Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Sonhos: Justiça sim, Jejum não (Zacarias 7) #rpsp
    Quando lemos o Novo Testamento, vemos que Jesus não recomenda o jejum. Na verdade, ele parte do pressuposto que seus seguidores o faziam. A partir dessa realidade, Jesus nos adverte do perigo implícito da vaidade que pode acompanhar a abstinência de alimento. É por isso que pede que seja feito de modo que ninguém precise ficar sabendo (Mateus 6.16-18). Coerentemente com os ensinos dos profetas e de Jesus, pratiquemos a justiça como um estilo de vida, que seja vivido como um culto prestado ao Senhor. As palavras de Deus sobre justiça ocorrem ao longo da sua Palavra. Devemos jejuar e devemos cuidar para que o nosso jejum seja o recomendado por Deus. No tempo dos profetas, tanto os líderes quanto muitas pessoas tinham o coração duro como estava o de Faraó no tempo de Moisés no Egito. Nos nossos dias, um coração duro é um coração impermeável ao evangelho. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, ouvindo-o, não se deixa tocar. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, tendo-o recebido um dia, não mais o ouve. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, executando-o, sempre o aplica aos outros. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, olhando-se por ele e vendo-se reprovado, prefere aprovar-se. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, precisando de consolo, deixa-se tomar pela voz da angústia e do desespero, não da paz e da esperança. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que tanto sofreu ou sofre que não consegue mais dispor seus ouvidos para darem atenção a “venham a mim os cansados e oprimidos” de Jesus. Tem o coração impermeável ao evangelho aquele que, adepto do evangelho, não quer mais portar as marcas de Jesus (porque porta as do mundo em que vive) nem exala o perfume de Cristo (porque seus poros absorvem outros cheios). Havia muitos corações impermeáveis no Egito e no Israel antigos. Há muitos corações hoje que se tornaram tão impermeáveis à Palavra de Deus quanto o coração do Faraó. Como está o seu coração em relação ao evangelho? Disposto a ouvi-lo? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    12 min
  • Sonhos: O Messias: Rei e Sacerdote (Zacarias 6) #rpsp
    Deus estava preparando a História para entrar nela de forma visível, em carne e osso. Isso aconteceria quando enviasse o Messias, seu próprio Filho, que receberia o nome de Jesus, aquele que salva. O Messias brotaria das raízes do povo judeu, isto é, seria um judeu. Jesus cumpriu essa condição. Sem dúvida, era o Messias. O Messias seria chamado de “Ramo novo”, isto é, embora da mesma árvore (o judaísmo), seria novo (uma nova árvore, o cristianismo), que restauraria a intenção com que foi dada aos homens. Foi precisamente o que Jesus fez ao permitir, com seu sacrifício, o surgimento de um novo Adão, um novo homem (Romanos 5.12-15). Sem dúvida, Jesus de Nazaré era o Messias. O Messias construiria de novo o templo do Senhor Deus. O Filho de Maria não construiu um templo de tijolos e pedras, porque ele mesmo era o templo. Ele se referiu a si mesmo como templo (Mateus 26.61), que foi derrubado (na cruz) e restaurado (na ressurreição). Sem dúvida, Jesus Cristo era o Messias. Depois do Messias, Deus faz tudo novo. Até hoje, com base no que Jesus fez na cruz, tudo pode ser novo na vida dos que aceitam o sacrifício que ele fez para nos dar vida completa. Na sua profecia, Zacarias diz que o Messias (que sabemos ser Jesus de Nazaré) será ao mesmo tempo rei e sacerdote. Ele acrescenta que haverá perfeita união entre os dois ofícios. O rei governa. O sacerdote intercede. Jesus é rei, que governa com o Pai e o Espírito Santo (sobre) toda a terra (Filipenses 2.9-11). Jesus é sacerdote, razão pela qual devemos orar no nome dele (“se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará” — João 16.23). Quando lemos a carta aos Hebreus, essa harmonia de ofícios fica totalmente clara: “Embora fosse o Filho de Deus, ele aprendeu, por meio dos seus sofrimentos, a ser obediente. E, depois de ser aperfeiçoado, ele se tornou a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem. E Deus o nomeou Grande Sacerdote, na ordem do sacerdócio de Melquisedeque” (Hebreus 5.8-10). Como cantamos, é por isso que podemos levar a ele tudo em oração. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    10 min
  • Sonhos: O Drone Divino (Zacarias 5) #rpsp
    Todos somos pecadores, mas não precisamos ficar desesperados. Jesus Cristo veio para nos libertar do poder do pecado. A oferta deve ser recebida com seriedade. Essa seriedade deve nos dar a convicção de que os nossos pecados nos impedem de receber as bênçãos de Deus. Essa seriedade nos deve dar a certeza de que o arrependimento dos nossos pecados nos habilita receber a graça de Deus. Nossos pecados são plurais e devemos examinar a nós mesmos como o Espírito Santo nos examina. Na sexta visão que o profeta Zacarias teve, dois pecados traziam graves consequências (todos os pecados têm consequências) para o povo: a desonestidade (“todos os que roubam”) e a falsidade (“fazem juramentos falsos” em nome de Deus). Talvez não temos falhado nessas áreas, mas, se falhamos em outra ou outras, a graça de Deus nos oferece a possibilidade do perdão, mediante a confissão e o arrependimento. Confissão e arrependimento não são rituais, são sentimentos que vêm de dentro do coração para fazer parte de toda a nossa vida. Na sua sétima visão, Zacarias vê a maldade do seu povo, mas ele tem uma boa notícia. O pecado estava sendo levado para longe, exatamente como Jesus Cristo fez na cruz, ao levar sobre ele os nossos pecados. Se uma mulher representa a maldade, duas mulheres representam a santidade, mostrando mais uma vez que Deus nada tem contra as mulheres, que, aos olhos dele, são iguais aos homens, nos direitos e nos deveres, na maldade e na bondade. São as duas mulheres que levam o pecado para longe. As asas das mulheres se pareciam com as asas das cegonhas. E aqui encontramos uma extraordinária informação linguística. No idioma (hebraico) em que todo o Antigo Testamento (com poucas exceções) foi escrito, Deus é apresentado como sendo “fiel” (leal) para com as pessoas. No hebraico, “fiel” é chaciyd. Na mesma língua, cegonha é chaciydah. Possivelmente, o profeta usa a palavra cegonha aqui para dizer que quem leva os nossos pecados para longe (para o fundo do mar, como diria o profeta Miqueias — cf. Miqueias 7.19) é o próprio Deus. Ele toma a iniciativa. Cabe-nos apenas orar para que ele nos perdoe completamente. Muitas pessoas pedem perdão a Deus, são perdoadas e continuam pedindo perdão, como se Deus não tivesse feito o seu trabalho de modo completo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    10 min
  • Sonhos: Não por força e nem por poder (Zacarias 4) #rpsp
    A aposta geral é na força. A crença geral é que o grito vence. A convicção universal é que a violência é inevitável. Lemos, no entanto, que o método de Deus é outro. Ele não vence pela força. Ele vence pelo amor. Ele nos chama a vencer pelo amor, por meio do Espírito Santo. Devemos aprender. Aprendemos com o apóstolo Paulo, cuja experiência com Deus o levou a encontros tão gloriosos que preferiu não nos relatar. Depois de um desses encontros, recebeu um espinho na carne, uma dificuldade que ele também não disse qual era. Diante dessa novidade desagradável, ele pediu a remoção do espinho, mas não foi atendido. Ele não ficou revoltado. Ele não se achou injustiçado. Ele não ficou decepcionado. Ele não se sentiu desamparado. Ele aprendeu o que sintetizou numa frase: “[…] quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim” (2Coríntios 12.10). Isso é verdadeiro também para nós. Quando somos fracos, deixamos de confiar em nós mesmos (por termos descoberto que nossa força não foi suficiente para nos livrar). Quando somos fracos, vemo-nos como somos, não como imaginamos que somos, cheios de competências múltiplas, mas de múltiplas competências e elevadas limitações. Quando somos fracos, procuramos os ombros dos amigos (não nos isolamos. Quando nos isolamos, é porque ainda nos achamos suficientemente fortes para resolver sozinho os nossos problemas). Quando somos fracos, reconhecemos que precisamos de Jesus, para viver no compasso da sua graça como nos sendo suficiente. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    8 min
  • Sonhos... Purificados (Zacarias 3) #rpsp
    No seu papel de acusador, Satanás desejava entrar em ação. Antes que disesse palavras cheias de mentira contra o sacerdote Josué, filho de Jozadaque (Esdras 3.1), que não deve ser confundido com o Josué, filho de Num e sucessor de Moisés, Deus entrou em ação e impediu que o sacerdote Josué, um dos líderes da reconstrução de Jerusalém, fosse acusado. Se temos uma vida íntegra, Deus não permite que sejamos acusados com mentiras. Devem nos consolar também as palavras do apóstolo Paulo, que pergunta e responde: “Quem acusará aqueles que Deus escolheu? Ninguém! Porque o próprio Deus declara que eles não são culpados. Será que alguém poderá condená-los? Ninguém! (…) Cristo Jesus (…) ele pede a Deus em favor de nós” (Romanos 8.33-34). Deus sabe que Josué era “um tição tirado do fogo”. Se Moisés foi tirado (salvado) das águas, Josué foi tirado do fogo. A prova é que seu corpo ainda tinha as marcas do fogo do qual foi resgatado. Pelo amor de Deus, ele foi salvo da condenação. O pecado traz a condenação, mas a graça traz a libertação. Todos somos “tições tirados do fogo”. Jesus Cristo nos tira da condenação (fogo), onde fomos postos pelos nossos pecados, e nos coloca sob a sombra da cruz, de onde ninguém nos pode tirar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    10 min
  • Sonhos... A Grande Muralha (Zacarias 2) #rpsp
    Na antiguidade as cidades eram cercadas por muralhas. Quanto mais altas e fortes eram, mais protegidas ficavam as cidades. No entanto, em muitos casos, essas muralhas não eram resistentes o suficiente para impedir a entrada de invasores. A História nos conta de muitas muralhas que foram destruídas. Algumas foram incendiadas, não tendo restado nada delas. Jerusalém tinha passado por isso e era então uma cidade desolada, com suas muralhas derrubadas no chão. Para os invasores, Deus tinha fugido. Para os que perderam a fé, Deus tinha se ausentado. Para o profeta, Deus ainda morava ali. Deus ainda guardava a cidade, apesar de o povo ter colhido as consequências dos seus pecados. Ao longo da vida, como Jerusalém, vamos perdendo nossa alegria, como se os muros da nossa vida tivessem sido derrubados. Perdemos a visão essencial: deixamos de ver que Deus está ao nosso lado. Ele é uma muralha de fogo ao nosso redor, para que continuemos firmes, apesar dos abalos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    7 min
  • Sonhos... Não agora, mas com certeza (Zacarias 1) #rpsp
    A fé bíblica é a história de Deus chamando o homem ao arrependimento. A história bíblica é o registro ora da aceitação ora da rejeição desse chamado. Quanto mais longe de Deus, mais perto estamos do pecado. Quanto mais perto de Deus, mais próximos estamos das suas bênçãos. Quanto mais longe de Deus, mais nos alegramos com as ofertas do mundo em que vivemos. Lendo a Bíblia, não precisamos repetir a história do filho pródigo, como na parábola contada por Jesus (Lucas 15.11-32). Antes que o pecado faça maiores estragos, podemos aceitar o convite para a volta. Deus não é invasivo. Ele nos respeita. Se queremos continuar no nosso pecado, devemos estar cientes dos prejuízos. Se desejarmos voltar para Deus, ele nos receberá. Talvez, em alguma circunstância, achemos que fomos longe demais e que Deus desistiu de nós. Desistir é coisa de gente, não de Deus. Talvez, por termos tentado voltar e termos caído de novo, não acreditemos em nós mesmos. No entanto, não precisamos acreditar em nós mesmos, mas confiar em Deus... Depois de conhecer o amor de Deus, o jovem resolveu, como ele mesmo diz, “conhecer o mundo”. Conheceu. Tornou-se dependente de droga e de pornografia. Afastou-se de Deus, mas Deus não se afastou dele. E a cada degrau que descia na escada moral e emocional, era como se ouvisse a voz de Deus chamando-o de volta. Tendo-se mudado para perto de uma igreja, agora homem feito, resolveu ir ao culto. Primeiro, desconfiado, consultou na internet tudo sobre aquela igreja. Temeroso, foi. O que ouviu foi a confirmação do amor de Deus para a sua vida. Quando o pastor fez o convite, ele deu o passo necessário em busca de sua reconciliação. Reconciliar-se com Deus foi uma decisão, imediatamente aceita. No entanto, ele era agora um homem arrebentado pelos vícios, que só conseguia dormir com remédios fortes. Participando dos cultos daquela igreja, ele também ouviu que Deus poderia restaurá-lo completamente. E Deus fez isso com ele. Primeiro, sua vida familiar foi restaurada. Depois, sua vida emocional foi restaurada. Em seguida, sua vida profissional foi restaurada. Junto com a graça de Deus, sua vida foi reconstruída, num processo longo, mas crescente. A partir daquele reencontro com Deus, ele passou a entender o que é a compaixão divina. Ele compreendeu que Deus cumpre as suas promessas. Por mais longe que estejamos de Deus, a promessa é que ele está sempre perto, para nos ajudar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Prioridades: Templos e Certeza (Ageu 2) #rpsp
    Tudo pode falhar, menos uma coisa: a presença de Deus conosco. Por isso, a promessa percorre as páginas da Palavra do Pai: Deus está sempre conosco. Ele está conosco quando o sentimos e quando não o sentimos. Ele está conosco quando pedimos e quando não pedimos. Porque ele está conosco, não precisamos ter medo. Porque ele está conosco, podemos avançar e realizar o que temos de fazer... Um idealista mantinha um projeto para recuperação de dependentes químicos. Todos os seus recursos vinham de doações voluntárias de dinheiro, alimento, roupas e remédios. Só que, para aquele dia, não havia com que alimentá-los. Ali residiam cem homens fortes. Logo cedo, iam para a horta trabalhar a terra e, quando vinham para o almoço, a fome era devoradora. Então, a igreja se mobilizou para providenciar o alimento necessário. Quem tinha carro saiu pelas casas recolhendo as doações. Sacos de arroz foram chegando. Caixas de enlatados apareceram. Uma família fez algo ainda mais especial: foi a uma açougue e comprou peças inteiras de carnes nobres. Por isso, o carregamento deveria chegar logo ao destino. Não coube tudo num carro só. E la se foram pela estrada de terra depois do asfalto. Chegaram cedo. Deu tempo de ver ainda os rapazes tomando café e depois saindo para a horta. O grupo que chegou ajudou na cozinha. Na hora do almoço, tudo estava pronto. Naquele dia, as orações de gratidão foram mais vibrantes. O cheiro da comida era sentido longe. Depois de um culto breve, todos comeram com muita alegria. Os que foram levar comida também se alimentaram, mas eles se alimentaram principalmente do prazer de terem levado comida aos que precisavam. Naquele dia, houve multiplicação de gêneros alimentícios, mas houve sobretudo multiplicação de generosidade... Há realizações que são consequências do nosso trabalho, mas há realizações que só dependem de Deus. Há realizações que são resultados do funcionamento das leis naturais ou sociais, mas há realizações que surgem da intervenção de Deus. Plantamos e colhemos. É assim que funciona. Acontece que, às vezes, plantamos e não colhemos; estudamos e não somos aprovados; planejamos e fracassamos; esperamos e não alcançamos. Nem assim devemos desesperar: Deus não nos deixará faltar o sustento. Há duas regras em jogo. A primeira é natural: plante para colher. Quase sempre funciona. Às vezes, falha. A segunda é espiritual: Deus agirá. Sempre funciona. Deus jamais falha. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    14 min
  • Prioridades: Por que um prédio é importante? (Ageu 1) #rpsp
    O desânimo não escolhe idade. Pode vir para todos. Vem para o jovem, que tem uma longa vida pela frente e talvez venha precisamente por isso. Vem para o idoso, que sente a crueza do seu fim e talvez venha exatamente por isso. Vem para a criança, feita toda de sonhos que não se tornam concretos na vida dela. O desânimo vem por causa de uma decepção, nem sempre percebida, com pessoas e causas. O tempo e o talento investidos na amizade ou no ideal soam como tempo e talento desperdiçados e como um aviso de que lutar não vale a pena. O desânimo vem em meio ao cansaço, esse ladrão de energia que usa diferentes disfarces para atacar de surpresa. O desânimo vem por causa do sucesso. Se havia um projeto que concentrava todos os esforço, noite e dia, o fim desse projeto é o início do vazio. O desânimo é pluriforme em sua origem. Não devemos nos desesperar por vivenciar um período de desânimo, mesmo que sejamos geralmente animados. Devemos nos preocupar se a condição se insinua como permanente. Devemos sempre ter diante de nós o que queremos para a nossa vida. Precisamos saber que alguns dos nossos desejos são voláteis por definição, como a fama, o poder e o dinheiro. Precisamos de coragem para dizer o que nos motiva a viver. Se essas são as nossas buscas, precisamos buscar outras, porque já sabemos o nosso destino com elas: o nada. Precisamos de criatividade para formular projetos bons, mas nós não somos nossos projetos. Nós os temos e somos maiores que eles. Nossa vida não acaba quando um projeto termina. Se o desânimo se aninhou no nosso coração depois da vitória, talvez tenhamos posto o sentido da nossa vida na realização de um projeto. Nós o realizamos? Deveríamos nos sentir felizes. Uma tarefa cumprida é motivo para alegria. Se o desânimo se instalou por causa de alguma frustração, precisamos avaliar as origens do mal-estar e retomar nossas ações para dificultar que ela retorne. Se o desânimo é filho do cansaço, sabemos o que fazer. Por isso mesmo Deus estabeleceu o dia do descanso. Até a terra precisa descansar. Não viemos da terra? Sobretudo, devemos manter desperto nosso sentido de relevância. Essa é a decisão matricial. Temos muito ainda para ser. Ainda não somos o que podemos ser. Há mais para nós. Não importa o que conquistamos. Temos muito ainda para fazer. Ainda não fizemos o que podemos fazer. Há mais para nós. Não importa a nossa idade. Temos muito ainda a contribuir. Ainda não entregamos tudo o que podemos. Há mais para os outros a partir de nós. Não importa o quanto tenhamos ajudado. O mundo (nossa família, nossa rua, nosso trabalho, nossa comunidade, nosso corpo, nossa mente) pode ser melhor. É o que queremos? Que viver num mundo melhor seja o nosso desejo. Que viver para um mundo melhor seja a nossa ideologia. Prossigamos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    13 min
  • Última Parada: Oh, Say Can You See (Sofonias 3) #rpsp
    Quem quer se santificar, diferentemente do povo de Israel ao tempo de Sofonias, precisa entender que a santificação só pode começar quando aceitamos que é Deus que nos santifica, separando-nos para si e anulando toda a condenação contra nós. A santificação não resulta dos nossos méritos, mas da ação da graça de Deus sobre nós. O que acontece na aventura da santificação? 1. Somos salvos do pecado. Começamos a nos tornar santos quando Deus anula a sentença de morte contra nós (Sofonias 3.15). 2. Sentimos a presença de Deus conosco. Vivemos com a certeza de que ele está no meio do nosso grupo, no meio da nossa igreja, no centro do nosso coração. Descobrimos que ele tem prazer em estar conosco, revivendo o que fazia de tardezinha no jardim do Éden, quando ia conversar com Adão e Eva. 3. Participamos da renovação do seu amor por nós. Nessa renovação, vivenciamos seu cuidado quando estamos em dificuldade, seja quando estamos em dúvida (não sabendo para onde ir, dada certa circunstância), seja quando ficamos à margem da vida. Ele age como um pastor de ovelhas, que firma as fracas e vai buscar aquelas que ficaram de fora do curral. 4. Recebemos dele um nome. Com ele conosco, passamos a ser alguém. Ele faz de nós um louvor, isto é, um riso ambulante, pela felicidade perene. Não há incompatibilidade entre santidade e alegria. A alegria decorre do fato de que estamos salvos. Por isso, santificação e paz (nenhum medo da morte) andam juntas (Hebreus 12.14). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    8 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…