Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

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Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo episodes

  • Deuteronômio 04
    O último lugar mencionado no capítulo de ontem (Dt. 03), chamado de Casa de Peor, despertava lembranças e lições refletidas no capítulo de hoje. Com as palavras "agora, pois", Moisés inicia a exortação do povo à obediência, de modo conclusivo, para apelar ao coração daquela gente. Os israelitas haviam falhado em ocasiões anteriores. Eles tinham também conquistado vitórias recentemente, mas o que seria do futuro?
     
    Será que aquele povo permaneceria fiel a Deus? Então, com essa preocupação que o velho líder Moisés faz esse sermão aqui, que reflete a essência de Deuteronômio, conforme o que nos ensinam os versos de abertura e de fechamento do capítulo: os israelitas deveriam cuidar para cumprir, para fazer, ou guardar/observar os mandamentos, a fim de que pudessem viver na Terra Prometida. Daí eles seriam reconhecidos como um povo sábio e inteligente. Porque, afinal de contas, eles tinham o privilégio da presença e de uma atuação de Deus entre eles, de formas inéditas na história. Então, não praticar idolatria seria a prova de fidelidade deles. Hoje, devemos evitar o orgulho, que pode ser um deus.
     
    "Não façam do dinheiro um deus. Caso a sensualidade não seja mantida sob sujeição às faculdades superiores do espírito, as baixas paixões dominarão o ser. Qualquer coisa que se torne objeto de indevidos pensamentos e admiração, absorvendo a mente, é um deus posto diante do Senhor." (CBASD, 4:1261). Pode até ser que o homem não veja, mas Deus sabe tudo. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 62, adaptado.).
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  • Deuteronômio 03
    Para a batalha contra Ogue, "cheio de esperança e ânimo, o exército de Israel avançava ardorosamente. Diante deles se achava o poderoso e populoso reino de Basã. Era um território repleto de cavernas desertas, fundos precipícios, abismos hiantes e fortalezas rochosas. Os habitantes desta terra, descendentes de uma raça de gigantes, eram de estatura e força maravilhosas, e tão notados pela violência e crueldade que eram o terror de todas as nações circunvizinhas.
     
    Mas a coluna de nuvem moveu-se para a frente, e guiando-se por elas as hostes hebreias avançavam para Edrei, onde o rei gigante, com suas forças, esperava a sua aproximação. Confiante no êxito, o rei saiu com um imenso exército para a planície aberta; ao mesmo tempo, aclamações de desafio eram ouvidas do planalto acima, onde se podiam ver as lanças de milhares ávidos pela batalha.
     
    Quando os hebreus olharam para a figura excelsa daquele gigante de gigantes, ao verem as hostes que o rodeavam, e a fortaleza aparentemente inexpugnável, atrás da qual milhares invisíveis estavam entrincheirados, o coração de muitos em Israel estremeceu de temor. Moisés, porém, estava calmo e firme. A fé calma daquele líder inspirava ao povo confiança em Deus.
     
    Em tudo contavam com Seu onipotente braço, e Ele não os desamparou. Nada poderia subsistir perante o Capitão das hostes do Senhor. O Senhor guiou o exército; o Senhor desbaratou o inimigo; o Senhor venceu em prol de Israel" (Patriarcas e Profetas, p. 435-436). (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 61, adaptado.).
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  • Deuteronômio 02
    Não existe vitória sem luta. Israel avança rumo ao norte, às primeiras grandes conquistas. Deveria passar por cinco nações e invadir Canaã pelo noroeste. A este ponto, os capítulos 2-3 relatam: 1) as instruções para que os israelitas contornassem pacificamente os territórios de Edom, Moabe e Amom, pois Deus havia dado aos descendentes de Esaú e de Ló a posse daquelas terras; e 2) as batalhas contra os amorreus, Seom, rei de Hesbom e Ogue, rei de Basã.
     
    Os amorreus haviam infligido a última derrotada aos israelitas, quando estes decidiram lutar sem o Senhor. A primeira conquista deveria começar pela última derrota, desta vez, porém, com o Senhor. E sobre essa guerra contra Seom, Ellen White comenta que "esse formidável exército aterrorizara os israelitas, que estavam mal preparados para um encontro com forças bem armadas e disciplinadas. [...] Segundo toda a aparência humana, Israel teria um fim imediato. Mas Moisés conservava seu olhar fixo na coluna de nuvem e incentivava o povo com o pensamento de que o sinal da presença de Deus ainda estava com eles.
     
    Ao mesmo tempo, determinou-lhes fazerem tudo que a força humana podia fazer no preparo para a guerra. Foi o Capitão do exército do Senhor que venceu os inimigos de Seu povo; e teria feito o mesmo trinta e oito anos antes, se Israel houvesse Nele confiado" (PP, 433-435). Nas batalhas da vida, devemos lutar, mas quem nos dá a vitória é o Senhor. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 60, adaptado.).
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  • Deuteronômio 01
    De acordo com o que o pastor Diogo Cavalcanti explica na página 59 da Revista Primeiro Deus edição 2019, o livro de Deuteronômio, que encerra o Pentateuco, foi escrito por Moisés, por volta de 1.400 a.C., exceto a conclusão adicionada após a morte de Moisés (Dt 34). E quanto ao tema desse livro, seus títulos fazem referência a seu conteúdo: Deuteronomiou, utilizado na primeira versão grega do Antigo Testamento (Septuaginta ou LXX), que significa "repetição da lei", conforme o título hebraico Mishneh Torah.
     
    E, em hebraico, Devarim (nome extraído da frase de abertura do livro), que significa "Palavras", "Falas", "Discursos", que traduz bem o que vem a ser o contexto do livro, né, que pode ser dividido em quatro discursos introduzidos pelos termos 'elleh e zot, traduzidos como "estas", "esta", "estes", que anunciam o registro de arquivos no Pentateuco: (1o) "estas são as palavras que Moisés falou a todo o Israel", 1:1-4:43; (2o) "esta é a lei que Moisés pôs perante os filhos de Israel", 4:44-11:32; (3o) "estes são os estatutos e os juízos que cuidareis de cumprir", 12:1-28:68; (4o) "estas são as palavras da aliança que o Senhor ordenou", 29:1-30:20 (segue-se uma conclusão em 31:1-34:12).
     
    Moisés não só reconta a condução divina durante as peregrinações pelo deserto, mas como também diz aqui no capítulo de hoje, explica as leis e apela ao povo a ser fiel à aliança. É o discurso de despedida de Moisés, na planície de Moabe. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 59, adaptado.).
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  • Números 36
    Amigo, o livro de Números termina com um retorno ao episódio das filhas de Zelofeade. A lei da posse da terra para herdeiras mulheres é mais uma vez alterada. Isso chama a atenção não tanto pela causa em si, mas pelas edições feitas em uma lei ditada por Deus e anunciada por Moisés. Mais uma vez, Moisés e o próprio Senhor acatam sugestões feitas pela congregação de Israel, e isso é surpreendente.
    Sem dúvida, "a lei do Senhor é perfeita", mas, quanto a esse detalhe, foi passível de revisão e aprimoramento. O caso revela uma faceta impressionante da Divindade: embora o Senhor seja Onisciente, Ele nos ouve. A sugestão humana não diminui o poder absoluto de Deus, mas o Deus absoluto ouvir seres pequenos e finitos é algo que impressiona. A revisão da lei, anunciada por Moisés, estabeleceu que as mulheres sem pai e herdeiras de possessões deveriam casar com membros da mesma tribo. O parecer agradou a todos, e as filhas de Zelofeade cumpriram o que foi estabelecido.
    "Deus deu a cada um de nós uma identidade particular, nossa própria, que não se pode dissolver na de outro; mas nossas características individuais serão muito menos preeminentes se na verdade pertencemos a Cristo e Sua vontade for a nossa. Nossa vida deve ser consagrada ao bem e à felicidade dos outros, como foi a de nosso Salvador" (MCP, 1:85).E Deus se dedica a você. Dedique-se a Ele e Seus filhos. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 58, adaptado.).
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  • Números 35
    Números 35 começa falando da herança dos levitas. Os levitas não deveriam receber terras como herança, mas precisavam de cidades para morar. As cidades dos levitas – os guardiões da religião – estavam espalhadas entre as demais tribos, para que exercessem uma influência espiritual positiva sobre o povo. Assim, foram-lhes reservadas 48 cidades, sendo que seis delas eram de refúgio. As cidades de refúgio abrigavam pessoas envolvidas em mortes acidentais. Fossem israelitas ou estrangeiros, os ingressantes teriam direito a abrigo e a um julgamento mais neutro. Porque, pra eles, o conceito de homicídio se baseava na intenção.
     
    Sem intenção, a morte seria considerada um acidente, e, diferentemente de um "assassino" que não tinha direito a fiança nem a refúgio e deveria pagar com a própria vida, o homicida culposo (sem intenção) teria que sair às pressas para a cidade de refúgio mais próxima. "As cidades de refúgio designadas ao antigo povo de Deus, eram símbolo do refúgio provido em Cristo. O mesmo Salvador misericordioso que designara aquelas cidades temporais de refúgio proveu pelo derramamento de Seu próprio sangue aos transgressores da lei de Deus um retiro seguro, aonde eles podem fugir em busca de garantia contra a segunda morte.
     
    Nenhuma força pode tirar de Suas mãos as almas que a Ele recorrem em busca de perdão" (Patriarcas e Profetas, p. 126). E hoje Deus nos dá uma herança também. Nós cristãos fiéis somos uma nação de sacerdotes espalhada na sociedade para abençoá-la. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus versão 2019, página 57, adaptado.).
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  • Números 34
    Números 34 detalha a herança que caberia a Israel, entre o Mar Grande (o mar Mediterrâneo) e o rio Jordão, limitados ao sul pelo deserto de Zim, e ao norte, pela Fenícia e a Síria. Restringe-se aos territórios a oeste do Jordão, excluindo as heranças já atribuídas às duas tribos e meia, do outro lado do rio. Referem-se também aos limites indicados pelos espias (Nm 13:21-29). Essas fronteiras nunca se concretizaram, tanto por ficarem aquém quanto por serem extrapoladas nos reinados de Davi e Salomão.
     
    Números 34 aponta para o que se considerava à época como a terra de Canaã, inclusive com as mesmas cidades reconhecidas em registros egípcios desde 1500 a.C. Era uma pequena faixa de aproximadamente 260 km de extensão por 80 km de largura. Seria para Israel uma nahalah: propriedade familiar reservada aos descendentes, ou seja, uma "herança" recebida por filiação. Com ela, deveriam estar satisfeitos, guardando os mandamentos de Deus, desfrutando de Suas ricas bênçãos, em uma relação de aliança.
     
    Deveriam também ser movidos pela esperança messiânica anunciada pelo sistema sacrifical, como um testemunho impressionante para o mundo. E assim como a herança destinada às tribos de Israel fazia fronteira com desertos, a igreja pode ser um oásis no deserto deste mundo de pecado, maldade e frieza que vivemos hoje, amigo ouvinte. E você também pode ser uma bênção para as pessoas ao seu redor. Preparando-se para isso, não deixe de ler Números 34 ainda hoje. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 56).
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  • Números 33
    Amigo ouvinte, deixa eu te perguntar: olhando para sua história pessoal, por quantas "paradas" você passou? Quem você era e quem é hoje? O que seria de você se Deus não fizesse parte de sua vida? Olha só. O texto de hoje, que é Números 33, nos dá a deixa de que, mesmo com o poder de Deus atuando em nossa vida, nós precisamos ter coragem para agir (Nm 33:3-4). Porque o fato é que, atualmente nós também sempre teremos situações ou decisões, na nossa vida espiritual, que exigirão coragem.
     
    Pense no povo de Israel: Uma nação inteira que passou por mais de 40 "mudanças de casa" em 40 anos. Imagine as dificuldades e lutas daquele povo naquele período. Você acha que cabe a nós julgá-los ou aprender com suas lutas, virtudes e falhas? Porque se fizermos isso, seremos melhor ajudados quanto às coisas ou situações que precisamos eliminar da nossa vida. Não se esqueça que Mateus 5:29-30 deixa claro que se não agirmos nesse sentido, coisas piores podem acontecer na nossa vida.
     
    "Quando jornadeava pelo deserto, o povo de Israel louvava a Deus com cânticos sacros. Assim Seu caminho deveria se tornar conhecido na Terra. Assim deve ser agora. O povo do mundo está adorando deuses falsos. Devem ser desviados do falso culto, não por ouvir denúncia contra seus ídolos, mas vendo alguma coisa melhor. A bondade de Deus deve se tornar notória (PJ, 298-299)". Leia, hoje, Números 33. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 55).
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  • Números 32
    As tribos de Israel ainda não haviam passado o rio Jordão, para dominar a terra de Canaã. Já haviam conquistado territórios a leste, na região conhecida como Transjordâniaou Cisjordânia, entre os ribeiros deArnom e Jaboque. Tomaram dos midianitas dezenas de milhares de animais (Nm 31:32-39). As terras conquistadas até ali eram apropriadas para a pecuária, e até hoje são. Um provérbio árabe diz: "Você não pode encontrar um campo como Belqa [a região entre o Arnom e o Jaboque] para o gado."
     
    Foi então que representantes das tribos de Rúben, Gade e três clãs da tribo de Manassés, por terem muito gado, solicitaram a Moisés que lhes desse aquelas terras por herança e não os fizesse "passar o Jordão" (Nm 32:5). O pedido soou como uma afronta para Moisés, que os advertiu gravemente (Nm 32:6-15). Então, as tribos solicitantes se propuseram a compor a linha de frente na guerra, partindo adiante das tribos irmãs (Nm 32:17). Também se comprometeram a não retornar enquanto seus irmãos não se estabelecessem em Canaã.
     
    Contudo, para isso, precisavam fortificar as cidades a fim de deixar suas famílias protegidas. E aplicando pra hoje, amigo ouvinte, a lição é que, pensando na família e na igreja, devemos sempre nos lembrar de que cada um tem uma parte crucial a desempenhar, porque, em tempos de individualismos e relações artificiais, devemos continuar sendo bíblicos (Jo 17:20, 21). É o segredo para a unidade entre o povo de Deus. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 54).
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  • Números 31
    Amigo ouvinte, Números 31 é um dos capítulos mais desafiadores da Bíblia. Os versos 17-18 são utilizados por críticos para questionar o caráter de Deus, considerando-os de modo raso, como o reflexo de um pensamento tribal, primitivo. Porém, quando empregado em relação a Deus, o verbo hebraico naqam (geralmente traduzido como "vingar") representa mais as ideias de "reparação" e "vindicação".
     
    Os midianitas, especialmente mulheres, foram os agentes da estratégia de Balaão, que levou mais de 24 mil israelitas à morte (Nm 25:1e9). O sentido de naqam nesse contexto está mais ligado à ideia de reparação, pois, na ordem divina (Nm 31:2), pois quando verificamos no hebraico, a "vingança" é tomada "dos midianitas", e não "contra" os midianitas. Tanto o AT quanto o NT, apresentam uma teologia em que a vingança humana é falha, mas a divina é perfeita e soa mais como juízo, retificação (1 Sm 24:12-13; Pv 20:22; Is 35:3-4; Rm 12:19).
     
    Contudo, ainda assim a ordem para matar mulheres e crianças não deixa de ser chocante, especialmente após os genocídios da era moderna. Revela cenas trágicas do grande conflito, bem como questões além de nossa compreensão. Mesmo assim, a cruz de Cristo pode silenciar todos os questionamentos contra o caráter de Deus, porque, obviamente, um Deus que Se sacrifica por amor (Jo 10:11) não tem como ser acusado de ser injusto e cruel, você concorda comigo? Então, valorize o amor de Deus por você, ao ler Números 31, ok? (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 53).
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