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O avanço tecnológico e a disponibilidade cada vez maior de computadores e smartphones fez com que estudar on-line se tornasse uma opção viável para milhares de pessoas. Por outro lado, muitos outros não se adaptaram e, consequentemente, não abrem mão do modelo presencial.
No segundo final de semana do Rock In Rio 2019, Mara Hespanhol, 51, arrumava a barra da calça do filho que logo iria subir ao palco. O intuito era que a estampa da meia ficasse à mostra no look. Aos 26 anos, Lukas Ruiz, o Vintage Culture, estava prestes a se apresentar pela terceira vez no maior festival de música do País. Agora em um lugar de destaque, o encerramento do palco dedicado à música eletrônica New Dance Order, no domingo, dia 29 de setembro. Ainda assim, o rapaz curiosamente parecia mais entusiasmado com o novo presente: a meia com a estampa de Corgi, a raça do seu cachorro Bentim....
É extremamente difícil e incerto apontar quando a música eletrônica como conhecemos hoje surgiu. Dependendo da definição que se dá ao termo “música eletrônica” e para quem a pergunta é feita, seus primórdios podem ser tanto na invenção do telarmônio, lá em 1897, quanto na formação do Kraftwerk, na década de 1970.
O nome artístico é a marca escolhida pelo artista para seguir sua trajetória, seja nos palcos, no cinema, seja na televisão. Por isso, assim como em uma empresa, proteger esse patrimônio é importante para evitar fraudes e plágios. Veja como fazer isso!
Não sei se você sabe, mas o verdadeiro nome do cantor sertanejo Zezé di Camargo é Mirosmar e o do Xororó é Durval de Lima. Grandes ícones da música sertaneja, mas agora imagine se, depois de tantos anos de sucesso, eles tivessem que mudar de nome porque alguém já usava? É exatamente por esse motivo que o registro de nome artístico é tão importante.
Entretanto, não é só por isso, existem outros benefícios de se fazer o registro do nome criado para você trilhar sua carreira artística. E hoje usar a alcunha artística é muito comum, tanto na música, como na dramaturgia, até mesmo na literatura e nas artes.
Confira, neste texto, tudo sobre esse registro, quais as vantagens e como garantir essa segurança, além de conhecer casos famosos de brigas judiciais. Vamos lá?
Você já ouviu notícias sobre direito autoral na música, certo? Eles dizem respeito à posse de uma pessoa sobre uma propriedade intelectual, e esse é o caso da música. Calma, pois vamos explicar em detalhes tudo isso. Entenda por que é tão importante registrar uma música!
A música é a forma de arte mais comum no nosso dia a dia. Uma canção é capaz de mover e de conquistar todas as classes sociais, das mais diversas faixas etárias e de qualquer cidade, estado ou país. Com toda a universalização que a Internet possibilitou, os músicos, hoje, conseguem se lançar por conta própria. Mas, infelizmente, muitos não param para pensar nos direitos autorais das suas músicas divulgadas nos sites ou redes sociais. Você já parou para pensar em como registrar uma música? É sobre isso que vamos falar agora!
O plágio é um crime, seja a cópia integral, seja a parcial, consciente ou inconsciente, e um dos mais comuns é no mundo musical. Mas quando saber se o artista se inspirou ou copiou outra obra? Confira e veja como evitar!
A tecnologia nos fez ficar mais perto da cultura, principalmente de outros países, seja por causa do Youtube, seja pelos diversos aplicativos ou streamings, como o Spotify. No entanto, essa facilidade também tem o seu lado ruim, como os plágios de música.
Com acesso a tantos conteúdos, o plágio pode acabar acontecendo, seja por coincidência, seja por cópia indevida mesmo. E é natural que surjam mais casos, já que todos estão de olho e é muito mais fácil consumir músicas, filmes e qualquer outro tipo de cultura.
Por isso, é importante proteger a sua propriedade intelectual e artística contra este tipo de crime, tanto o plágio da letra, quanto do ritmo da música. Acompanhe o texto e veja como evitar o plágio!
A música eletrônica começou a se popularizar com o surgimento dos sintetizadores digitais, posteriormente com os samplers, porém o “boom” ocorreu com os computadores pessoais que possuem recursos de áudio e a facilidade para se montar um home – studio, sendo possível emular as funcionalidades de instrumentos musicais ou de sintetizadores através da criação, manipulação e apresentação virtual de som.
A popularização destes instrumentos fez surgir, no mundo, diversos artistas que passaram a se dedicar exclusivamente a música eletrônica, aparecendo diversos estilos, tais como a música industrial, a música eletrônica dançante, que se ramificou em House, Trance, Acid House, Techno, Hardcore Techno, Breakbeat, Drum n Bass, Ambient, Tribal, entre vários outros.
As possibilidades da tecnologia digital nos processos de criação de música eletrônica muitas vezes esbarram em questões de direitos autorais.
A nossa legislação de direito autoral (Lei 9.610/98) ainda tem um perfil “analógico”, pois muitos dos recursos das tecnologias digitais utilizados nos processos criativos não são por ela reconhecidos, especialmente com relação ao uso de músicas de outras pessoas, tão comum nos dias de hoje.
Além do trabalho de pesquisa musical, os DJs se valem da técnica da mixagem em suas apresentações. Mixar significa misturar, mesclar a música que está tocando com a música que será tocada a seguir da forma mais suave e imperceptível possível, como se fossem uma única música. O processo de mixagem envolve a sincronização do tempo (BPM) e, em alguns casos, a adequação da harmonia da música anterior à da música seguinte.
Com as possibilidades da discotecagem digital, além da mixagem, é possível utilizar efeitos, bem como recortar, modificar e introduzir trechos de outras músicas, samples e instrumentos virtuais nas músicas que estão sendo tocadas ao vivo. Todos esses recursos alteram a música que está sendo tocada com relação à forma como foi gravada.
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