Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

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Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo episodes

  • Deuteronômio 15
    O capítulo 15 de Deuteronômio é fantástico. Uma preocupação de Deus, em não deixar que na sociedade surgisse qualquer sistema de capitalismo selvagem ou qualquer outra opressão financeira. Deus aqui diz abertamente, que não queria que houvesse pobre entre eles! Tem gente, amigo ouvinte, que fica se perguntando se tava certo, que entre o povo de Deus, houvesse escravos. Mas olha só aí como é que o escravo era tratado: ele tinha hospedagem, salário, tinha FGTS e se aposentava com apenas sete anos de trabalho.
     
    Olha, que ser escravo naquele tempo era muito melhor do que ser um profissional liberal ou até mesmo um trabalhador de hoje em dia, hein? Se os israelitas seguissem por completo, amigo ouvinte, as instruções divinas, existiria uma situação ideal de ausência de pobreza entre eles, sabia? E era exatamente por isso que não seria necessário que eles contraíssem dívidas, e nem que colocassem em prática a lei da remissão de dívidas. Esse era o ideal, né.
     
    Mas, infelizmente, como o ser humano é descabeçado, o próprio verso 11 desse mesmo capítulo aqui já reconhece a realidade que eles nunca deixariam de ter empobrecimentos, justamente pelo fato de que os israelitas não obedeceriam a Deus plenamente. Bom, é isso que Deus sonha pra gente, em termos sociais, amigo ouvinte: primeiramente, que fossemos tão prudentes a ponto de não haver pobreza entre nós. Mas, havendo pobreza, que cuidemos dos pobres. Deus preza pelo Social, amigo ouvinte
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  • Deuteronômio 14
    Deuteronômio 14 é um capítulo sobre mordomia cristã: começa fazendo uma afinação sobre adoração, preocupa-se com o cuidado da saúde e orienta sobre a entrega dos dízimos. Primeiro, Deus instrui o povo a não mutilar o corpo. Em primeiro lugar, falando do que o texto queria dizer lá naquela época, ali em seu contexto imediato, se você comparar essa passagem com Levítico 19:27-28 e com 1 Reis 18:29, você vai perceber que isso aí tinha que ver com a proibição que Deus fez quanto às práticas pagas de luto pela morte mítica de Baal, pra encorajar o retorno dele.
     
    Agora, aplicando pra nossa atualidade, muitos cristãos tiram daí lições para evitarem usar brincos, piercings, essas coisas que cortam, que furam o corpo sabe? E eu não vejo como dizer que os cristãos que façam tal aplicação estariam errados. Afinal, em nenhum lugar na Bíblia está escrito que seria errado abster-se do uso de jóias. Mas voltando aqui pra Deuteronômio 14, a gente vê também que, nesse mesmo capítulo, Deus também dá orientações de saúde, mostrando quais são as carnes comestíveis e quais são as carnes prejudiciais para a saúde.
     
    É, meu amigo, o Senhor se preocupa também com a nossa saúde. E se você seguir essas instruções, você vai se dar muito bem, viu. E o capítulo termina falando sobre como é que o dízimo deveria ser devolvido para o serviço do Senhor, e como é que ele deveria ser usado.
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  • Deuteronômio 12
    Amigo ouvinte, John Ash, da Missão na China, em Hong Kong, comentando sobre o capítulo de hoje, explica que quando lemos a Bíblia e tentamos aplicá-la de forma prática à vida diária, enfrentamos desafios culturais e linguísticos. E há também a questão do tempo decorrido. Como interpretar o que foi dito há 3400 anos? Com considerável detalhamento, Moisés disse aos israelitas que havia lugares próprios e impróprios para adorar.
     
    Moisés aqui está falando aos filhos e netos dos escravos que saíram do Egito. Não seria surpreendente que ainda houvessem resquícios da mentalidade de escravos em seus pensamentos. A adoração deles era caracterizada por cada um fazendo o que bem entendia, com forte tendência pra adoração de ídolos. Tudo que estivesse conectado à adoração idólatra dos povos conquistados deveria ser destruído. Eles deveriam direcionar toda a adoração sacrifical para Deus, naquele lugar único que Ele mesmo escolheria.
     
    Esta localização ainda não havia sido escolhida porque Canaã ainda não tinha sido conquistada. No tempo adequado, Salomão construiu o templo permanente em Jerusalém. Mas embora o Senhor tenha colocado Seu nome/identidade naquele local específico, aquele local não O continha, porque nem mesmo os céus poderiam contê-lo. O Deus que adoramos é maior do que tudo. Talvez você também tenha ídolos modernos que retiram o Soberano da sua vida. Peça-lhe que lhe ajude a separar diariamente um tempo tranquilo para estar em Sua presença, com o propósito de adorá-Lo em espírito e em verdade!
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  • Deuteronômio 11
    Já ouviu falar em OPORTUNIDADE ÚNICA? Então. A geração que estava por conquistar Canaã era única. Presenciou desde as pragas do Egito até as conquistas a oeste do rio Jordão, algo que a geração anterior não conseguiu ver. Por sua vez, a geração seguinte não teria memórias sobre o Egito, o deserto nem a conquista. Falharia tragicamente (Jz 2:11). A geração da conquista era privilegiada e precisava ter consciência de sua responsabilidade, como de fato teve, sendo fiel até o fim (Jz 2:7).
     
    Da parte de Deus, Ele gostaria de continuar enviando a CHUVA. As terras de Canaã eram regadas pelas chuvas, as quais eram vistas no mundo antigo como estando sob o controle dos deuses de cada localidade. O Senhor usava as chuvas tanto para punir o desvio da aliança, quanto para provar que somente Ele tinha poder sobre os céus. Então, após um resumo histórico e um longo sermão, Moisés, , aqui no capítulo de hoje, conclui propondo a bênção e a maldição como as únicas opções.
     
    Os israelitas deviam escolher servir a Deus ou aos deuses, entre seguir o caminho dos mandamentos ou se perder na areia da cultura. Deviam optar pela ética bíblica ou pelo falso prazer. E isso não ficou só lá passado, amigo ouvinte. Hoje também somos chamados a fazer nossa escolha. O que sua atitude em relação a Cristo e Seus mandamentos revela sobre o seu futuro? Em que você precisa mudar, hein?. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 69, adaptado.).
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  • Deuteronômio 10
    Ao dar uma nova chance a Israel, Deus ordenou que Moisés lavrasse as segundas tábuas dos Dez Mandamentos, porque os mandamentos são uma parte indispensável do relacionamento com Ele. Mas as segundas tábuas não eram como as primeiras, lavradas por Deus, que não fez outras, talvez indicando Seu desprazer com a rebeldia do povo. Preparadas por Moisés, o Senhor inscreveu nelas os Dez Mandamentos. Foram postas na arca da aliança, chamada assim justamente por conter a parte de Deus na aliança, os Dez Mandamentos. Mas na aliança tinha também a parte dos israelitas né: "E agora, Israel, o que Yahweh teu Deus pede de ti?".
     
    Moisés procura extrair lições e apelar ao coração. Suas palavras têm uma cadência poética, buscando mostrar ao povo seus elevados privilégios, convidando-o ao louvor e maravilhando-o com as promessas já alcançadas. O Senhor dos Céus Se afeiçoou aos pais "para os amar" e escolheu Israel dentre tantos povos. Reconhecendo esse privilégio, os israelitas deveriam, conforme o texto original, "circuncidar o coração", ou seja, eliminar tudo o que impedia sua comunhão com o Senhor, que é sempre fiel ao Seu povo, amigo ouvinte.
     
    Moisés aqui revela o caráter de Deus que, apesar de "poderoso e temível", não aceita suborno e faz justiça aos mais humildes e vulneráveis, como o órfão, a viúva e o estrangeiro. Em Romanos 2:29 aprendemos que nós também precisamos circuncidar nosso coração. Ou seja, você precisa ser uma pessoa realmente convertida, ok?. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 68, adaptado.).
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  • Deuteronômio 09
    Moisés já havia orientado sobre os perigos da associação com os povos de Canaã e o orgulho pela prosperidade futura. No capítulo 9, ele trata do orgulho pela vitória militar. Os israelitas estavam para vencer nações muito mais poderosas e protegidas por cidades "amuralhadas até aos céus". Porém, o Senhor iria adiante deles. Ao obter vitórias espetaculares, os israelitas certamente teriam a impressão de que sua justiça ou retidão ética havia conquistado o favor divino.
     
    Moisés, então, os previne, ressaltando que a razão da vitória não seriam os méritos de Israel, mas a "impiedade" daquelas nações. Não pela justiça própria, entende, amigo ouvinte? Israel contava com a misericórdia divina. Moisés protestou contra os israelitas por terem sido "de dura cerviz", "duro de nuca", "obstinado", tanto quanto "rebeldes" ao longo dos 40 anos de peregrinação no deserto, provocando o Senhor à ira. Moisés temeu a ira de Deus contra Israel e Arão por causa do episódio do bezerro de ouro, e fez um segundo jejum de 40 dias para interceder por eles.
     
    Lições: 1) O povo de Israel devia sua existência a Moisés, que intercedeu por eles; a intercessão é muito importante e eficaz na vida das pessoas. 2) Assim como Israel no passado, não somos melhores do que os outros. 3) Em meio às batalhas mais difíceis, Deus passaria adiante dos israelitas; perceba, e note, Deus indo adiante de você e resolvendo situações praticamente impossíveis! 4)Não seja rebelde ao Senhor. Leia Deuteronômio 8! (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 67, adaptado).
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  • Deuteronômio 08
    Deuteronômio 8 nos ensina quanto à fé, em primeiro lugar porque nesse capítulo Moisés apela em favor da dependência de Deus. Até ali, a dependência do Senhor havia sido crucial para os israelitas, fosse quanto aos suprimentos de água, aos animais peçonhentos ou ao alimento. Rodeados de fartura e prosperidade, eles seriam tentados a crer que não precisavam mais de Deus, que poderiam adquirir riquezas com sua força.
     
    Moisés quebra esse raciocínio, provando que a atuação divina havia sido tão fundamental para a sobrevivência no deserto quanto seria na Terra da Promessa. O Senhor lhes dava força para adquirir riquezas. Sem esse senso de dependência, os israelitas finalmente pereceriam. Porque "não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor!" No deserto, Deus não Se antecipou à fome e à sede dos israelitas. Permitiu que sofressem por alguns instantes "para saber o que estava no seu coração". Deus conhece os pensamentos humanos e o futuro. Porém, os testes serviram para que o povo descobrisse essas verdades.
     
    Se o teste do deserto fosse uma prova escolar, o verso 3 seria a resposta certa, e foi com essa resposta que Jesus foi aprovado na tentação do deserto. Nossa dependência de Deus é absoluta e nos deve conservar bem humildes; Deus quer que removamos toda espécie de egoísmo, e a Ele nos acheguemos, não como donos de nós mesmos, mas como uma possessão adquirida do Senhor. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 66, adaptado.).
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  • Deuteronômio 06
    Baseados na Revista Primeiro Deus, edição 2019, vamos destacar três termos importantes de Deuteronômio 6, que é o texto bíblico de hoje, de acordo com o projeto Reavivados Por Sua Palavra. SHEMA: "Ouve, Israel, Yahweh nosso Deus, Yahweh é um" (Dt 6:4). Essa frase, mais conhecida como Shema ("Ouve"), constitui a essência da fé monoteísta, central para o judaísmo e não menos importante para o cristianismo.
     
    Deuteronômio 6:4-5 expressa o maior dos mandamentos: amar o Deus que é um. Aliás, esta é a primeira vez nas Escrituras em que se ordena amar a Deus. Em uma tradução bem literal, poderíamos ler o verso 5 da seguinte maneira: "E amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua pessoa e com todo o teu muito". A aliança como Senhor não deve ser formal nem movida por interesse. Envolve todo o ser, o todo e o tudo do que somos.
     
    INCULCAR: O verbo original transmite a ideia de afiar, preservada nas versões bíblicas alemãs; tem o sentido de ensinar, conforme uma passagem paralela: Dt 11:19. Em português, o sentido de "inculcar" está mais próximo ao de "gravar", ensinando pela repetição. NÃO ESQUECER: Lembrar era uma questão vital para Israel. Lembrar aos filhos, lembrar no lar, lembrar da escravidão, lembrar de guardar os mandamentos. O esquecimento os afastaria de Deus e da Terra Prometida. A família é o primeiro campo missionário no qual os pais devem labutar. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 64, adaptado.).
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  • Deuteronômio 05
    Em Deuteronômio 5, nós temos a transmissão da fé para a próxima geração, coisa que é muito importante de se fazer. E é interessante notar, que nesse discurso de Moisés, dentre as centenas de leis encontradas no Pentateuco, Moisés começa pelos Dez Mandamentos. Percebe, que essa lei pertence a uma categoria especial? E ainda mais interessante é notar que, no preâmbulo dos Dez Mandamentos, aqui, Deus afirma, literalmente: "Eu sou Yahweh, o teu Deus, que te fiz sair da terra do Egito, da casa de escravos" Sabe, amigo ouvinte, nós precisamos ser primeiramente libertos, pra então a gente conseguir guardar os mandamentos? (Jr 9:24; Jo 8:32).
     
    Isso é quanto, como João descreveu, primeiramente, o amor de Deus se manifesta em nós, Porque, "boas obras não compram o amor de Deus, mas revelam que possuímos esse amor. Se rendermos nossa vontade a Deus, não trabalharemos com o fim de merecer o amor de Deus. Só existem hoje duas classes no mundo, e tão somente duas classes serão reconhecidas no juízo: os que violam a lei de Deus, e os que Lhe obedecem. Cristo dá a prova pela qual mostramos nossa lealdade ou deslealdade. 'Se Me amardes', diz Ele, 'guardareis os Meus mandamentos. Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, este é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei e Me manifestarei a ele (Jo 14:15, 21)'". (NLC. 128). (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 63, adaptado.).
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