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A insegurança alimentar é um problema muito presente no cotidiano brasileiro, embora dados recentes da Organização das Nações Unidas (ONU) tenham indicado uma diminuição no número de pessoas sem acesso diário a alimentação adequada, ao menos 2,5 milhões de pessoas não sabem se vão ter o que comer hoje no Brasil. E esse não é um problema exclusivo do nosso país, pois um dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU abarca justamente “acabar com a fome e a má nutrição”.
Diante da ineficácia do Estado em garantir esse direito básico, surgem estratégias comunitárias que buscam, ainda que parcialmente, suprir essa lacuna. As cozinhas solidárias são um exemplo de organização popular que tem esse objetivo. Em geral ligadas a iniciativa cidadã espontânea ou a movimentos populares que já atuam na luta por direitos nos territórios, essas cozinhas são espaço de acolhimento, convivência e construção de laços comunitários.
Esse episódio conta um pouquinho da história da cozinha solidária Cidona. Organizada como parte do Projeto Mãos Solidárias do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), essa cozinha atua na ASMARE, uma importante associação de catadores de material reciclável localizada em Belo Horizonte.
Quem produziu o episódio foram os estudantes Alice Pimenta, Flora Villela, Isabela Lobato e Pedro Martins Soares. O episódio foi editado por Frederico Pessoa, Alice Pimenta, Flora Villela, Isabela Lobato e Pedro Martins Soares. Estagiária docente: Lívia Labanca, Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.
Descrição de imagem: Capa em tons de azul e amarelo, com uma imagem central de um prato de arroz, cenoura e carne sendo servido, com crédito para o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST). No centro, lê-se o título do episódio: “Cozinha solidária - ASMARE”. No topo, os ícones dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 2 e 11, em que se lê “Fome zero e agricultura sustentável”, e “Cidades e comunidades sustentáveis”. Na parte inferior, há o logo da Organização das Nações Unidas (ONU), da Rádio Terceiro Andar e do Laboratório de Experimentações Sonoras (LES).
Neste episódio da Rádio Terceiro Andar, exploramos as vivências trans e travestis no espaço universitário; histórias reais de acolhimento, desafios e resistência na busca por permanência em um ambiente ainda tão marcado por preconceitos. Recebemos para uma conversa: a estudante de Publicidade e propaganda, Malia Galvão; a estudante de Letras, Joana; a estudante de filosofia, Ana Sol e o professor e pesquisador Juarez Guimarães, do departamento de comunicação e sub-coordenador do NEEPEC UFMG.
Com relatos e reflexões de nossos convidados sobre como a universidade pode (e deve) se transformar em um lugar mais inclusivo, neste episódio pautado nos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU: igualdade de gênero, educação de qualidade e redução de desigualdades; elas compartilham suas vivências individuais com a identidade de gênero no espaço universitário, complementadas pela visão do especialista sobre a importância da temática dentro da academia.
Produzido por: Antoine, Ayana Palmeira, Julia Almeida e Jéssica Aparecida.
Editado por: Ayana Palmeira, Julia Almeida e Frederico Pessoa.
Estagiária docente: Lívia Labanca.
Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa.
Neste episódio da Rádio Terceiro Andar, exploramos as vivências trans e travestis no espaço universitário; histórias reais de acolhimento, desafios e resistência na busca por permanência em um ambiente ainda tão marcado por preconceitos. Recebemos para uma conversa: a estudante de Publicidade e propaganda, Malia Galvão; a estudante de Letras, Joana; a estudante de filosofia, Ana Sol e o professor e pesquisador Juarez Guimarães, do departamento de comunicação e sub-coordenador do NEEPEC UFMG.
Com relatos e reflexões de nossos convidados sobre como a universidade pode (e deve) se transformar em um lugar mais inclusivo, neste episódio pautado nos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU: igualdade de gênero, educação de qualidade e redução de desigualdades; elas compartilham suas vivências individuais com a identidade de gênero no espaço universitário, complementadas pela visão do especialista sobre a importância da temática dentro da academia.
Produzido por: Antoine, Ayana Palmeira, Julia Almeida e Jéssica Aparecida.
Editado por: Ayana Palmeira, Julia Almeida e Frederico PessoaEstagiária docente: Lívia Labanca, Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa
O episódio aborda a relação entre vacinação e desinformação, conectando o histórico episódio da Revolta da Vacina, em 1904, com os desafios contemporâneos da disseminação de notícias falsas sobre imunização. As apresentadoras exploram como boatos e desconfiança em relação às vacinas foram decisivos tanto no passado quanto durante a pandemia de Covid-19, destacando que a desinformação impacta negativamente a cobertura vacinal e a saúde pública, diretamente relacionado ao terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar. Este objetivo visa garantir o acesso universal à saúde de qualidade, incluindo imunização, elemento crucial para prevenir doenças e salvar vidas.
Com a participação de especialistas como Daniel Melo Ribeiro e Nathalia Pereira, o podcast esclarece o conceito de desinformação, explica o papel das redes sociais na propagação de fake news e ressalta como isso contribui para o fortalecimento de crenças erradas. Dramatizações de boatos absurdos que circularam durante a pandemia evidenciam os perigos de compartilhar informações falsas sem verificação, mostrando como isso ameaça as metas de promoção do bem-estar e da saúde global.
O episódio conclui com um apelo à conscientização sobre a importância da vacinação e da checagem de fatos antes de compartilhar notícias. Ele também destaca iniciativas como o projeto “Saúde com Ciência”, que oferece informações confiáveis sobre imunização e orienta a população a combater fake news. A mensagem principal reforça que vacinas salvam vidas, um passo essencial para o cumprimento do ODS 3, enquanto a desinformação pode colocar em risco não só indivíduos, mas o progresso coletivo em direção à saúde e bem-estar.
Produzido por: Alessandra Soares, Olivier dos Santos, Luca Bello e Michelle Abreu.
Entrevistas e roteiro: Alessandra Soares
Editado por: Olivier dos Santos e Frederico Pessoa.
Apresentação: Alessandra Soares e Michelle Abreu.
Coordenação desta temporada: Sônia Caldas Pessoa
Estagiária docente: Lívia Labanca
Referências: https://www.unasus.gov.br/noticia/oms-declara-fim-da-emergencia-de-saude-publica-de-importancia-internacional-referente-a-covid-19
https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-fato-fake
https://butantan.gov.br/noticias/ha-mais-de-100-anos-revolta-da-vacina-foi-marcada-por-mortes-estado-de-sitio-e-fake-news
No terceiro episódio do projeto Escritas Sonoras: ética do cuidado, conversamos com a professora aposentada e artista Cristina Leite. Diagnosticada com a doença de Parkinson aos 48 anos, em 2024 Cristina lançou o livro "Nothing to do, nowhere to go? Vivendo com Parkinson”, em que narra com sensibilidade suas vivências.
Em uma conversa agradável na sala do Afetos (Fafich) com Cristina e seu marido, o jornalista Paulo Peixoto, falamos sobre cuidado, afetos, projetos e a vida que pulsa além do diagnóstico.
O episódio foi produzido por Millena Vieira e Stephanie Boaventura, estudantes da pós-graduação em Comunicação Social da UFMG, para a disciplina Ética do Cuidado, ministrada pela professora Sônia Caldas Pessoa.
A Rádio Terceiro Andar é um projeto de ensino, pesquisa e extensão vinculado à disciplina Rádio e Mídias Digitais. A coordenação é dos professores Sônia Pessoa e Phellipy Jácome. Projeto do Laboratório de Experimentações Sonoras da Fafich UFMG, que conta com apoio da Capes, CNPq e Fapemig.
Durante a disciplina “Ética do Cuidado”, ministrada pela professora Sônia Caldas Pessoa, conversamos com Mateus Merched, que administra o perfil @falandodaela. O bate papo foi tão rico que se transformou no último episódio do projeto “Escritas Sonoras: ética do cuidado”, que você pode conferir no link!
Mateus nos recebeu na casa em que mora com a mãe com direito a bolo e cafézinho, num papo que considerou suas experiências em relação ao cuidado e a importância da comunicação, a partir do diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica, conhecida como ELA, que recebeu em maio de 2023. Vem saber mais sobre essa história e conheça seu perfil!
O episódio foi produzido por Marcelle Veríssimo, estudante da pós-graduação em Comunicação Social da UFMG. A Rádio Terceiro Andar é um projeto de ensino, pesquisa e extensão vinculado à disciplina Rádio e Mídias Digitais, com coordenação dos professores Sônia Pessoa e Phellipy Jácome. Projeto do Laboratório de Experimentações Sonoras da Fafich UFMG, que conta com apoio da Capes, CNPq e Fapemig.
Neste primeiro episódio do quadro "Escritas Sonoras: Ética do Cuidado" da Rádio Terceiro Andar, entrevistamos o sociólogo, professor aposentado da UFMG e ex-diretor da FAFICH, Paulo Saturnino. Ele compartilha sua perspectiva e vivências sobre o cuidado. Paulinho, como é carinhosamente chamado por seus amigos, conta sua história de vida, desde o diagnóstico de poliomielite na infância até os desafios que a convivência com a doença trouxe ao longo de sua trajetória. Ele aborda diferentes formas de cuidado que recebeu, desde o cuidado doméstico de sua mãe, Dona Regina, até o cuidado institucionalizado em hospitais, além dos momentos de independência que teve quando mudou para a Europa.
Ele também reflete sobre o futuro da sociedade do cuidado e os caminhos que estamos trilhando. Paulinho acredita que estamos vivendo em uma sociedade que precisa urgentemente ressignificar o cuidado, valorizando-o em todas as suas formas e reconhecendo seu papel central na construção de vínculos mais humanos.
Nesta série de entrevistas, buscamos explorar o cuidado em suas múltiplas dimensões, sempre a partir de relatos pessoais e experiências de vida. A produção é feita por estudantes da pós-graduação em Comunicação Social da UFMG. Neste episódio, o roteiro, a edição e a apresentação são de Beatriz Pêgo e Lívia Labanca. A trilha sonora é de André Persechini e a coordenação, de Sônia Caldas Pessoa.
Como ser social, o ser humano aprende e desenvolve inúmeras habilidades desde o nascimento – ou até antes dele –, elas são aperfeiçoadas e sofrem influência das experiências vividas por cada um. Mas será que o mesmo acontece com os sentimentos? Ou melhor, com o amor e o amar?
No último episódio da temporada, Ellen Morais e Rúbia Bragança conversam com pessoas de diferentes idades para compreender a temporalidade do amor e suas transformações ao longo das biografias dos entrevistados, dentre os quais estão a Maria Eduarda, de 12 anos, o Sr. Nelson de 72, Maria Regina, de 67 e também jovens com trajetórias bem diferentes entre si, mas com algo em comum: todos têm algo a dizer sobre o amor.
Como já foi abordado nos últimos episódios, o amor pode ser demonstrado em suas mais variadas formas. Mas como será que esse sentimento tão diverso e plural se apresenta em diferentes países ao redor do globo? E como ele se adapta à cultura das pessoas? Descubra no sétimo episódio da nossa temporada, já no ar!
Você já se perguntou se criaturas além dos seres humanos são capazes de amar? Se esse amor é mais apenas que um instinto, alcançando uma dimensão sentimental? Qual a importância, verdadeiramente, de ser amado por outras espécies? Chega mais pra saber! O sexto episódio da 14ª temporada da RTA tá no ar!
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