Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

Download on the App Store

Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo episodes

  • Números 30
    O capítulo 30 está ligado ao anterior, por Números 29:39: "estas coisas oferecereis ao Senhor, além dos vossos votos". Em geral, votos envolviam sacrifícios (Lv 7:16). Voto tem um significado semelhante ao de juramento, por envolver uma promessa. Contudo, o voto se distingue, pois sempre se faz mediante uma condição. Por exemplo, se o Senhor fosse com Jacó, este O elegeria como seu Deus e Lhe devotaria o dízimo (Gn 28:20-22).
     
    Segundo a Bíblia, uma vez feitos os votos, eles devem ser cumpridos, não importando as consequências, a não ser que contrariem a vontade de Deus. O que "sai da boca" deve ser cumprido, literalmente, no hebraico, "conforme tudo o que sair de sua boca, fará" (Nm 30:2). Essa linguagem é notada no diálogo de Jefté com sua filha (embora não justifique sua intenção): "Ah, minha filha! Abri a minha boca a Yahweh e não poderei retornar!" A filha responde: "Meu pai, faze de mim conforme saiu de sua boca" (Jz 11:35-36).
     
    Quanto aos votos femininos, os votos feitos por mulheres deveriam ser confirmados pelo pai ou esposo. Isso pode ser entendido pela via cultural, da acomodação da lei divina ao predomínio masculino na sociedade patriarcal, ou pelo princípio da liderança masculina no lar, como um valor bíblico. Nós devemos estudar, orar e refletir sobre o tema, porque por outro lado a cultura atual está apagando o papel masculino como sacerdote e líder do lar (Gn 2:18; 3:9; Cl 3:18-19). (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 52).
    0 min
  • Números 29
    Números 29 inicia com a Festa das Trombetas e o ano novo judaico, do primeiro ao nono dia do sétimo mês do calendário religioso. Em seguida, no décimo dia, celebra-se o Dia da Expiação, e cinco dias depois, a Festa dos Tabernáculos, por sete dias. Esta é seguida por um oitavo dia, no qual deveriam ter uma "reunião solene", no qual não deveriam trabalhar. Os sacrifícios eram cumulativos (diário+mensal+anual-de-cada-festa).
     
    O animal mais sacrificado era o cordeiro: sete em cada, exceto na Festa dos Tabernáculos, em que eram sacrificados 14 cordeiros por dia. HOLOCAUSTO: Todas as ofertas prescritas em Números 28 e 29 requeriam um holocausto (do hebraico 'olah, "o que é levado para cima"), o qual exigia a queima completa do animal e constituía o tipo mais elevado de sacrifício entre os serviços do santuário. Somente os holocaustos recebiam, como libação, o óleo de azeite batido – o mesmo utilizado no candelabro (Êx 27:20; Lv 24:2).
     
    Nenhuma parte do animal poderia restar para o ofertante ou ao sacerdote, como ocorria com outros sacrifícios. A fumaça da queima da vítima deveria ascender a Deus. "Os israelitas, em todas as suas festas, admitiam os pobres, os estrangeiros e os levitas, os quais eram ao mesmo tempo ajudantes do sacerdote no santuário, mestres de religião e missionários. Todos estes eram considerados hóspedes do povo, recebendo deste hospitalidade durante as festas sociais e religiosas, e sendo atendidos carinhosamente em suas enfermidades e necessidades (LA, 447-448)". (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 51).
    0 min
  • Números 28
    Amigo ouvinte, após o censo e as instruções sobre a divisão da terra nos capítulos 26-27, os israelitas são instruídos quanto à vida em Canaã. Os capítulos 28-29 de Números dão instruções sobre o calendário anual do tabernáculo, elemento indispensável na relação de aliança com Deus. Somente por meio de ofertas (qorban) sacrificais o povo poderia se aproximar de Deus e ter Sua presença consigo (Lv 2:1;2Cr 29:5-8; Jr 30:21).
     
    As ofertas eram estipuladas para seu "tempo determinado" ou "estação". Se fossem apresentadas fora de tempo, seriam inválidas. Todo o sistema apontava para o "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29). OS RITUAIS: Números 28 e 29 retomam Levítico 23, que apresenta as festas e os sacrifícios anuais do calendário judaico. Em acréscimo a essas festas, o texto de Números traz os regulamentos sobre o sacrifício diário (Nm 28:3-10; Êx 28:3-8) e o mensal, marcado pela lua nova (Nm 28:11-15). E
     
    m seguida, passa a relembrar as festas anuais: Páscoa (Nm 28:16-24), Festa das Semanas (Nm 28:25-31), Festa das Trombetas (Nm 29:1-6), Dia da Expiação ou Yom-Kippur (Nm 29:7-12) e Tabernáculos (Nm 29:13-40). Sabe amigo, os sacrifícios marcavam a adoração, a liturgia, a vida religiosa, assim como a vida comum dos israelitas. Sem os sacrifícios, a nação não poderia existir. E, quanto à nossa dependência do sacrifício de Cristo em nosso favor, isso deve nos ensinar que, espiritualmente, não podemos viver sem ele. Leia, hoje, Números 28! (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 50).
    0 min
  • Números 27
    Em Números 27, ao fim da contagem das tribos, o Senhor estabelece a lei de divisão proporcional de terras, em que as tribos mais numerosas receberiam mais do que as tribos menores. Contudo, as filhas de Zelofeade levaram a Moisés e ao Senhor um caso que não havia sido previsto na lei – se um pai morresse sem deixar filhos, mas somente filhas, estas ficariam sem a posse da terra? Deus atendeu ao pedido das filhas de Zelofeade e determinou que a herança fosse passada a elas e a qualquer mulher na mesma condição.
     
    Contudo, essa lei sofreria mais uma atualização no capítulo 36. De qualquer forma, aqui nós aprendemos que Deus nos ouve, amigo ouvinte! Bom, ainda ainda em Números 27, Deus anuncia a Moisés sua morte e o fato de que não passaria à terra de Canaã, devido ao episódio das águas de Meribá de Cades. Como um líder de visão, Moisés não intercede por si mesmo, mas pensando no bem do povo.
     
    Ele roga que Deus aponte um homem para ser seu sucessor diante da congregação de Israel, para que ela não se tornasse "como ovelhas que não têm pastor". O escolhido foi Josué, por ter o Espírito. Ele foi devidamente apresentado e recebeu a autoridade diante de Eleazar e de todos. No serviço de Deus é assim, amigo ouvinte: as qualificações espirituais vêm antes das habilidades humanas quando alguém é escolhido para uma missão dada pelo Senhor. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 49).
    0 min
  • Números 26
    Olha só. A leitura de hoje é um relatório estatístico. E sabe, amigo, "os censos e as genealogias da Bíblia às vezes parecem estéreis e desinteressantes a uma vista superficial. Porém, eles guardam informações preciosas para a compreensão e a confiabilidade das Escrituras, fortalecendo nossa fé. As genealogias servem especialmente para preservar a linhagem do Messias prometido a Eva. Cada novo filho representava um elo na corrente da expectativa messiânica.
     
    As genealogias também eram uma comprovação de pertença ao povo de Israel. Os censos, por sua vez, serviam a fins militares e tributários. Era preciso saber quantos soldados de 20 anos para cima Israel teria à disposição para combater os cananeus. No livro de Números, especificamente, os dois censos têm importância vital, tanto que dão nome ao livro. O primeiro censo, de Números 1, registra os dados da primeira geração recém-saída do Egito, mas que rejeitou a Terra da Promessa. O segundo e último apresenta a nova geração, em cuja lista não foi contado nenhum nome da lista anterior.
     
    Portanto, Números 26 trata de mudanças geracionais, da expectativa pelo futuro. A geração seguinte serviria a Deus de coração ou cairia nas mesmas provas e tentações da anterior? Deus e Moisés esperavam mais da nova geração. Em sua opinião, o que Deus espera das novas gerações?" "Deus espera muito dos jovens que vivem nesta geração de grande luz e conhecimento. A obra à sua frente espera seus fervorosos esforços (MJ, 41)"! (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 48).
    0 min
  • Números 25
    Eu estava lendo aqui na revista Primeiro Deus (página 47) que, naquele lugar chamado "Sitim ("acácias"), que era um vale verde entre o rio Jordão e as montanhas, o povo foi tentado pelas práticas idólatras e sensuais da região. O que nos diz também muita coisa sobre o nosso ambiente atual, você não acha, amigo? Então, Números 25 deve nos levar à reflexão sobre quais são nossas tentações e qual deve ser nossa atitude diante delas. Tá certo?
     
    Olha só. A princípio, a entrada das midianitas no acampamento de Israel não causou alarme, e o caso foi tão sutil que nem foi levado a Moisés. Isso não lembra o ensino de Mateus 24:24, de que os enganos pode ser ilusões quase imperceptíveis? Olha bem aí em Números 25, ouvinte: o povo de Israel começou a "prostituir-se com as filhas dos moabitas". E aí não era simplesmente uma prostituição religiosa não! Era fornicação física mesmo. Como se diz, né, que as obras seguem a fé.
     
    E eu te pergunto, meu querido, o que as suas práticas atuais dizem de sua fé? Hum? Você se mantém fiel, ou você tem uma mente infiel? Porque quando lemos o que o apóstolo Paulo comenta sobre Números 25 (1Co 10:8), podemos parar para pensar quanto ao efeito letal que a imoralidade (seja ela sexual ou religiosa) pode exercer, tanto na vida dos solteiros, quanto pros, casados, quanto na igreja e na sociedade como um todo!
    0 min
  • Números 24
    Balaão viu Israel acampado "segundo as suas tribos", de modo belamente ordenado, e elogiou essa cena, proferindo uma bênção (Nm 24:2-6). TERCEIRO DISCURSO: Pela terceira vez, o profeta bendiz a Israel com palavras semelhantes às da segunda bênção. Contemplou o acampamento de cima do monte Pisga (23:14), onde Moisés veria a Terra Prometida pela última vez (Dt 34:1-5). Dali, Balaão elogia o acampamento israelita como um vale ajardinado. Não lhe faltaria água, antigo símbolo da bênção dos deuses. Por fim, os compara novamente ao boi selvagem, simbolizando força, e aos leões, um símbolo de realeza, domínio e temor.
     
    QUARTO DISCURSO: Impelido pelo Espírito, sem a permissão ou solicitação de Balaque, Balaão profetiza a respeito dos "últimos dias" (24:14). Em vez de amaldiçoar Israel, o profeta "finalizou predizendo a completa destruição de Moabe [...], não deixando assim ao rei moabita nenhum raio de esperança" (Patriarcas e Profetas, p. 451). A maldição se volta contra o amaldiçoador, cumprindo a promessa feita a Abraão(Gn 12:3; Nm 24:9).
     
    Na poesia "uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro" (Nm 24:17), Balaão fala a respeito da vinda de Cristo. Uma estrela anunciaria a vinda do Salvador e guiaria os sábios do Oriente, estudiosos de Seu anúncio profético (DTN, p. 60). "As montanhas e colinas estão mudando; a terra está ficando velha como um vestido; mas a bênção de Deus, que estende para Seu povo uma mesa no deserto, jamais cessará" (CBV, p. 200). (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 46).
    0 min
  • Números 23
    Os povos antigos faziam rituais e sacrifícios para manipular os deuses. Isso é muito diferente hoje, mesmo entre os cristãos? (2Pe 2:2-3) MANIPULAÇÃO ANTIGA: Balaão orienta o sacrifício de animais que eram utilizados no tabernáculo, em sete altares e segundo um rito de holocausto, o mais sagrado entre os israelitas. O rei moabita ainda procura os lugares mais favoráveis (Nm 23:13, 27). Entre os povos antigos, os rituais tinham uma função mágica, com o intuito de manipular os deuses, em troca de favores. Balaão praticou "agouros" (nehashim), da mesma palavra para "serpente", nahash (Nm 24:1; Gn 3:1).
     
    "Balaão tinha algum conhecimento das ofertas sacrificais dos hebreus e esperava que, sobrepujando-os em custosas dádivas, pudesse conseguir a bênção de Deus, bem como a realização de seus projetos pecaminosos" (Patriarcas e Profetas, p. 444). QUATRO DISCURSOS: Realizados os sacrifícios, Balaão fez quatro discursos positivos sobre Israel em Números 23 e 24, introduzidos pela frase: "Então proferiu a sua parábola" (ACF) ou "poema" (BJ) (Nm 23:7, 18; 24:3, 15).
     
    O termo em questão é mashal, que tem os sentidos de "provérbio" e "adágio". A fala poética e de sabedoria de Balaão responde às pretensões de Balaque. Apesar de ter sacrificado animais para prejudicar os israelitas, foi levado por Deus a dizer que eles eram fortes como um boi selvagem e temíveis como um leão destruidor (Nm 23:22-24). "Deus não abandonou Seu povo, e nossa força consiste em não abandoná-Lo" (Beneficência Social, p. 136). (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 45).
    0 min
  • Números 22
    CONTEXTO: Israel tinha conquistado terras a oeste do rio Jordão e fazia preparativos para a ampla invasão aos territórios do leste. Pela primeira vez, o foco da narrativa sai de Israel e passa para um povo estrangeiro que observa Israel. Esse olhar externo a Israel é positivo, tanto da parte dos inimigos, que enxergam poder, quanto da parte de Deus, que enxerga Sua bênção. O TEMOR DE MOABE: Balaque, do hebraico, "o destruidor", temia pela proximidade de Israel.
     
    Entendia que os israelitas eram mais fortes, pois haviam se libertado do Egito e derrotado grandes reis. Eram muito numerosos. Poderiam devorar suas plantações e invadir suas cidades. Por medo, Balaque buscou desesperadamente ajuda para amaldiçoar Israel, a fim de que pudesse atacá-lo e expulsá-lo. BALAÃO: "Balaão já havia sido um bom homem e profeta de Deus; mas apostatara e entregara-se à cobiça; todavia professava ainda ser servo do Altíssimo. Não ignorava a obra de Deus em prol de Israel" (Patriarcas e Profetas, p. 439).
     
    Deus lhe ordenou claramente que não fosse com os príncipes moabitas e que não amaldiçoasse Israel, pois era um povo abençoado. Ainda assim, Balaão os recebeu em sua casa e fez mais uma consulta a Deus, tentando forçar uma mudança de situação, para que fosse beneficiado. O tentador está sempre a apresentar lucros e honras mundanas... Assim muitos são induzidos ao risco de saírem do caminho da estrita integridade... e assim se tornam cada vez mais presunçosos. (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 44).
    0 min
  • Números 21
    Em Números 21, Israel está para entrar na Terra Prometida e sofre uma intensa frustração ao ter que contornar o território de Edom, num mesmo contexto em que o povo conquista suas primeiras vitórias ao derrotar três reis. E é interessante esse ataque do rei de Arade aí, porque a gente vê que, em um momento de fragilidade, Israel é pego de surpresa pelo rei de Arade, que dominava a região do Neguebe (sul de Canaã).
     
    Daí, em vez de murmurar, o povo se levanta determinado e faz um voto de herem ("banir"), ou seja, os israelitas destruiriam suas cidades e não tomariam nada para si, devotando qualquer despojo a Deus. E foi por isso que, após aquela vitória, eles chamaram aquele lugar de Horma, que quer dizer, "destruição". Agora, já no episódio da Serpente de Bronze, o povo murmura diretamente contra Deus, por ter saído do Egito e por sua alma estar enjoada do "pão leve", considerado por eles "insubstancial", "insignificante". Hum.
     
    Deus, então, enviou "serpentes abrasadoras", né, que atacaram a muitos, levando-os à morte. E é interessante, porque soe você olhar Dt 8:1, vai ver que, até ali, Deus havia protegido eles desses animais venenosos. Mas agora, desprotegidos, em desespero, o povo tem que confessar seus pecados. Foi daí que o Senhor, ordenou que Moisés fizesse uma serpente abrasadora de bronze, pra que todos os que tivessem sido mordidos e olhassem para ela, fossem curados. Leia Números 21! (Fonte: Diogo Cavalcanti, Revista Primeiro Deus 2019, p. 43).
    0 min

About Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

From the publisher's feed

A voz da esperança