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Nos próximos episódios da coluna Fala Cientista - Saúde na Infância a professora do Departamento de Medicina da UFSCar, Esther Ferreira, vai trazer pra gente mais sobre a dor na infância. Hoje, esther está acompanhada do aluno do curso de medicina Hélio Souza para falare sobre as dores que os bebês sentem até mesmo antes de nascer.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a entrevista com os professores da UFSCar Rosemeire Rangni, docente do Departamento de Psicologia da universidade, e Jorge Oishi, do Departamento de Estatística da instituição e doutor em saúde pública, e com a terapeuta ocupacional Maria Tereza Ramalho, servidora na Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar. Eles falam sobre como a invisibilidade de pessoas superdotadas impõe desafios significativos às instituições de ensino por diferentes motivos. Nesta conversa, são abordados o baixo número de profissionais preparados para lidar com essa questão, a ausência de diagnóstico, a falta de informação, o preconceito e a necessidade da criação de programas educativos para pessoas com altas habilidades para não desestimular talentos que poderiam ser desenvolvidos.
Hoje, a professora Aniela Carrara, ela que é docente do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da UFSCar, vem falar com a gente sobre a concentração de renda no Brasil.
Nesta edição do ‘Estação 953’, que foi ao ar no dia 16 de maio, confira a entrevista com a jornalista Denise Casatti, responsável por trazer o ‘Pint of Science’ para o Brasil e por coordenar o evento em São Carlos. Ela fala sobre a história do festival de divulgação científica, que aproxima a sociedade da ciência desenvolvida em instituições de ensino e pesquisa em 27 países, e destaca as atividades da programação da edição de 2025, com o tema ‘Tempos de Mudança’. Ouça no site radio.ufscar.br ou no Spotify!
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a segunda parte da entrevista com a pesquisadora indígena Luciana Pankararu, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Tecnologia e Sociedade da UFSCar. Luciana, que também se graduou em Biblioteconomia e Ciência da Informação e no Bacharelado em Tradução e Interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) / Língua Portuguesa - ambos na UFSCar, fala sobre a importância da preservação do conhecimento indígena e sobre a relação deste conhecimento com a ciência.
O conteúdo é parte do projeto ‘UFSCar conta sua história’, lançado em comemoração aos 55 anos da universidade. O objetivo da iniciativa é resgatar a história da instituição por meio daqueles que fizeram e fazem parte da trajetória da UFSCar.
Você já ouviu falar sobre as Olimpíadas de Química? Pela primeira vez, o Brasil sediou essa competição, que é o assunto da coluna Fala Cientista - A Química Nossa de Cada Dia de hoje, com a professora do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação do Campus Araras da UFSCar, Tathiane Milaré.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a primeira parte da entrevista com a pesquisadora indígena Luciana Pankararu, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Tecnologia e Sociedade da UFSCar. Luciana, que também se graduou em Biblioteconomia e Ciência da Informação e no Bacharelado em Tradução e Interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) / Língua Portuguesa - ambos na UFSCar, lembra como conheceu a UFSCar, recorda do Vestibular Indígena, fala sobre os desafios, conta sobre o acolhimento em sua chegada na universidade e como a articulação entre a própria comunidade indígena na instituição foi fundamental para uma maior inclusão desta parcela da população no ensino superior público!
O conteúdo é parte do projeto ‘UFSCar conta sua história’, lançado em comemoração aos 55 anos da universidade. O objetivo da iniciativa é resgatar a história da instituição por meio daqueles que fizeram e fazem parte da trajetória da UFSCar.
As embalagens são importantes no processo de conservação, manutenção da qualidade dos produtos e até impactam em seus preços. Uma pesquisa realizada pela Embrapa aqui em São Carlos avaliou as embalagens utilizadas em carnes in natura e seus derivados. Quem traz o resultado desse estudo pra gente é a pesquisadora da Embrapa Instrumentação, Claudia Mori, na coluna Fala Cientista - Embrapa em Campo.
No dia 13 de maio, completa-se 137 anos da assinatura da Lei Áurea no Brasil, que teoricamente, colocou fim a escravização aqui no país. Teoricamente, pois a gente sabe que essa libertação formal não foi acompanhada de políticas públicas que garantissem aos ex-escravizados acesso à terra, à educação ou ao trabalho digno, não é verdade!?
A abolição sem inclusão perpetuou um ciclo de exclusão social e econômica que se reflete, até hoje, na profunda desigualdade racial do país. Negros e negras continuam sendo maioria nas periferias, nos empregos mais precarizados e entre as vítimas da violência policial. O racismo estrutural é evidente nos dados: menor acesso à saúde, educação de qualidade e representatividade política. Assim, o direito à igualdade, garantido constitucionalmente, permanece distante da realidade vivida por grande parte da população negra.
Este é o assunto de hoje no ‘Fala Cientista - Direito ao Ponto’, com o advogado e professor Renato Barros.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a entrevista com Luiz Antônio Tonin, professor do Departamento de Engenharia de Produção da UFSCar. Ele, que há 20 anos integra a comunidade da Universidade Federal de São Carlos, se graduou e pós-graduou na instituição, antes de se tornar docente, em 2008. Neste bate-papo, ele destaca os momentos que marcaram as últimas décadas: recorda de quando conheceu a UFSCar quando ainda era estudante de escola pública, lembra da mudança para a Moradia Estudantil no campus universitário, fala do seu envolvimento com movimentos sociais e de como a universidade, em uma atuação pioneira em prol de inclusão e diversidade, foi um ponto de virada na sua vida colaborando com sua formação como cidadão, para além da capacitação profissional, e com a transformação de uma vida a partir do conhecimento.
O conteúdo é parte do projeto ‘UFSCar conta sua história’, lançado em comemoração aos 55 anos da universidade. O objetivo da iniciativa é resgatar a história da instituição por meio daqueles que fizeram e fazem parte da trajetória da UFSCar.
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