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Uma retrospectiva sobre alguns dos fatos que marcaram o ano de 2025 na moda. De SPFW, passando pelos desfiles da Chanel, Bottega e FOZ até o Diabo Veste Prada 2 e o a volta da semana de moda do Rio de Janeiro.
Faltou alguma coisa? Deixe nos comentários o que mais te marcou.
Hoje vamos falar sobre três desfiles que aconteceram fora do circuito do SPFW, mas que movimentaram a temporada e mostraram, cada um à sua maneira, como a moda brasileira continua expandindo linguagem, narrativa e ambição. Misci (Airon Martin), FRNC (Francesca) e WTNB ( Ana Clara Watanabe) entregaram propostas completamente distintas, porém igualmente consistentes, que ajudam a entender para onde o nosso mercado está olhando.
Tivemos um pequeno problema com a gravação, por isso não teremos vídeo. Em breve tem a parte 2 com o Rener Oliveira.
Rener é potiguar, especialista em comunicação,marcas e consumo. Nasceu e cresceu no interior do Rio Grande do Norte, em uma cidade pequena, onde teve contato com moda dentro do varejo físico. A família tinha uma multimarca no interior do estado, e ele literalmente cresceu dentro de loja, cercado de marcas nacionais e catálogos de moda.
editor-chefe da Nordestesse, plataforma colaborativa que fomenta a Indústria Criativa do Nordeste.
Mantém uma newsletter chamada RENEWS, onde aprofunda leitura crítica de moda e indústria, reforçando o lugar da escrita como ferramenta central do seu trabalho.
Já colaborou com veículos como Forbes, ELLE Brasil, Harper’s Bazaar e O Globo, consolidando a transição de criador digital para voz de referência também na imprensa tradicional.
É considerado uma das vozes da nova geração de jornalismo de moda do Brasil!
Fundada em 1974 por Renato Kherlakian, a Zoomp nasceu com um espírito ousado e inovador, apostando na valorização do jeans brasileiro em um mercado até então dominado por referências internacionais. O início foi modesto, com apenas algumas máquinas de costura, mas a proposta de modelagens diferenciadas e estética arrojada logo chamou atenção. Em pouco tempo, a marca deixou de ser apenas mais uma etiqueta para se tornar um símbolo de estilo urbano e desejo entre os jovens brasileiros.
A consagração veio quando o raio amarelo da logomarca cruzou fronteiras e começou a ser reconhecido internacionalmente. A Zoomp chegou a ter lojas em 10 países. As campanhas publicitárias de alto impacto e os desfiles estrelados impulsionaram a marca à fama. Ícones como Gisele Bündchen, ainda no início da carreira, e o renomado fotógrafo Mario Testino colaboraram para reforçar a imagem fashion da Zoomp. Esses nomes ajudaram a posicionar a grife como referência em jeanswear premium no Brasil.
Em 2006, o controle da Zoomp passou para a holding HLDC, dos empresários Enzo Monzani e Conrado Will, que assumiram as dívidas da empresa, estimadas em R$ 130 milhões, na tentativa de reestruturá-la. Na mesma época, a administradora de fundos Global Capital firmou um contrato de gestão com a marca.
No fim de 2007, a HLDC anunciou a criação do grupo I’M (Identidade Moda), que visava reunir grandes nomes da moda brasileira sob um mesmo guarda-chuva, como Zoomp, Alexandre Herchcovitch e Fause Haten. No entanto, o projeto não se sustentou: em março de 2008, tanto Herchcovitch quanto Haten deixaram o grupo, sinalizando o início do desmonte dessa tentativa de consolidação no setor.
Mergulhada em obrigações trabalhistas e com prestadores de serviços, a Zoomp teve falência decretada em 2009, em um processo de cobrança de dívida movido por um fornecedor da marca. A fábrica da empresa em Barueri, na grande São Paulo, chegou a ser fechada. A empresa recorreu da decisão e a falência foi revogada. Naquele mesmo ano, a Justiça aprovou o pedido de recuperação judicial da Zoomp. E em 2010, a marca fechou todas as suas lojas físicas.Fonte:Infomoney
Obrigado: SERG Denim, Paciello Óptica, Marriott Executive Apartaments, Guria e Noon Smal luxury Apartaments (Abity)
Em comemoração aos 30 anos do SPFW, o episódio especial desta edição celebrativa representa mais do que um momento de encerramento: é uma síntese simbólica de uma trajetória marcada por inovação, diversidade e influência cultural.
Ao longo deste capítulo final, revisitamos passagens emblemáticas da história da moda brasileira, refletimos sobre as transformações que consolidaram o São Paulo Fashion Week como o principal palco da moda no Hemisfério Sul e projetamos os caminhos que ainda estão por vir.
Destacam-se momentos de emoção e reencontro, quando olhamos para ícones do passado, revivemos desfiles icônicos e reconhecemos quem ajudou a consolidar o SPFW como plataforma de expressão, pertencimento e transformação. É um capítulo que honra quem esteve presente, mas também convoca quem virá a participar desse novo ciclo.
Mais do que um encerramento, este episódio especial representa um convite — para revisitar memórias, inspirar novos movimentos, reforçar compromissos com pluralidade e inovação, e reafirmar o papel da moda como agente de cultura, economia criativa e simbolismo social.
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco estão fazendo uma cobertura do melhor da semana de moda do Brasil e trazendo os principais destaques da maior semana de moda da América Latina.
A estreia genial do Davi Ramos com o casting dos sonhos, o samba da LED, Rafael Caetano e Santa Resistência.
Tem pontos fracos? SIM, mas a gente fala mais sobre isso no episódio e depois quer a sua opinião.
Marcas parceiras que estão com a gente nessa edição: Marriott Executive Apartaments, Paciello Optica, Serg Denim, Guria e Noon Smal Luxury apartaments.
Fábio Monnerat e Isabela Tedesco estão fazendo uma cobertura do melhor da semana de moda do Brasil e trazendo os principais destaques da primeira parte do evento.
A exposição da Osklen com materiais sustentáveis, os desfiles do Ronaldo Fraga, Foz, Flávia Aranha, Catarina Mina e João Pimenta são os pontos altos até agora.
Tem pontos fracos? SIM, mas a gente fala mais sobre isso no episódio e depois quer a sua opinião.
Marcas parceiras que estão com a gente nessa edição: Marriott Executive Apartaments, Paciello Optica, Serg Denim, Guria e Noon Smal Luxury apartaments.
Hoje a gente vai falar sobre essa nova onda: a Geração Z transformando a vida corporativa em conteúdo, estética e, pasme, estilo de vida
Por que de repente o crachá virou um acessório fashion?”
antes vistos como anti-trabalho, agora os jovens buscam estabilidade — 75% da Gen Z do Reino Unido preferem emprego fixo a ficar pulando
O sucesso das hashtags: #CorporateLife, #CorporateGirlies.
Um papo sobre como essa mudança de comportamento virou aspiração: o trajeto, o café, o elevador — tudo registrado.
No fim, talvez a Geração Z não esteja reinventando o trabalho. Talvez esteja só reinventando a forma de contar a história do trabalho
Fábio e Isabela contam como foi a Première Vision Paris inverno 27 e adiantam algumas das tendências vistas em Paris e Londres e de como elas vão ser adaptadas no mercado Brasileiro.
Um episódio/ aula de como criar boas estratégias para marcas e negócios no Brasil de um jeito leve e fácil.
Link para o aulão da Première Vision https://www.sympla.com.br/evento-online/premiere-vision-as-tendencias-confirmadas-do-inverno-27-traduzidas-para-o-brasil/3127246?
De Gisele na capa do Novo Normal em 2020, passando por denuncias de assédio e culminando em diversas ações de inclusão. Parecia que a Vogue estava mesmo empenhada em ser uma nova mídia, mas não durou muito. Em 2025 com o caso da stylist Zaza Pecego a gente percebe que tudo estava apenas camuflado.
Uma marca amada por todos, mas que anda sem saber quem ela realmente é, além das fotos.
Não esperem muita coisa da Vogue. Para se manter e não desagradar os patrocinadores, vai seguir em silêncio até a poeira baixar.
Mas a mancha sobre a marca só aumenta, até quando a relevência da Vogue vai fazer sentido? Só o tempo dirá.
Uma péssima gestão de marca.
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