
Sign up to save your podcasts
Or


Há quem diga que o gênero faroeste está morto e enterrado. E parece que está mesmo. O último grande filme do gênero, a meu ver, foi OS IMPERDOÁVEIS, de 1992, com atuações fabulosas de Clint Eastwood (protagonista e diretor), Morgan Freeman e Gene Hackman. Num certo sentido, pode-se dizer que esse filme marca o clímax e o fim de caubóis e pistoleiros nas telas do Velho Oeste. Pois não é que agora - lançamento da Netflix - surge RELATOS DO MUNDO, com Tom Hanks, revisitando o gênero! É um filme ambientado no final do século XIX, logo após a Guerra Civil americana (Guerra da Secessão), tendo como pano de fundo, não a matança de índios como nos westerns tradicionais, mas a crítica a essa matança, ao separatismo e à supremacia branca de sulistas e confederados. O reformado capitão Kidd, que havia servido na Infantaria do Texas durante a guerra interna, agora ganha a vida lendo notícias de cidade em cidade para uma população analfabeta. Em suas andanças, encontra uma menina órfã e toma para si a tarefa de descobrir e devolvê-la à família. Nem será preciso dizer que Tom Hanks (vivendo o capitão em crise existencial) está irrepreensível. Só uma reclamação: faltou música no filme; mas o resto vale a pena. Até entendo: o filme se propõe a ser minimalista e a música poderia ser um elemento de dispersão. Cenários e figurinos lindíssimos. Deixo então a dica: RELATOS DO MUNDO, junto com OS IMPERDOÁVEIS. Dois grandes westerns para, inclusive, matar a saudade da infância.
SOBRE A EDUCAÇÃO E VOLTA SEGURA À ESCOLA NO PÓS-PANDEMIA O processo da pandemia torna necessário que a retomada das aulas no país ocorra com plena segurança sanitária, de maneira a defender e proteger a vida de crianças, adolescente, adultos e profissionais da educação.
SOBRE O INVESTIMENTOS E RETOMADA DE OBRAS PÚBLICAS DO PAC E DO MINHA CASA, MINHA VIDA Em relação à infraestrutura nacional, é urgente a retomada de obras públicas do Programa de Aceleração do Crescimento, paradas ou em lenta execução, e do programa Minha Casa Minha Vida.
NINGUÉM mais duvida que vivemos numa era de hiperconexão, hiperinformação e hiperconfusão. As pessoas vivem conectadas (ou linkadas) praticamente o dia todo, recebendo notícias, informações e opiniões de todo jeito e de tudo quanto é lado. Creio que seja humanamente impossível processar e absorver tudo o que nos chega e ainda ter tempo pra fazer (e pensar) outras coisas...
OUTRO dia, na cidade de Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro, a guarda civil levou um mendigo de camburão para a delegacia e o cachorro do mendigo virou um capeta. Saiu correndo atrás do camburão, latindo sem parar, indignado com a remoção compulsória de seu dono...
O filme A ESCAVAÇÃO, produzido e lançado na semana passada pela Netflix, com direção do australiano Simon Stone e contando no elenco com o talentoso Ralph Fiennes, é um filme muito bom – direi que é ótimo. Trata-se de uma estória baseada na história real de um arqueólogo amador (que fazia questão de ser chamado de “escavador”, pois não tinha formação acadêmica).
SOBRE GARANTIA DE ACESSO À ENERGIA ELÉTRICA E AO GÁS
Propõe-se alterar para 100% os percentuais de descontos aplicados aos beneficiários da tarifa social de energia elétrica no período de pandemia...
NADA é só bom – nem só ruim. Tudo parece ter dois lados, e tem, portanto, o lado bom e o lado ruim. Certo? Nem sempre. Porque nem tudo tem só dois lados. E tem coisa que não tem lado nenhum. Que não é nem boa nem ruim. E até aquilo que é bom, se for demais, fica ruim. E aquilo que é ruim, dependendo do jeito, do momento e lugar pode ficar bom.
A MÍDIA burguesa, porta-voz da direita, tem pregado insistentemente a necessidade de uma “frente ampla de oposição” para derrotar o bolsonarismo nas eleições de 2022. Se não for assim, argumentam “ad terrorem”, o risco de reeleição do Bolsonaro será muito grande....
ESTE título retirei do livro de um professor de literatura italiana, Nuccio Ordine, publicado no Brasil em 2016 pela Zahar. O paradoxo do título é facilmente explicável: as coisas úteis são aquelas que utilizamos para fazer outras coisas; as coisas inúteis, ao contrário, são as que não utilizamos para nada; mas, mesmo estas podem ter sim alguma utilidade, em si mesmas.
From the publisher's feed