Rádio Terceiro Andar

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Rádio Terceiro Andar episodes

  • Pílula 3: Barreiras urbanas

    Anticapacitismo: 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão - Estatuto da Pessoa com Deficiência


    Em 2025, a Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, completa dez anos. Mas você conhece a lei? As pílulas anticapacitistas foram produzidas pelo Afetos: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Discursos e Experiências, Temporona: Coletivo de Ações em Temporalidades e Narrativas, Laboratório de Experimentações Sonoras (LES/FAFICH/UFMG) e Rádio Terceiro Andar.


    Nosso objetivo é fazer a lei circular, de modo simples e rápido, para contribuir para a educação inclusiva no Brasil, que contempla educação básica, isto é, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, além do ensino superior.


    Sabemos, no entanto, que os desafios são inúmeros tanto para a entrada quanto para a permanência de pessoas com deficiência nas instituições públicas e privadas. A presença de pessoas com deficiência nas instituições de ensino é componente importante para a entrada no mercado de trabalho, havendo aspectos interseccionais que complexificam a situação de permanência destas pessoas.


    Transcrição do episódio: https://docs.google.com/document/d/17JaX_n_UXRcSTnb0jPIzjOjxxMefDNUSVLY_ThkQhPk/edit?usp=sharing


    A produção das pílulas anticapacitistas é da relações públicas Bruna Dias Ricaldoni e da mestranda Lívia Labanca. A sonoplastia de Frederico Pessoa, as ilustrações foram criadas por Stephanie Boaventura para o e-book Comunicação e acessibilidades: um guia para práticas hospitaleiras (download gratuito no site da Editora Fi). A coordenação é da professora @soniapessoa.

    1 min
  • Pílula 2: Acessibilidade

    Anticapacitismo: 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão - Estatuto da Pessoa com Deficiência


    Em 2025, a Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, completa dez anos. Mas você conhece a lei? As pílulas anticapacitistas foram produzidas pelo Afetos: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Discursos e Experiências, Temporona: Coletivo de Ações em Temporalidades e Narrativas, Laboratório de Experimentações Sonoras (LES/FAFICH/UFMG) e Rádio Terceiro Andar.


    Nosso objetivo é fazer a lei circular, de modo simples e rápido, para contribuir para a educação inclusiva no Brasil, que contempla educação básica, isto é, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, além do ensino superior.


    Sabemos, no entanto, que os desafios são inúmeros tanto para a entrada quanto para a permanência de pessoas com deficiência nas instituições públicas e privadas. A presença de pessoas com deficiência nas instituições de ensino é componente importante para a entrada no mercado de trabalho, havendo aspectos interseccionais que complexificam a situação de permanência destas pessoas.


    Transcrição do episódio: https://docs.google.com/document/d/1B5rKme7sMaHMq8-y1UtqJtFdvc3zWX0vcKu7bBtfoLs/edit?usp=sharing


    A produção das pílulas anticapacitistas é da relações públicas Bruna Dias Ricaldoni e da mestranda Lívia Labanca. A sonoplastia de Frederico Pessoa, as ilustrações foram criadas por Stephanie Boaventura para o e-book Comunicação e acessibilidades: um guia para práticas hospitaleiras (download gratuito no site da Editora Fi). A coordenação é da professora @soniapessoa.

    2 min
  • Pílula 1: Lei Brasileira de Inclusão

    Anticapacitismo: 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão - Estatuto da Pessoa com Deficiência


    Em 2025, a Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, completa dez anos. Mas você conhece a lei? As pílulas anticapacitistas foram produzidas pelo Afetos: Grupo de Pesquisa em Comunicação, Discursos e Experiências, Temporona: Coletivo de Ações em Temporalidades e Narrativas, Laboratório de Experimentações Sonoras (LES/FAFICH/UFMG) e Rádio Terceiro Andar.


    Nosso objetivo é fazer a lei circular, de modo simples e rápido, para contribuir para a educação inclusiva no Brasil, que contempla educação básica, isto é, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, além do ensino superior.


    Sabemos, no entanto, que os desafios são inúmeros tanto para a entrada quanto para a permanência de pessoas com deficiência nas instituições públicas e privadas. A presença de pessoas com deficiência nas instituições de ensino é componente importante para a entrada no mercado de trabalho, havendo aspectos interseccionais que complexificam a situação de permanência destas pessoas.


    Transcrição do episódio: https://docs.google.com/document/d/1_V-EnykDgLlP5md8k9Rl714YFhW1QIBPkK6lveqqCWw/edit?usp=sharing


    A produção das pílulas anticapacitistas é da relações públicas Bruna Dias Ricaldoni e da mestranda Lívia Labanca. A sonoplastia de Frederico Pessoa, as ilustrações foram criadas por Stephanie Boaventura para o e-book Comunicação e acessibilidades: um guia para práticas hospitaleiras (download gratuito no site da Editora Fi). A coordenação é da professora @soniapessoa.

    1 min
  • Luisa Lopes - Ep.11 | 15ª Temporada

    A trajetória de Luísa, doceira e empreendedora, mostra a força do trabalho autônomo e o impacto das pequenas ações no cotidiano das pessoas. Por mais de 30 anos, ela trabalha vendendo canudinhos de doce de leite na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e na Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG). Com suas vendas, ela conseguiu seu sustento e se apaixonou pelo ofício das vendas, conhecendo a história de diversos funcionários que passaram pela Assembleia e pela CEMIG ao longo desses anos. 

    Apesar do mercado de doces movimentar bilhões de reais anualmente no Brasil, a maior parte dessa receita vai para as grandes empresas, enquanto pequenos produtores como Luísa enfrentam dificuldades para crescer.

    Neste episódio da série "Escritas Sonoras: Histórias de Pessoas Comuns", entrevistamos também Eliane Bahmed, relações públicas da Assembleia, que compartilha histórias emocionantes de sua convivência com a doceira.

    Quem produziu o episódio foram os estudantes Arthur Mota, Bruna Ricaldoni, Gabriela Fagundes, Isabel Gonçalves e Pedro Martins Soares. A edição foi feita por Frederico Pessoa, Arthur Mota, Bruna Ricaldoni, Gabriela Fagundes, Isabel Gonçalves e Pedro Martins Soares. Estagiária docente: Lívia Labanca. Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.

    13 min
  • Edneia Aparecida de Souza - Ep.10 | 15ª Temporada

    Minas Gerais é marcado por diversas lacunas sociais, dentre elas está o déficit habitacional, que alcança patamares alarmantes, hoje no estado são duas casas ociosas para cada família sem acesso à moradia digna. Belo Horizonte não foge a estatística do estado, aqui a questão da moradia é uma luta das populações periféricas há décadas, e a avenida do contorno marca o limite entre cidade planejada e a marginalização.

    Frente a esse grave problema, as comunidades se organizam na busca de moradia digna e estruturação das vilas, aglomerados e favelas. Neste episódio da Rádio Terceiro Andar, integrante da série "Escritas Sonoras: Histórias de Pessoas Comunas", nós contamos a história da Edneia Aparecida de Souza, liderança comunitária no bairro Taquaril, dirigente por Minas Gerais do Movimento Nacional de Luta Pela Moradia (MNLM) e militante em diversas causas.

    Ela está na luta por moradia desde a década de oitenta, mas sua indignação com as condições de moradia às quais o povo pobre é submetido vem de muito antes, ainda menina em uma família de nove filhos arrasada pela perda do pai, ela já percebia a injustiça. Dona de casa, Mãe e Avó ela hoje se orgulha de suas conquistas - conseguiu formar todos os filhos e vive em uma casa bem estruturada, o bairro Taquaril também melhorou bastante, após muita luta ele foi urbanizado - e a batalha continua, na esperança de que a semente plantada vingue nas próximas gerações.

    Quem produziu o episódio foram as estudantes Alice Pimenta e Flora Villela. O episódio foi editado por Frederico Pessoa, Alice Pimenta e Flora Villela. Estagiária docente: Lívia Labanca, Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.

    16 min
  • Lucie Serva - Ep.09 | 15ª Temporada

    Neste episódio da Rádio Terceiro Andar, integrante da série "Escritas Sonoras: Histórias de Pessoas Comunas", exploramos as várias facetas do feminismo, um movimento essencial para desconstruir os estereótipos de gênero e combater a desigualdade. Ele faz parte de um esforço de justiça social e tem como objetivo defender os direitos das mulheres.  Através de relatos pessoais, análises e exemplos concretos, abordamos conceitos como o slutshaming, o catcalling e a dualidade de critérios, destacando o seu impacto nas mulheres e nas minorias de gênero.

    Com a participação de Lucie Serva, estudante de ciências políticas, analisamos situações concretas, como a estigmatização das mulheres com base na sua orientação sexual. 

    Este podcast é um apelo à consciência coletiva, onde cada pequeno passo em direção à igualdade contribui para uma sociedade mais inclusiva e mais justa.

    Somos três estudantes belgas que realizaram este projeto no âmbito de um programa de intercâmbio na UFMG, no Brasil.

    15 min
  • Roseli Simão Issa - Ep.08 | 15ª Temporada

    No mais recente episódio da Rádio Terceiro Andar, integrante da séria "Escritas Sonoras: Histórias de Pessoas Comuns", você vai conhecer o perfil de Roseli Simão Issa, uma mulher comum com uma trajetória extraordinária. Descendente de sírios e marcada pela generosidade familiar, Roseli cresceu aprendendo que servir ao próximo pode trazer tanto sentido quanto alegria. De encontros comunitários na sala de casa às ruas do bairro Sagrada Família, o espírito solidário sempre foi sua maior herança.

    Há mais de 40 anos, Roseli se dedica ao voluntariado em um presídio feminino em Belo Horizonte, transformando vidas com afeto, espiritualidade e ações práticas. A partir de experiências pessoais que a conectaram à doutrina espírita, ela encontrou propósito em ajudar mulheres privadas de liberdade a redescobrir seu valor e seu potencial. Histórias emocionantes e reflexões profundas marcam seu compromisso, mostrando que até em meio à dor pode haver espaço para esperança e transformação.

    Neste episódio, você conhecerá também o lado irreverente e cativante de Roseli, com anedotas divertidas e momentos que revelam sua paixão pela vida e sua habilidade de se conectar com o mundo ao seu redor – até mesmo com animais no zoológico! A leveza com que encara desafios e a alegria que espalha por onde passa são lembranças de que, como ela mesma diz, ser feliz é um compromisso com o próximo.

    Produzido por Bela Lobato, este programa é parte do projeto “Perfis de Pessoas Comuns”, que celebra as histórias inspiradoras ao nosso redor. Sintonize, emocione-se e descubra como Roseli, com sua empatia e dedicação, nos ensina que cada pessoa tem um papel transformador na sociedade.

    Participaram do episódio Roseli Simão Issa, Flávia Alves Viana Issa e Márcia Domingues. O episódio foi produzido pela estudante Bela Lobato. A edição foi feita por Frederico Pessoa e Bela Lobato. Estagiária docente: Lívia Labanca, Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.

    16 min
  • Marilene Ribeiro - Ep.07 | 15ª Temporada

    Fala que a gente te escuta! Esta é uma temporada de escritas sonoras sobre as histórias de pessoas comuns e nossa protagonista deste episódio é Marilene Ribeiro! Em uma entrevista emocionante realizada pela estudante Júlia Gabriela, ela nos conta sua história. 

    Nascida em Belo Horizonte, ainda criança Marilene foi separada de sua mãe, que devido a um quadro de depressão pós parto não conseguiu criar ela e seus irmãos. Ela e sua irmã Fátima foram entregues pelo pai a um prostíbulo e, apesar das tentativas de sua mãe de recuperá-las, acabaram sendo adotadas por uma família, com quem cresceram. 

    Nesta casa, ela nos contou dos diversos abusos físicos e psicológicos que sofreu durante toda a infância e adolescência, além de ser submetida ao trabalho doméstico e impedida de estudar. Apesar de todas as dificuldades e violências sofridas, Marilene sempre foi apaixonada por aprender e, mesmo que tenha sido mais tarde, conseguiu concluir o primeiro e segundo grau. Foi esse contato com o aprendizado e a ajuda de pessoas à sua volta que a levaram a conseguir seu primeiro emprego e a entender mais sobre sua própria realidade e os abusos que sofria, principalmente de cunho racial. 

    Ela deixou a casa quando se casou, viveu um relacionamento conturbado com seu ex-marido e, apesar de todas essas dificuldades, teve filhos, constituiu sua família e hoje nos conta sua história. 

    Este episódio trata de temas que podem ser sensíveis a alguns ouvintes, como  abandono, saúde mental, racismo, exploração e violência doméstica. Se você ou alguém que você conhece está passando por uma situação de violência, busque ajuda e denuncie! Aqui se encontram alguns números a serem acionados:

    180 - denúncias de violência doméstica e familiar contra a mulher;

    100 - denúncias de violência contra crianças, adolescentes e ameaça aos direitos humanos; 

    190 - denúncias gerais à Polícia Militar;

    Produzido pela entrevistadora e narradora Júlia Gabriela em conjunto com as estudantes Ayana Palmeira e Jéssica Aparecida; com agradecimento especial à Marilene Ribeiro. A edição foi feita por Frederico Pessoa, Ayana Palmeira e Júlia Gabriela . Estagiária docente: Lívia Labanca, Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.

    15 min
  • A Trajetória de Vânia Lúcia Costa de Souza - Ep.06 | 15ª Temporada

    Este episódio da Rádio Terceiro Andar integra a série "Escritas Sonoras: Histórias de Pessoas Comuns", nele será abordada a trajetória de Vânia Lúcia Costa de Souza, gestora de serviços de saúde e servidora pública há 38 anos. Por meio de depoimentos, o programa explora sua vivência como estudante da UFMG, onde ingressou aos 55 anos no curso de Gestão de Serviços de Saúde, e os desafios enfrentados para conciliar trabalho, família e estudos.

    Com contribuições de colegas e familiares, o episódio destaca aspectos de sua vida profissional e acadêmica, evidenciando sua dedicação ao setor público e à educação ao longo de sua carreira.

    Produzido por: Alessandra Soares, Olivier dos Santos, Luca Bello e Michelle Abreu.

    Entrevistas e roteiro: Alessandra Soares.

    Apresentação: Michelle Abreu e Alessandra Soares. 

    Edição: Olivier dos Santos e Frederico Pessoa. 

    Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.

    Estagiária docente: Lívia Labanca.

    Referências:https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-anteriores/eleicoes-1955/resultados

    15 min
  • O que chega e o que fica: olhares sobre o Mercado Novo - Ep. 5 | 15ª Temporada

    Um dos principais pontos boêmios de Belo Horizonte, o Mercado Novo tem atrações diversas. Desde cerveja artesanal a sushi vegano, a abundância de lojas que se instalaram no segundo e terceiro andar da antiga construção nos últimos anos chama atenção do público jovem pela variedade. Além do sucesso entre o público mineiro, ele se tornou um ponto turístico de destaque, considerado pelas pessoas de fora como um símbolo da cultura de Minas Gerais. 

     No entanto, muito mais do que um local de lazer, o “Novo Mercado” de BH possui uma história de mais de cinco décadas e foi, durante a maior parte da sua existência, destinado apenas para prestação de serviços tradicionais. Planejado como uma extensão do tradicional Mercado Central, o grande prédio foi abandonado no meio e não cumpriu o seu propósito inicial, funcionando por décadas com um número de lojas ativas inferior à sua capacidade. 

    O episódio passa pelos caminhos que o Mercado percorreu para chegar ao modelo atual e como essas mudanças foram absorvidas por quem se vê impactado pelo seu funcionamento, seja como frequentador assíduo nos últimos tempos ou comerciante. O propósito foi entender até que ponto as modificações sofridas foram absorvidas como positivas e qual o impacto que o Mercado tem na vida urbana e social de Belo Horizonte hoje. 

    O tema do episódio foi escolhido a partir do ODS - Objetivos Sustentáveis de Desenvolvimento - 11  da ONU, “Cidades e Comunidades Sustentáveis”, que possui entre suas metas principais a proteção do patrimônio cultural e o acesso universal a espaços públicos seguros.

    Produzido por: Arthur Mota, Bruna Ricaldoni, Isabel Cruz, Hortense Beguin 

    Editado por: Frederico Pessoa

    Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa

    Estagiária docente: Lívia Labanca

    16 min

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Lugar de encontro, espaço de conversa e arena de debates. Esse é o terceiro andar da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, que dá nome a nossa rádio. Criada em março de 2017, está hoje sob a coordenação dos professores Sônia Pessoa e Phellipy Jácome, com o objetivo de dar espaço a questões que envolvem a comunidade universitária.