Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Se gritar pega ladrão... Pequena vila de Belém (Miqueias 5) #rpsp
    Belém é uma cidade localizada perto de Jerusalém (cerca de 10 km ao sul). A principal atividade econômica da cidade, ainda pequena em termos populacionais, é de natureza pastoril e agrícola, uma vez que o entorno da cidade tem plantações de cereais, vinhedos e oliveiras, bem como pasto para as ovelhas. Parte da população vive do turismo. Antes de Jesus, a cidade, embora pequena, desempenhou papel importante na História... A importância de Belém foi se tornando cada vez menor a ponto de, no século 7 a.C., o profeta Miqueias se referir a ela como muito pequena, tendo menos de 1.000 habitantes (Miqueias 5.2). Apesar disso, dali sairia o descendente de Davi que pastorearia Israel e salvaria a humanidade. De fato, sete séculos depois dessa profecia, ali nasceu o Messias Jesus (Lucas 2.1-7). Belém era uma cidade de pastores de ovelhas, que passeavam com os animais pelos campos, exceto no inverno (dezembro a fevereiro), quando a temperatura chega a 4º C na madrugada. Dias ou mesmo meses depois da chegada do casal, Maria deu à luz o seu primeiro filho. O que Belém, com a história de Jesus, revela? 1. Belém nos mostra que Deus usa a natureza e a História para se revelar. Maria. Um corpo recebendo o Filho de Deus. Deus poderia usar qualquer recurso para nascer entre nós, mas decidiu seguir as regras da natureza que ele mesmo criou. O ventre de Maria acolhendo o Messias é uma demonstração do modo como Deus trabalha: ele trabalha na História, em parceria com homens e mulheres. Felizes são os que se tornam, como Maria, parceiros e parceiras de Deus. Estrela. Um fenômeno celeste ainda não totalmente revelado foi usado como sinalizador do início de uma nova era. Os magos a viram e Herodes ficou sabendo. Belém. Quem poderia imaginar que aquela insignificante cidade seria o berço do Salvador do mundo? Deus torna grandes as pequenas coisas. Deus torna pessoas consideradas sem valor em pessoas importantes, como fez com José, um homem justo, e com Maria, uma menina de casamento arranjado. 2. Belém nos mostra que Jesus participou inteiramente da condição humana. Essa identificação começou com o seu nascimento, nas mesmas condições pobres em que nascem tantas crianças no mundo. Jesus nasceu numa casa simples, em Belém, mas a alguns quilômetros dali, Herodes se divertia no luxo do seu palácio, construído e mantido pelo poder do dinheiro amealhado sob o signo da mentira (como a que contou aos magos, quando disse que também queria adorar o novo rei) e do terror, demonstrado quando mandou matar criancinhas inocentes — havia cerca de 20 em Belém. Jesus ainda participa da condição humana, como ela é, para redimi-la, por meio de pastores que vigiam nos campos; nós somos esses pastores porque já ouvimos as vozes dos anjos proclamando que Jesus nasceu. 3. Belém nos mostra que Jesus é acessível a todos. Ele foi acessível aos pastores, trabalhadores que cuidavam de animais durante o dia e durante a noite. Jesus foi acessível aos magos do Oriente, homens experimentados na pesquisa. Antes de Jesus nascer, os magos, de longe, foram avisados. Tão logo Jesus nasceu, os pastores ali de perto foram os primeiros a receber o evangelho (as boas-novas) sobre o nascimento de Jesus. Uns levaram dias ou meses para encontrar Jesus. Outros levaram horas para ver Jesus. 4. Belém nos mostra que, ainda hoje, podemos viver de tal maneira a não haver lugar para Jesus na nossa vida. Ele está na nossa casa? Ele está nos nossos projetos? Ele está sempre conosco ou só nas emergências ou nas festas (como a do Natal)? 5. Belém nos mostra que, com Jesus, Deus começa tudo de novo. Com Deus, podemos começar tudo de novo, não importa como estejamos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia (Obs. Imagem da atual cidade de Belém, com destaque para a Igreja da Natividade)
    7 min
  • Se gritar pega ladrão... Chega de Guerra! (Miqueias 4) #rpsp
    Queremos ser felizes, mas com quem aprendemos sobre felicidade? Miqueias nos recomenda aprendermos com Deus. Aprendamos, então, com Jesus. Vemos nos dias de hoje a exacerbação da preocupação com a felicidade, que tomou um sentido espetacular. É como se o homem dissesse: “Avançamos tanto e não conseguimos o essencial, que é ser feliz”. Para muitos de nós, ser feliz: É ter saúde. Não é. O apóstolo Paulo tinha um espinho na carne (talvez um problema de saúde) e era feliz. Diante da doença, as pessoas costumam ter uma reação diferente: a de exasperar-se por ter de conviver com ela. É ter dinheiro (e o que ele possibilita, do necessário ao supérfluo: alimento, viagens). Não é. A propósito, a Bíblia contém 500 versículos sobre oração, menos de 500 sobre fé e mais de 2.000 sobre dinheiro. É ter reconhecimento (prestígio) dos pares ou da sociedade (fama). Não é. É ter conhecimento (sociedade da informação, e o poder/prazer que disso decorre). Não é. É ocupar o tempo pessoal (televisão, música, espetáculos) de modo livre. Não é. Segundo Jesus, como aprendemos em Mateus 5 e 6, ser feliz é ser e viver de maneira diferente de como o resto do mundo é e vive. A proposta de Jesus é radicalmente diferente, pois é feita por aquele que não se curvou (como nós, às vezes, fazemos) às três tentações de Satanás (honra, poder e dinheiro). Segundo Jesus, ser feliz é pôr o Reino de Deus em primeiro lugar, certo de que tudo de que realmente precisamos nos será dado (Mateus 6.33). Colocar o Reino de Deus em primeiro lugar é deixar Deus ser o Rei da nossa vida. Felicidade é saber que teremos as coisas de que precisamos. O sentido não é material, o que difere da teologia pagã da prosperidade, que já existia ao tempo do salmista Davi, que também se preocupava com a prosperidade dos ímpios, gigantesca se comparada à modéstia (pobreza) dos santos. Muitos igualam riqueza material ou bênção física com qualquer tipo de bênção de Deus em função de um comportamento justo, de modo que quem não tem saúde ou prosperidade financeira é porque está desagradando a Deus. Essa era a teologia dos amigos de Jó. Se fosse assim, Deus devia estar muito aborrecido com o apóstolo Paulo, já que ele passou por diferentes tipos de sofrimento e privação. Jesus nos faz, então, uma promessa. Trata-se de uma promessa, não de um contrato (não amarramos Deus com a opção de buscar primeiro seu reino e justiça). Trata-se de um promessa baseada apenas na misericórdia de Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    5 min
  • Se gritar pega ladrão... Não se deixe desviar (Miqueias 3) #rpsp
    Feliz é quem reconhece que vive num mundo que continuamente vivencia as consequências da Queda. Todos gostaríamos que o mundo fosse diferente do que é. Que as crianças estivessem seguras em casa. Que os adolescentes não formassem grupos para extorquir os pais. Que ninguém roubasse as doações (roupas e outros objetos) feitas de bom coração para vítimas de calamidades naturais. Que nunca fôssemos acordados à noite pelo som de tiros. Que as pessoas nunca passassem adiante uma informação sobre outra pessoa sem pensar nas consequências disso. Em outras palavras, a Queda transtornou a política e o direito, a cidade e a família, a amizade e a religião. Não adianta não abrir a Bíblia, não ler os jornais ou não ver televisão. Essas coisas acontecem no nosso bairro, no nosso condomínio e até na nossa casa. Não adianta pensar que só os outros cometem os atos que condenamos. Nós também podemos cometer atos que nós mesmos reprovamos. As consequências da Queda, revelando a verdadeira natureza humana, nos alcança a todos, indistintamente. Nesse sentido, tem razão o profeta quando diz que “não há uma só pessoa honesta, nem uma que obedeça a Deus. Todos estão procurando matar os outros” (Miqueias 7.2). A realidade da Queda nos envolve e nos leva a atualizar o nosso pecado, repetindo velhos e criando novos. Quando consideramos o nosso mundo e quando olhamos para nossas próprias mãos, não temos como não gritar como fez o apóstolo Paulo: “Como sou infeliz! Quem me livrará deste corpo que me leva para a morte? Que Deus seja louvado, pois ele fará isso por meio do nosso Senhor Cristo!” (Romanos 7.24-25). É por isso que precisamos meditar no que o profeta Miqueias diz: “O SENHOR já nos mostrou o que é bom, ele já disse o que exige de nós. O que ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus” (Miqueias 6.8). Feliz é quem reconhece os efeitos da Queda, mas mesmo assim busca praticar a justiça no seu relacionamento com outros, manter a bondade no seu coração e a humildade diante de Deus. Apesar da Queda, é com esse tipo de práticas que podemos viver felizes. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    6 min
  • Se gritar pega ladrão... Não fazem bem as minhas palavras? (Miqueias 2)
    Deus cumpriu a sua promessa e enviou um pastor ao povo de Israel. Quando veio, não foi compreendido pela maioria, que o rejeitou. Ele mesmo se apresentou como pastor. Jesus é o bom pastor (João 10.11). Como nosso pastor, ele nos acolhe, cura, orienta e guia. Nele há descanso, alimento, alento, refúgio e esperança. Tudo o que dissermos sobre ele será pouco. Indefinível é Jesus. Sempre que o buscamos, está disposto a nos socorrer. A única coisa que ele não faz é invadir a nossa vida, mas, se o convidarmos, ele vem e caminha conosco, seja no vale, seja na montanha, seja na hora da alegria, seja na perspectiva sombria. Seu método para nos fazer fruir da vida é variado. Um deles é enviar homens e mulheres para nos pastorear. Pastoreiam-nos pastores que têm esse título e pastores que não têm esse título. Pastoreia-nos o amigo que nos empresta seu ombro ou estende as mãos para recolher nossas lágrimas. Pastoreia-nos o profissional a quem buscamos, seja o médico que nos consulta, nos medica ou nos opera, seja o psiquiatra ou psicólogo que nos ajuda na compreensão de quem somos, para que vençamos nossos medos. Pastoreia-nos o pastor que nos sussurra ao ouvido o convite da graça de Jesus Cristo para uma vida cheia da convicção de que somos amados por Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    7 min
  • Se gritar pega ladrão... Samaria e Jerusalém (Miqueias 1) #rpsp
    Miqueias nos diz que Deus iria testemunhar contra o seu povo. Nem sempre Deus nos diz coisas agradáveis. Ele sempre diz coisas necessárias. Uma delas é mostrar que estamos errados. Ele nos aceita como somos para sermos o que ele quer. Por isso, o reformador Calvino disse que devemos ler a Bíblia contra nós. Uma história nos ajuda a entender essa prática: Ela se desentendeu seriamente, e com razão, com uma parente, que cometeu uma vilania. Num encontro de família, ao comentar sobre seus problemas de saúde, a parente desejou: “Tomara que morra!” Ela quase morreu. Por essa época, ela e seu marido liam a Bíblia em conjunto. O problema é que todas as vezes em que abriam aleatoriamente as Sagradas Escrituras para a leitura, a passagem era sobre o perdão. Seu marido comentou: “Querida, Deus está lhe dizendo para perdoar”. Ela, então, tomou a decisão: parou de ler a Bíblia. Ela foi honesta. Se não podemos ler a Bíblia contra nós, é melhor não lê-la. A Bíblia é mesmo um livro perturbador. Ela nos grita que nosso pecado irrita a Deus. Nosso pecado nos afasta de Deus. EM TEMPO — Anos mais tarde, a mulher que parou de ler as Escrituras Sagradas se tornou uma leitora regular da Bíblia e aprendeu a perdoar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • O Profeta Fujão: Certo, mas Errado (Jonas 4) #rpsp
    Jonas sabia tudo sobre Deus. Jonas sabia que Deus é compassivo, misericordioso, paciente e bondoso. O problema é que Jonas não gostava de um Deus assim. Ele preferia um Deus duro, firme, intolerante e castigador. Jonas queria que Deus fosse alguém parecido com ele. Jonas queria um deus que pudesse controlar. Nada sabemos sobre a infância de Jonas, mas talvez ele tenha aprendido muito sobre um deus vingativo e nada sobre um Deus perdoador. A história de Jonas é um convite para que reflitamos sobre o modo como vemos Deus. Se o nosso conceito de Deus não é o conceito ensinado por Jesus, que o chamava de Aba (“Pai”), precisamos nos voltar para a Bíblia a fim de aprendermos quem Deus é. Pode ser que precisemos fazer uma viagem ao nosso passado, para ver o que nos ensinaram sobre Deus. O que nos ensinaram sobre Deus pode estar errado. O que está certo sobre Deus é o que Jesus ensinou sobre ele. Um conceito bíblico sobre Deus nos liberta para uma vida de amor, permitindo que entendamos que ele nos ama e nos leva a amar o próximo e a nós mesmos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    7 min
  • O Profeta Fujão: Saindo do Trilho (Jonas 3) #rpsp
    Quando começou seu ministério na terra, Jesus Cristo pediu: “Arrependam-se dos seus pecados e creiam no evangelho” (Marcos 1.15). O arrependimento é a parte humana no grande projeto de Deus para todos nós. Os habitantes de Nínive ouviram a mensagem de Deus, por intermédio de Jonas, refletiram sobre o que escutaram, aceitaram o oferecimento do perdão e decidiram mudar de vida. O método de Deus é o mesmo. A maior dificuldade do ser humano é admitir que pecou. Imaginemos os ninivitas ouvindo a mensagem pela boca de um estranho. Eles prestaram a devida atenção, superaram seus preconceitos e suas vidas foram salvas. Esse é o passo que precisamos dar toda vez que pecamos. Pôr a culpa nos outros não nos salva. O que nos salva é ouvir a mensagem de Deus que nos diz que pecamos e, tendo ouvido, colocarmo-nos diante dele para receber o seu perdão. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    8 min
  • O Profeta Fujão: O Deus que nunca rejeita uma oração (Jonas 2)
    Para orar, não precisamos apagar as luzes. Não precisamos subir escadas para entrar num templo. Não precisamos nos ajoelhar. Não precisamos fechar os olhos. Não precisamos abrir a boca. Não importa onde estejamos. Não importa como estejamos. Para orar, precisamos abrir o nosso coração diante de Deus. De coração aberto, podemos até apagar as luzes. De coração pronto, podemos até orar em público num templo. De coração humilde, podemos nos ajoelhar. De coração dependente, podemos fechar os olhos. De coração esperançoso, podemos abrir nossos lábios para falar e nossos ouvidos para escutar... Nossa oração sempre chega ao céu. Nossa vida pode estar desligada de Deus. Se orarmos, nossas palavras chegarão ao céu. Nossa disciplina pode ser mínima, gastando muito pouco tempo na presença de Deus. Se orarmos, nossos desejos chegarão ao céu. Nosso coração pode estar endurecido pelo egoísmo. Se orarmos, nossos pedidos chegarão ao céu. Nossos relacionamentos podem estar aquém do que sabemos ser o melhor. Se orarmos, nossos anseios para mudança chegarão ao céu. Nossos negócios podem estar descontrolados. Se orarmos, nossas necessidades chegarão ao céu. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    6 min
  • O Profeta Fujão: Faça de Mim uma Grande Benção (Jonas 1) #rpsp
    Pelos padrões de Jonas, só as pessoas do seu povo eram capazes de ações generosas. Jonas se encontrou com homens muito diferentes dele. Eram homem do mar. Não adoravam ao único Deus. Não faziam parte do seu povo. Não conheciam as Escrituras. Jonas, integrante do povo escolhido para levar a graça ao mundo, era um homem insensível. Gostava de Deus, desde que ele o abençoasse sempre. Gostava de Deus, desde que ele lhe pertencesse. De onde Deus esperou não veio nada, exceto a desobediência da fuga. Jonas tinha uma boa teologia, mas uma vida horrorosa. Os marinheiros, provavelmente cidadãos de diferentes países, é que eram as pessoas sensíveis. Eles entendiam pouco de Deus, mas levavam-no mais a sério do que Jonas. Quando o navio deles estava ameaçado sem um motivo claro, eles procuraram uma razão, segundo o que achavam certo. Jonas interpretou corretamente que ele era o problema e se apresentou para o sacrifício. No entanto, os marinheiros tudo fizeram para alcançar a terra firme. Insistiram até quando foi possível. Só no momento extremo e depois de orar, fizeram o que precisava ser feito. A bondade veio de onde não se esperava. Muitas vezes, a bondade vem de onde não se espera. Na parábola do bom samaritano (Lucas 10.25-37), a bondade não veio de onde se esperava. Não veio dos religiosos conhecedores das Escrituras. Veio de um samaritano, que as pessoas consideravam indigno. Se esperam de nós ações de bondade, não decepcionemos. Estejamos também abertos para julgar menos e apreciar mais as ações bondosas vindas de quem não esperamos. Lembremos ainda que esses pagãos oraram e Deus lhes respondeu. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Bad Boys: O Que acontece com quem bate em Cachorro Morto (Obadias) #rpsp
    Entre os reinos vizinhos de Israel, três nunca chegaram a ser muito fortes, mas se tonaram inimigos de todas as horas: Edom, Moabe e Amon. Essas três nações antigas são parte da atual Jordânia, um país criado em 1947. Elas fazem parte da história dos israelitas. Nas campinas de Moabe, Moisés deu as últimas instruções e morreu. Em Amon, Davi fez grandes conquistas militares. Edom é uma terra muito bonita. Montanhosa, dela se vê o mar Morto. Cheia de picos e cavernas, o acesso é difícil. Além disso, seu povo tinha forte tradição guerreira, desde o tempo em que Esaú (cujo nome era também Edom) caçava e brigava nos seus planaltos, rios e planícies. Embora pequeno, Edom confiava na sua geografia e na sua história militar para considerar-se invencível. Quando os israelitas, vindos do Egito em direção a Canaã, pediram permissão para passar pelas suas terras vermelhas, receberam um sonoro “não” como resposta (Números 20.14-21). Edom não quis a paz, mas a guerra, porque se orgulhava de sua força e confiava que poderia vencer. O orgulho de Edom é o orgulho de todos os que confiam nas suas próprias forças e habilidades. O orgulho de Edom é o orgulho de todos os que não querem viver em paz porque preferem acumular prestigio e poder. O orgulho de Edom é o orgulho de todos os que acreditam no poder da sua própria força. O fim de Edom é o fim de todos os orgulhosos. Depois que os romanos conquistaram Petra, Edom nunca mais foi uma nação independente. Conhecer a história de Edom nos estimula a viver de maneira humilde e a buscar a paz com os nossos vizinhos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    8 min

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