Do livro Sidarta, de Hermann Hesse, gostaria de sitar: "...sei jejuar, sei meditar, sei esperar..." essa situação nos remete à palavra Paciência; que nos dicionários encontramos com o significado de aquele que não perde a calma, que suporta algo sem reclamar, que mantem a serenidade, tolerância boa vontade. Aprofundando a pesquisa, separando o prefixo Pa vamos encontrar sua origem do Pax, que significa Paz. Juntada Pa + ciência teremos Paz com ciência, a paz usada cientificamente. Como faz falta essa paz, é no caixa eletrônico, é na fila do supermercado, no trânsito. É provável que isso se deve por causa do avanço rápido da tecnologia. O ser humano perdeu sua capacidade de esperar, tolerar, etc. Com isso está desaparecendo também a compaixão, sentimento de piedade, condolência, aquele que se compadece pelo sentimento do outro. A humanidade está se tornando cada vez mais fria. Como podemos desenvolver então a paciência? Pode-se começar por fazer boas obras, levando medicamentos e quem precisa, doando alimentos apessoas mais carentes, organizando grupos humanitários em socorro aos mais necessitados. Então, conforme vamos melhorando internamente, nosso psicológico, nosso entorno vai melhorando também. Podemos também praticar meditação, essa prática também nos ajuda a desenvolver a paciência. Meditar é não pensar, é conhecer a nós mesmo, auto descobrir-nos. A meditação se pratica começando encontrando um lugar tranquilo, silencioso. Nos acomodamos numa poltrona confortável e vamos relaxando nosso corpo. Começamos pelos pés, ordenando mentalmente para que os músculos relaxem, descansem, que parem o que estão fazendo. Depois passamos para as pernas, tronco, braços, cabeça. Podemos começar com três minutos, cinco, até quando acharmos nosso ideal. Essa também é uma forma para desenvolver a paciência, uma valiosa virtude.