Prosear é compartilhar ideias, experiências e conhecimentos. Uma boa prosa torna a vida mais fácil. Desta vez minha gratidão é para ALEX LIMA.
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"EDUCAR PARA TRANSFORMAR."
O gerenciamento de supply chain - cadeia de abastecimento - é um campo complexo e com muitas variáveis. Ao longo da cadeia, dezenas de operações se desdobram e acontecem simultaneamente. E é crucial que os gestores as agilizem. E hoje temos falado muito sobre a Internet das Coisas e mesmo a Inteligência Artificial. Mas como se relacionam com supply chain? Inicialmente, tratemos de algumas definições e conceitos.
A IoT (Internet of Things – Internet das Coisas em português) é uma plataforma tecnológica revolucionária que combina diferentes dispositivos e pode ter seu uso aplicado em todos os segmentos de mercado, incluindo varejo, transporte, manufatura, finanças, saúde e energia, em diferentes partes e funções da cadeia. A Internet das Coisas apresenta um potencial fantástico principalmente em Supply Chain. Aplicativos de gestão, previsão e supervisão ajudam os gestores a melhorar a eficiência operacional e adicionar muito mais transparência à tomada de decisões. De alguma forma, todas as áreas da cadeia de suprimentos podem ser melhoradas com a Internet das Coisas. Embora a Inteligência Artificial não seja recente, a evolução tecnológica criou maiores possibilidades para que ela pudesse estar mais presente e atender as necessidades de negócios mais eficientemente. As aplicações em supply chain passaram a ter uma amplitude maior e consistente baseada em algoritmos que demandam tecnologias e conexões mais avançadas. E em tempo real. A automação de linhas de produção ou em áreas específicas da logística passou a ser uma realidade. Robótica nos centros de distribuição para movimentar produtos evidencia a aplicação tecnológica principalmente nos grandes varejos ou bens de consumo. A automação industrial, antes mais comum na indústria automotiva e de alta tecnologia, já é bastante visível em bens de consumo e produção em larga escala. Logicamente, devemos separar o que é exagero e marketing daquilo que representa soluções reais e de valor agregado. Claramente, as organizações têm que ter objetivos claros de quais dores elas estão buscando resolver. Os aplicativos e as soluções são muitas no mercado. Mas atendem os requisitos de negócio? Por quê? E como atendem? Onde e por que é viável investir para suportar funções da cadeia de abastecimento. Qual a prioridade? O que determina o bom uso da tecnologia é a necessidade de negócio. Visibilidade, transparência, rastreabilidade, agilidade e colaboração são alguns dos ganhos trazidos pela integração das ferramentas. Muitas empresas investem em tecnologia e não possuem o correto retorno. Acabam embarcando no uso tecnológico sem uma validação crítica de como utilizá-las. Selecionar fornecedores com reputação e com casos de sucesso deve ser um princípio a ser adotado pela organização. Na verdade, temos uma pletora de soluções disponíveis e identificar aquelas que agregam valor é crucial para o negócio. E ademais as competências e habilidades das pessoas, tornam-se fatores essenciais neste cenário.
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