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A cultura eletrônica do Reino Unido sempre esteve nos spotlights mundiais pela latência de sua fusão, e pela originalidade de sua essência. Da absorção do Techno de Detroit e do House de Chicago, à revolução Acid, Jungle, Garage e Hardcore que marcaram a dourada era noventista, os grandes artistas que presenciaram as grandes transformações desse período e perseveram hoje incorporando a atemporalidade e as inovações, não à toa são chamados de lendários. Force Mass Motion é um forte exemplo disso.
Naquele sábado de julho tremeram as vigas da Arca, um vasto espaço de eventos na Zona Oeste de São Paulo.
Dezenas de dançarinos se mexeram ao som de techno, house, funk brasileiro, breakbeat, drum’n’bass e até R&B, em uma seleção costurada com precisão por quatro disc-jockeys, Pela ordem, tocaram Young Clubber, do Parque Novo Mundo, CESRV, de Carapicuíba, Kenya20HZ, de Nilópolis, e RHR, de Diadema.
Por que inclui os locais de origem de cada um dos DJs? É porque achei particularmente simbólico ver um evento “premium” da cena eletrônica local, como a gravação de um Boiler Room, apenas com artistas vindos da periferia.
Quando um artista coloca seu coração e alma em seu trabalho, ele não pode deixar de fazer algo bonito.
Desde o lançamento de seu primeiro single em 2014, a DJ e produtora canadense WHIPPED CREAM colocou tudo em seu ofício, produzindo música verdadeiramente emocionante. Inspirada pelo baixo pesado e pelo hip-hop, ela cultivou com sucesso seu próprio som único, que leva os ouvintes a uma jornada emocional.
Agora, ela está mergulhando em sua arte de uma maneira que nunca fez antes: gravando sua própria voz. Sua nova faixa, "Angels", é a primeira a apresentar seus próprios vocais gravados. É uma música profundamente pessoal que só ela poderia cantar.
Uma entrevista íntima com Richard James Burgess, cuja banda, Landscape, cunhou o termo "EDM" em 1980 - e não tinha ideia do que aconteceria a seguir.
Era uma terça-feira à noite em Londres quando Richard James Burgess se viu na porta do Blitz pela primeira vez. Ele estava vestido com jeans rasgados e uma camiseta, cercado por pessoas com “roupas incríveis e cabelos incríveis”.
Sem o conhecimento de Burgess na época, aquela porta era, na realidade, uma porta de entrada que o levaria a cunhar o termo “música de dança eletrônica” em 1980. Isso o colocou na vanguarda de uma revolução sonora – marcada pela experimentação e uma desejo de “eletrificar” os instrumentos acústicos do apogeu.
E tudo começou com uma bateria e um sonho.
Conheça a tecnologia que promete revolucionar a experiência de ouvir música
A evolução chegou e aos poucos está ganhando o mercado. Cada vez mais artistas estão aderindo a este formato e até as pistas de dança estão entrando na onda (como no caso da pista 3D na TribalTech). A tecnologia Dolby Atmos te bota literalmente dentro da música e, uma vez que experimente isso, é um caminho sem volta.
Para entendermos melhor sobre essa tecnologia, vamos voltar um pouco no tempo para traçar o caminho de evolução do áudio. Quando as primeiras gravações surgiram e foram comercializadas, o som era em Mono, isto é, só havia um sinal de áudio, não importa quantas caixas tivessem. No entanto, como temos dois ouvidos, o áudio logo evoluiu para o Estéreo, que contava agora com dois sinais, um para o lado esquerdo e um para o direito. Apesar de ser uma clara evolução, este formato ainda sofreu alguma resistência dos produtores da época, que ainda não enxergavam o seu potencial.
Graças ao incrível progresso tecnológico e à crescente popularidade da música eletrônica, estamos testemunhando o desenvolvimento não só de novas carreiras musicais, mas também de tudo o que está relacionado com a indústria musical. Hoje em dia, qualquer pessoa pode vir a se tornar um produtor aclamado – basta ter um computador, acesso à Internet e um cash para comprar um DAW profissional. Como resultado, vários packs de samples, loops, sons e presets de plug-in estão disponíveis por aí e podem ser prontamente inseridos em suas produções. Para otimizar o seu processo produtivo e dar um “UP” na qualidade de suas tracks, reunimos uma lista dos 10 melhores lugares para baixar samples, presets e loops totalmente livre de royalties.
Quando os programas de produção musical chegaram ao mercado, mudaram a forma de fazer música.
Todo o processo se tornou mais simples, surgiram novas possibilidades (antes impossíveis), ficou mais fácil até mesmo para se produzir música de qualidade em casa.
O fato é que esses softwares estão aí é tornam o dia a dia do produtor musical experiente ou iniciante mais otimizado.
E hoje aqui nós listamos os melhores programas de produção musical. Para essa lista nos baseamos em popularidade, recursos, desempenho e avaliação dos usuários.
Mas é bom esclarecermos que um bom programa de gravação é aquele que você se adapta, que gosta de usar, que fornece os recursos que você precisa para o que deseja produzir.
Vamos agora conhecer os principais programas para quem quer produzir, compor, criar arranjos, fazer uma demo, etc.
Se você já é DJ há um certo tempo, deve saber que começar a produzir as próprias tracks é o próximo passo para uma carreira de sucesso. Talvez, ainda não toque e já tenha vontade de ir direto para o processo de criação.
Qualquer que seja o caso, você sabe que a produção musical é indispensável na formação de um artista completo, certo? Por outro lado, nós entendemos que pode ser difícil dar os primeiros passos.
Para quem ainda não entende muito do assunto, a produção pode parecer um verdadeiro bicho de sete cabeças. Porém, não precisa ser assim.
Fabricado e comercializado pela Pioneer, líder do mercado de DJs, o CDJ é o equipamento utilizado por estes profissionais na maioria dos clubes. Hoje, o Compact Disc Jockey é um recurso altamente tecnológico e com inúmeras funções que facilitam a vida dos DJs. Mas, esse nem sempre foi o caso.
Você sabe como era o primeiro CDJ? Faz ideia do que mudou com o passar das décadas e de como foi o longo caminho para que o equipamento chegasse até onde está hoje?
Nesta edição do Podcast, nós te levaremos por uma viagem pela história do equipamento mais famoso da Pioneer: o icônico CDJ. Continue a leitura e descubra como foi essa evolução!
No podcast da semana passada, nós te contamos que, em 2021, o tech house foi, pelo terceiro ano seguido, o gênero mais popular do Beatport, seguido pelo house, melodic house & techno e techno (peak time/driving).
Como ele é o queridinho do público atual, hoje nós vamos focar um pouco mais neste gênero. Vamos te contar onde e como ele surgiu, quem foram os produtores mais importantes para seu desenvolvimento como estilo, e como ele evoluiu até se tornar a vertente mainstream da atualidade.
Para conhecer melhor o tech house, é só acompanhar o nosso Podcast: continue a leitura abaixo!
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