foco imediato para resolver potenciais problemas e recomendando estratégias de correção de rota, se necessário.
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